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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>Gestão da Qualidade Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/category/gestao-da-qualidade/</link>
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<item><title>O que é a nova norma ABNT NBR ISO 7101:2025 e quais são os padrões de excelência estabelecidos para organizações de saúde?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/o-que-e-a-nova-norma-abnt-nbr-iso-71012025-e-quais-sao-os-padroes-de-excelencia-estabelecidos-para-organizacoes-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-a-nova-norma-abnt-nbr-iso-71012025-e-quais-sao-os-padroes-de-excelencia-estabelecidos-para-organizacoes-de-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:06:31 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32350</guid><description><![CDATA[<p>O setor da saúde atravessa um momento histórico com a publicação da ABNT NBR ISO 7101:2025. Esta é a primeira norma internacional de sistemas de gestão criada especificamente para organizações de saúde, preenchendo uma lacuna que antes era ocupada por normas genéricas adaptadas. No Grupo IAG Saúde, através do SigQuali, entendemos que essa norma não [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O setor da saúde atravessa um momento histórico com a publicação da <strong>ABNT NBR ISO 7101:2025</strong>. Esta é a primeira norma internacional de sistemas de gestão criada especificamente para organizações de saúde, preenchendo uma lacuna que antes era ocupada por normas genéricas adaptadas. No Grupo IAG Saúde, através do <strong>SigQuali</strong>, entendemos que essa norma não é apenas uma lista de exigências, mas um roteiro para a sustentabilidade do setor.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Entendendo a ISO 7101:2025</strong></h2><p>Diferente de outros modelos, a ISO 7101 foca no sistema de gestão da qualidade com um olhar profundo sobre a entrega de valor. Ela estabelece requisitos rigorosos que visam garantir que o cuidado seja seguro, eficaz e, acima de tudo, centrado nas necessidades da pessoa. Para as instituições que já utilizam o <strong>SigQuali</strong>, a transição para esses novos padrões é facilitada, pois nossa plataforma foi desenhada sob a premissa da melhoria contínua e da mitigação de riscos.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Padrões de excelência e gestão de qualidade em saúde</strong></h2><p>A norma define pilares fundamentais que agora servem como bússola para a excelência operacional e clínica.</p><p><strong>Cuidado centrado na pessoa:</strong> A excelência agora exige que a organização demonstre como as preferências e valores dos pacientes guiam as decisões clínicas. Isso exige uma gestão de dados robusta para transformar feedbacks em melhorias reais.</p><p><strong>Cultura de segurança e gestão de riscos:</strong> A ISO 7101 reforça a necessidade de uma cultura não punitiva, onde o erro é uma oportunidade de aprendizado. A gestão de riscos deixa de ser reativa e passa a ser preditiva, integrando-se ao dia a dia das equipes.</p><p><strong>Liderança e governança clínica:</strong> A alta direção deve estar diretamente envolvida na qualidade. Não se trata mais de um setor isolado, mas de uma estratégia de governança que assegura a integridade dos processos e a transparência dos resultados.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel do SigQuali e do Escritório de Valor</strong></h2><p>A tecnologia é o alicerce para sustentar esses padrões. O SigQuali atua como o sistema nervoso central da gestão.</p><p>Aliado a isso, o conceito de <strong>Escritório de Valor</strong> potencializa a norma. Enquanto a ISO 7101 define &#8220;o que&#8221; fazer, o Escritório de Valor, apoiado pelo SigQuali, define &#8220;como&#8221; extrair o melhor resultado financeiro e clínico. Essa sinergia permite que a organização reduza desperdícios e foque no que realmente importa: o desfecho clínico positivo para o paciente.</p><p>A gestão de qualidade em saúde, sob a ótica da nova norma, exige uma transição do controle manual para a inteligência de dados. O SigQuali oferece as ferramentas necessárias para que o monitoramento de eventos, a gestão de documentos e a análise de indicadores estejam alinhados aos requisitos globais de excelência.</p><p>A chegada da <strong>ABNT NBR ISO 7101:2025</strong> marca o fim da era da gestão intuitiva na saúde. As organizações que desejam liderar o mercado precisam adotar sistemas que garantam a previsibilidade e a segurança. Com o apoio do <strong>SigQuali</strong> e a visão estratégica do <strong>Escritório de Valor</strong>, sua instituição não apenas cumpre uma norma, mas eleva o padrão de cuidado a um novo patamar de eficiência.</p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
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<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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<item><title>Hospital Geral Unimed Ponta Grossa melhora resultados assistenciais na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/unimed-ponta-grossa-case/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unimed-ponta-grossa-case</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 29 May 2024 15:24:10 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31929</guid><description><![CDATA[<p>O Hospital Geral Unimed Ponta Grossa é classificado pelo Índice Valor Saúde Brasil (IVSB) como líder na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse devido ao amadurecimento da gestão assistencial proporcionado pelo uso da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial.&#160; Em 2016, a instituição implantou algumas ações para alcançar [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O Hospital Geral Unimed Ponta Grossa <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/57-instituicoes-lideres-na-entrega-de-valor-em-saude-no-brasil-recebem-premio-ivsb-2023/">é classificado pelo Índice Valor Saúde Brasil (IVSB) como líder na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse</a> devido ao amadurecimento da gestão assistencial proporcionado pelo uso da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial.&nbsp;</p><p>Em 2016, a instituição implantou algumas ações para alcançar esse resultado, como a elaboração do Protocolo de Sepse, atrelado a indicadores de desfecho e treinamento da equipe no atendimento a pacientes com septicemia. Veja alguns dos resultados alcançados:</p><ul><li>Entre janeiro de 2022 e agosto de 2023, houve uma redução na taxa de mortalidade por choque séptico;</li><li>Entre 2019 e 2023, a instituição conseguiu reduzir a permanência média de internação dos pacientes com sepse, que passou de 8,7 dias para 8,2 dias.</li></ul><p>Confira mais detalhes desta história de sucesso no case apresentado pela Viviane Zeny,</p><p>Gerente de Gestão Clínica do Hospital Geral Unimed Ponta Grossa, na Jornada Valor em Saúde Brasil 2023.</p><figure
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title="Com DRG Brasil, Hospital Geral Unimed Ponta Grossa reduz diárias hospitalares de pacientes com sepse" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/BEbTCMGNBGA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div></figure><h2 class="wp-block-heading">Sobre a instituição</h2><p>O Hospital Geral Unimed Ponta Grossa tem 92 mil beneficiários, 559 médicos cooperados e mais de 500 colaboradores. A estrutura do hospital conta com:</p><ul><li>134 leitos&nbsp;</li><li>18 leitos de alojamento conjunto maternidade</li><li>7 salas cirúrgicas&nbsp;</li><li>1 sala cirúrgica de hemodinâmica</li><li>10 leitos de UTI Adulto&nbsp;</li><li>10 leitos de UTI Neopediátrico&nbsp;</li><li>Centro de Diagnóstico por Imagem</li><li>Laboratório próprio</li></ul><p>Inaugurado em 2007, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa se destaca pela sua gestão baseada em valor, utilizando a plataforma Valor Saúde Brasil para medir e monitorar os seus resultados de eficiência operacional.&nbsp;</p><p>Com 16 cidades em sua área de abrangência, a instituição oferece serviços de excelência em diversas especialidades, como Obstetrícia, Cardiologia, Urologia, Ortopedia, Neurologia, Pediatria e Cirurgia Geral.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Implantação do DRG Brasil na instituição</h2><h3 class="wp-block-heading">2016</h3><p>Em 2016, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa deu início às codificações no DRG Brasil.</p><h3 class="wp-block-heading">2017</h3><p>Já em 2017, a instituição realizou a integração dos dados assistenciais entre o sistema Tasy e o DRG.</p><h3 class="wp-block-heading">2018</h3><p>No ano de 2018, a instituição ampliou a equipe do DRG e deu início à codificação admissional. Outro marco foi a incorporação do Hospital Geral Unimed Ponta Grossa ao Projeto Alta Segura da Federação do Estado do Paraná.</p><h3 class="wp-block-heading">2019</h3><p>No ano seguinte, em 2019, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa ajustou o DRG para fazer uma análise em cima do Percentil 25 para o paciente clínico e do Percentil 50 para o paciente cirúrgico.</p><h3 class="wp-block-heading">2020</h3><p>Logo no começo da pandemia, a instituição precisou remanejar parte da equipe do DRG para fazer o monitoramento da Covid-19, mas as codificações não pararam. Em 2020, teve início o pagamento da bonificação com base em indicadores do DRG.</p><h3 class="wp-block-heading">2021</h3><p>Em 2021, houve o aperfeiçoamento da gestão do DRG baseado em custos.</p><h3 class="wp-block-heading">2022</h3><p>Por fim, em 2022, a instituição conseguiu um painel de custos vinculados ao DRG pelo Núcleo de Informação em Saúde (NIS).</p><h2 class="wp-block-heading">Reconhecimentos</h2><p>Em setembro de 2022, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa conquistou o nível ouro no programa de qualificação de hospitais da Unimed Paraná. Já no mês de junho, a Unimed Ponta Grossa venceu o desafio DRG 2021.</p><h2 class="wp-block-heading">Protocolo de Sepse</h2><p>O Protocolo de Sepse foi estabelecido no Hospital Geral Unimed Ponta Grossa em 2016. Entre as ações de implantação, destaca-se a capacitação do corpo clínico médico e da equipe assistencial, como treinamentos e cursos sobre o programa de sepse.</p><p>Além disso, a instituição disponibilizou lembretes de acionamento do Protocolo de Sepse nos computadores das áreas assistenciais, bem como videoaulas sobre o programa para a equipe assistencial e para os médicos, e também elaborou o protocolo de deterioração clínica.&nbsp;</p><p>Os três pilares da linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse são:</p><ol><li>Detecção precoce dos casos de sepse;</li><li>Tratamento adequado dos casos de sepse;</li><li>Educação continuada dos profissionais envolvidos no atendimento dos pacientes com sepse.