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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>Folha de São Paulo: Plataforma de gestão otimiza planos, hospitais e SUS e reduz desperdícios - DRG Brasil</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/folha-de-sao-paulo-plataforma-de-gestao-otimiza-planos-hospitais-e-sus-e-reduz-desperdicios/</link>
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<item><title>Folha de São Paulo: Plataforma de gestão otimiza planos, hospitais e SUS e reduz desperdícios</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/folha-de-sao-paulo-plataforma-de-gestao-otimiza-planos-hospitais-e-sus-e-reduz-desperdicios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=folha-de-sao-paulo-plataforma-de-gestao-otimiza-planos-hospitais-e-sus-e-reduz-desperdicios</link>
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<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:05:32 +0000</pubDate>
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style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><!--[CDATA[</p--></p><h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Levantamento com operadoras e rede pública identificou 679 mil diárias evitáveis no período de um ano.</h3><p><em>Por Cláudia Collucci.</em></p><p>A adoção de uma plataforma de gestão por&nbsp;planos de saúde, hospitais e pelo SUS de Belo Horizonte (MG) tem levado à redução de desperdícios e melhorado a qualidade do cuidado ao paciente.</p><p>A mudança, que envolve o uso de algoritmos e inteligência artificial, também tem possibilitado que serviços e médicos sejam remunerados de acordo com o desempenho. Quanto maior for a eficiência, mais recursos recebem.</p><p>Chamada de DRG (Diagnosis Related Groups), a ferramenta é usada nos EUA e na Europa desde a década de 1980. Ela faz cruzamento de dados assistenciais e econômicos e possibilita prever e comparar custos e resultados com os de outras instituições.</p><p>O modelo foi adaptado para o Brasil em 2011. Desde então, é usado também para diagnosticar falhas de processos e desperdícios nos hospitais.</p><p>Um estudo do <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, que adaptou o DRG para o país, mostra que essas falhas levaram, no período de 12 meses, a 679 mil diárias hospitalares que poderiam ter sido evitadas—equivalem a 37,7% do total de diárias usadas pela população estudada.</p><figure
class="wp-block-image"><img
decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2019/12/09/15759416925deef63c4e18a_1575941692_3x2_md.jpg" alt="Hospital da Unimed, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG)"/><figcaption
class="wp-element-caption">Hospital da Unimed, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG). (Foto: Alexandre Rezende/Folhapress)</figcaption></figure><p>O trabalho, apresentado em encontro nacional de usuários da plataforma na capital mineira, envolveu a análise do banco de dados de 129 operadoras, com 10,6 milhões de beneficiários — que respondem por 21% do mercado de saúde suplementar, e do SUS de Belo Horizonte, com 4,73 milhões de pessoas.</p><p>Internações evitáveis decorrem, por exemplo, de uma assistência inadequada na atenção primária (pneumonia e anemia não tratadas adequadamente, por exemplo), de eventos adversos dentro do hospital (infecções, queda do leito) e de complicações que levaram à reinternação por problema ligado à internação anterior ou até cirurgias que podem ser feitas no ambulatório, com alta no mesmo dia.</p><p>A partir do DRG, os sistemas de saúde iniciaram mudanças para melhorar a eficiência, o que no jargão da saúde é chamado de entrega de valor.</p><p>“É um caminho inexorável para quem quiser fazer medicina bem feita e sustentável. O mundo todo segue esse caminho. O Brasil era uma exceção por um limite no sistema de códigos”, afirma Renato Couto, presidente do IAG Brasil.</p><p>Em Belo Horizonte, a Secretaria Municipal da Saúde começou a implantar o DRG a partir de 2017 em sete&nbsp;dos 28 hospitais da rede. São 3.000 leitos, que respondem por metade das internações da capital mineira (150 mil por ano).</p><p>Segundo Lorena Furbino Magalhães Gomes, gestora -executiva do projeto DRG Brasil na Prefeitura de Belo Horizonte, no primeiro ano houve uma redução da oferta dos leitos do SUS em 1,17%, mas, com o controle do desperdício pela melhoria da qualidade assistencial, foi possível internar mais 20,4 mil pacientes no ano, 170 por mês.</p><p>“A eficiência melhorou muito. O controle do desperdício foi equivalente à construção de um hospital de 250 leitos.”</p><p>Entre as falhas, houve caso de paciente ocupando um leito por quatro dias à espera de cirurgia. “Ele foi internado numa sexta-feira, mas o especialista só faria a cirurgia na terça”, conta Gomes.</p><p>Outros exemplos de situações que emperravam o giro de leitos incluem o caso de um morador de rua que poderia ter tido alta, mas não tinha para onde ir e o de paciente que poderia ter ido para casa se tivesse acompanhamento de medicação. “Virou um diagnóstico para a rede e para o próprio hospital do que é possível melhorar”, diz a gestora.