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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>desperdícios assistenciais Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/tag/desperdicios-assistenciais/</link>
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<item><title>Prevenção e eficiência: como o Hospital Unimed Litoral reduziu internações por ITU e ICSAP</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/unimed-litoral-reduziu-internacoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unimed-litoral-reduziu-internacoes</link>
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<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 13:35:22 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32297</guid><description><![CDATA[<p>O Hospital Unimed Litoral reduziu internações sensíveis à Atenção Primária (ICSAP), que é um dos principais desafios da saúde suplementar. Além de sobrecarregar os serviços hospitalares, esses episódios impactam diretamente a sustentabilidade do sistema, prejudicam a experiência do paciente e comprometem a segurança assistencial.&#160; No Hospital Unimed Litoral, localizado em Balneário Camboriú (SC), um projeto [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O Hospital Unimed Litoral <strong>reduziu internações</strong> sensíveis à Atenção Primária (ICSAP), que é um dos principais desafios da saúde suplementar.</p><p>Além de sobrecarregar os serviços hospitalares, esses episódios impactam diretamente a sustentabilidade do sistema, prejudicam a experiência do paciente e comprometem a segurança assistencial.&nbsp;</p><p>No Hospital Unimed Litoral, localizado em Balneário Camboriú (SC), um projeto de intervenção baseado em análise de dados, protocolos ambulatoriais e monitoramento clínico demonstrou que é possível mudar esse cenário com resultados mensuráveis.</p><p>O case apresentado pelo Dr. Gustavo Mota, médico de referência para o DRG Brasil na Unimed, apresentou a iniciativa integrada que a instituição estruturou e que <strong>reduziu internações</strong> por Infecção do Trato Urinário (ITU) . O projeto foi apresentado na Jornada Valor em Saúde, promovida pelo Grupo IAG Saúde, e mostra como uma governança clínica inteligente, centrada na prevenção e apoiada por dados, pode melhorar a eficiência assistencial e gerar valor para pacientes e operadoras.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel dos dados na mudança</strong></h2><p>Tudo começou com uma análise detalhada da base de dados do Hospital Unimed Litoral. O Hospital utilizou o DRG Brasil para identificar os diagnósticos mais prevalentes entre os pacientes internados e mapear quais desses poderiam ser evitados com uma melhor atenção ambulatorial.</p><p>Entre os diagnósticos mais recorrentes e evitáveis estavam as Infecções do Trato Urinário (ITU), que historicamente apresentavam uma média de 5,3 dias&nbsp; . Ao longo do tempo, ficou evidente que parte significativa desses casos poderia ser gerida em nível ambulatorial, sem a necessidade de hospitalização.</p><p>Com essas informações em mãos, a Unimed Litoral decidiu transformar os dados em ação.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Implantação de protocolos e reorganização da assistência</strong></h2><p>O projeto teve início com a estruturação de um<strong> protocolo ambulatorial específico para ITU</strong>, com foco no atendimento rápido e resolutivo no Pronto Atendimento (PA). O protocolo foi elaborado com o suporte da equipe médica, equipe interna do DRG e áreas assistenciais, garantindo alinhamento e padronização entre os diversos pontos da assistência.</p><p>A padronização permitiu agir rapidamente diante de sintomas clássicos de infecção urinária, com definição clara de condutas clínicas e uso racional de exames complementares. Além disso, criou-se uma linha de cuidado que envolvia o acompanhamento dos pacientes após a alta, fortalecendo o elo entre o PA e o ambulatório.</p><p>&nbsp;A partir deste&nbsp; protocolo o&nbsp; o serviço de ambulatório existente foi ampliado, para atendimento e aplicação de antibióticos,&nbsp;</p><p>Para garantir o acompanhamento e monitoramento&nbsp; adequado, a equipe multidisciplinar passou a utilizar ferramentas como o <strong>painel de readmissão, dashboards com alertas clínicos e indicadores assistenciais e da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil.</strong></p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados concretos e economia real</strong></h2><p>O impacto das ações foi notável e as ações no Pronto Atendimento também tiveram efeito significativo sobre as internações por ICSAP, especialmente as ligadas a Infecção do trato urinário</p><p>Ao comparar dois períodos consecutivos, a Unimed Litoral registrou uma queda de 32% nas internações de ITU , indicando que o fortalecimento do cuidado ambulatorial teve êxito na contenção de casos agudos.