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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>Cinco dicas básicas para a codificação clínica da Covid-19</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/cinco-dicas-basicas-para-a-codificacao-clinica-da-covid-19/</link>
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<item><title>Cinco dicas básicas para a codificação clínica da Covid-19</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/cinco-dicas-basicas-para-a-codificacao-clinica-da-covid-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cinco-dicas-basicas-para-a-codificacao-clinica-da-covid-19</link>
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<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 20:11:18 +0000</pubDate>
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<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=25214</guid><description><![CDATA[<p>Você pediu, o DRG Brasil e a SBAIS atenderam: veja de forma resumida as principais orientações do Manual Diretrizes de Codificação COVID-19 e entenda como codificar pacientes internados com diagnóstico da doença. Dica número 1 Para um diagnóstico confirmado, atribua o código U07.1 &#8211; COVID-19. Dica número 2 Quando a COVID-19 atender à definição de [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Você pediu, o DRG Brasil e a SBAIS atenderam: veja de forma resumida as principais orientações do Manual Diretrizes de Codificação COVID-19 e entenda como codificar pacientes internados com diagnóstico da doença.</h3><p></p><p><strong>Dica número 1</strong></p><p>Para um diagnóstico confirmado,
atribua o código <em>U07.1 &#8211; COVID-19</em>.</p><p><strong>Dica número 2</strong></p><p>Quando a COVID-19 atender à definição
de diagnóstico principal, o código <em>U07.1 &#8211; COVID-19</em>, deverá ser
sequenciado primeiro, seguido pelos códigos apropriados para as manifestações
associadas (pneumonia, bronquite aguda, infecção respiratória aguda, síndrome
do desconforto respiratório agudo), exceto no caso de pacientes obstétricos, na
gravidez, parto e puerpério ou neonatos.</p><p><strong>Dica número 3</strong></p><p>Para
pacientes obstétricos, na gravidez, parto e puerpério os códigos do Capítulo XV
possuem prioridade no sequenciamento:</p><p>&#8211; Durante a gravidez, o parto ou o
puerpério, uma paciente admitido em função de COVID-19 deve receber o código
principal de diagnóstico <em>O98.5 &#8211; Outras doenças virais</em> que complicam a
gravidez, o parto e o puerpério, seguidas por código <em>U07.1 &#8211; COVID-19 </em>e
os códigos apropriados para as manifestações associadas.</p><p><strong>Dica número 4</strong></p><p>Para
pacientes neonatos, os códigos do Capítulo XVI possuem prioridade no
sequenciamento:</p><p>&#8211;
Para os neonatos, o <em>CID U07.1 </em>só poderá ser utilizado como CID
secundário. A codificação continua seguindo as regras habituais onde a
prioridade é identificar o peso e a idade gestacional (prematuridade ou não
prematuridade).</p><p><strong>Dica número 5</strong></p><p>Para pacientes que apresentam sinais
/ sintomas associados à COVID-19 (como febre etc.), mas não foi estabelecido um
diagnóstico definitivo, atribua o código apropriado para cada um dos sinais e
sintomas apresentados e o código <em>U07.2 &#8211; COVID 19 suspeito</em> como código
adicional.</p><p><em>Ainda tem dúvidas de como realizar a codificação clínica da Covid-19? Envie sua pergunta para a Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde (SBAIS), clicando <a
href="http://www.sbais.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">aqui</a>.</em></p><p>The post <a
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