</li></ol><h3 class="wp-block-heading">Rotina</h3><p>Entre as ações de rotina do programa de sepse, encontram-se:</p><ul><li>Gerenciamento de indicador de taxa de adesão ao protocolo de suspeita de sepse pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH);</li><li>Avaliação pela equipe do Stewardship na auditoria de antimicrobianos dos protocolos;</li><li>Divulgação mensal dos indicadores do processo e da eficácia do Protocolo no Time de Sepse, realizada pela CCIH, para líderes assistenciais, equipe multidisciplinar, colaboradores chave e médicos do corpo clínico.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">Desafios</h3><p>Confira alguns desafios enfrentados na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse:</p><ul><li>Identificação precoce dos sinais e sintomas da sepse;</li><li>Prescrição de antibiótico na primeira hora de atendimento;</li><li>Solicitação de exames complementares e culturas para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento antibiótico mais adequado;</li><li>Ressuscitação volêmica para restaurar a perfusão tecidual e evitar o choque séptico;</li><li>Monitoramento contínuo dos parâmetros clínicos e laboratoriais para avaliar a resposta ao tratamento e detectar possíveis complicações;</li><li>Prevenção de infecções associadas à assistência, por meio de medidas de higiene, isolamento, uso racional de antimicrobianos e controle de surtos.</li></ul><p>Para superar a dificuldade de identificação precoce dos sintomas de sepse, realização de exames e gerenciamento de antibiótico, a instituição definiu, previamente, os exames a serem realizados, bem como os antibióticos que podem ser escolhidos conforme o foco infeccioso. Os médicos têm acesso a essas informações quando o Protocolo de Sepse é aberto.</p><p>Em relação às medidas de prevenção, a CCIH do Hospital Geral Unimed Ponta Grossa realiza um excelente trabalho de higienização das mãos, cultura de vigilância e análise de antibióticos junto à farmácia clínica.</p><h3 class="wp-block-heading">Oportunidades</h3><p>Como oportunidades na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa identificou a utilização de protocolos clínicos baseados em evidências científicas, que padronizam as condutas terapêuticas e reduzem desfechos clínicos desfavoráveis.</p><p>Outra oportunidade identificada foi a implementação de ferramentas tecnológicas, como a plataforma Valor Saúde Brasil, que permite medir e monitorar os resultados de eficiência e desfechos dos pacientes com sepse.</p><h2 class="wp-block-heading">Resultados alcançados pela instituição</h2><p>Entre janeiro de 2022 e agosto de 2023, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa alcançou taxas de adesão ao Protocolo de Sepse acima e abaixo da meta estabelecida. Quando essa taxa ficou abaixo da média, a instituição realizou ações para capacitar a equipe em relação ao programa de sepse.&nbsp;</p><p>Quanto às taxas de Sepse Confirmada x Protocolo Conduzido, entre janeiro de 2022 e agosto de 2023, houve um aumento da melhora na condução do Protocolo de Sepse. A partir da análise da CCIH de todas as suspeitas, foram separados os casos confirmados. Para concluir se o protocolo foi conduzido adequadamente, levou-se em consideração a realização de exames, bem como a aplicação dos antibióticos no tempo correto.</p><p>Além disso, no mesmo período, houve uma redução na taxa de mortalidade por choque séptico, que se manteve em 11% no ano de 2023. Também em 2023, a instituição registrou 77 altas de pacientes com sepse e 632 diárias realizadas, com uma permanência média de 8,2 dias e Case Mix de 2,6088.&nbsp;</p><p>Em uma comparação com o ano de 2019, houve uma diminuição na média de diárias realizadas, que foi de 8,7 (2019) para 8,2 (2023). A média de ineficiência foi igual a 83% para pacientes com DRG Clínico de Sepse Confirmada em 2023.</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios superados</h2><p>Com todas as ações mencionadas, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa conseguiu superar os seguintes desafios na linha de cuidado de Assistência a Pacientes com Sepse:</p><ul><li>Elaboração do protocolo de Sepse e Deterioração Clínica;</li><li>Reorganização do Time de Sepse para participação efetiva do corpo clínico, com reuniões mensais para apresentação de dados;</li><li>Intensificação da busca ativa da sepse nas reuniões multidisciplinares, a fim de realizar o diagnóstico precoce de todos os pacientes, incluindo aqueles que já se encontram internados;</li><li>Ajustes de parametrização do protocolo dentro do sistema Tasy;</li><li>Revisão do protocolo e fluxo de acionamento a suspeita de sepse no pronto-atendimento (PA).</li></ul><p>Para o futuro, o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa pretende manter a ação contínua de capacitação da equipe assistencial e dos médicos sobre o Protocolo de Sepse. Além de melhorar a metodologia de abertura do protocolo e elaborar um programa de neopediatria para disponibilização no sistema Tasy.</p><p>Assim como o Hospital Geral Unimed Ponta Grossa, hospitais de todo o Brasil estão alcançando resultados positivos com o apoio da plataforma Valor Saúde Brasil powered by DRG Brasil + Inteligência Artificial. Confira depoimentos de alguns deles:</p><figure
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title="Hospitais opinam sobre a plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/48O9I_0H_M0?start=144&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div></figure><p><strong>Se você quiser saber mais sobre a ferramenta, </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/"><strong>fale com um dos nossos especialistas</strong></a><strong>!</strong>&nbsp;</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p>Imagem: <em><a
href="https://www.istockphoto.com/br/portfolio/pixs4u?mediatype=photography" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pixs4u via iStock</a></em></p><p>The post <a
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<item><title>Como a Gestão da Qualidade contribui com a eficiência administrativa hospitalar?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eficiencia-administrativa</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 12:43:04 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31645</guid><description><![CDATA[<p>Na rotina complexa e exigente de um ambiente hospitalar, a busca pela eficiência administrativa é uma demanda constante. O gerenciamento ágil e estratégico de recursos, pessoal e finanças torna-se imperativo para garantir a qualidade dos serviços prestados e a sustentabilidade das operações.&#160; Nesse contexto, a eficiência administrativa hospitalar emerge como um desafio complexo, exigindo abordagens [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Na rotina complexa e exigente de um ambiente hospitalar, a busca pela eficiência administrativa é uma demanda constante. O gerenciamento ágil e estratégico de recursos, pessoal e finanças torna-se imperativo para garantir a qualidade dos serviços prestados e a sustentabilidade das operações.&nbsp;</p><p>Nesse contexto, a eficiência administrativa hospitalar emerge como um desafio complexo, exigindo abordagens inovadoras e centradas no paciente para otimizar os processos e garantir a excelência do atendimento.&nbsp;</p><p>Explorar como a <strong>Gestão da Qualidade</strong> pode se tornar uma aliada poderosa nesse caminho rumo à eficiência é fundamental para os gestores e profissionais da saúde que buscam elevar o padrão de qualidade e performance em suas instituições. É o que abordaremos neste artigo.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é eficiência administrativa no contexto hospitalar?</h2><p>A <strong>eficiência administrativa </strong>no contexto hospitalar refere-se à capacidade de gerenciar recursos, pessoal e finanças de forma otimizada e estratégica. <strong>Eficiência administrativa hospitalar</strong>, portanto, é o resultado de uma Gestão da Qualidade bem sucedida.</p><p>A eficiência administrativa é essencial para garantir que os recursos sejam alocados de maneira eficaz e que os processos sejam executados de forma ágil e eficiente.</p><p>Essa eficiência vai além da simples redução de custos; trata-se de <strong>garantir que os recursos disponíveis sejam utilizados da melhor forma possível</strong>, sem desperdícios. Isso envolve:</p><ul><li>Otimização dos processos internos</li><li>Maximização da produtividade da equipe</li><li>Redução de tempo de espera para os pacientes</li><li>Melhoria contínua dos serviços prestados</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Gestão da Qualidade como estratégia para alcançar a eficiência administrativa em hospitais</h2><p>A <a
href="http://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-da-qualidade-em-saude/">Gestão da Qualidade</a> na saúde desempenha um papel fundamental na busca pela eficiência administrativa em hospitais. Ao unir práticas voltadas para a <strong>coordenação de processos e a entrega de serviços de excelência</strong>, a gestão da qualidade visa não apenas satisfazer o paciente, mas também otimizar os recursos disponíveis.</p><p>Nos ambientes hospitalares, onde a complexidade dos processos e a demanda por serviços são constantes, a gestão da qualidade se torna uma ferramenta essencial para garantir a eficiência administrativa.&nbsp;</p><p>Ao focar na <strong>melhoria contínua</strong> de todos os processos e serviços, ela permite identificar oportunidades de otimização, eliminar desperdícios e aumentar a produtividade.</p><p>Dessa forma, a gestão da qualidade não apenas promove a <strong>excelência no atendimento ao paciente</strong>, mas também contribui para a sustentabilidade das operações hospitalares, garantindo que os recursos sejam utilizados de forma eficaz e que os processos sejam executados de maneira eficiente e alinhada com os objetivos estratégicos da instituição.</p><h2 class="wp-block-heading">Como funciona a Gestão da Qualidade em saúde e como ela impacta na eficiência administrativa</h2><p>Na complexa teia de operações que caracteriza um ambiente hospitalar, a eficiência administrativa desempenha um papel crucial. A <strong>Gestão da Qualidade </strong>surge como uma <strong>estratégia fundamental </strong>para alcançar esse objetivo, proporcionando uma abordagem sistemática e orientada para resultados na coordenação de processos e serviços de saúde.&nbsp;</p><p>Na prática, laboratórios, hospitais, clínicas e demais prestadores de serviços de saúde buscam constantemente aprimorar seus métodos e procedimentos para oferecer cuidados excepcionais aos pacientes, ao mesmo tempo em que otimizam a utilização de recursos. A seguir, destacamos alguns dos pilares da Gestão da Qualidade em saúde:</p><h3 class="wp-block-heading">Mapeamento de processos</h3><p>O primeiro passo rumo à eficiência administrativa é o mapeamento detalhado dos processos hospitalares. <strong>Compreender a dinâmica de cada etapa</strong>, desde a admissão do paciente até a alta médica, é essencial para identificar gargalos, pontos de melhoria e oportunidades de otimização.&nbsp;</p><p>Por meio dessa análise minuciosa, os gestores podem <strong>tomar decisões embasadas em dados sólidos</strong> e implementar mudanças que promovam a eficiência e a qualidade dos serviços.