</p><p>Apesar do número de atendimentos de pacientes com diagnósticos de infecção do trato urinário aumentar, o Hospital teve a economia expressiva:</p><ul><li><strong>Reduziu internações </strong>em 32% a partir da implementação do protocolo;</li><li>124 internações evitadas;</li><li>Com as internações evitadas, o hospital teve uma economia expressiva de R$ 1.335.681,00.</li></ul><p>Além desses resultados, a taxa de readmissão no PA caiu 2,46%, um indicador importante de que os pacientes passaram a ter monitoramento mais eficiente após o primeiro atendimento.</p><p><strong>Ganhos assistenciais e mudança cultural</strong></p><p>Mais do que os números, a experiência da Unimed Litoral mostra que é possível gerar <strong>mudanças culturais importantes</strong> quando as equipes de saúde se apropriam dos dados e atuam com protocolos clínicos bem definidos.</p><p>Médicos, enfermeiros, gestores e profissionais de diversas áreas foram envolvidos desde o início do projeto. A construção conjunta dos protocolos, o monitoramento dos pacientes atendidos e a transparência na comunicação foram determinantes para o sucesso.</p><p>Outro fator essencial para o sucesso foi o <strong>uso estratégico da tecnologia.</strong> Com os painéis do DRG Brasil, o Hospital conseguiu acompanhar em os pacientes de maior risco, detectar sinais de alerta precoces e intervir de forma proativa, antes que os casos evoluíssem para situações graves ou readmissões.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Consolidar e escalar</strong></h2><p>Com os resultados conquistados, a Unimed Litoral já está se preparando para a<strong> expansão do modelo para outras condições clínicas</strong>, aplicando a mesma lógica de análise, intervenção ambulatorial e acompanhamento em linha do cuidado. O sucesso da abordagem em ITU e a efetividade no controle de custos e uso racional de recursos abre caminho para a aplicação de protocolos semelhantes em outras causas prevalentes de internação.</p><p>Adicionalmente, a operadora pretende<strong> ampliar o uso de inteligência de dados</strong>, incorporando novas funcionalidades do DRG Brasil, como a codificação clínica automatizada baseada em IA para a <strong>elaboração de novos protocolos assistenciais</strong>.&nbsp;</p><p>Essa funcionalidade, validada por médicos especialistas e já disponível na plataforma, promete ainda mais eficiência na análise assistencial e na definição de prioridades clínicas.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Um modelo replicável de saúde baseada em valor</strong></h2><p>A experiência da Unimed Litoral é um exemplo de que<strong> é possível gerar valor em saúde por meio da prevenção, da eficiência e da coordenação do cuidado</strong>. Com foco no paciente, uso inteligente dos dados e engajamento das equipes, a operadora conseguiu transformar desafios assistenciais em oportunidades de melhoria, com impacto positivo na sustentabilidade do sistema e, principalmente, na vida das pessoas.</p><p>O caminho trilhado pelo Dr. Gustavo Mota e sua equipe é replicável. E reforça que a adoção de modelos de atenção baseados em valor, com o apoio da tecnologia certa, pode ser o diferencial necessário para construir um sistema de saúde mais resiliente, inteligente e humano.“O que nós temos de perspectiva é a <strong>implementação realmente de medicina baseada em valor, de trabalharmos muito essa ideia – de estabelecer novos protocolos assistenciais, e que possamos desenvolver o DRG de uma forma ampla</strong>, para que isso norteia as nossas ações e decisões no novo Hospital Unimed Itajaí.”, afirmou Dr. Gustavo.</p><p>The post <a
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<item><title>Espírito Santo Revoluciona o Acesso à Saúde com o DRG Brasil</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/acesso-a-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acesso-a-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 21:13:37 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[desperdícios assistenciais]]></category>
<category><![CDATA[redução de internações]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade econômica]]></category>
<category><![CDATA[acesso à saúde]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32171</guid><description><![CDATA[<p>Introdução&#160; No cenário atual da saúde pública, o Espírito Santo está redefinindo o acesso à saúde com a implementação do DRG Brasil Hospitalar – um modelo inovador que, além de aumentar a eficiência hospitalar, também otimizou os recursos, elevando o nível do atendimento SUS e ampliou o acesso à saúde da população capixaba. Essa transformação, [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading"><strong>Introdução&nbsp;</strong></h2><p>No cenário atual da saúde pública, o Espírito Santo está redefinindo o <strong>acesso à saúde </strong>com a implementação do <strong>DRG Brasil Hospitalar</strong> – um modelo inovador que, além de aumentar a <strong>eficiência hospitalar</strong>, também<strong> otimizou os recursos</strong>, elevando o nível do <strong>atendimento SUS</strong> e ampliou o <strong>acesso à saúde </strong>da população capixaba.</p><p>Essa transformação, que alia a inovação em saúde à <strong>gestão hospitalar eficiente</strong>, foi possível com a parceria estratégica entre a Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (<a
