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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>Covid-19 no Brasil: situação atual e cenários futuros</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-no-brasil-situacao-atual-e-cenarios-futuros-para-o-sistema-brasileiro-de-saude/</link>
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<item><title>Covid-19 no Brasil: situação atual e cenários futuros para o sistema brasileiro de saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-no-brasil-situacao-atual-e-cenarios-futuros-para-o-sistema-brasileiro-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=covid-19-no-brasil-situacao-atual-e-cenarios-futuros-para-o-sistema-brasileiro-de-saude</link>
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<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 19:28:48 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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href="https://www.drgbrasil.com.br">DRG</a>.</p>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><div
style="margin-bottom: 40px;padding: 15px;border-radius: 10px;box-shadow: 0 0 10px 0 rgba(226, 2, 123, 0.25);"><p
style="font-size: 18px;display: inline;">A Covid-19 tem afetado o sistema de saúde gravemente. Obter informação séria, de qualidade, e saber gerenciar os recursos críticos são ações essenciais para combater a pandemia.</p><p
style="color: #4d99fa;font-size:22px;font-weight:600;display: table-cell; padding:10px 0;">Quer saber mais sobre os impactos da Covid-19?</p><div
style="margin-bottom:20px;"><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/materiais/" target="_blank" style="display:table-cell;text-decoration:none;font-size:14px;margin-bottom: 10px;border-style: solid;border-width: 1px;border-color: transparent;border-radius: 100px;background-color:#fa5e4d;transition: all 200ms ease-in;color: #fff;padding:9px 15px;" rel="noopener noreferrer" onmouseover="this.style.backgroundColor='#fff';this.style.borderColor='#fa5e4d';this.style.color='#fa5e4d';" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fa5e4d';this.style.color='#fff';">Quero materiais e atualizações sobre a Covid-19 no Brasil</a></div></div></p><p><strong><em>Publicado por: Australian Brazil Business Council, em 20 de abril de 2020</em></strong></p><p>A pandemia do
COVID-19 é sem dúvida um enorme desafio para todos os países do mundo.&nbsp;No
entanto, tem impactado os países de diferentes maneiras e graus.</p><p>Por exemplo, na
Austrália, a curva de infecção pelo vírus já foi achatada, mas ainda não é o
caso do Brasil.</p><p><strong>Parece que o modo como os países enfrentam a epidemia não depende apenas de sua riqueza, mas também de características culturais e políticas.</strong></p><p>O Brasil terá
sucesso em lidar com a epidemia COVID-19?&nbsp;Quais são os maiores desafios e
possíveis soluções?&nbsp;Qual é a situação atual e o cenário atual?</p><p><strong>Para não confiar apenas na imprensa,
entrevistei o Dr. Renato Couto, especialista na área.</strong></p><p>O Dr. Renato Couto é médico com PhD em doenças infecciosas.&nbsp;Ele é o CEO e fundador do <a
href="http://www.grupoiagsaude.com.br">Grupo IAG Saúde</a>, que fornece aos hospitais soluções de gestão tecnológica e planos de saúde no Brasil, e ex-professor associado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p><p>A entrevista segue
abaixo.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Quanto à situação COVID-19 no Brasil, no dia 13&nbsp;de&nbsp;abril de 2020, o Ministério da Saúde do Brasil registrou um total de 22,169 casos, 1.223 mortes e, consequentemente, uma taxa de mortalidade de 5,5%.</p><p>Ao mesmo tempo, o
Ministério da Saúde do Brasil afirmou que não há um registro de todos os testes
realizados no Brasil, portanto, essa informação está faltando.</p><p>Os 22.169 casos
relatados são provavelmente subestimados.&nbsp;Portanto, surgem as seguintes
perguntas:</p><ol><li>Qual é a situação
atual dos testes COVID-19 no Brasil?</li><li>O vírus está se
espalhando sob o radar?</li><li>Quais testes estão
sendo utilizados no Brasil?&nbsp;Testes de RT-PCR ou testes de
sorologia?&nbsp;Eles são confiáveis?</li><li>Que outras
estatísticas poderíamos usar para ter uma melhor imagem da situação?</li></ol><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;Em relação
aos testes sorológicos, eles ainda estão em avaliação, portanto não são uma
opção no momento.</p><p>O único teste
confiável é o teste de RT-PCR realizado na primeira semana após o início dos
sintomas.</p><p>Após o oitavo dia,
há uma chance muito maior de que as pessoas com coronavírus testem
negativamente a doença, mesmo quando testadas duas vezes.</p><p><strong>Uma das razões pelas quais o coronavírus pode passar despercebido é que os casos mais críticos são admitidos em hospitais entre o quinto dia e o décimo dia após o início dos sintomas, quando a taxa de falso-negativo já é alta.</strong></p><p>No Brasil, além
dessa desvantagem inerente aos testes de RT-PCR, o enorme atraso no recebimento
dos resultados dos testes é consequência não apenas da escassez de suprimentos,
mas também de falhas nos processos operacionais.</p><p>Para entender