</p><h3 class="wp-block-heading">Definição e mensuração de indicadores</h3><p>A definição de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/indicadores-de-desempenho/"><strong>indicadores de desempenho</strong></a><strong> </strong>é um elemento-chave da Gestão da Qualidade. Esses indicadores servem como ferramentas para avaliar o progresso em direção aos objetivos organizacionais e identificar áreas que requerem atenção especial.&nbsp;</p><p>Desde taxas de ocupação de leitos até índices de satisfação do paciente, a mensuração de indicadores fornece uma visão abrangente do desempenho hospitalar e orienta a tomada de decisões estratégicas.</p><h3 class="wp-block-heading">Aplicação da gestão de riscos</h3><p>Em um ambiente hospitalar, a gestão de riscos desempenha um papel crucial na <strong>promoção da segurança do paciente e na prevenção de eventos adversos</strong>. Identificar e mitigar potenciais riscos, como falhas na administração da medicação ou ocorrência de infecções hospitalares, é essencial para garantir a qualidade e a eficácia dos cuidados prestados.&nbsp;</p><p>Ao adotar práticas de gestão de riscos, os hospitais podem proteger tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde e evitar impactos negativos nas operações.</p><h3 class="wp-block-heading">Uso de metodologias específicas</h3><p>A Gestão da Qualidade na saúde se beneficia de diversas metodologias e ferramentas desenvolvidas para promover a <strong>excelência operacional</strong>.&nbsp;</p><p>O<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/balanced-scorecard/"><strong>Balanced Scorecard</strong></a><strong> (BSC)</strong>, por exemplo, oferece uma abordagem abrangente para o monitoramento e a avaliação do desempenho organizacional, enquanto o <strong>5W2H </strong>é eficaz na definição de metas e na identificação de responsabilidades.&nbsp;</p><p>Ao adotar essas metodologias, os hospitais podem estabelecer padrões de qualidade, promover a melhoria contínua e garantir a eficiência administrativa em todas as áreas da instituição.</p><h3 class="wp-block-heading">Adoção da cultura da qualidade</h3><p>Por fim, uma <strong>cultura organizacional voltada para a qualidade </strong>é essencial para sustentar os esforços de melhoria contínua. Isso requer o engajamento de toda a equipe, desde os profissionais de saúde até os gestores e administradores.&nbsp;</p><p>Investir em<strong> treinamentos e capacitação</strong>, além de promover uma comunicação aberta e transparente, são medidas-chave para cultivar essa cultura. Quando a qualidade se torna uma prioridade em todos os níveis da organização, os hospitais podem alcançar níveis mais elevados de eficiência administrativa e proporcionar cuidados de excelência aos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais melhorias devem ser implementadas em seu hospital?</h2><p>Ao longo deste artigo, exploramos a importância da eficiência administrativa hospitalar e como a Gestão da Qualidade se torna uma aliada poderosa nesse contexto.&nbsp;</p><p>Desde o entendimento do que é eficiência administrativa até a aplicação de práticas como mapeamento de processos, definição de indicadores, gestão de riscos, uso de metodologias específicas e adoção de uma cultura de qualidade, destacamos as estratégias fundamentais para otimizar os recursos e garantir a excelência dos serviços prestados.</p><p>Para elevar o padrão de qualidade e performance em sua instituição de saúde, é essencial implementar melhorias contínuas e alinhar os processos com as demandas do mercado e as expectativas dos pacientes.</p><p><strong>Quer saber mais? Então confira nosso artigo sobre </strong><a
href="http://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/setor-de-qualidade-hospitalar/"><strong>setor de qualidade</strong></a><strong> e compreenda quais melhorias devem ser implementadas em seu hospital.</strong></p><p>Para implementar melhorias contínuas e alinhar os processos com as demandas do mercado e as expectativas dos pacientes é fundamental contar com um software integrado de gestão da qualidade na saúde, como o <strong>SigQuali</strong>.</p><p>Com foco na otimização de procedimentos, monitoramento de métricas e fornecimento de insights gerenciais, o software é uma ferramenta essencial para aprimorar a eficiência e facilitar a gestão da qualidade. Ele permite a otimização de processos, o acompanhamento de indicadores e a obtenção de informações gerenciais essenciais para o aumento da eficiência e para o apoio à gestão da qualidade.</p><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-full"><a
href="https://sigquali.com.br?utm_source=google_organic_blog&amp;utm_medium=banner&amp;utm_campaign=02banner_organic_sigquali"><img
decoding="async" width="580" height="280" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image.png" alt="" class="wp-image-31650" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image.png 580w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-300x145.png 300w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></a></figure></div><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><em>imagem de capa: <a
href="https://www.istockphoto.com/br/portfolio/PeopleImages?mediatype=photography">PeopleImages by iStock</a></em></p><p>The post <a
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<item><title>Por que é que é fundamental focar na gestão da qualidade em sistemas de saúde?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sistema-de-saude-gestao-qualidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sistema-de-saude-gestao-qualidade</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:39:37 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31569</guid><description><![CDATA[<p>No cenário complexo do sistema de saúde, onde desafios e demandas se entrelaçam, surge uma questão crucial: como garantir a entrega de cuidados eficazes e eficientes aos usuários? Este questionamento fundamenta a importância de direcionar o olhar para a Gestão da Qualidade.&#160; Neste artigo, exploraremos por que a Gestão da Qualidade é um elemento vital [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>No cenário complexo do<strong> sistema de saúde</strong>, onde desafios e demandas se entrelaçam, surge uma questão crucial: como garantir a entrega de cuidados eficazes e eficientes aos usuários? Este questionamento fundamenta a importância de direcionar o olhar para a Gestão da Qualidade.&nbsp;</p><p>Neste artigo, exploraremos por que a Gestão da Qualidade é um elemento vital para aprimorar os sistemas de saúde, destacando seu papel na otimização dos processos assistenciais e administrativos, bem como na promoção de uma experiência positiva para os pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Sistema de saúde: dados do Brasil</h2><p>O panorama da saúde no Brasil reflete uma dinâmica complexa, influenciada por uma série de fatores demográficos, econômicos e sociais. A seguir, apresentamos dados do sistema de saúde suplementar e também do público. Confira:</p><h3 class="wp-block-heading">Saúde suplementar</h3><p>Segundo <a
href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202310/panorama-2013-saude-suplementar-ans-divulga-dados-ate-julho-de-2023">dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)</a>, o número de usuários de planos de saúde atingiu um marco histórico em 2023, <strong>ultrapassando os 50 milhões de beneficiários de assistência médica e 31 milhões de clientes</strong> exclusivamente odontológicos. Esse aumento, entretanto, vem acompanhado de desafios significativos.</p><p>A análise da evolução do número de pessoas com planos de saúde entre 2013 e 2023 revela uma tendência de crescimento, especialmente na população idosa. A discussão sobre o envelhecimento da carteira torna-se crucial diante das oscilações observadas, com reflexos potenciais na sustentabilidade do setor.</p><p>Os indicadores de utilização dos serviços de saúde nos últimos anos refletem uma dinâmica complexa. Enquanto alguns procedimentos, como consultas e terapias ambulatoriais, ainda não recuperaram os níveis pré-pandemia, outros, como internações e procedimentos odontológicos, demonstram uma recuperação mais robusta.&nbsp;</p><p>Destaca-se o <strong>aumento significativo na realização de exames ambulatoriais</strong>, sinalizando mudanças nos padrões de demanda e acesso aos serviços de saúde.</p><p>A <strong>integração entre o sistema público e privado</strong> é evidente na análise das internações e procedimentos de alta complexidade realizados por usuários de planos de saúde no sistema público.&nbsp;</p><p>A proporção desses atendimentos em relação ao total demonstra uma interdependência entre os sistemas e implicações tanto financeiras quanto operacionais para as operadoras e o SUS.</p><p>A análise dos resultados operacionais da saúde suplementar revela um cenário desafiador, marcado por oscilações significativas desde o início da pandemia. Embora haja sinais de recuperação, a sustentabilidade financeira do setor permanece uma preocupação central.</p><p>O <strong>aumento das reclamações</strong> cadastradas na ANS, principalmente em 2023, destaca a importância da regulação responsiva e da escuta ativa dos usuários. Essas demandas informam iniciativas de fiscalização e contribuem para a melhoria da qualidade e segurança dos serviços prestados.</p><h3 class="wp-block-heading">Saúde pública</h3><p>A <a
href="https://bvsms.saude.gov.br/71-dos-brasileiros-tem-os-servicos-publicos-de-saude-como-referencia/">pesquisa nacional de saúde</a>, conduzida pelo Ministério da Saúde em colaboração com o IBGE, oferece insights valiosos sobre o acesso e utilização dos serviços de saúde pela população brasileira.</p><p>Os dados revelam uma <strong>significativa expansão na cobertura da estratégia Saúde da Família</strong>, alcançando mais da metade da população brasileira. Esse crescimento reflete os investimentos do governo federal na atenção básica, reconhecida como fundamental para a eficiência e resolutividade do sistema de saúde.</p><p>A elevada proporção de pessoas que conseguiram atendimento e a avaliação positiva dos serviços de saúde, especialmente no âmbito do SUS, destacam os <strong>avanços na acessibilidade e qualidade dos cuidados oferecidos</strong>. A ênfase na equidade e na atenção aos grupos mais vulneráveis reflete o compromisso com a promoção da saúde para todos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como um sistema de saúde pode entregar mais valor?</h2><p>Para entregar mais valor aos usuários, um sistema de saúde deve concentrar esforços na <strong>melhoria da </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-hospitalar-eficiente/"><strong>eficiência assistencial</strong></a>. Isso implica em garantir o acesso oportuno e adequado aos serviços de saúde, promovendo a entrega do cuidado necessário de forma ágil e eficaz.</p><p>Além disso, é fundamental gerar<strong> satisfação e retenção de clientes</strong>, priorizando a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/experiencia-do-paciente/#:~:text=Como%20o%20DRG%20Brasil%20melhora,remunerat%C3%B3rio%2C%20enquanto%20evita%20os%20desperd%C3%ADcios.">experiência do paciente</a> em todos os pontos de contato com o sistema de saúde. Isso inclui desde a marcação de consultas até o atendimento durante a internação, buscando sempre superar as expectativas e garantir a fidelização dos usuários.</p><p><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/potencial-do-uso-da-metodologia-drg-para-reduzir-desperdicios-com-diarias-hospitalares-e-abordado-em-podcast-terracocast/"><strong>Evitar desperdícios</strong></a><strong> </strong>no sistema de saúde também é essencial para maximizar o valor entregue aos usuários.&nbsp;</p><p>Isso envolve a <strong>otimização de recursos</strong>, a redução de custos desnecessários e a promoção da utilização eficiente dos serviços, contribuindo para a sustentabilidade financeira do sistema e a melhor alocação de recursos em prol da saúde da população.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que a Gestão da Qualidade é fundamental para um sistema de saúde?</h2><p>A <a
