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<item><title>Modelos Assistenciais Indutores de Valor e Governança Clínica</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=modelos-assistenciais</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 12:56:53 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32077</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Modelos assistenciais, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o valor em saúde. Ou seja,&#160; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes. O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o<a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais-e-remuneratorios-que-de-fato-entregam-valor-em-saude/"> valor em saúde</a>.</p><p>Ou seja,&nbsp; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes.</p><p>O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; VBHC) refere-se à medição dos desfechos que realmente importam para os pacientes em relação aos custos envolvidos.&nbsp;</p><p>Segundo Michael Porter, valor é o único objetivo que pode unir os interesses de todos os participantes do sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Tem-se, então, que para alcançar esses <strong>modelos de saúde</strong> centrados no paciente, Porter e Lee propõem seis conceitos-chave. São eles:</p><ol><li><strong>Organizar os cuidados em torno de condições de saúde específicas;</strong></li><li><strong>Medir resultados e custos por paciente;</strong></li><li><strong>Alinhar a remuneração com a entrega de valor;</strong></li><li><strong>Integrar o ciclo completo de atendimento;</strong></li><li><strong>Expandir a capacidade de entrega de cuidados através de afiliações;</strong></li><li><strong>Promover o uso da tecnologia da informação na estruturação dos cuidados e medição de resultados.</strong></li></ol><h2 class="wp-block-heading">O que são Modelos Assistenciais?</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, também conhecidos como “modos de produzir saúde” ou “modelos de atenção”, são atrelados diretamente à governança clínica.&nbsp;</p><p>Ou seja, referem-se à forma como as ações de atenção à saúde são organizadas em uma sociedade.&nbsp;</p><p>Portanto, os <strong>modelos de saúde </strong>envolvem a combinação de diferentes tecnologias e práticas assistenciais com o objetivo de intervir em problemas e necessidades sociais de saúde, organizando os serviços de acordo com o perfil epidemiológico da população e investigando danos e riscos à saúde.&nbsp;</p><p>Esses <strong>modelos assistenciais</strong> evoluem ao longo do tempo em resposta às mudanças sociais e econômicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Evolução dos Modelos Assistenciais no Brasil</h3><p>Os <strong>modelos assistenciais</strong> no Brasil evoluíram através de diferentes fases, focando na <strong>promoção da saúde</strong>:</p><ol><li><strong>Sanitarismo Campanhista</strong> (início do século 20): Focado na <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-preditivos-na-saude/"><strong>prevenção</strong></a><strong> de doenças</strong> através de campanhas de vacinação e intervenções sanitárias, principalmente voltadas para o controle de doenças que poderiam impactar a economia agroexportadora.</li><li><strong>Assistência Médica Previdenciária Privatista</strong> (1933-1966): Baseada em um <strong>modelo assistencial</strong> curativo com ênfase na assistência médica para trabalhadores formalmente empregados, financiada por institutos de previdência.</li><li><strong>Medicina Comunitária</strong> (década de 1960): Introduziu a regionalização e hierarquização dos serviços, participação comunitária e a inclusão de novas categorias profissionais na assistência.</li><li><strong>Reforma Sanitária</strong> (década de 1970-1980): Definiu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado, levando à criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988, com um enfoque em atenção primária à saúde para todos.</li><li><strong>Anos 2000</strong>: o Ministério da Saúde lançou diversos programas e políticas focadas em ciclos de vida, gestão clínica e linhas de cuidado para fortalecer a Atenção Básica no Brasil.&nbsp;</li></ol><p>Em 2005, a Organização Pan-Americana da Saúde, com significativa contribuição brasileira, promoveu a renovação da Atenção Primária em Saúde nas Américas.&nbsp;</p><p>O desafio atual é alcançar ganhos de saúde sustentáveis para todos, o que requer uma coalizão entre todas as partes interessadas e a escolha de<strong> modelos assistenciais</strong> baseados na identificação e análise dos problemas de saúde da população.&nbsp;</p><p>Nesse contexto, os princípios da Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado são essenciais na <strong>promoção da saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado e Linhas de Cuidado</h2><p>A Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado (CVPC) é um conceito fundamental para entender como melhorar a eficácia dos cuidados e<strong> promoção da saúde</strong>.&nbsp;</p><p>A CVPC mapeia todas as atividades envolvidas no ciclo completo de atendimento de uma condição de saúde, desde a <strong>prevenção de doenças</strong> até o tratamento e a reabilitação, com o objetivo de maximizar o valor para o paciente.&nbsp;</p><p>A estrutura da CVPC deve considerar como cada atividade é melhor executada, os recursos necessários, e como integrar as atividades de maneira que o valor seja continuamente aumentado para o paciente​.&nbsp;</p><p>Isso inclui a coordenação entre diferentes serviços de saúde, o envolvimento do paciente e a medição de resultados e fatores de risco.