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<item><title>Segurança do paciente: um dos pilares da gestão na assistência à saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-do-paciente</link>
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<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 18:18:47 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<content:encoded><![CDATA[<div
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id="form-1" style="margin-bottom: 40px; padding: 15px; border-radius: 10px; box-shadow: 0 0 10px 0 rgba(226, 2, 123, 0.25);"><p
style="font-size: 18px; display: inline;">Para valorização da vida, precisamos colocar o paciente no centro das atenções, focando em 4 principais alvos.</p><p
style="color: #4d99fa; font-size: 22px; font-weight: 600; display: table-cell; padding: 10px 0px; text-align: center;">&nbsp; &nbsp;<strong>Qual o principal alvo para você?</strong></p><div
style="margin-bottom: 20px; text-align: center;"><a
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id="form-2" style="display: none; margin-bottom: 40px; padding: 15px; border-radius: 10px; box-shadow: 0 0 10px 0 rgba(226, 2, 123, 0.25);"><p
style="font-size: 18px; display: inline;">Para valorização da vida, precisamos colocar o paciente no centro das atenções, focando em 4 principais alvos.</p><p
style="color: #4d99fa; font-size: 22px; font-weight: 600; display: table-cell; padding: 10px 0;">Quer saber como entregar mais valor focando nesse alvo?</p><div
style="margin-bottom: 20px;"><a
style="display: table-cell; text-decoration: none; font-size: 14px; margin-bottom: 10px; border-radius: 100px; background-color: #fa5e4d; transition: all 200ms ease-in; color: #fff; padding: 9px 15px; border: 1px solid transparent;" href="https://www.drgbrasil.com.br/a-plataforma/#wpcf7-f59-o1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sim, quero uma plataforma para entregar mais valor em saúde</a></div><div
style="margin-bottom: 20px;"><a
style="display: table-cell; text-decoration: none; font-size: 14px; margin-bottom: 10px; border-radius: 100px; background-color: transparent; transition: all 200ms ease-in; color: #939ba3; padding: 9px 15px; border: 1px solid #939ba3;" href="https://materiais.grupoiagsaude.com.br/diretrizes-sistema-baseado-em-valor" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Não, quero entender melhor estes 4 alvos</a></div></div><p>A segurança do paciente é tão importante que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou uma data específica para conscientizar o setor da saúde sobre a sua relevância: 17 de setembro. Contudo, qual é a definição técnica de <strong>segurança do paciente</strong>? É muito importante ir além da noção que temos no senso comum, mesmo que amparada por ampla experiência profissional. Adotar uma definição operacional é fundamental para sistematizar ações internas e coordenar esforços em prol da experiência positiva do paciente.</p><p>No conceito da OMS, adotado também pela Resolução MS/GM n.º 259/2013, segurança do paciente significa “<strong>evitar lesões e danos nos pacientes decorrentes do cuidado que tem como objetivo ajudá-lo</strong>”. Portanto, é a prevenção de iatrogenias, acidentes e complicações no ambiente assistencial. É, assim, a concretização do princípio da não maleficência do Código de Ética Médica.&nbsp;</p><p>Para isso, as instituições devem adotar medidas de gestão em saúde, como a padronização de protocolos clínicos, o controle de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/infeccao-hospitalar/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">infecções hospitalares</a> e o mapeamento de riscos. Em suma, é a aplicação da <strong>saúde baseada em valor na prática clínica</strong>. Quer entender melhor o tema? Acompanhe!</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a segurança do paciente?</strong></h2><p>A segurança do paciente abrange as ações voltadas à redução do risco de dano no cuidado com a saúde. O objetivo é diminuir as ameaças a um mínimo aceitável, especialmente, no que se refere a:</p><ul><li>infecções hospitalares;</li><li>eventos adversos de intervenções médicas (como procedimentos, cirurgias e medicações);</li><li>complicações de internações mais longas, como os eventos tromboembólicos;</li><li>complicações per e pós-operatórias.