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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>O que sabemos (e o que não sabemos) sobre o isolamento social - DRG Brasil</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/o-que-sabemos-e-o-que-nao-sabemos-sobre-o-isolamento-social/</link>
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<item><title>O que sabemos (e o que não sabemos) sobre o isolamento social</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/o-que-sabemos-e-o-que-nao-sabemos-sobre-o-isolamento-social/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-sabemos-e-o-que-nao-sabemos-sobre-o-isolamento-social</link>
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<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 29 May 2020 15:04:34 +0000</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Na data em que escrevi este texto, 25 de maio
de 2020, eram 5,252 milhões de casos de Covid-19, conforme monitoramento da
Universidade Johns Hopkins no último sábado. Os Estados Unidos lideram a lista,
com 1,6 milhão de casos. Na sequência, aparecem Rússia e Brasil, com 335,8 mil
e 330,8 mil, respectivamente.</p><p>O levantamento traz ainda que o número de
mortos no mundo por causa do coronavírus está em 339,026 mil, sendo 96.125 mil
nos EUA. A letalidade é 6,4%, ou seja, 1 em cada 15.</p><p>Para contextualizar, vamos ao tsunami do Covid-19
no Brasil:</p><p>20/03 &#8211; Há 65 dias, o Congresso reconhece
estado de calamidade pública nacional.</p><p>20/03 &#8211; Brasil: &nbsp;977 casos e 11 mortes.</p><p></p><p>25/05 &#8211; Passados cerca de 65 dias:&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
349.113 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2)</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
22.165 mortes</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Aumento em 357 vezes do número de casos</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Aumento em 2000 vezes do número de óbitos</p><p><em>(Dados: covid.saude.gov.br)</em></p><p>Pense: no Brasil, de cada 15 pessoas que você conhece (seu
irmão, seu vizinho, seu colega) que tiver o diagnóstico de Covid, um vai morrer.</p><p>Imagine que você tenha que atravessar uma ponte instável acima de um precipício. No início da travessia, se alguém te informasse que já passaram por ali 349.000 pessoas e de cada 15 que passaram uma caiu no precipício e morreu, você correria o risco de atravessar esta ponte? É o mesmo que te perguntar se você correria o risco de se infectar com Covid-19</p><p>A sensação é de um tsunami sobre o mundo e sobre a
sociedade brasileira.</p><p>Para o enfrentamento da doença, as notícias não são boas.</p><p>1 &#8211; O melhor dos mundos seria a vacina, mas não a temos&#8230; Para
os super otimistas teremos vacina em outubro, e para os otimistas, demorará cerca
de dois anos.</p><p>2 &#8211; O segundo melhor dos mundos seria um remédio ativo
contra a Covid. Todos nós tínhamos grandes esperanças de encontrar um fármaco, e
a cloroquina era uma destas esperanças. Infelizmente, nenhum fármaco se mostrou
efetivo até o momento. Na última semana tivemos a péssima notícia dada por um enorme
e robusto trabalho publicado no Lancet. Pacientes Covid positivo que usam
cloroquina morrem mais do que aqueles que não usam! Lamentavelmente esta foi a
pá de cal na cloroquina.</p><p>3 &#8211; Nos resta o isolamento social. As verdades que sabemos sobre
o isolamento social são:</p><h4 class="wp-block-heading">Verdade 1: O remédio
funciona</h4><h4 class="wp-block-heading">Verdade 2: Tem muito
efeito colateral.</h4><p>Somente no Brasil:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
R$
20 bilhões por semana é perda em produção com estado de calamidade. O orçamento
anual do SUS são 157 bilhões. Em 8 semanas após o decreto já consumimos o
equivalente ao orçamento de 1 ano de SUS.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
R$ 142 bilhões é o valor correspondente a três meses de auxílio de 600
reais. Em 3 meses de auxílio também,
consumiremos o equivalente ao orçamento de 1 ano do SUS.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
R$ 60 bilhões é a ajuda fornecida aos estados para manter a
máquina, o que equivale a 3 semanas de redução de produção.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
R$ 500 bilhões de rombo orçamentário além do limite, equivale a 3