&nbsp;</p><p>A CVPC oferece uma nova perspectiva para avaliar programas de cuidados globais em saúde, enfatizando a necessidade de integrar cuidados clínicos e sociais para aumentar o valor do cuidado.&nbsp;</p><p>Como nenhum prestador de saúde consegue oferecer sozinho o ciclo completo de cuidados, é essencial a colaboração entre reguladores, gestores e a rede de assistência para conceber a CVPC adequada a diferentes condições de saúde ou populações específicas.</p><h3 class="wp-block-heading">Estruturação de Modelos Assistenciais Baseados em Valor e Governança Clínica</h3><p>Porter e Teisberg introduziram o conceito de Unidades de Prática Integrada (Integrated Practice Units &#8211; IPUs.</p><p>Ou seja, as IPUs são <strong>modelos assistenciais</strong> organizados em torno do paciente e compostas por <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/produtividade/">equipes multidisciplinares</a> para atender às suas necessidades.&nbsp;</p><p>Além disso, as IPUs oferecem o ciclo completo de cuidados para uma condição de saúde específica, incluindo educação, engajamento, acompanhamento, cuidados para pacientes internados e ambulatoriais, reabilitação e serviços de apoio, como nutrição e serviço social.</p><p>Com isso, as linhas de cuidado são um instrumento objetivo para elaborar a dimensão das atividades primárias da CVPC.&nbsp;</p><p>Organizam-se e coordenam-se, portanto, diferentes serviços e profissionais em torno das necessidades de um paciente ou condição de saúde específica.&nbsp;</p><p>Ou seja, em vez de tratar problemas de saúde de forma isolada, as linhas de cuidado promovem uma abordagem contínua e integrada centrada no paciente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, a linha de cuidado para a jornada do idoso no sistema de saúde enfatiza a importância de uma abordagem personalizada e integral, abrangendo desde a <strong>promoção da saúde </strong>até cuidados paliativos​.</p><p>Para medir o valor entregue ao paciente em <strong>modelos assistenciais</strong> centrados no paciente, nasce o Consórcio Internacional para Medição de Resultados de Saúde (ICHOM).</p><p>O ICHOM foi llançado em 2012 por Michael Porter, Stefan Larsson e Martin Ingvar, que desenvolveu padrões globais para medir resultados de saúde que são relevantes tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses padrões, criados por um consórcio de especialistas e representantes de pacientes de vários países, fornecem resultados padronizados, ferramentas de medição e critérios para ajuste de risco para condições de saúde específicas.&nbsp;</p><p>Os resultados são avaliados em quatro dimensões principais: sobrevida, morbidade, satisfação do paciente com os cuidados recebidos e medidas de resultados relatados pelo paciente (PROMs).</p><p>Em 2024, vinte instituições de saúde brasileiras começaram a implementar padrões globais de medição de resultados desenvolvidos pelo ICHOM, marcando um avanço na <strong>governança clínica </strong>orientada por valor no Brasil.&nbsp;</p><p>Neste cenário, facilitada pela Plataforma Valor Saúde Brasil by <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">DRG Brasil</a> + IA, essa implementação envolve o alinhamento com a gestão sênior, a seleção de indicadores apropriados, a análise de lacunas de dados e o uso de tecnologias para coletar resultados reportados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Esses esforços, além de melhorar o <strong>modelo de saúde</strong>, visam oferecer a qualidade do cuidado ao paciente e promover uma cultura de excelência baseada em evidência.</p><h2 class="wp-block-heading">Estratégias para a Transformação dos Modelos Assistenciais</h2><p>Transformar os<strong> modelos assistenciais</strong> para a entrega de <strong>valor em saúde </strong>requer estratégias focadas na governança clínica e na utilização de plataformas analíticas.&nbsp;</p><p>Ferramentas como a Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado permitem avaliar programas de cuidados globais sob uma nova perspectiva, promovendo a integração dos cuidados e aumentando o valor entregue ao paciente.&nbsp;</p><p>Além disso, é necessário estabelecer parcerias entre os diversos níveis de atenção à saúde, utilizando tecnologia da informação para apoiar a coordenação e a continuidade do cuidado​.</p><p><strong>Acesse </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/"><strong>aqui </strong></a><strong>o artigo sobre as métricas mais utilizadas para implementar um sistema de saúde baseado em valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>O desafio de reestruturar os sistemas de saúde para entrega de valor é grande, mas essencial para garantir que os cuidados sejam centrados no paciente e orientados para resultados.&nbsp;</p><p><strong>Modelos assistenciais indutores de valor</strong>, como as linhas de cuidado integradas são fundamentais para promover a qualidade, eficiência e a continuidade do atendimento.&nbsp;</p><p>Ao adotar essas estratégias, é possível avançar para um sistema de saúde mais equitativo, eficiente e sustentável, que realmente responde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O que você achou deste artigo? Compartilhe com quem possa interessar e saiba como a governança clínica baseada em valor <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">pode proporcionar mais qualidade e segurança ao paciente</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/covid-recovery-center-female-doctor-holding-older-patient-s-hands_12367950.htm#fromView=search&amp;page=2&amp;position=14&amp;uuid=075775c7-62ee-41c0-9512-76bf6a492186"><strong><em>Imagem: freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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