href="http://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/o-que-caracteriza-a-gestao-da-qualidade-na-area-da-saude-e-por-onde-comecar/">Gestão da Qualidade na saúde</a> desempenha um papel crucial no gerenciamento de processos para maximizar tanto a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/efetividade-eficacia-eficiencia/">eficácia quanto a eficiência</a> das práticas assistenciais e administrativas. Em um sistema de saúde, isso se traduz em uma <strong>assistência de maior qualidade</strong>, mais efetiva e na promoção de uma experiência positiva para o cliente.</p><p>A padronização proposta pela Gestão da Qualidade em saúde oferece um <strong>melhor direcionamento das diretrizes organizacionais</strong>, resultando em uma melhoria da produtividade. A eficácia do sistema é medida pela saúde dos pacientes, enquanto sua eficiência é avaliada pelo tempo empregado e os recursos consumidos.</p><p>Um sistema de saúde que investe em Gestão da Qualidade é capaz de otimizar ambos os aspectos. Em primeiro lugar, isso ocorre ao aumentar o rendimento do sistema, pois a padronização ajuda a evitar gastos desnecessários, seja de tempo ou de insumos.</p><p>Em segundo lugar, a Gestão da Qualidade contribui para <strong>aumentar a eficácia dos tratamentos e processos</strong>.&nbsp;</p><p>Isso é alcançado por meio de práticas como a classificação adequada de riscos, a disponibilidade de uma equipe médica bem treinada e dinâmica, o investimento em capacitação para uma equipe mais assertiva, a vigilância e notificação de eventos adversos, e uma comunicação ativa com pacientes e familiares.&nbsp;</p><p>Ao integrar esses elementos, a Gestão da Qualidade torna-se uma ferramenta fundamental para elevar os padrões de qualidade e eficiência em um sistema de saúde, beneficiando tanto os profissionais quanto os pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Como implementar a Gestão da Qualidade em sistemas de saúde</h2><p>Implementar a Gestão da Qualidade em sistemas de saúde é essencial para promover uma assistência mais eficaz e eficiente.&nbsp;</p><p>Existem diversas formas de realizar essa implementação, mas duas medidas fundamentais são as normas ISO 9001 e ISO 31000, adaptadas para a área da saúde. Aqui estão algumas maneiras de implementar essas práticas:</p><ol><li><strong>Capacitação de profissionais</strong>: Investir na capacitação de profissionais em relação às normas da ISO 9001 e ISO 31000 é fundamental. Os colaboradores precisam estar familiarizados com os conceitos e diretrizes dessas normas para aplicá-las de forma eficaz no contexto da saúde.</li><li><strong>Utilização de softwares específicos</strong>: A utilização de softwares desenvolvidos de acordo com os padrões das normas de qualidade é outra estratégia importante. Esses softwares podem ajudar na gestão de processos, controle de qualidade, análise de riscos, entre outras funcionalidades, facilitando a implementação e o gerenciamento da Gestão da Qualidade.</li></ol><p>É comum que profissionais capacitados utilizem as ferramentas fornecidas pelos softwares para otimizar seus esforços. Com uma boa ferramenta e um profissional versado nas normas da qualidade, é possível obter resultados melhores com menos complexidade.&nbsp;</p><p>Essa sinergia entre capacitação profissional e uso de tecnologia adequada é essencial para potencializar a otimização dos processos e garantir uma Gestão da Qualidade eficaz em sistemas de saúde.</p><p><strong>Para focar na Gestão da Qualidade, um software é fundamental. Confira o </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sigquali/"><strong>SigQuali</strong></a><strong>, um software feito especialmente para permitir a gestão da qualidade.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p>Crédito/imagem: <a
href="https://www.istockphoto.com/br/portfolio/Ridofranz?mediatype=photography">Ridofranz by iStock</a></p><p>The post <a
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<item><title>Eficiência operacional: como conquistar no contexto da saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-operacional/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eficiencia-operacional</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 19:48:48 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31489</guid><description><![CDATA[<p>A busca incessante pela eficiência operacional é um desafio constante no setor de saúde. Instituições lidam com a complexa tarefa de otimizar suas atividades, maximizando recursos e reduzindo desperdícios.&#160; Investir em soluções tecnológicas não só facilita a eficiência operacional, mas também contribui para a melhoria contínua dos serviços prestados aos pacientes, promovendo a sustentabilidade financeira [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>A busca incessante pela <strong>eficiência operacional </strong>é um desafio constante no setor de saúde. Instituições lidam com a complexa tarefa de otimizar suas atividades, maximizando recursos e reduzindo desperdícios.&nbsp;</p><p>Investir em soluções tecnológicas não só facilita a eficiência operacional, mas também contribui para a melhoria contínua dos serviços prestados aos pacientes, promovendo a sustentabilidade financeira das instituições de saúde.&nbsp;</p><p>Este artigo explora<strong> estratégias e ferramentas para alcançar e avaliar a eficiência operacional no contexto da saúde</strong>, destacando a importância da inovação e tecnologia para esse propósito.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é eficiência operacional aplicada à saúde?</h2><p>Eficiência operacional na área da saúde trata-se da <strong>habilidade das instituições de saúde em conduzir suas atividades de maneira eficaz, otimizando o uso de recursos, minimizando desperdícios e alcançando resultados positivos</strong>.&nbsp;</p><p>E para que essa eficiência ocorra deve haver sucessivos aprimoramentos nos processos internos e externos da instituição, visando elevar a qualidade dos serviços oferecidos aos pacientes, ao mesmo tempo em que reduz custos e impulsiona a produtividade.</p><p>E por quê o cenário é tão desafiador na saúde? Um <a
href="https://amb.org.br/brasilia-urgente/estudo-do-banco-mundial-aponta-que-sus-tem-30-de-gasto-ineficiente/">estudo</a> conduzido pelo Banco Mundial revelou que cerca de <strong>30% dos recursos alocados ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil são desperdiçados ou mal utilizados</strong>. Problema que não é exclusivo de sistemas públicos, já que organizações privadas também enfrentam diversas barreiras para manter suas operações de maneira eficiente.</p><p>Ao lidar com obstáculos como recursos limitados, sistemas complexos, falta de dados precisos, cultura organizacional e baixo engajamento dos funcionários, as organizações de saúde têm a oportunidade de implementar melhorias significativas.&nbsp;</p><p>Preparar os sistemas de saúde para o futuro, colocando-o apto a enfrentar desafios adicionais, especialmente considerando o envelhecimento da população, é estar disposto a adentrar um caminho de modernização de gestão, processos, sistemas e soluções tecnológicas.</p><p>Isso não apenas aprimora a qualidade do atendimento assistencial, positivando a experiência do paciente, mas também gera resultados efetivos que acompanhem, enquanto solucionam, as dores de crescimento do setor.</p><h2 class="wp-block-heading">O papel da gestão hospitalar na construção da eficiência</h2><p>A conquista da eficiência operacional no contexto da saúde requer um <strong>comprometimento significativo por parte da </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-hospitalar-eficiente/"><strong>gestão hospitalar</strong></a>. O papel da gestão hospitalar é fundamental, uma vez que ela desempenha função estratégica na identificação, implementação e supervisão de iniciativas que impulsionam a eficiência.&nbsp;</p><p>Em termos práticos, isso se traduz na <strong>busca e na adoção de tecnologias adequadas </strong>que otimizem processos, aprimorem a gestão de recursos e forneçam dados cruciais para a tomada de decisões informadas.&nbsp;</p><p>Ao investir em soluções tecnológicas eficazes, a gestão hospitalar não apenas facilita a eficiência operacional, mas também contribui para a melhoria evolutiva dos serviços prestados aos pacientes e para a sustentabilidade financeira da instituição.</p><h2 class="wp-block-heading">Como medir e melhorar a eficiência operacional na saúde?</h2><p>Aprimorar a eficiência operacional na área da saúde requer estratégias bem definidas e ações direcionadas. Um <strong>projeto continuamente acompanhado pelas Altas Direções</strong>, aliado à participação abrangente da equipe multiprofissional, é essencial.&nbsp;</p><p>O uso da tecnologia também pode contribuir significativamente para a melhoria da eficiência operacional. A <strong>plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial </strong>é uma ferramenta que pode ser utilizada para instituições que buscam melhorar seus resultados assistenciais e econômicos e entregar mais saúde e menos desperdício.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Como a plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial contribuiu para a eficiência operacional?</h2><p>A ferramenta é um sistema de governança clínica e tem como objetivo melhorar o sistema de saúde como um todo, entregando benefícios para cada elo da cadeia, como hospitais, profissionais, operadoras de planos de saúde, pacientes, ciência e governo.&nbsp;</p><p>Como a plataforma Valor Saúde Brasil funciona na prática?</p><h3 class="wp-block-heading">1 &#8211; Coleta de dados</h3><p>Profissionais capacitados fazem a coleta de informações em saúde qualificadas, por leitura de prontuários e em dispositivos móveis à beira leito.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading">2- Os dados são transformados em informações</h3><p>Sem interpretação, esses dados não representam muito. Então, a inteligência artificial e o algoritmo agrupador da plataforma entram em ação. Essas tecnologias fazem com que desfechos assistenciais e o consumo de recursos se tornem comparáveis e previsíveis.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading">3- Comparação dos dados</h3><p>A ferramenta gera painéis e gráficos que mostram aos gestores onde estão os desperdícios e quais devem ser os focos de ação.</p><h3 class="wp-block-heading">4 &#8211; Entrega de valor</h3><p>Com essas informações é possível planejar melhores modelos assistenciais e remuneratórios que se encaixam à realidade da instituição e que vão melhorar os resultados assistenciais e econômicos do local.&nbsp;</p><p>A plataforma também mostra os resultados alcançados em cada tratamento e informa se eles estavam dentro das previsões traçadas. Ou seja, é possível medir a qualidade das entregas da instituição. <br><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/"><strong>Conheça melhor a plataforma Valor Saúde Brasil</strong></a><strong>, ferramenta usada por mais de 500 hospitais brasileiros e 150 operadoras de planos de saúde</strong>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><em>Crédito/imagem: <a