melhor a situação atual, a taxa de mortalidade positiva para COVID-19 por
100.000 habitantes é o indicador mais confiável disponível atualmente, dadas as
limitações dos testes de RT-PCR.</p><p>No entanto, um
indicador melhor para o número real de casos de COVID-19 seria a taxa de
mortalidade por 100.000 habitantes, na qual o numerador representaria não
apenas as mortes positivas para COVID-19, mas também as suspeitas de mortes
positivas para COVID-19.&nbsp;Infelizmente, até onde sei, esse indicador não
está disponível.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Alguns
especialistas têm argumentado que o teste em massa é uma ferramenta essencial
para gerenciar a pandemia do COVID-19.&nbsp;Como o Brasil pode ter uma
estratégia segura para enfrentar a crise quando não é capaz de testar
adequadamente a população e manter um registro centralizado desses testes?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;O
distanciamento social é a única estratégia segura.</p><p>Mesmo com mais
testes, ainda haveria muitos resultados falso-negativos.&nbsp;Isso significa
que, sem distanciamento social, as pessoas contaminadas que testaram negativo
para COVID-19 continuariam espalhando o vírus.</p><p>Alguns países que
implementaram testes em massa e foram bem-sucedidos no controle da propagação
do vírus podem ter atingido esse resultado devido a outros fatores, como
fatores culturais e comportamentais.</p><p>Não há evidências
científicas de que seu sucesso tenha sido devido a testes em massa.</p><p>Dada a falta de
evidências científicas, essas são apenas opiniões.</p><p><strong>Minha opinião é que o teste em massa pode contribuir para a diminuição do distanciamento social, o que é um risco para o controle dessa epidemia.</strong></p><div
style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p><em>A taxa de mortalidade positiva para COVID-19 por milhão de pessoas é o indicador mais confiável disponível, de acordo com o Dr. Renato Couto.</em></p><figure
class="wp-block-image"><img
decoding="async" width="1024" height="723" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/covid-deaths-days-since-per-million-1024x723.png" alt="" class="wp-image-24882" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/covid-deaths-days-since-per-million-1024x723.png 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/covid-deaths-days-since-per-million-300x212.png 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/covid-deaths-days-since-per-million-768x542.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div
style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Mas mesmo sem
testes em massa, ainda são necessários testes.&nbsp;Qual é a situação da
infraestrutura no Brasil no momento?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;o teste
RT-PCR requer equipamentos mais sofisticados do que outros testes.&nbsp;Os
materiais e equipamentos necessários são escassos e requerem pessoal altamente
qualificado.&nbsp;Esses recursos não estão prontamente disponíveis no Brasil,
portanto, ter mais dinheiro não ajudará necessariamente.</p><p>O setor de saúde
privado não desenvolveu uma infraestrutura apropriada para o teste de RT-PCR
porque não era rentável.</p><p><strong>Uma solução viável iniciada há duas semanas é usar o equipamento e a equipe disponíveis em universidades federais públicas e laboratórios públicos.</strong></p><p>Pelo menos na
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os laboratórios estão agora
integrados e poderão processar o teste necessário se houver recursos
suficientes disponíveis.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;O Ministério
da Saúde publicou recentemente um relatório que afirma que a epidemia de
COVID-19 no Brasil atingirá o pico em abril ou maio deste ano e que o vírus
continuará circulando até meados de setembro.&nbsp;Com base nos dados
disponíveis, é possível fazer esse tipo de previsão no momento?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;A única
certeza é que será uma jornada longa e difícil.&nbsp;A OMS diz que essa
pandemia terá dois picos, mas que um terceiro pico também é possível.&nbsp;No
entanto, a curva da epidemia brasileira vem se achatando se considerarmos a
taxa de mortalidade positiva por COVID-19 por 100.000 habitantes.&nbsp;Há sete
dias, a curva brasileira começou a divergir da da Itália.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Muitos
estudos mostram que o número de casos de COVID-19 no mundo está
subestimado.&nbsp;Sua empresa tem uma estimativa para a situação atual no
Brasil?&nbsp;Você tem uma previsão para o cenário futuro?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;ninguém tem
uma estimativa.&nbsp;Espero que a epidemia tenha uma curva achatada.&nbsp;Caso
contrário, não teremos recursos suficientes no Brasil, nos setores público e
privado.&nbsp;E se a curva se achatar, significa que será uma epidemia
duradoura.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Qual é o
cenário mais provável?&nbsp;Qual chegará primeiro, a vacina ou a imunidade do
rebanho?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;A imunidade