href="https://saude.es.gov.br/">SESA</a>), a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (<a
href="https://fehofes.org.br/">FEHOFES</a>) e a Planisa.</p><p>Nesta colaboração, os pilares estabelecidos foram um novo padrão de <strong>gestão hospitalar baseado na transparência, eficiência e qualidade assistencial</strong>.</p><p>A seguir, confira a trajetória do case e as principais transformações de sucesso.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafios e transformações na Gestão Hospitalar</strong></h2><p>Antes do <strong>DRG Brasil</strong>, os hospitais capixabas enfrentavam os seguintes desafios:</p><ul><li><strong>Filas de espera extensas</strong>, impactando diretamente o acesso à saúde da população.</li><li><strong>Baixa previsibilidade orçamentária</strong>, dificuldade na sustentabilidade de recursos.</li><li><strong>Dificuldades na regulação de leitos</strong>, comprometendo o <strong>atendimento SUS</strong>.</li><li><strong>Modelo tradicional de financiamento dos hospitais, </strong>que priorizava a produção, em detrimento dos resultados clínicos e da qualidade assistencial.</li></ul><p>Com a introdução da metodologia <strong>Diagnosis Related Groups (DRG),</strong> houve uma mudança de paradigma, permitindo que os hospitais:</p><ul><li>Gerenciem indicadores como <strong>tempo de internação, desfechos clínicos e qualidade assistencial</strong>.</li><li><strong>Otimizem o uso dos leitos</strong>, viabilizando um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/"><strong>atendimento SUS</strong></a> mais ágil e seguro para os pacientes.</li><li>Racionalizem os recursos, gerando benefícios não apenas para as instituições, mas para toda a população.</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados expressivos de acesso à saúde</strong></h2><p>A implementação do novo modelo já trouxe impactos positivos concretos na assistência hospitalar do estado, garantindo mais eficiência, <strong>acesso à saúde</strong> e sustentabilidade:</p><ul><li><strong>Aumento da eficiência hospitalar:</strong> A gestão aprimorada dos processos assistenciais resultou em uma <strong>redução de 33% no tempo médio de internação</strong>, com a <strong>média de permanência hospitalar nos </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/"><strong>hospitais filantrópicos</strong></a><strong> caindo de 5,2 para 3,5 dias</strong> entre julho de 2022 e dezembro de 2024.&nbsp;</li></ul><p>Essa redução não só melhora o fluxo hospitalar, permitindo maior rotatividade dos leitos, mas também <strong>reduz custos operacionais e acelera o atendimento a novos pacientes</strong>.</p><ul><li><strong>Ampliação do acesso à saúde:</strong> Com hospitais mais eficientes, houve um <strong>crescimento expressivo de 60% no número de AIH’s (Autorizações de Internação Hospitalar) geradas</strong> no comparativo entre o 1º semestre de 2022 e o 1º semestre de 2024.&nbsp;</li></ul><p>Esse avanço significa que milhares de capixabas tiveram <strong>acesso à saúde </strong>mais rápido e eficaz a internações e tratamentos essenciais.</p><ul><li><strong>Maior faturamento hospitalar e </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-financeira-em-saude/"><strong>sustentabilidade financeira</strong></a><strong>:</strong> A otimização dos processos hospitalares e a remuneração baseada em desempenho <strong>aumentaram em 23% o faturamento dos hospitais filantrópicos</strong> no mesmo período de comparação.&nbsp;</li></ul><p>Esse crescimento representa uma <strong>gestão hospitalar mais sustentável, garantindo que os hospitais possam continuar investindo em melhorias assistenciais e estruturais</strong>.</p><ul><li><strong>Melhoria significativa na qualidade assistencial:</strong> Os avanços <strong>não se limitaram aos aspectos operacionais e financeiros</strong>.&nbsp;</li></ul><p>Os hospitais filantrópicos do Espírito Santo registraram <strong>redução nas taxas de mortalidade, eventos adversos e readmissões hospitalares não planejadas</strong>, refletindo um <strong>atendimento mais seguro e eficaz para os pacientes</strong>.</p><ul><li><strong>Eficiência financeira e uso inteligente dos recursos:</strong> O novo modelo de gestão hospitalar permitiu um <strong>uso mais racional dos investimentos em saúde</strong>, reduzindo desperdícios e garantindo que os repasses financeiros <strong>fossem direcionados com base no desempenho e na qualidade dos serviços prestados</strong>.