href="https://www.istockphoto.com/br/portfolio/fizkes?mediatype=photography">fizkes by iStock</a></em></p><p>The post <a
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</item>
<item><title>ISO 31000: conheça a norma e o impacto na Gestão da Qualidade</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/iso-31000/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=iso-31000</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 12:36:00 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31470</guid><description><![CDATA[<p>Em especial na área da saúde, a identificação e a gestão eficaz de riscos tornam-se cruciais para a excelência operacional. No entanto, como garantir uma abordagem holística e eficiente na administração de riscos em diferentes contextos organizacionais? A resposta está na ISO 31000. A ISO 31000 é uma norma internacional para gestão de risco, que [&#8230;]</p><p>The post <a
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]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Em especial na área da saúde, a identificação e a gestão eficaz de riscos tornam-se cruciais para a excelência operacional. No entanto, como garantir uma abordagem holística e eficiente na administração de riscos em diferentes contextos organizacionais? A resposta está na<strong> ISO 31000.</strong></p><p>A ISO 31000 é uma norma internacional para <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-de-riscos-como-fazer/">gestão de risco</a>, que não apenas fornece diretrizes abrangentes, mas também influencia positivamente a gestão da qualidade. Podemos <strong>resumir a ISO 31000 </strong>da seguinte forma:</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p>A ISO 31000, norma internacional da International Organization for Standardization (ISO), oferece diretrizes para o gerenciamento de riscos em organizações. Seu propósito é auxiliar as organizações na criação de um processo sistemático e abrangente para esse gerenciamento.</p></blockquote><p>Neste artigo, iremos demonstrar como a ISO 31000 se relaciona com a gestão da qualidade.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é ISO 31000 e para que serve?</h2><p>A ISO 31000:2018 representa a <strong>referência internacional para a gestão de risco</strong>, estabelecendo princípios e diretrizes abrangentes que desempenham um papel fundamental na análise e na <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/avaliacao-de-riscos/">avaliação de riscos</a> nas organizações.&nbsp;</p><p>Independentemente de atuar no âmbito público, privado ou comunitário, as empresas encontram na ISO 31000 um guia valioso que se aplica a uma ampla gama de atividades de negócios, abrangendo desde o planejamento até as operações de gestão e os processos de comunicação.</p><p>Embora a gestão de riscos seja inerente a todas as organizações, a ISO 31000 se destaca ao <strong>fornecer recomendações de melhores práticas </strong>desenvolvidas para aprimorar as técnicas de gestão e promover um ambiente de trabalho seguro.&nbsp;</p><p>Ao aplicar os princípios e diretrizes desta norma em sua organização, você ganha a capacidade de aprimorar a eficiência operacional, fortalecer a governança e conquistar a confiança das partes interessadas, ao mesmo tempo em que minimiza perdas potenciais.</p><p>A influência positiva da ISO 31000 também se estende à<strong> melhoria do desempenho em saúde e segurança</strong>, proporcionando uma base sólida para a tomada de decisões e incentivando uma abordagem pró-ativa em todas as áreas operacionais.&nbsp;</p><p>Sua abordagem genérica garante que a norma seja aplicável a organizações de qualquer porte e setor, enfrentando diversos tipos de riscos.</p><p>Mesmo para organizações que já possuem processos formais de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/relacao-entre-gestao-de-riscos-e-seguranca-do-paciente/">gestão de riscos</a>, a ISO 31000 revela-se valiosa. Ela permite uma <strong>análise crítica e avaliação desses processos</strong>, determinando sua completude e eficácia.&nbsp;</p><p>Além disso, a norma serve como um instrumento útil para harmonizar a gestão de riscos com normas existentes, como a ISO 9001, proporcionando uma abordagem integrada e coesa.</p><p>Vale ressaltar que a ISO 31000 não se destina à certificação, mas atua como uma <strong>norma de apoio</strong>, facilitando a integração e alinhamento da gestão de riscos às normas vigentes, fortalecendo assim as práticas organizacionais em relação à segurança e à eficácia operacional.</p><h2 class="wp-block-heading">Principais elementos da ISO 31000</h2><figure
class="wp-block-image size-full is-style-rounded"><img
decoding="async" width="931" height="931" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Grupo-IAG-Peca-artigo-_-ISO-31000.png" alt="gráfico que mostra os principais elementos da ISO 31000" class="wp-image-31485" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Grupo-IAG-Peca-artigo-_-ISO-31000.png 931w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Grupo-IAG-Peca-artigo-_-ISO-31000-300x300.png 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Grupo-IAG-Peca-artigo-_-ISO-31000-150x150.png 150w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Grupo-IAG-Peca-artigo-_-ISO-31000-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 931px) 100vw, 931px" /></figure><p>A ISO 31000 estabelece os fundamentos da gestão de riscos na seção 4, delineando oito princípios para orientar a estruturação e execução do processo de gestão de riscos. Esses princípios desempenham papel crucial ao conferir coerência à gestão de riscos, destacando a importância de compreendê-los e incorporá-los na prática cotidiana.</p><ul><li><strong>Integrada</strong>: a gestão de riscos é integralmente incorporada às atividades da empresa, tornando-se componente inseparável das operações diárias.</li><li><strong>Estruturada e abrangente</strong>: conduzida de maneira sistemática, considerando a criticidade do objeto em questão e possibilitando uma análise abrangente para decisões mais informadas.</li><li><strong>Personalizada</strong>: adaptada às especificidades dos objetivos, processos e ferramentas de cada entidade, garantindo aplicação mais precisa e relevante.</li><li><strong>Inclusiva</strong>: leva em consideração as partes interessadas, promovendo compreensão global dos riscos associados às operações.</li><li><strong>Dinâmica</strong>: atenta a mudanças de contexto, aprendendo e respondendo de maneira apropriada e oportuna às transformações do ambiente.</li><li><strong>Bem informada</strong>: sustentada por informações criteriosas e críticas, abrangendo dados históricos, informações atuais e projeções futuras.</li><li><strong>Atenta a fatores humanos e culturais</strong>: envolvendo colaboradores e alinhando-se à cultura da empresa para fortalecer a eficácia da gestão de riscos.</li><li><strong>Voltada à melhoria contínua</strong>: destaca a importância de um ciclo de gestão de riscos que se retroalimenta com base em experiências e aprendizados para aprimoramento constante.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Como a ISO 31000 se alinha com os padrões de gestão de qualidade</h2><p>A ISO 31000:2018, norma internacional amplamente utilizada, estabelece que o Processo de Gestão de Riscos deve ser integrado em todas as atividades organizacionais, incluindo a tomada de decisão em sistemas de <strong>gestão da qualidade</strong>.&nbsp;</p><p>Essa integração não apenas minimiza perdas e riscos, mas também melhora o desempenho em saúde e segurança no trabalho, impactando diretamente na Gestão da Qualidade.</p><p>Ao alinhar-se aos padrões de gestão de qualidade, a ISO 31000 oferece uma abordagem integrada e holística, fortalecendo os processos de gestão de riscos e otimizando a eficiência operacional, governança e confiança das partes interessadas.&nbsp;</p><p>Esta norma <strong>enriquece os padrões de gestão de qualidade</strong> ao incorporar uma visão abrangente da gestão de riscos, tornando-se essencial para organizações que buscam superar expectativas em qualidade e excelência operacional.</p><h2 class="wp-block-heading">Benefícios da Adoção da ISO 31000 na Gestão de Riscos</h2><p>A ISO 31000:2018 na gestão de riscos traz benefícios tangíveis para organizações, como por exemplo:</p><ul><li><strong>Melhora proativamente eficiência operacional e governança</strong>: integrando os princípios da norma, organizações aprimoram sua eficiência operacional, conectando a gestão de riscos às atividades diárias, fortalecendo a governança com diretrizes claras.</li><li><strong>Constrói confiança das partes interessadas na utilização de técnicas de risco</strong>: a ISO 31000 permite às organizações construir confiança das partes interessadas ao adotar técnicas reconhecidas internacionalmente, demonstrando compromisso com práticas eficazes de gestão de riscos.</li><li><strong>Aplica controles de sistema de gestão à análise de riscos para minimizar perdas</strong>: facilitando a aplicação eficiente de controles de sistema de gestão à análise de riscos, a norma ajuda a identificar, avaliar e controlar riscos de forma eficaz, minimizando perdas e preservando ativos essenciais.</li><li><strong>Melhora desempenho e resiliência do sistema de gestão</strong>: contribuindo para aprimorar o desempenho global, a ISO 31000 integra a gestão de riscos em todas as áreas, fortalecendo a resiliência do sistema de gestão e preparando a organização para enfrentar desafios inesperados.</li><li><strong>Responde eficazmente às mudanças e protege a empresa com o crescimento</strong>: a norma capacita organizações a responder de forma eficaz às mudanças, adaptando-se proativamente às transformações do ambiente de negócios. Isso protege a empresa com o crescimento e estabelece bases para uma gestão de riscos contínua e eficiente.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Como um software de Gestão da Qualidade pode ajudar na observância da ISO 31000 em instituições de saúde</h2><p>A gestão da qualidade na saúde, essencial para otimizar processos e agregar valor ao paciente, encontra na ISO 31000 um referencial fundamental.</p><p>O SigQuali é uma plataforma de gestão da informação que faz a integração de ferramentas aplicáveis a qualquer metodologia de gestão da qualidade, como ISO 9001, ISO 31000, ONA, Acreditação de Operadoras da ANS e normas internacionais. <a