anos de SUS</p><p><em>(Dados: portaltransparencia.gov.br/funcoes/10-saude?ano=2020)</em></p><p>A respeito deste remédio chamado isolamento
social não sabemos:</p><ol><li>Quando
deve ser iniciado, para termos menos efeitos colaterais;</li><li>Qual
é a melhor dose para termos menos efeitos colaterais;</li><li>Qual
é a duração ideal para termos menos efeitos colaterais.</li></ol><p>Para discutir estas incertezas, o DRG Brasil
reuniu, em uma live transmitida a toda a população pelo Youtube, três craques
no assunto:</p><p><strong>Unaí Tupinambás</strong>: Médico, professor da Faculdade de Medicina
da UFMG, Doutor em doenças infecciosas, com larga experiência em enfrentamento
de epidemias, expertise construída com o HIV quando foi pioneiro na pesquisa e no
tratamento desde o final dos anos 80. Membro dos comitês de enfrentamento da
COVID-19 da Prefeitura de BH e da UFMG, Unaí explica por que Belo Horizonte é o
grande centro urbano brasileiro com maior sucesso no controle da epidemia.</p><p><strong>Francisco “Chico Poté” Cardoso</strong>: Médico, Coordenador do Instituto Feluma, consultor
externo do Ministério da Saúde e pesquisador do NESCON/UFMG. Para ver o impacto
da dose deste nosso remédio isolamento social O NESCON/UFMG desenvolveu um modelo
de acompanhamento nacional da epidemia ajustado pelo nível de isolamento social.
Francisco apresenta essa ferramenta para vermos como é possível simular a
evolução da epidemia de acordo com nível de isolamento social.</p><p><strong>Luiz
Augusto Carneiro:</strong>
Economista em saúde, com Doutorado em Ciências Atuariais pela University of New
South Wales, Austrália. É ex-professor do Departamento de Contabilidade e
Ciências Atuárias da USP, ex-superintendente do IESS (Instituto de Estudos de
Saúde Suplementar). Atualmente é Diretor Executivo do Conselho Empresarial
Brasil Austrália e consultor para a Roche no projeto global da jornada do
paciente de câncer. O Luiz faz o relato de caso do controle da epidemia pelo
isolamento social na Austrália e, quem sabe, poderemos aprender sobre a dose e
tempo de uso destes tratamentos.</p><div
class="wp-block-button"><a
class="wp-block-button__link has-text-color has-background wp-element-button" href="https://www.youtube.com/watch?v=5Ex-GCFt2eA&amp;feature=youtu.be" style="color:#ffffff;background-color:#6c128d">ASSISTA À GRAVAÇÃO DA LIVE NO YOUTUBE</a></div><p></p><p>Qualquer medida terapêutica, para ser
aplicada, é necessário que seja baseada em <strong>estudos científicos</strong>. A
pandemia permitiu estudar a cloroquina, e se constatou pela ciência que não
traz benefícios e tem malefícios. O isolamento social vem sendo aplicado em
cidades e países, e por sua vez também permite a realização de estudos, que são
conhecidos como <strong>ensaios de comunidade</strong> – foi o que pretendemos esclarecer
com esta live.</p><p>Não percamos as esperanças.</p><div
class="wp-block-media-text alignwide"><figure
class="wp-block-media-text__media"><img
decoding="async" width="272" height="271" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/redondo1.png" alt="" class="wp-image-25158" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/redondo1.png 272w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/redondo1-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 272px) 100vw, 272px" /></figure><div
class="wp-block-media-text__content"><p><br><strong>Renato Couto</strong> é médico, graduado pela Faculdade de Medicina da UFMG.</p><p></p></div></div><p>É especialista em Clínica Médica e em Controle de Infecção Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da UFMG, e em Medicina Intensiva pela AMIB.  É Doutor em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da UFMG. Na área acadêmica, foi Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da FM-UFMG e é professor e coordenador de cursos de pós-graduação na FELUMA/Faculdade de Ciências Médicas de MG.</p><p>Dr. Renato é presidente do Grupo IAG Saúde e fundador do DRG Brasil, e possui diversos livros, artigos, capítulos e trabalhos científicos publicados sobre controle de infecção, qualidade e <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="segurança do paciente (abre numa nova aba)">segurança do paciente</a>.</p><p>👉🏽 <a
href="https://www.linkedin.com/in/renato-couto/">Conecte-se com Renato no LinkedIn</a></p><p>The post <a
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