</li></ul><p>Ela consiste em adotar medidas e cuidados preventivos que impeçam a ocorrência de erros na assistência à saúde e falhas assistenciais, bem como o surgimento de outros eventos adversos.&nbsp;</p><p>Apesar de esse ser um cuidado tomado por todo profissional, ainda há agravos à saúde durante os atendimentos. Afinal, as ações individuais (apesar de importantes) precisam ser agregadas a um <strong>esforço institucional em direção à máxima segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Muitos são os desafios, segundo a OMS, que fazem parte da proteção do paciente. No entanto, outros também participam desse cenário. Por isso, o propósito deve ser sempre adotar estratégias de prevenção, que coloquem a pessoa no centro das atenções e evitem a realização de procedimentos desnecessários.&nbsp;</p><p>Esse cuidado é tão importante que o <a
href="https://www.iess.org.br/?p=publicacoes&amp;id=947&amp;id_tipo=22" rel="noreferrer noopener" target="_blank">2.º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil</a> destaca que a prevalência média de eventos adversos é de 7%. Os principais são:</p><ul><li>infecção do trato urinário;&nbsp;</li><li>septicemia;&nbsp;</li><li>pneumonia;&nbsp;</li><li>infecção de sítio cirúrgico;&nbsp;</li><li>complicações com acessos e dispositivos vasculares.&nbsp;</li></ul><p>Em números absolutos, o 2.º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil mostrou que <strong>54,76 mil mortes</strong> foram causadas por eventos adversos graves em 2017. Desse total,<strong> 36,17 mil seriam evitadas.</strong> O índice alto revela a necessidade de focar a segurança do paciente.&nbsp;</p><p>Mais que apontar responsáveis — já que esses eventos ocorrem em qualquer serviço de saúde —, o ideal é identificar a possibilidade de melhorias nos processos para evitar essas situações. Nesse sentido, destaca-se o paradigma da saúde <a
href="https://materiais.grupoiagsaude.com.br/lp-cases-jornada-2021-hospital-unimed-bh" rel="noreferrer noopener" target="_blank">baseada em valor</a>, que propõe:&nbsp;</p><ul><li>saúde baseada em evidências;</li><li>foco na experiência do paciente;</li><li>gestão em saúde proativa (em vez de responsiva);&nbsp;</li><li>modelos remuneratórios baseados na oferta de qualidade assistencial.</li></ul><p>Ainda é preciso considerar o panorama retratado pela OMS. Segundo a organização:</p><ul><li>dano ao paciente é o 14º motivo principal de doenças;</li><li>atendimento hospitalar ineficaz faz com que um em cada 10 pessoas sejam prejudicadas;</li><li>o uso inseguro de medicamentos custa <strong>42 bilhões de dólares por ano</strong>;&nbsp;</li><li>eventos adversos exigem investimentos equivalentes a 15% dos gastos em saúde;&nbsp;</li><li>investimentos na redução de incidentes permitem <strong>economizar aproximadamente 28 bilhões </strong>de dólares, segundo dados verificados entre 2010 e 2015;&nbsp;</li><li><strong>infecções hospitalares afetam 14 a cada 100 pacientes</strong>;</li><li>diagnósticos imprecisos ou atrasos impactam o atendimento;</li><li>a exposição média à radiação é uma preocupação de saúde pública, já que são realizados mais de 3,6 bilhões de raios X todos os anos. Desse total, 10% são em crianças;&nbsp;</li><li><strong>erros administrativos são responsáveis por até metade das falhas médicas</strong> na atenção primária à saúde.&nbsp;</li></ul><p>Todos esses dados deixam claro que a gestão precisa contribuir para o aperfeiçoamento da segurança do paciente. É importante criar comissões de qualidade para implementar processos efetivos e avaliar cada protocolo.&nbsp;</p><p>Junto a isso, a gestão precisa gerar estratégias condizentes com as políticas públicas e as melhores diretrizes e regulamentos do setor. Assim, é possível aplicar as práticas de segurança do paciente e reduzir os riscos ao menor percentual aceitável.&nbsp;</p><figure
class="wp-block-image"><img
decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/zach-vessels-tJsma0u4GYM-unsplash-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-24576" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/zach-vessels-tJsma0u4GYM-unsplash-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/zach-vessels-tJsma0u4GYM-unsplash-1-300x169.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/zach-vessels-tJsma0u4GYM-unsplash-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><h2 class="wp-block-heading"><strong>Como usar a saúde baseada em valor para otimizar a segurança do paciente?</strong></h2><p>A OMS indica que as organizações de saúde devem focar as metas internacionais de segurança do paciente. A gestão tem um papel fundamental, já que estabelece os processos a serem adotados para diminuir os riscos de eventos adversos e melhorar as estruturas e os recursos disponíveis.</p><p>Para alcançar esse objetivo, o ideal é trabalhar a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-nas-organizacoes-de-saude-brasileiras/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">governança clínica</a>. Esse conceito se refere a um sistema em que a melhoria contínua dos serviços é foco principal. A busca é pela elevação dos padrões de atendimento e a promoção da excelência nos cuidados clínicos.</p><p>Em outras palavras, a ideia é aumentar a <strong>entrega de valor ao paciente pelo sistema de saúde</strong>. O propósito pode ser alcançado a partir da coleta de dados assistenciais econômicos e de qualidade, que mostrarão o cenário atual das instituições de saúde, por exemplo.</p><p>A partir dos dados, é possível estabelecer boas práticas com o intuito de controlar a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sinistralidade/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">sinistralidade</a>, focar a segurança do paciente e implementar o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelo-remuneratorio-fee-for-service-encarece-planos-e-impacta-na-qualidade-da-assistencia/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">modelo remuneratório baseado em valor</a>, que agrega resultados assistenciais e eficiência. As informações ainda subsidiam as tomadas de decisão, a fim de privilegiar quem está sendo atendido, favorecendo os cuidados com a gestão de risco.&nbsp;</p><p>Para gerenciar todos esses critérios, vale a pena contar com uma <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/ferramenta-de-gestao-contribui-para-a-qualidade-dos-servicos-de-saude/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">plataforma de governança clínica</a><strong>adaptada à realidade da saúde brasileira e centrada no paciente.</strong> Se a solução for trabalhar com <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-brasil-e-o-uso-da-inteligencia-artificial-no-modelo-de-remuneracao/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">inteligência artificial</a> e machine learning (aprendizado de máquina), o cenário é ainda melhor. Dessa forma, estabelece-se a base para projeções assistenciais e econômicas.</p><p>Outras medidas que precisam ser trabalhadas — e contam com o auxílio da tecnologia — são:&nbsp;</p><ul><li>verificação do ambiente em que o risco é aplicável, para saber quando pode ocorrer; identificação do risco, suas possíveis causas e consequências;&nbsp;</li><li>análise do risco, para saber qual a probabilidade de acontecer e como ocorrerá;&nbsp;</li><li>controle do risco, a fim de aplicar as medidas necessárias; monitoramento do risco, para saber se as respostas foram as esperadas;&nbsp;</li><li>comunicação dos riscos a todas as partes interessadas, com a finalidade de evitar a ocorrência de falhas e informar as pessoas sobre a eficiência das ações.&nbsp;</li></ul><p>O resultado dessas ações é a melhoria dos resultados, a redução do desperdício e a entrega de valor para todos os atendidos na organização de saúde. Em todas essas etapas, a <strong>segurança do paciente</strong> ocupa um lugar de suma importância.</p><p>Agora que você entendeu como a gestão impacta na segurança do paciente, saiba mais sobre a governança clínica. Veja <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">o que é valor em saúde e por que esse é um conceito fundamental para o sistema brasileiro</a>.</p><figure
class="wp-block-image size-large"><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/ia-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noopener"><img
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