href="https://sigquali.com.br/">Conheça o software desenvolvido pelo Grupo IAG Saúde.</a></p><p><em>Imagem/capa: gerada por inteligência artificial &#8211; DALL-E</em></p><p>The post <a
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<item><title>Unimed Uberlândia usa DRG Brasil para avaliar prestadores e conceder bonificações</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/unimed-uberlandia-case-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unimed-uberlandia-case-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 12:19:59 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31459</guid><description><![CDATA[<p>Conheça detalhes do Programa UniQuali&#160; A Unimed Uberlândia usa os dados gerados pela plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial no Programa UniQuali &#8211; por meio desta iniciativa, o desempenho dos prestadores é avaliado e uma bonificação é concedida de acordo com a pontuação atingida. Como resultado, entre 2021 e 2022, um [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><em>Conheça detalhes do Programa UniQuali&nbsp;</em></p><p>A Unimed Uberlândia usa os dados gerados pela<strong> plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial </strong>no Programa UniQuali &#8211; por meio desta iniciativa, o desempenho dos prestadores é avaliado e uma bonificação é concedida de acordo com a pontuação atingida.</p><p>Como resultado, entre 2021 e 2022, um dos hospitais da operadora conseguiu <strong>aumentar as altas hospitalares de 1529 para 2155</strong> (aumento de 41%). Já a média de permanência caiu de 3,6 dias para 2,7 dias (melhora de 25% no giro de leitos).</p><p>As taxas de condições adquiridas diminuíram. A taxa geral foi de 5,09% para 2,55% e a taxa de condição adquirida grave foi de 4,04% para 1,45%. A taxa de reinternação teve uma redução de 42%, indo de 0,84 para 0,49. E a taxa de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/jornada-rodada-3/">ineficiência operacional </a>caiu de 20,85% para 18,71%.</p><p>Por fim,o hospital em questão reduziu a média de custos operacionais de R$15.280,95 em 2021 para R$10.515,70 em 2022.</p><p>Confira todos os detalhes deste case apresentado pelo<strong> Paulo Sérgio de Freitas</strong>, Diretor de Provimento em Saúde da Unimed Uberlândia, na Jornada Valor em Saúde Brasil 2022.&nbsp;</p><iframe
width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/Iu6pcFYV6U8" title="Case | Utilização do DRG no Programa de Valorização por Qualidade na Rede Assistencial (UniQuali)" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe><p
class="has-text-align-center">Assista ao case</p><h2 class="wp-block-heading">Sobre a Unimed Uberlândia</h2><p>A Unimed Uberlândia&nbsp;caracteriza-se por ser uma <strong>instituição socialmente responsável</strong>, que tem sobre si a responsabilidade de cuidar da saúde e do bem-estar de milhares de famílias.</p><p>Ao todo são 103.912 beneficiários, devidamente assistidos por 798 médicos cooperados e uma extensa rede de serviços e profissionais credenciados, que oferecem aos cidadãos de Uberlândia e região uma assistência médico-hospitalar completa e qualificada.&nbsp;</p><p>Veja alguns números importantes da trajetória da Unimed Uberlândia (na época da apresentação):<br></p><ul><li>118.700 vidas atendidas</li><li>728.186 consultas</li><li>1.547.084 exames</li><li>7.738 internações.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Programa UniQuali</h2><p>A Unimed Uberlândia criou o Programa UniQuali em <strong>busca de </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-economica/"><strong>sustentabilidade</strong></a><strong>, atenção centrada no paciente, qualidade assistencial e redução de desperdício.</strong> Entre os envolvidos no projeto, estão a cooperativa, os cooperados, os hospitais e toda a rede assistencial.</p><p>Para reduzir os desperdícios causados por repetição de exames e internações desnecessárias, entre outras falhas, o Programa UniQuali definiu os seguintes objetivos:</p><ul><li>Apoiar, orientar, coordenar e acompanhar a conformação da Rede Prestadora de Serviços de Saúde</li><li>Trabalhar com transparência na divulgação do selo Unimed Uberlândia para os beneficiários e prestadores&nbsp;</li></ul><p>Dessa forma, a Unimed Uberlândia pretende evoluir em algumas questões, como <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>segurança do paciente</strong></a>, estrutura, processos e resultados. Atualmente, a operadora está passando por uma fase de intermédio entre estrutura e processos, a fim de alcançar resultados mais promissores.&nbsp;</p><p>Nesse sentido, o Programa UniQuali trabalha indicadores relacionados a:<br></p><ol><li>Efetividade</li><li>Eficiência</li><li>Segurança do paciente</li><li>Cooperativismo</li></ol><p>Já o foco do projeto se resume em aumentar a segurança do paciente, <strong>estimular as boas práticas para reduzir os desperdícios </strong>e atender aos critérios da RN 507, que dispõe sobre o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Critérios do Programa UniQuali</h2><p>Os critérios do Programa UniQuali são representados por indicadores divididos nos quatro domínios mencionados acima (efetividade, eficiência, segurança do paciente e cooperativismo).</p><p>Veja o que é avaliado em cada domínio e qual a pontuação atribuída a cada um deles:</p><figure
class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Domínios</strong></td><td><strong>Indicadores de avaliação</strong></td><td><strong>Pontuação</strong></td></tr><tr><td>Efetividade</td><td>Classificação do Hospital na Unimed</td><td>25</td></tr><tr><td>Efetividade</td><td>Regularidade de funcionamento (documentação obrigatória)</td><td>10</td></tr><tr><td>Eficiência</td><td>Reduzir a ineficiência no tempo de permanência</td><td>25</td></tr><tr><td>Eficiência</td><td>Adesão a novos modelos de remuneração</td><td>5</td></tr><tr><td>Eficiência</td><td>Adoção de prontuário eletrônico</td><td>5</td></tr><tr><td>Segurança do paciente</td><td>Cadastro do NOTIVISA e notificações de eventos adversos</td><td>5</td></tr><tr><td>Segurança do paciente</td><td>Manter comissões hospitalares atuantes</td><td>5</td></tr><tr><td>Segurança do paciente</td><td>Respostas às notificações/não conformidades Unimed</td><td>5</td></tr><tr><td>Segurança do paciente</td><td>Participação&nbsp; no Qualiss</td><td>5</td></tr><tr><td>Cooperativismo</td><td>Taxa de cooperados atuantes no corpo clínico da instituição</td><td>10</td></tr><tr><td
colspan="3"></td></tr><tr><td></td><td><strong>Total</strong></td><td><strong>100</strong></td></tr><tr><td>Pontuação máxima</td><td>100%</td><td></td></tr><tr><td>Pontuação mínima para bonificação</td><td>60%</td><td></td></tr></tbody></table></figure><p>Os indicadores de avaliação são utilizados como base para a política de bonificação da Unimed Uberlândia, que determina um percentual de acréscimo sobre o faturamento bruto do hospital de acordo com a pontuação da instituição.</p><h2 class="wp-block-heading">Regras gerais do Programa UniQuali</h2><p>A adesão ao Programa UniQuali ocorre de forma automática, desde que os hospitais cumpram alguns requisitos obrigatórios, como a utilização da ferramenta DRG, e a participação é por tempo indeterminado.</p><p>A mensuração de resultados consiste na<strong> somatória da pontuação obtida em cada item dos critérios de avaliação</strong>, sendo a pontuação máxima equivalente a 100 e a pontuação mínima para receber bonificação equivalente a 60.</p><p>Em relação à bonificação, os hospitais são remunerados da seguinte forma:<br></p><ul><li>Com uma pontuação acima de 85%, os hospitais são classificados com 5 estrelas e ganham 2% do faturamento bruto dos últimos 12 meses</li><li>Com uma pontuação entre 76% e 84,99%, os hospitais são classificados com 4 estrelas e ganham 1% do faturamento bruto dos últimos 12 meses</li><li>Com uma pontuação de 60% a 75,99%, os hospitais são classificados com 3 e ganham 0,5% do faturamento bruto dos últimos 12 meses</li><li>Com uma pontuação de 45% a 59,99%, os hospitais são classificados com 2 estrelas e não recebem bonificação</li><li>Com uma pontuação de 0,0% a 44,99%, os hospitais são classificados com 1 estrela e não recebem bonificação</li></ul><h3 class="wp-block-heading">Transparência da informação</h3><p>Para garantir a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/transparencia-em-saude-e-indicadores-de-valor-e-tema-de-capitulo-do-livro-do-iess/">transparência da informação</a>, a Unimed Uberlândia faz o acompanhamento das informações codificadas no DRG mensalmente através do<strong> Analytics da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial</strong>.&nbsp;</p><p>Dessa forma, a validação das codificações de alta é feita mensalmente em conjunto com toda a equipe da Unimed Uberlândia, que visita os hospitais de forma regular para discutir os resultados apresentados pelo DRG.</p><p>Em resumo, a Unimed Uberlândia tem buscado uma relação de transparência e parceria para acompanhar, analisar e comparar a performance dos hospitais, atingindo, assim, os objetivos do Programa UniQuali.</p><h2 class="wp-block-heading">Resultados alcançados</h2><p>Como resultado, entre 2021 e 2022, um dos hospitais da operadora conseguiu<strong> aumentar as altas hospitalares de 1529 para 2155 </strong>(aumento de 41%). Já a média de permanência caiu de 3,6 dias para 2,7 dias (melhora de 25% no giro de leitos).</p><p>As taxas de condições adquiridas diminuíram. A taxa geral foi de 5,09% para 2,55% e a taxa de condição adquirida grave foi de 4,04% para 1,45%. A<strong> taxa de reinternação teve uma redução de 42%</strong>, indo de 0,84 para 0,49. E a taxa de ineficiência operacional caiu de 20,85% para 18,71%.</p><p>Por fim,o hospital em questão reduziu a média de custos operacionais de R$15.280,95 em 2021 para R$10.515,70 em 2022.</p><p>Assim como os hospitais da Unimed Uberlândia, hospitais de todo o Brasil estão alcançando resultados positivos com o apoio da plataforma Valor Saúde Brasil powered by DRG Brasil + Inteligência Artificial. Confira depoimentos de alguns deles:</p><iframe
width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/48O9I_0H_M0" title="Hospitais opinam sobre a plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe><p>Se você quiser saber mais sobre a ferramenta, <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/">fale com um dos nossos especialistas</a>!</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><em>Crédito/imagem: <a
href="https://www.istockphoto.com/br/portfolio/nortonrsx?mediatype=photography">nortonrsx by iStock</a></em></p><p>The post <a