</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo isso só foi possível graças a parcerias estratégicas</strong></h2><p>O sucesso dessa <strong>revolução na saúde pública </strong>com a&nbsp; implementação do <strong>DRG Brasil Hospitalar</strong> no Espírito Santo é fruto de sinergia entre instituições comprometidas com a inovação e a excelência na saúde:</p><ul><li><strong>SESA-ES:</strong> A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo liderou essa transformação ao estruturar um modelo de contratualização hospitalar <strong>baseado na qualidade e na eficiência</strong>, garantindo que os recursos fossem utilizados de maneira estratégica para beneficiar o maior número de pessoas possível.&nbsp;</li></ul><p>Sua atuação foi essencial para criar um ambiente de <strong>inovação na gestão hospitalar</strong>, promovendo maior previsibilidade orçamentária e <strong>sustentabilidade no sistema de saúde</strong> capixaba.</p><ul><li><strong>FEHOFES:</strong> Representando os hospitais filantrópicos do Espírito Santo, a FEHOFES teve um papel fundamental na <strong>mobilização e engajamento das instituições de saúde</strong>, assegurando que o modelo fosse implementado de maneira alinhada às necessidades dos hospitais e da população.&nbsp;</li></ul><p>Seu compromisso garantiu que os hospitais não apenas aderissem ao novo modelo, mas também colhessem resultados concretos na <strong>eficiência operacional</strong> e na <strong>qualidade do atendimento</strong>.</p><ul><li><strong>Planisa:</strong> Referência nacional em <strong>consultoria e gestão hospitalar</strong>, a Planisa desempenhou um papel essencial na estruturação e implementação do DRG Brasil Hospitalar no estado.&nbsp;</li></ul><p>Sua expertise permitiu a <strong>capacitação das equipes hospitalares, a análise de dados e a otimização dos fluxos assistenciais</strong>, garantindo que os hospitais alcançassem resultados expressivos e sustentáveis.</p><p>Portanto, essa colaboração evidencia como parcerias estratégicas em saúde podem gerar melhorias significativas na <strong>gestão hospitalar</strong>, transformando a saúde pública capixaba e, possivelmente, servindo de modelo para outras regiões.</p><p><strong>Conclusão: um modelo sustentável para o futuro</strong></p><p>A experiência do Espírito Santo com o DRG Brasil Hospitalar se tornou referência nacional, demonstrando que <strong>gestão estratégica, tecnologia e transparência</strong> são essenciais para melhorar o <strong>acesso à saúde</strong> e o <strong>atendimento SUS</strong>.&nbsp;</p><p>Com <strong>resultados concretos e um modelo sustentável</strong>, o estado fortalece sua capacidade de oferecer <strong>um atendimento mais qualificado e acessível</strong>, garantindo que a população capixaba receba os cuidados necessários com mais eficiência e segurança.</p><p>Ou seja, essa revolução na <strong>gestão hospitalar</strong> não apenas melhora a experiência do paciente, mas também garante um sistema mais sustentável para as futuras gerações.&nbsp;</p><p>Portanto, o Espírito Santo prova que, com parcerias estratégicas e inovação, é possível<strong> transformar a saúde pública </strong>e impactar positivamente a vida de milhares de pessoas.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Quer transformar a gestão do seu hospital e otimizar o acesso à saúde?&nbsp;</strong></h3><p>Fale agora mesmo com a <a
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<item><title>Transformação operacional: como o Hospital Santo Antônio de Blumenau economizou 1.500 diárias e elevou o faturamento em R$ 10 Milhões</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/transformacao-operaciona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=transformacao-operaciona</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 20:47:22 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[transformação operacional]]></category>
<category><![CDATA[desperdícios assistenciais]]></category>
<category><![CDATA[eficiência hospitalar]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32161</guid><description><![CDATA[<p>A transformação operacional do setor hospitalar passa pela adoção de estratégias inovadoras que promovem eficiência e sustentabilidade financeira.&#160; Um case de sucesso que vamos tratar no artigo é o do Hospital Santo Antônio de Blumenau, que, utilizando a plataforma Valor Saúde Brasil e a metodologia DRG Brasil, redefiniu sua governança clínica e operacional, alcançando resultados [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>A <strong>transformação operacional </strong>do setor hospitalar passa pela adoção de estratégias inovadoras que promovem eficiência e sustentabilidade financeira.&nbsp;</p><p>Um case de sucesso que vamos tratar no artigo é o do <strong><a
