COMO FUNCIONA

O DRG Brasil® é a metodologia DRG - Grupo de Diagnósticos Relacionados desenvolvida para o sistema de saúde do Brasil, ajustado à realidade epidemiológica brasileira.

A metodologia DRG Brasil® categoriza e mede a complexidade e criticidade assistencial de cada paciente internado, a partir da análise dos seguintes dados: idade, sexo, diagnósticos principal e secundários, e procedimentos usando os códigos de saúde do Brasil (SUS, TUSS).

Cada categoria se correlaciona com a quantidade de recursos necessários ao tratamento hospitalar: materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas. Tudo isso permite ter a medida exata, na alta hospitalar, por paciente assistido, dos desfechos assistenciais e econômicos, do nível de segurança e das performances de médicos, clínicas e hospitais.

O DRG Brasil® possui 1.003 categorias de complexidade e criticidade clínica, definidas pelo agrupamento dos desfechos assistenciais e consumos de recursos semelhantes.

O sistema opera numa plataforma web, com informações em tempo real, qualificadas e transparentes, o que permite um trabalho integrado e colaborativo entre médicos, hospitais e operadores, públicos ou privados, garantindo uma medicina de alta qualidade.

 

BENEFÍCIOS

Para que o DRG Brasil® foi criado?

Para transformar o sistema de saúde brasileiro e a vida das pessoas.

O que o DRG Brasil® transforma?

O modelo assistencial e econômico do sistema de saúde.

Como o DRG Brasil® transforma?

Com a implantação de critérios mensuráveis para a gestão assistencial e econômica, o que que garante a melhora da qualidade assistencial, e possibilita, ao mesmo tempo, o aumento dos ganhos econômicos de médicos, hospitais e operadores (SUS e Saúde Suplementar).

Quais são os principais benefícios do DRG Brasil®?

1. Ser simples, acessível e cientificamente embasado.

2. Ser feito no Brasil para o sistema de saúde do Brasil, de acordo com as características da população brasileira e o sistema de saúde do país, abrangendo todas as faixas etárias (incluindo neonatos e pacientes pediátricos).

3. Promover uma medicina de alta qualidade, com até 45% de redução dos custos assistenciais.

4. Acelerar e simplificar a mudança do modelo remuneratório e assistencial do sistema de saúde brasileiro.

5. Utilizar os códigos de saúde do Brasil - saúde suplementar (TUSS) e SUS - para alimentar o sistema.

6. Ser representado em todo o território nacional pelas consultorias especializadas que mais entendem de gestão em saúde no País.

7. Mensurar as performances de médicos, clínicas e hospitais e comparar desempenhos econômicos e assistenciais com referenciais nacionais.

8. Precisão na codificação:

  • Codehelper eletrônico de apoio online ao codificador;
  • Codehelper por médicos e enfermeiros, 8 horas por dia, 5 dias por semana;
  • Educação continuada dos codificadores por ensino a distância;
  • Alertas eletrônicos que evitam erros;
  • Classificação das condições adquiridas pela metodologia do Medicare. Incorpora o método de codificação Classification of Hospital-Acquired Diagnoses (CHAD, Austrália) que aumenta a precisão da codificação de eventos.

 

Deloitte

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Planisa

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PWC

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Strategy

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IAG Saúde

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MK

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Faculdade Unimed

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ISEE

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Pós-Graduação - Faculdade de Ciências Médicas

Pós-Graduação - Faculdade de Ciências Médicas de MG