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<item><title>Gestão de Riscos: como fazer com eficiência</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-de-riscos-como-fazer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gestao-de-riscos-como-fazer</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 13:34:26 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31398</guid><description><![CDATA[<p>Gestão de riscos refere-se ao processo de lidar com a incerteza, originada por fatores internos e externos que podem impactar os objetivos de uma organização.&#160; Embora seja um campo relativamente recente em termos de pesquisa e teoria, seu desenvolvimento é notável, desde a norma australiana/neozelandesa AS/NZS 4360 até a consolidação das diretrizes pela ISO. Neste [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><strong>Gestão de riscos</strong> refere-se ao processo de lidar com a incerteza, originada por fatores internos e externos que podem impactar os objetivos de uma organização.&nbsp;</p><p>Embora seja um campo relativamente recente em termos de pesquisa e teoria, seu desenvolvimento é notável, desde a norma australiana/neozelandesa AS/NZS 4360 até a consolidação das diretrizes pela ISO.</p><p>Neste artigo, exploraremos como realizar a Gestão de Riscos de forma eficiente, destacando as etapas fundamentais e a importância desse processo para a excelência operacional.&nbsp;</p><p>De normas internacionais a regulamentações nacionais, veremos como a Gestão de Riscos evoluiu e se tornou uma prática crucial, com especial ênfase na área da saúde. Ao compreender as fases essenciais, desde a identificação até a avaliação e tratamento, você estará preparado para aplicar estratégias sólidas em sua organização.&nbsp;</p><p>Convidamos você a explorar como a Gestão de Riscos pode ser um diferencial para o sucesso organizacional. Vamos começar!</p><h2 class="wp-block-heading">O que é gestão de riscos?</h2><p>A Gestão de Riscos é um<strong> processo essencial </strong>para<strong> </strong>identificar, analisar e apresentar soluções para prováveis riscos a que uma empresa está exposta. Uma gestão de risco eficiente ajuda na tomada de decisões, inclusive com destaque para a área da saúde.&nbsp;</p><p>O termo &#8220;risco&#8221; refere-se aos impactos resultantes da incerteza originada por fatores tanto internos quanto externos e que podem interferir no alcance dos objetivos de uma organização. Este campo, embora fundamental, é relativamente recente em termos de pesquisa e embasamento teórico.&nbsp;</p><p>Sua evolução pode ser rastreada desde a <strong>norma australiana/neozelandesa AS/NZS 4360 </strong>até a primeira norma internacional elaborada pela International Organization for Standardization (ISO), a ISO 31000 Gestão de Riscos / Princípios e Diretrizes, publicada em novembro de 2009.&nbsp;</p><p>Esta norma estabelece diretrizes fundamentais para o Gerenciamento de Riscos, abrangendo desde a identificação até o controle desses elementos.&nbsp;</p><p>Um marco significativo ocorreu em 2015, quando a <strong>ISO atualizou a norma 9001</strong> – Sistemas de Gestão da Qualidade, incorporando as diretrizes de gerenciamento de riscos propostas na ISO 31000 como item obrigatório para a certificação das organizações.&nbsp;</p><p>No contexto brasileiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também desempenhou um papel crucial nesse processo. Em 2015, a Anvisa publicou o <strong>Plano Integrado para a Gestão Sanitária da Segurança do Paciente em Serviços de Saúde</strong>, alinhado às diretrizes da ISO 31000 e sua norma complementar, a ISO 31010, que aborda as técnicas para a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/avaliacao-de-riscos/">avaliação de riscos</a>.</p><p>Segundo a Anvisa, a Gestão de Risco Assistencial pode ser compreendida como a <strong>aplicação sistemática e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise, avaliação, comunicação e controle de riscos e eventos que impactam diversos aspectos, como saúde, segurança, integridade profissional, meio ambiente e a imagem organizacional</strong>.&nbsp;</p><p>Dentro desse contexto, a Segurança do Paciente vai além da simples avaliação de riscos em serviços de saúde, incorporando também o desenho e a implementação de barreiras de segurança essenciais.&nbsp;</p><p>Este enfoque proativo e abrangente destaca a importância da Gestão de Riscos como um pilar crucial para a excelência operacional e a preservação da integridade organizacional.</p><figure
class="wp-block-image size-large"><img
decoding="async" width="1024" height="763" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos-1024x763.png" alt="linha do tempo que demonstra a evolução da Gestão de Riscos" class="wp-image-31403" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos-1024x763.png 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos-300x224.png 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos-768x572.png 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos-1536x1145.png 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Grupo-IAG-Peca-Artigo-Linha-do-Tempo-da-Gestao-de-Riscos.png 1850w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><h2 class="wp-block-heading">Como fazer a gestão de riscos?</h2><p>A gestão de riscos segue um rigoroso processo, afinal, especialmente na área da saúde, mitigar os riscos é uma preocupação central. Confira, a seguir, as etapas fundamentais dessa gestão:</p><h3 class="wp-block-heading">Etapa 01: Identificação de Riscos</h3><p>A primeira etapa crucial no processo de Gestão de Riscos é a Identificação, um processo dinâmico e proativo que busca determinar o quê, onde, quando, por que e como um evento adverso ou oportunidade pode ocorrer.&nbsp;</p><p>A abordagem escolhida para esta fase dependerá da natureza das atividades analisadas, dos tipos de riscos envolvidos, do contexto organizacional e dos objetivos específicos do estudo de gestão de riscos.</p><p>A nível setorial, a Identificação de Riscos é realizada através dos processos críticos delineados no Mapa de Processo setorial. Este mapa serve como guia para a identificação de fontes de risco, áreas de impacto, eventos, causas e consequências potenciais, desdobrando o processo em atividades críticas que demandam atenção especial.</p><p>A utilização de ferramentas apropriadas desempenha um papel fundamental na eficácia dessa etapa. Dentre as ferramentas mais comuns, destacamos:</p><ul><li><strong>Brainstorming</strong>: consiste na obtenção de uma lista de riscos por meio de reuniões envolvendo uma equipe multidisciplinar que representa diferentes setores e competências da organização. Facilitado por um profissional especializado, o objetivo é explorar e identificar riscos de maneira aberta e colaborativa.</li><li><strong>Entrevistas</strong>: a abordagem de entrevistas envolve a interação com partes interessadas e especialistas, visando obter insights valiosos para identificar riscos específicos. Essa técnica é eficaz para capturar perspectivas diversas e experiências especializadas.</li><li><strong>Análise de listas de verificação de riscos</strong>: utilização de listas de riscos previamente identificados pela organização em processos ou programas similares. Incorpora aprendizados passados, informações catalogadas sobre desempenho de indicadores e relatos de não conformidades, proporcionando uma base sólida para a identificação de riscos.</li></ul><p>Cada organização determina as ferramentas mais apropriadas à sua realidade, considerando fatores como cultura organizacional, complexidade operacional e objetivos estratégicos.&nbsp;</p><p>Além disso, é crucial destacar que, na busca por riscos, não se deve negligenciar as oportunidades geradas pela incerteza, reconhecendo e identificando os chamados &#8220;riscos positivos&#8221;. Esta abordagem abrangente contribui para a construção de uma base sólida para as fases subsequentes da Gestão de Riscos.</p><h3 class="wp-block-heading">Etapa 02: Análise de riscos</h3><p>Na segunda fase da Gestão de Riscos, a Análise desempenha um papel central na definição dos determinantes e agravantes dos riscos identificados. Essa etapa determina a necessidade de tratamento, considerando a combinação da gravidade e probabilidade, resultando no chamado &#8220;nível de risco&#8221;.</p><p>Na análise, avaliamos a efetividade dos controles existentes, que são dispositivos ou práticas destinados a <strong>minimizar riscos ou realçar riscos positivos</strong>. A revisão desses controles visa otimizar as formas de mitigação de riscos e responder questões cruciais, como a frequência de aplicação, nível de intervenção manual e a presença de automação.</p><p>A avaliação dos controles se desdobra em <strong>perguntas-chave</strong>:</p><ul><li>Existem controles para minimizar ou realçar riscos?</li><li>Os controles são aplicados conforme o planejamento do processo?</li><li>Qual é o nível de intervenção manual no controle?</li><li>Existe automação no processo?</li></ul><p>Também, a análise considera as consequências e a probabilidade de ocorrência dos riscos identificados.&nbsp;</p><p>O nível de risco resulta da combinação destes dois fatores. As decisões tomadas nesta etapa devem incorporar o contexto mais amplo, considerando a tolerabilidade aos riscos, os objetivos organizacionais, as oportunidades potenciais, e a eficácia dos controles e estratégias existentes.</p><p>As análises podem requerer abordagens complementares, como análises estatísticas ou estimativas subjetivas, especialmente quando dados anteriores são limitados. Diversas fontes e técnicas, como registros anteriores, experiências, publicações, consultas públicas e opiniões de especialistas, são utilizadas para estimar consequências e probabilidades.</p><p>A análise dos riscos possibilita a avaliação, proporcionando uma base sólida para o <strong>planejamento de respostas.&nbsp;</strong></p><p>Conforme a norma ISO 31000, os critérios para essa avaliação podem incluir aspectos operacionais, técnicos, financeiros, legais, sociais, ambientais e humanitários. Esses critérios, alinhados com as políticas internas e objetivos da organização, ajudam a estabelecer prioridades de tratamento.</p><p>Um exemplo prático é a <strong>comparação dos riscos </strong>identificados e quantificados com critérios de gravidade e probabilidade. A gravidade refere-se ao dano potencial às partes interessadas e à organização, enquanto a probabilidade baseia-se em dados quantitativos sempre que possível.&nbsp;</p><p>A combinação destes dois fatores resulta no Nível de Risco, muitas vezes calculado como o produto do peso da gravidade pelo peso da probabilidade, oferecendo uma métrica tangível para guiar as decisões de tratamento de riscos.</p><h3 class="wp-block-heading">Etapa 03: Avaliação de riscos</h3><p>A Avaliação do Risco é o momento crucial de <strong>comparação entre o nível de risco atual e os critérios predefinidos</strong>. Essa análise informa decisões sobre tratamentos necessários, prioridades e ações imediatas.</p><p>Essa comparação, baseada em indicadores específicos ou observações dos gestores, fornece uma visão clara do panorama de riscos. As decisões resultantes são fundamentadas em dados concretos, alinhando-se diretamente aos objetivos organizacionais.</p><p>A flexibilidade na escolha de indicadores permite uma adaptação precisa à realidade da organização. Assim, a Avaliação do Risco não apenas considera a magnitude do risco, mas contextualiza o cenário, fornecendo insights valiosos para estratégias de tratamento eficientes e priorização de ações.&nbsp;</p><p>Este processo é fundamental para a melhoria contínua do sistema de gestão de riscos da organização.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Convidamos você a implementar estratégias sólidas de Gestão de Riscos em sua organização, reconhecendo seu papel central na excelência operacional. Aprofunde-se nas práticas eficientes e na adaptação às realidades organizacionais.</p><p>Para um impulso ainda mais significativo na Gestão da Qualidade, conheça o SigQuali. O SigQuali é uma plataforma de gestão da informação que faz a integração de ferramentas aplicáveis a qualquer metodologia de gestão da qualidade, como ISO 9001, ISO 31000, ONA, Acreditação de Operadoras da ANS e normas internacionais.</p><p>Por ser uma importante fonte para a tomada de decisões, o SigQuali fornece informações consistentes e de simples interpretação, necessárias às atividades de planejamento, coordenação, monitoramento e implementação de ações de melhoria contínua. <a