href="https://www.hsan.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospital Santo Antônio de Blumenau</a></strong>, que, utilizando a <strong>plataforma Valor Saúde</strong> <strong>Brasil </strong>e a <strong>metodologia DRG Brasil</strong>, redefiniu sua governança clínica e operacional, alcançando resultados significativos para a instituição.</p><p>A seguir, conheça a trajetória de sucesso dessa instituição e veja os maiores resultados após a implementação.</p><p></p><h2 class="wp-block-heading">Identificando os desafios da Gestão Hospitalar</h2><p>Com a crescente demanda por eficiência, os hospitais enfrentam grandes desafios na gestão de leitos, controle de custos e qualidade do atendimento.</p><p>No Hospital Santo Antônio de Blumenau, análises apontaram que 30% das diárias poderiam ser evitadas, demonstrando a necessidade de <strong>otimizar processos hospitalares</strong> e <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>.&nbsp;</p><p>Aplicar uma <strong>gestão hospitalar eficiente</strong> foi essencial nesse processo.&nbsp;</p><p>Portanto, melhorar a ocupação dos leitos e garantir que os recursos fossem utilizados corretamente tornou-se prioridade.&nbsp;</p><p>Além disso, <strong>reduzir diárias desnecessárias </strong>gerou impactos diretos na saúde financeira do hospital.&nbsp;</p><p>Ao identificar esses desafios, o Hospital Santo Antônio de Blumenau decidiu investir em uma <strong>transformação operacional</strong> que integrasse tecnologia, análise de dados e modelos de pagamento atrelados à performance.</p><p>Convidamos você a conhecer cada uma das estratégias que resultaram em destaque na saúde.</p><p></p><h2 class="wp-block-heading">Conheça os 3 pilares da transformação operacional</h2><p>A implementação dessa mudança se baseou em 3 pilares fundamentais: <strong>governança clínica, transformação digital e modelos de pagamento por performance</strong>.</p><p>Veja agora como a <strong>transformação operacional </strong>aconteceu:<br></p><ol><li><strong>Governança Clínica fortalecida com o DRG Brasil</strong></li></ol><p>Durante a Jornada Valor em Saúde Brasil 2024, Rafael Bertuol, Gerente Geral do Hospital Santo Antônio de Blumenau, destacou a importância do DRG Brasil como ferramenta de análise da <strong>permanência dos pacientes</strong>.&nbsp;</p><p>Essa metodologia permitiu a realização de uma análise detalhada para identificar <strong>desperdícios assistenciais </strong>e ajustar processos.</p><p>Como resultado, a ocupação dos leitos melhorou, elevando a satisfação dos pacientes.&nbsp;</p><p>Além disso, iniciativas como o &#8220;Café com Leitos&#8221; e o &#8220;huddle de controle de qualidade&#8221; fortaleceram a comunicação entre as equipes, garantindo uma <strong>colaboração mais eficiente no acompanhamento dos pacientes</strong> e na <strong>liberação de leitos</strong>.<br></p><ol
start="2"><li><strong>Transformação digital na saúde impulsionando a eficiência</strong></li></ol><p>A adoção da tecnologia foi essencial para <strong>agilizar diagnósticos </strong>e <strong>otimizar decisões estratégicas</strong>.</p><p>A automação de processos e a extração de dados facilitaram o acompanhamento da <strong>permanência dos pacientes</strong>, permitindo intervenções mais precisas.&nbsp;</p><p>Além disso, o uso de inteligência artificial trouxe mais assertividade para <strong>decisões clínicas</strong>, enquanto <strong>contratos médicos baseados em performance </strong>ajudaram a garantir tratamentos alinhados aos protocolos de excelência.</p><p>A<strong> transformação digital na saúde</strong> também foi fundamental para a área de obstetrícia, ajudando a ajustar métricas e<strong> reduzir internações desnecessárias.</strong>&nbsp;</p><p>Logo, o foco na eficiência refletiu na <strong>melhoria da gestão hospitalar</strong> e na <strong>redução de custos assistenciais</strong>.</p><p></p><ol
start="3"><li><strong>Pagamento por performance: estimulando a eficiência operacional</strong></li></ol><p>Para tornar o atendimento mais eficiente e motivar as equipes, o Hospital Santo Antônio adotou <strong>modelos remuneratórios baseados em valor</strong>, com <strong>pagamento por performance</strong>.&nbsp;</p><p>Esse sistema atrelou a remuneração ao cumprimento de protocolos e metas de eficiência, garantindo um atendimento mais ágil e seguro.</p><p>Além disso, encontros diários no &#8220;huddle de controle de qualidade&#8221; permitiram identificar rapidamente problemas e implementar soluções.<br><br>Esse monitoramento constante resultou em um <strong>maior número de altas</strong> realizadas até as 9h, <strong>liberando leitos mais rapidamente</strong> e otimizando a <strong>gestão hospitalar</strong>.</p><p><strong>Assista ao case completo da Jornada 2024 e fique por dentro dessa história inspiradora:</strong></p><iframe