</p><p>No início, a resistência nos hospitais foi grande. “Quando eles se convenceram de que o foco é melhorar a assistência para o paciente, se engajaram. É uma mudança de cultura.”</p><p>Os gestores diagnosticaram gargalos na atenção primária que levavam às internações evitáveis como infecção urinária e doenças respiratórias. Foram revistos protocolos, trocando antibióticos prescritos por outros mais eficazes.</p><p>Os novos contratos da prefeitura com os hospitais já estão atrelados a indicadores de eficiência. “Eles têm que reduzir ineficiência a cada seis meses para poder receber os incentivos”, diz Lorena Gomes.</p><p>Entre as operadoras de saúde, a Unimed de Belo Horizonte iniciou há 15 anos um programa que, entre outras coisas, previa que os hospitais que estruturassem seus sistemas de gestão por normas nacionais e internacionais de gestão da qualidade poderiam ter aumento de até 15% do valor da diária.</p><p>Segundo José Augusto Ferreira, diretor de provimento da operadora, há três anos a rede hospitalar passou a contar com uma bonificação de 3% da receita bruta anual baseada no alcance de metas, entre elas o desempenho assistencial baseado no DRG Brasil.</p><p>Parte da remuneração (20%) dos médicos cooperados também é variável, baseada na melhoria de indicadores de qualidade, como satisfação do paciente, a adesão dos médicos a treinamento e protocolos e resolutividade (taxas de internação e de idas desnecessárias ao pronto-socorro).</p><p>Ferreira diz que esse esforço coletivo tem controlado os desperdícios e permitido a oferta planos acessíveis à população, com queda de&nbsp;sinistralidade. Uma pessoa entre 30 e 40 anos paga pelo plano empresarial (a partir de três vidas) uma mensalidade que varia de R$ 167 a R$ 194 mais a coparticipação.</p><p>De 2014 a 2019, a Unimed-BH diminuiu em 3% a sinistralidade—no mesmo período, no setor suplementar houve aumento de cerca de 17%.</p><p>A operadora também oferece terapias além das previstos no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), como troca de válvula cardíaca por cateterismo (TAVI).</p><p>“Diminuiu em 37% a mortalidade quando é comparado à cirurgia cardíaca aberta. Números assim mostram que a sustentabilidade nasce da entrega de valor em saúde.”</p><p>Na Unimed de Volta Redonda (Rio), a adoção do DRG em 2015 levou a um aumento de 30% da eficiência operacional pela melhoria de resultados assistenciais e processos.</p><p>Neste ano, em parceria com o <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, passou a adotar uma “calculadora de valor”, que, com base em indicadores assistenciais bem precisos, gera um índice que será usado para calcular parte da remuneração médica, segundo a gestora Isis Lassarote.</p><p>“A gente mede a entrega de valor ao paciente. Se foi de 80%, ele vai receber 80%.”</p><p>Desde 2017, a Unimed de Goiânia (GO), com 108 hospitais na rede, tem adotado mudanças de processos.</p><p>Hoje os serviços podem receber até 5% a mais no valor das diárias de acordo com o nível de segurança assistencial.</p><p>No período, a população atendida se manteve estável, mas houve queda de 18.882 dias de uso de leito hospitalar, uma redução de 51% do desperdício, diz Maria Conceição Queiroz, gestora do programa DRG da Unimed Goiânia.</p><p>“Não tem cabimento um&nbsp;paciente que está bem, andando, ficar internado 20 dias para tomar antibiótico. Você entra na UTI e vê paciente sentado na cama, comendo.”</p><p>No hospital dos fornecedores de cana de Piracicaba (SP), o DRG reduziu a internação de pacientes com fratura de fêmur de seis dias para dois dias e meio, por exemplo.<br>&nbsp;</p><p>Miki Mochizuki, diretor técnico do hospital, diz que no início houve resistência dos médicos, mas, quando começaram a receber avaliações que comparavam o seu desempenho em relação aos do grupo e ao restante do Brasil, a postura começou a mudar.</p><p>“Tem médico que diz: ‘meu tempo de internação é baixo’. Com base no DRG, eu mostro para eles: ‘sim, você dá alta mais cedo, porém, seus pacientes voltam mais [são reinternados com mais frequência por complicações]’.”</p><h3 class="wp-block-heading">ESTUDO APONTA DESPERDÍCIOS</h3><p>9,07% das internações seriam evitadas com atenção primária à saúde mais eficiente</p><p>5,33% das diárias seriam poupadas se fossem reduzidas as reinternações por complicações ocorridas no hospital</p><p>5,32% com aumento da segurança assistencial e redução de eventos adversos</p><p>16,79%&nbsp;com aumento da eficiência no uso do leito hospitalar&nbsp;</p><p>1,19%&nbsp;com a realização de mais cirurgias ambulatoriais</p><p><strong>Fonte:</strong> <a
rel="noreferrer noopener" aria-label="Folha de São Paulo (abre numa nova aba)" href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/12/plataforma-de-gestao-otimiza-planos-hospitais-e-sus-e-reduz-desperdicios.shtml?origin=folha" target="_blank">Folha de São Paulo</a>. &nbsp;</p><p></p><p>The post <a
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