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<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 20:03:02 +0000</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h3 class="has-text-align-left wp-block-heading">A gestão de custos aplicada às especificações de uma instituição de saúde compreende diferentes formas de acumulação de custos, destinadas a suprir a série de necessidades dos usuários que exercem a gerência, a análise e a tomada de decisão.</h3><p></p><p>As instituições de saúde não podem prescindir de instrumentos gerenciais destinados à melhoria dos padrões de produtividade dos recursos utilizados na prestação de serviços médico-hospitalares. Nesta dimensão de gerenciamento, encontram-se os instrumentos de gerenciamento de custos que, adequadamente aplicados, trarão a transparência do desempenho em toda a extensão das atividades operacionais do hospital.</p><p>A gestão de custos aplicada às especificações de uma instituição de saúde compreende diferentes formas de acumulação de custos, destinadas a suprir a série de necessidades dos usuários que exercem a gerência, a análise e a tomada de decisão.</p><p>No cenário nacional, as previsões para o setor da saúde não são animadoras. De um lado, a saúde suplementar dependente do nível de emprego. Do outro, o baixo crescimento econômico que não alavanca a receita do Estado e, consequentemente, congela os níveis de gastos no sistema público, atualmente em 3,8% do PIB (Produto Interno Bruto). Além dos desafios do envelhecimento da população, do alto índice de violência e da retomada de doenças infectocontagiosas, como o sarampo.</p><p>Diante disso, a saída é buscar maior eficiência nos custos e despesas. Em um estudo realizado pela Planisa junto a 106 hospitais brasileiros – com diferentes naturezas jurídicas – em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva Adulta), que&nbsp;são locais de atendimento de pacientes graves ou de risco, que dispõem de assistência ininterrupta, verificou-se comportamento de custos bem distintos. É sempre bom lembrar que as Unidades de Terapia Intensiva possuem complexidade assistencial distintas e que, só por isso, justificam variações nos custos. Mas de qualquer forma, com a obrigatoriedade premente de geração de eficiência, a discussão sobre o tema é oportuna, principalmente em UTIs, haja vista que são unidades de altíssimo custo.</p><p>Os resultados demonstraram que 35 hospitais filantrópicos analisados obtiveram custos médios de diária de UTI de R$ 1.470,00; 57 hospitais administrados por Organizações Sociais de Saúde, participantes do estudo, tiveram custos de R$ 1.934,00 e 6 hospitais públicos de administração direta analisados registraram custos médios de R$ 3.443,00. Portanto, 134% e 78% maior em relação aos hospitais filantrópicos e geridos por organizações sociais de saúde respectivamente. O estudo contou ainda com 8 hospitais privados com fins lucrativos, com custos unitários médios de R$ 2.836,00.</p><p>Existem várias justificativas para estas variações. A principal delas reside na composição do custo com pessoal, que representam ao redor de 70% dos custos diretos destas Unidades, com destaque aos valores de salários e no quantitativo de profissionais lotados. Mas&nbsp;&nbsp;não podemos esquecer que os hospitais filantrópicos possuem isenção de encargos sociais, que diminuem significativamente os custos da folha de pagamento, além de outras isenções.</p><p>De qualquer forma, entendo que esta variação não pode ser justificada somente com esse argumento. Parece-me, portanto, que os hospitais filantrópicos, muitos desses representados pelas Santas Casas, merecem um papel de destaque quando se fala em uso eficiente de recursos, diferentemente, muitas vezes, do que estamos acostumados a ouvir.</p><p>Outras questões que precisam ser consideradas na avaliação de custos são a permanência desnecessária do paciente internado, os erros assistenciais, a baixa capacitação profissional e ausência do acompanhamento do desfecho clínico.</p><p>Por isso, entendo que um dos desafios do setor saúde será evoluir daquilo que eu chamo de momento fotográfico do paciente, isto é, o exame, a diária, o atendimento, para uma visão de filme do paciente. Em outras palavras, ter em mãos toda vida assistencial do paciente: o tão esperado PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente), associado a uma rede estruturada e interconectada.</p><p>O gestor da saúde trabalha em um ambiente extremamente complexo e com muitas variáveis não controladas, mas é fundamental o entendimento da escassez dos recursos atuais e dos desafios que vêm pela frente e que não são pequenos. Portanto, o paciente da UTI, foco deste artigo, precisa receber a melhor medicina, no tempo certo e com recursos adequados, nem mais e nem menos. Aliás, não só os pacientes de UTIs, mas todos.</p><p><strong>*Marcelo Carnielo é especialista em administração hospitalar e gestão de custos e finanças, e diretor técnico da Planisa. A Planisa faz parte do ecossistema de parceiros da Plataforma de Valor em Saúde DRG Brasil.</strong></p><p><strong>Fonte:</strong>&nbsp;Nota Diária.</p><p></p><p>The post <a
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