width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/7CjCUdE5jes?si=JVuKjJDEaD96m94v" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe><h2 class="wp-block-heading">Resultados operacionais e financeiros alcançados com a transformação operacional</h2><p>A implementação dessas estratégias transformadoras não só modernizou a gestão do Hospital Santo Antônio de Blumenau, como também gerou resultados mensuráveis que podem servir de inspiração para outras instituições. Entre os resultados, destacam-se:</p><ul><li>Fortalecimento da governança clínica: análise e otimização da permanência hospitalar com o DRG Brasil.</li><li>Transformação digital: acelerando diagnósticos e processos hospitalares.</li><li>Economia significativa: redução de 1.519 diárias hospitalares.</li><li>Melhoria de indicadores: aumento na taxa de ocupação e satisfação dos pacientes.</li><li>Inteligência artificial na gestão: potencializando decisões estratégicas.</li><li>Modelo de pagamento por performance: motivando eficiência e excelência.</li><li>Altas até as 9h: estratégias como o huddle de controle de qualidade para reduzir custos e otimizar recursos.</li><li>Resultados financeiros e operacionais: superávit estimado em 10 milhões de reais.</li></ul><p><strong>Quer se aprofundar em casos similares e entender como a integração entre tecnologia e gestão pode revolucionar a saúde? Confira também os artigos e cases disponíveis no</strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/materiais/"><strong> blog DRG Brasil</strong></a><strong>.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão: o que é esperado para o futuro da Gestão Hospitalar?</h2><p>O case do Hospital Santo Antônio de Blumenau demonstra como a <strong>transformação operacional </strong>pode gerar impactos positivos na <strong>gestão hospitalar</strong>.&nbsp;</p><p>E este é apenas o início de uma série de histórias que reforçam como tecnologia e inovação estão revolucionando o futuro da saúde no Brasil.&nbsp;</p><p>Ao investir em<strong> inovação, governança clínica eficiente e novos modelos de remuneração,</strong> a instituição obteve ganhos financeiros expressivos e, ao mesmo tempo, aprimorou a<strong> qualidade assistencial</strong>.</p><p>E para você, fica a mensagem: aliar <strong>transformação digital na saúde </strong>a estratégias de <strong>gestão hospitalar eficiente</strong> pode revolucionar o setor, garantindo melhores resultados e sustentabilidade no longo prazo.</p><p></p><h3 class="wp-block-heading">Pronto para transformar a gestão do seu hospital?&nbsp;</h3><p>Chegou a hora de descobrir qual estratégia utiliza para promover <strong>eficiência na gestão hospitalar.</strong><br>Entre em contato com a nossa equipe especializada e descubra como sua instituição pode alcançar resultados similares.<a
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<item><title>Economia em Saúde: reduzindo desperdícios assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/economia-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=economia-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 18:47:21 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[economia em saúde]]></category>
<category><![CDATA[redução de desperdícios]]></category>
<category><![CDATA[desperdícios assistenciais]]></category>
<category><![CDATA[eventos adversos]]></category>
<category><![CDATA[eficiência hospitalar]]></category>
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<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32073</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A economia em saúde é um tema importante em um cenário onde a eficiência dos serviços de saúde é constantemente desafiada.&#160; Um dos principais fatores que impactam negativamente essa economia são os eventos adversos hospitalares, que se referem a complicações indesejadas durante a assistência hospitalar.&#160; Esses eventos, frequentemente preveníveis, não apenas aumentam os custos [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>economia em saúde</strong> é um tema importante em um cenário onde a eficiência dos serviços de saúde é constantemente desafiada.&nbsp;</p><p>Um dos principais fatores que impactam negativamente essa economia são os <strong>eventos adversos hospitalares</strong>, que se referem a complicações indesejadas durante a assistência hospitalar.&nbsp;</p><p>Esses eventos, frequentemente preveníveis, não apenas aumentam os custos hospitalares, mas também comprometem a segurança do paciente e a qualidade do cuidado.&nbsp;</p><p>Neste artigo, exploraremos as implicações financeiras na <strong>economia em saúde </strong>e apresentaremos abordagens práticas para mitigar seus efeitos.</p><p>Desta maneira, é possível promover um sistema de saúde mais eficiente e sustentável.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">O que são Eventos Adversos Hospitalares?</h2><p><strong>Eventos adversos hospitalares </strong>são condições clínicas ou complicações que se desenvolvem como resultado de falhas no processo assistencial durante a internação hospitalar.&nbsp;</p><p>Por exemplo, um paciente admitido para tratar uma pneumonia pode desenvolver uma infecção por cateter intravenoso durante o tratamento.