do rebanho chegará antes da vacina.&nbsp;E espero que a população brasileira
adquira essa imunidade em uma jornada plana, na qual os recursos disponíveis
não serão esgotados.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Mas e se
houver um pico?&nbsp;O Brasil terá leitos e ventiladores hospitalares
suficientes?&nbsp;Qual é o cenário nos setores público e privado?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;Teremos camas
suficientes para pacientes não críticos, mas se houver um pico nesta epidemia,
não haverá ventiladores suficientes no setor público ou no setor privado.</p><p><strong>Em qualquer cenário, é vital gerenciar adequadamente o estoque de recursos necessários: ventiladores, máscaras de proteção N95, leitos de UTI, leitos que não são de UTI, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas etc. A escassez de qualquer um desses recursos afetará o suprimento adequado de ventilação mecânica para os pacientes.</strong></p><p>Nosso grupo possui
uma solução tecnológica para ajudar a resolver esse problema, gerenciando os
recursos necessários.&nbsp;Estamos disponibilizando esta solução gratuitamente
para instituições de saúde.&nbsp;Os interessados ​​podem obter mais informações
no seguinte link:</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Qual é a
situação atual do distanciamento social no Brasil?&nbsp;A imprensa brasileira
mostrou recentemente que muitas pessoas não seguem regras de distanciamento
social, com um aumento de pessoas usando o transporte público.</p><p><strong>Dr. Renato Couto:</strong>&nbsp;Temos duas
forças contra o distanciamento social no Brasil.&nbsp;Pobreza e as falsas
suposições que muitas pessoas têm sobre o coronavírus.</p><p>Em relação à
pobreza, a falta de comida fará / está fazendo as pessoas se
movimentarem.&nbsp;É necessário levar comida para as pessoas pobres na
periferia da sociedade.&nbsp;O Congresso aprovou recentemente um pagamento
mensal de R $ 600,00, que é uma medida correta.</p><p>Com relação às
falsas suposições, a primeira é que o COVID-19 é apenas outra gripe, e a
segunda é que existe uma droga adequada para curar o vírus: a
cloroquina.&nbsp;Infelizmente, não se trata apenas de outra gripe, e a
cloroquina é apenas uma hipótese fraca para a pesquisa.&nbsp;Estudos anteriores
sobre a cloroquina como antivirótico foram uma falha total, como foi o caso da
mononucleose.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Mas, segundo
a imprensa brasileira, o Ministério da Saúde do Brasil não descartou o uso de
cloroquina e promete ter uma &#8220;resposta segura&#8221; para este
mês.&nbsp;Caso seja eficaz e seguro, seria uma solução viável salvar pacientes
gravemente enfermos?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:&nbsp;</strong>&nbsp;Temos apenas
duas certezas: primeiro, a cloroquina tem efeitos colaterais graves, pode
matar;&nbsp;segundo, não há nenhuma evidência de que seu uso seja
benéfico.&nbsp;Trata-se de um experimento, aceitável apenas sob protocolos de
pesquisa bem definidos e bem supervisionados.</p><p><strong>Luiz Carneiro:</strong>&nbsp;Segundo a imprensa internacional, países mais pobres, como o Brasil, estão em desvantagem em comparação com os países mais ricos ao adquirir o material e o equipamento necessários para enfrentar a epidemia do COVID-19.&nbsp;Isso é verdade para o Brasil?&nbsp;Qual o cenário para o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sistema-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema de saúde</a> brasileiro (público e privado)?</p><p><strong>Dr. Renato Couto:&nbsp;</strong>&nbsp;A falta de
recursos críticos para enfrentar o COVID-19 é uma realidade global.&nbsp;Se não
conseguirmos achatar a curva, teremos uma calamidade por causa da falta de
recursos.</p><div
style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><div
class="wp-block-media-text alignwide" style="grid-template-columns:30% auto"><figure
class="wp-block-media-text__media"><img
decoding="async" width="650" height="709" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LC-Exec-1.png" alt="" class="wp-image-24886 size-full" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LC-Exec-1.png 650w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LC-Exec-1-275x300.png 275w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure><div
class="wp-block-media-text__content"><p><em>Luiz Carneiro é economista e membro do conselho da AUBRBC.</em></p></div></div><p
style="font-size:12px">*&nbsp;<em>Este aviso informa aos leitores
que as opiniões, pensamentos e opiniões expressas no texto da entrevista
pertencem exclusivamente ao autor entrevistado, e não necessariamente ao
entrevistador, à organização do Conselho de Negócios da Austrália no Brasil,
ao&nbsp;comitê</em>&nbsp;do organizador&nbsp;<em>ou a outro grupo ou indivíduo.</em></p><p><strong>Fonte: Australian Brazil Business Council</strong></p><p>The post <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-no-brasil-situacao-atual-e-cenarios-futuros-para-o-sistema-brasileiro-de-saude/">Covid-19 no Brasil: situação atual e cenários futuros para o sistema brasileiro de saúde</a> appeared first on <a
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