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<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 13:23:46 +0000</pubDate>
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decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2019/12/11/15761023755df169e7616ef_1576102375_3x2_md.jpg" alt="0"/><figcaption
class="wp-element-caption">Hospital da Unimed, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. (Foto: Alexandre Rezende/Folhapress)</figcaption></figure><p>As restrições fiscais que o Estado brasileiro enfrenta não desaparecerão tão cedo. Nos anos de vacas magras que teremos pela frente, as pressões de uma população que envelhece sobre o sistema público de saúde serão agravadas.&nbsp;</p><p>Em tal cenário,&nbsp;melhoras de gestão são vitais&nbsp;— e, dada a desorganização do SUS, esse se mostra um caminho dos mais promissores.</p><p>Um bom exemplo, reportado pela Folha, é a iniciativa de planos de saúde, hospitais e gestores de Belo Horizonte de adotar uma ferramenta gerencial que permite identificar problemas e tomar as providências para combatê-los.</p><p>Em 2011, o Grupo IAG Saúde adaptou para o Brasil a plataforma DRG (Diagnosis Related Groups), que cruza dados assistenciais e econômicos, possibilitando a comparação de custos e resultados.</p><p>Desde então, a DRG, que começou a ser usada nos anos 1980 nos Estados Unidos e na Europa, vem sendo implantada paulatinamente por instituições privadas e públicas na capital mineira.</p><p>Um estudo feito a partir dos dados já disponíveis na ferramenta permitiu identificar falhas diversas que levaram, num período de 12 meses, a 679 mil diárias hospitalares desnecessárias —assustadores 37,7% do total. Os gestores tentam agora tapar essas brechas.</p><p>A rigor, nem se necessita de algoritmos sofisticados para avançar. Um administrador que consiga reduzir à metade o tempo médio de internação, meta factível a depender do perfil da unidade, na prática dobra a sua capacidade.</p><p>Bônus extra: menos tempo no hospital significa também menor risco de contrair infecções resistentes, cujo tratamento é caro e que por vezes se mostram fatais.</p><p>Os ganhos potenciais não estão limitados ao óbvio. Há grande espaço para aperfeiçoar o sistema de remuneração —o ideal seria trocar a prática do pagamento por procedimento pela do pagamento por resultado. Com isso, o sistema ofereceria incentivos financeiros à eficiência e não ao desperdício.</p><p>Outro ponto importante é a lógica organizacional. Hoje, prefeitos se mobilizam para que suas cidades tenham hospital próprio ou equipamentos sofisticados. Para o sistema, trata-se de um desvario: hospitais de máxima eficiência devem contar com pelo menos duas centenas de leitos.</p><p>Também o compartilhamento de unidades e aparelhos está, pois, entre os meios de aprimorar a saúde pública sem aumento de verbas.</p><p><strong>Fonte: </strong><a
rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="https://folha.com/2ockters" target="_blank">Folha de São Paulo</a>.</p><p>The post <a
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