&nbsp;</p><p>Essa infecção, não presente na admissão do paciente, é um evento adverso e uma complicação indesejada do processo de cuidado.&nbsp;</p><p>Ao contrário das complicações esperadas, que podem ser previstas com base na condição médica do paciente e no tratamento planejado, <strong>eventos adversos hospitalares</strong> são resultados inesperados.</p><p>Eles causam danos ao paciente e frequentemente podem ser evitados.</p><p>Por isso, a <strong>segurança do paciente</strong> é tão importante quando se pensa em prever esses eventos ao planejar a <strong>economia em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Impactos dos Eventos Adversos Hospitalares na Economia em Saúde</h2><p>Na <strong>economia em saúde</strong>, os <strong>eventos adversos hospitalares</strong> causam impacto nos custos diretos e indiretos.&nbsp;</p><p>Como exemplo, tem-se as infecções hospitalares ou complicações cirúrgicas, que geram custos diretos significativos para o sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Esses custos incluem tratamentos adicionais, prolongamento da internação e aumento das taxas de readmissão.&nbsp;</p><p>Além dos impactos imediatos na <strong>economia em saúde</strong>, <strong>eventos adversos hospitalares </strong>também acarretam custos indiretos, que se manifestam em consequências a longo prazo.&nbsp;</p><p>Esses efeitos podem incluir a perda de produtividade dos profissionais de saúde, o aumento do absenteísmo e um impacto negativo na reputação do hospital.&nbsp;</p><p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 10% dos pacientes hospitalizados sofrem algum tipo de evento adverso, e muitas dessas ocorrências são preveníveis.&nbsp;</p><p>Além disso, estudos indicam que entre 50% e 70% dos <strong>eventos adversos hospitalares</strong> podem ser evitados com abordagens sistemáticas e protocolos de segurança bem implementados.&nbsp;</p><p>No Brasil, pesquisas demonstram que a incidência de eventos adversos é significativa, onde as falhas preventivas contribuem para uma alta taxa de mortalidade e morbidade.</p><h2 class="wp-block-heading">O Custo dos Eventos Adversos Hospitalares no sistema de saúde e na vida das pessoas</h2><p>Os eventos adversos não só prolongam o tempo de internação e aumentam a necessidade de tratamentos adicionais.</p><p>Porém, eles também elevam os <strong>custos hospitalares</strong> de maneira significativa.&nbsp;</p><p>Por exemplo, infecções de corrente sanguínea associadas ao uso de cateter venoso central e pneumonias relacionadas à ventilação mecânica são condições adquiridas com alto custo adicional para os hospitais.&nbsp;</p><p>Portanto, cada caso de pneumonia associada à ventilação mecânica pode adicionar mais de 47 mil dólares aos custos hospitalares nos Estados Unidos, com uma taxa de mortalidade atribuível que torna esses eventos uma das principais preocupações para gestores e profissionais de saúde.</p><p>No Brasil, o impacto financeiro dos eventos adversos é igualmente preocupante. O estudo de 2018 “II Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil” estimou, a partir da base de dados da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil +IA, que os eventos adversos graves prolongam o tempo médio de internação hospitalar em mais de 10 dias e aumentam significativamente a mortalidade.&nbsp;</p><p>Além disso, esses eventos reduzem as margens operacionais dos hospitais e das operadoras, que enfrentam desafios adicionais para manter a sustentabilidade financeira em um ambiente de crescente pressão por eficiência e redução de custos na <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>As consequências da insegurança do paciente vão além dos eventos adversos hospitalares e do aumento dos custos assistenciais.&nbsp;</p><p>Com isso, elas incluem morbidade e formas mais sutis de prejuízos ao paciente e à família, como a perda da dignidade e do respeito, sofrimento psíquico e quebra de confiança no sistema de saúde, no governo e nos profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Além disso, os profissionais de saúde também sofrem impactos psicológicos profundos, como raiva, culpa, sentimento de inadequação, depressão e até mesmo risco de suicídio, devido a falhas reais ou percebidas.&nbsp;</p><p>Ou seja, a iminente ameaça de ações legais pode agravar esses sentimentos, levando à perda de confiança na própria capacidade profissional.&nbsp;</p><p>Logo, o medo da punição faz com que muitos profissionais de saúde hesitem em relatar erros.</p><p>Portanto, a abordagem de culpar ou punir indivíduos por erros que frequentemente resultam de falhas sistêmicas não resolve as causas subjacentes e não impede a repetição desses erros.&nbsp;</p><p>Por isso, especialistas em <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metas-internacionais-de-seguranca-do-paciente/"><strong>segurança do paciente</strong></a> e formuladores de políticas estão cada vez mais focados em melhorar a segurança dos sistemas de saúde para reduzir a probabilidade de erros e mitigar seus efeitos, ao invés de se concentrar apenas em intervenções punitivas sobre um indivíduo.