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class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p>Crédito/imagem: <a
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<item><title>Desvendando as 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metas-internacionais-de-seguranca-do-paciente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=metas-internacionais-de-seguranca-do-paciente</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 12:26:02 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31202</guid><description><![CDATA[<p>As 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente emergem como diretrizes fundamentais na busca por ambientes clínicos seguros e eficazes. Mas afinal, o que são essas 6 metas internacionais e como elas se traduzem no dia a dia de uma instituição de saúde? Este artigo propõe uma jornada de desvendamento, mergulhando nas nuances de cada [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>As <strong>6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente</strong> emergem como diretrizes fundamentais na busca por ambientes clínicos seguros e eficazes.</p><p>Mas afinal, o que são essas 6 metas internacionais e como elas se traduzem no dia a dia de uma instituição de saúde? Este artigo propõe uma jornada de desvendamento, mergulhando nas nuances de cada meta, revelando práticas e insights que buscam fortalecer a base de confiança no cuidado médico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que são as 6 metas internacionais do paciente?</h2><p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a importância das organizações de saúde concentrarem seus esforços nas <strong>6 metas Internacionais de Segurança do Paciente</strong>. Estas metas visam assegurar um ambiente seguro tanto para os pacientes e seus familiares quanto para os profissionais de saúde.</p><p>A seguir, listamos e explicamos as seis metas internacionais:</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 1: Identificação Correta do Paciente</h3><p>A Identificação Correta do Paciente é o primeiro passo para garantir um ambiente seguro. Este cuidado visa <strong>especificar a identidade da pessoa</strong> que está recebendo atendimento, serviço ou procedimento.&nbsp;</p><p>No hospital, a identificação é realizada por meio de informações como o nome do paciente, data de nascimento e nome da mãe, presentes na pulseira de identificação branca e na placa colocada próxima à cama do paciente.&nbsp;</p><p>Adicionalmente, <strong>pulseiras coloridas </strong>são utilizadas para destacar situações específicas, como risco de queda ou alergias a medicamentos.</p><p>Para contribuir com a segurança, é crucial que pacientes e familiares verifiquem regularmente as informações na pulseira branca, evitem a remoção das pulseiras de identificação e solicitem a confirmação da identificação antes de procedimentos importantes.</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 2: Comunicação Efetiva</h3><p>A Comunicação Efetiva é fundamental para a segurança no ambiente hospitalar. Ela envolve uma <strong>comunicação clara, objetiva, completa e compreensível entre profissionais de saúde, pacientes e familiares</strong>.&nbsp;</p><p>No hospital, isso abrange situações como passagem de plantão, transferências internas e externas, emergências, divulgação de resultados e esclarecimento sobre a condição de saúde do paciente.</p><p>Para contribuir com a eficácia da comunicação, pacientes e familiares devem<strong> garantir que entenderam as informações fornecidas</strong>, fazer perguntas quando necessário e buscar esclarecimentos sempre que houver dúvidas.</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 3: Melhorar a Segurança dos Medicamentos</h3><p>Essa meta tem como foco a <strong>prevenção de danos associados à administração de medicamentos</strong>, especialmente aqueles considerados de alta vigilância. No hospital, o sistema informatizado conta com alertas nas prescrições médicas, e a checagem no preparo e administração envolve a participação de dois colaboradores.</p><p>Para assegurar a segurança, é essencial que pacientes e familiares participem do processo, esclarecendo dúvidas e garantindo a conferência das informações nas pulseiras de identificação com a prescrição médica.</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 4: Cirurgia Segura</h3><p>A Cirurgia Segura envolve a<strong> implementação de medidas para reduzir os riscos de eventos adversos </strong>antes, durante e após procedimentos cirúrgicos. O uso de uma lista de checagem é essencial para garantir a execução adequada do procedimento.</p><p>Contribuindo para a segurança, pacientes e familiares devem verificar se o local da cirurgia foi marcado antes da anestesia e se há confirmação verbal da identificação do paciente e do procedimento cirúrgico com a equipe.</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 5: Reduzir o Risco de Infecções Associadas aos Cuidados</h3><p>Essa meta foca na <strong>prevenção e redução de riscos</strong> de infecções relacionadas a procedimentos hospitalares. Pacientes e familiares desempenham um papel vital ao esclarecer dúvidas, higienizar as mãos e seguir as orientações para prevenção.</p><h3 class="wp-block-heading">Meta 6: Reduzir o Risco de Danos aos Pacientes por Lesões por Pressão e Quedas</h3><p>Essa medida de segurança engloba a <strong>prevenção de lesões por pressão e quedas</strong>, com a implementação de protocolos específicos. Pacientes e familiares podem contribuir mantendo a pulseira de identificação vermelha, alertando sobre quedas, incentivando hábitos saudáveis e comunicando alterações na condição do paciente à equipe.</p><p>Ao adotar essas 6 metas internacionais, o hospital busca garantir um padrão elevado de segurança, com a participação ativa de pacientes e familiares para assegurar um cuidado eficaz e livre de complicações.</p><h2 class="wp-block-heading">Boas Práticas para Alcançar as Metas</h2><p>A gestão desempenha um papel crucial na definição de processos para mitigar os riscos de eventos adversos e aprimorar as estruturas e recursos disponíveis. Para atingir esses objetivos, a <strong>implementação da governança clínica </strong>surge como uma abordagem fundamental.&nbsp;</p><p>Esse conceito fundamenta-se em um sistema voltado para a melhoria contínua dos serviços, visando elevar os padrões de atendimento e promover a excelência nos cuidados clínicos.</p><h3 class="wp-block-heading">Uso dos dados</h3><p>A <strong>coleta e análise de dados assistenciais, econômicos e de qualidade </strong>desempenham um papel central na busca por melhores práticas. Esses dados oferecem uma visão abrangente do cenário atual das instituições de saúde, permitindo a tomada de decisões informadas.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading">Foco na segurança do paciente</h3><p>A gestão baseada em dados não apenas aprimora a eficácia operacional, mas também subsidia a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/relacao-entre-gestao-de-riscos-e-seguranca-do-paciente/">gestão de riscos</a>, <strong>priorizando o bem-estar do paciente</strong>. Uma plataforma de governança clínica, especialmente adaptada à realidade da saúde brasileira e centrada no paciente, é essencial para gerenciar esses critérios.&nbsp;</p><p>A incorporação de<strong> inteligência artificial e machine learning </strong>aprimora ainda mais a capacidade de análise, estabelecendo as bases para projeções assistenciais e econômicas precisas.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Plataforma Valor Saúde Brasil ajuda a alcançar as 6 metas internacionais</h2><p>Para atender aos desafios da gestão de saúde e alcançar as 6 metas internacionais de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente/">segurança do paciente</a>, é crucial contar com uma <strong>plataforma de governança clínica</strong> que esteja intimamente alinhada à realidade da saúde brasileira, colocando o paciente no centro do cuidado.</p><p>A <strong>Plataforma Valor Saúde Brasil </strong>não apenas atende a esses critérios, mas vai além, oferecendo soluções inovadoras que fazem a diferença.</p><p>Ao adotar inteligência artificial e machine learning, a Plataforma Valor Saúde Brasil eleva a gestão clínica a um novo patamar. Essas tecnologias não apenas aprimoram a eficiência operacional, mas também estabelecem as bases para projeções precisas, tanto assistenciais quanto econômicas.&nbsp;</p><p>Isso significa que os gestores podem tomar decisões embasadas em dados que refletem o cenário real da instituição de saúde, contribuindo diretamente para o alcance das metas estabelecidas.</p><p>Além disso, a <strong>Plataforma Valor Saúde Brasil </strong>integra-se perfeitamente a medidas cruciais para a segurança do paciente, como:</p><ul><li>Verificação e identificação de riscos;</li><li>Análise, controle e monitoramento de riscos;</li><li>Comunicação eficiente.</li></ul><p>A Plataforma Valor Saúde Brasil facilita a comunicação de riscos a todas as partes interessadas, promovendo a prevenção de falhas e mantendo as pessoas informadas sobre a eficiência das ações.</p><p>O resultado dessas ações é uma melhoria significativa nos resultados, a redução do desperdício e uma entrega de valor excepcional para todos atendidos na organização de saúde. Em cada etapa desse processo, a segurança do paciente permanece como um compromisso central.</p><p><strong>Quer saber mais? Então conheça a </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/plataforma-valor-em-saude/"><strong>Plataforma Valor Saúde Brasil </strong></a><strong>em detalhes.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p>Crédito/imagem: Gerado com IA &#8211; Da plataforma DALL·E 3</p><p>The post <a
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