&nbsp;</p><p>Inclusive, as falhas devem ser vistas como oportunidades para mudanças construtivas na prestação de cuidados e na <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>A visão maniqueísta que divide os envolvidos em culpados e vítimas é desprovida de base científica e contribui significativamente para o atraso na aplicação de conhecimentos que poderiam mitigar o problema.&nbsp;</p><p>Como resultado, vidas são perdidas, <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/">recursos são desperdiçados</a>, e tanto as famílias quanto os profissionais de saúde sofrem, apesar dos esforços das empresas, instituições e governo.&nbsp;</p><p>Todos, incluindo pacientes e suas famílias, têm a responsabilidade de articular esforços e alocar recursos baseados na ciência para transformar a segurança do sistema de saúde brasileiro.</p><h2 class="wp-block-heading">Abordagens para Melhorar a Segurança Assistencial</h2><p>A redução de eventos adversos e a melhoria da segurança do paciente requerem uma abordagem multifacetada, que envolve a implementação de protocolos de segurança, treinamento contínuo de pessoal e a adoção de uma cultura organizacional que priorize a segurança e a<strong> melhoria da qualidade assistencial</strong>.&nbsp;</p><p>O <a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/pnsp">Programa Nacional de Segurança do Paciente</a> (PNSP), instituído pelo Ministério da Saúde, é um exemplo de iniciativa que visa promover a segurança do paciente através de diretrizes claras e ações coordenadas nos hospitais.</p><p>O uso de pacotes de cuidado (bundles), uma abordagem estruturada que combina várias práticas baseadas em evidências para melhorar os resultados do paciente, tem mostrado eficácia na redução de eventos adversos.&nbsp;</p><p>Esses pacotes de cuidados são projetados para serem aplicados de forma consistente e rigorosa, garantindo que todas as etapas críticas para a segurança do paciente sejam seguidas.</p><p>Além disso, a aplicação de ferramentas de gestão de riscos, como a ISO 31000, fornece uma estrutura para identificar, analisar e mitigar riscos de segurança no ambiente hospitalar.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading">Segurança do Paciente é Prioridade na Economia em Saúde</h3><p>A integração dessas práticas na rotina hospitalar é essencial para criar um ambiente mais seguro e eficaz para os pacientes e para a equipe e <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>A segurança do paciente é um componente fundamental para a&nbsp; <strong>melhoria da qualidade assistencial</strong> e a sustentabilidade dos sistemas de saúde.&nbsp;</p><p><strong>Reduzir os desperdícios assistenciais</strong> através da prevenção de eventos adversos não só melhora os resultados para os pacientes, mas também reduz os custos operacionais e melhora a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/">eficiência hospitalar.</a>&nbsp;</p><p>Implementar práticas baseadas em evidências, fortalecer a cultura de segurança e utilizar ferramentas de gestão de riscos são passos essenciais para alcançar um cuidado de saúde mais seguro e eficaz.</p><p>Para maximizar a eficácia da gestão de riscos e melhorar a<strong> segurança assistencial</strong>, é fundamental adotar uma abordagem integrada que envolva todos os stakeholders.</p><p>Com isso, é preciso envolver desde líderes governamentais até profissionais de saúde e pacientes.&nbsp;</p><p>As diretrizes para construir um sistema de saúde mais seguro incluem:</p><ul><li><strong>Estabelecimento de uma Cultura de Segurança Não Punitiva</strong>: Os líderes devem fomentar uma cultura onde as falhas são vistas como oportunidades de aprendizado e melhoria, promovendo um ambiente de trabalho que priorize a segurança do paciente.</li><li><strong>Qualificação da Rede Hospitalar</strong>: É essencial melhorar a infraestrutura e os processos hospitalares, garantindo que todos os hospitais tenham condições adequadas para fornecer cuidados de alta qualidade.</li><li><strong>Mudança do Modelo de Pagamento</strong>: Incentivar modelos que recompensem a qualidade e a segurança em vez da quantidade de serviços prestados.</li><li><strong>Transparência e Acesso à Informação</strong>: Melhorar o acesso dos usuários às informações sobre a qualidade e os resultados assistenciais dos hospitais, promovendo uma escolha informada e consciente dos serviços de saúde​</li></ul><p>Convidamos você a conhecer mais sobre a segurança do paciente e a redução de desperdícios em saúde. Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/4-alvos-assistenciais/">aqui </a>e leia mais no Blog Valor em Saúde e conheça os 4 alvos assistenciais.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
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