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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>gestão de saúde Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/tag/gestao-de-saude/</link>
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<item><title>Valor em Saúde: Métricas para um Sistema de Saúde Baseado em Valor</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=valor-em-saude-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 12:57:11 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32038</guid><description><![CDATA[<p>Valor em saúde nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&#160; No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por cuidados de saúde de qualidade é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os resultados baseados em valor [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><strong>Valor em saúde</strong> nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&nbsp;</p><p>No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por <strong>cuidados de saúde de qualidade</strong> é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os <strong>resultados baseados em valor</strong> para os pacientes.&nbsp;</p><p>Assim, um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> visa maximizar a <strong>qualidade assistencial</strong> ao menor custo possível, garantindo uma experiência positiva para o paciente ao longo de sua trajetória no sistema.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Valor em Saúde?</h2><p><strong>Valor em saúde</strong> pode ser definido como a <strong>qualidade assistencial</strong> dividida pelo custo total dos cuidados prestados, incluindo a experiência do paciente.&nbsp;</p><p>Ou seja, essa abordagem enfatiza a importância de entregar o melhor cuidado possível, utilizando recursos de maneira eficiente e eliminando procedimentos desnecessários.</p><p>Contudo, o oposto de valor é o desperdício — qualquer uso de recursos que não contribua para melhorar os resultados de saúde dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é medição de Valor em Saúde?&nbsp;</h2><p>A medição de <strong>valor em saúde</strong> é um processo multidimensional que vai além dos indicadores tradicionais de desempenho.&nbsp;</p><p>Dois dos principais referenciais internacionais para a medição de<strong> valor em saúde </strong>são os critérios do <strong>Institute of Medicine (IOM) e do Institute for Healthcare Improvement (IHI)</strong>.</p><p>O <strong>IOM</strong> define seis domínios de qualidade que são essenciais para um sistema de saúde de alto valor:</p><ol><li><strong>Segurança</strong>: Evitar danos aos pacientes durante o cuidado.</li><li><strong>Eficácia</strong>: Fornecer serviços com base na ciência e evitar o uso excessivo ou insuficiente de cuidados.</li><li><strong>Centralidade no paciente</strong>: Garantir que os cuidados respeitem e respondam às preferências, necessidades e valores dos pacientes.</li><li><strong>Oportunidade</strong>: Reduzir atrasos que possam prejudicar a saúde dos pacientes.</li><li><strong>Eficiência</strong>: Evitar desperdícios, incluindo tempo e recursos.</li><li><strong>Equidade</strong>: Garantir que a <strong>qualidade do cuidado em saúde </strong>não varie por características pessoais como gênero, etnia, localização geográfica ou status socioeconômico.</li></ol><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>IHI</strong></a> complementa esses domínios com seu Triple Aim, que propõe três dimensões para a otimização dos sistemas de saúde:</p><ol><li><strong>Melhoria da experiência do paciente</strong>: Incluindo qualidade e satisfação.</li><li><strong>Melhoria da saúde da população</strong>: Aumentando os resultados de saúde em nível populacional.</li><li><strong>Redução dos custos per capita de cuidados de saúde</strong>: Tornando o sistema mais sustentável economicamente.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Metodologias para medição</h2><p><strong>Resultados Relatados pelo Paciente</strong></p><p>Aqui, um componente essencial para um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> é a medição de desempenho, que inclui tanto métricas de qualidade clínica quanto medidas de resultados relatados pelos pacientes (Patient-Reported Outcomes Measures &#8211; PROMs).</p><p>Essas métricas ajudam a capturar a experiência do paciente e os resultados percebidos, indo além dos indicadores tradicionais de saúde, como taxa de mortalidade e morbidade.</p><p>Contudo, as PROMs são frequentemente utilizadas para avaliar o impacto de tratamentos na qualidade de vida dos pacientes, bem como a eficácia das intervenções realizadas.</p><p>Portanto, ao incluir a perspectiva do paciente, os sistemas de saúde conseguem alinhar melhor suas práticas com as necessidades e expectativas de quem está sendo atendido.</p><p>Neste cenário, o <strong>International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM)</strong> desempenha um papel fundamental na padronização da medição de desfechos em saúde globalmente.</p><p>O <a
href="https://www.ichom.org/"><strong>ICHOM</strong></a> desenvolve conjuntos de medidas padronizadas para diversas condições de saúde, conhecidas como Standard Sets, que incluem desfechos clínicos e relatados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Essas medidas são projetadas para capturar o que realmente importa para os pacientes, como a qualidade de vida, a funcionalidade após o tratamento e a satisfação com o cuidado recebido.</p><p>Logo, a adoção dos Standard Sets do ICHOM permite que sistemas de saúde, hospitais e clínicas comparem seus <strong>resultados baseados em valor</strong> de maneira consistente, identifiquem melhores práticas e promovam a <strong>melhoria contínua na saúde</strong>.</p><p>Ao focar nos desfechos que importam para os pacientes, o ICHOM ajuda a alinhar os cuidados de saúde com o valor real gerado para os pacientes, facilitando a transição para <strong>modelos de saúde baseados em valor</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">O Papel dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) mais Inteligência Artificial na medição de valor em saúde</h3><p>Para alcançar o <strong>valor em saúde </strong>em uma instituição, é essencial focar em quatro alvos principais:</p><ol><li><strong>Uso eficiente do leito hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes permaneçam hospitalizados apenas pelo tempo necessário para o tratamento seguro.</li><li><strong>Aumento da segurança assistencial</strong>: Reduzir ao mínimo os eventos adversos e complicações durante a assistência.</li><li><strong>Redução de internações evitáveis</strong>: Evitar hospitalizações desnecessárias por meio de intervenções precoces e eficazes na atenção primária.</li><li><strong>Diminuição de readmissões hospitalares não planejadas</strong>: Prevenir readmissões por meio de uma transição de cuidados adequada e suporte contínuo ao paciente após a alta hospitalar.</li></ol><p>Em suma, a metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) se destaca.</p><p>Em resumo, essa metodologia classifica os pacientes em grupos homogêneos com base na complexidade assistencial, permitindo uma gestão mais eficiente dos leitos hospitalares e uma análise precisa dos custos e resultados dos tratamentos.&nbsp;</p><p>Logo, ao categorizar os pacientes, o DRG ajuda hospitais e operadoras de saúde a otimizar o uso de recursos, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Contudo, como o próprio nome diz, o DRG é uma ferramenta amplamente utilizada para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e a <strong>transformação da qualidade assistencial com saúde baseada em valor</strong> do atendimento hospitalar.</p><h3 class="wp-block-heading">Histórico da Metodologia DRG</h3><p>Essa metodologia, desenvolvida inicialmente na década de 1970 nos Estados Unidos, permite que os hospitais classifiquem os pacientes com base na condição clínica que determinou a internação, as complicações associadas, procedimentos realizados e outras variáveis.&nbsp;</p><p>Pois, ao agrupar pacientes com características clínicas e riscos similares, o DRG torna o consumo de recursos mais previsível e comparável.</p><p>Em suma, ao utilizar a <strong>metodologia DRG</strong>, os hospitais podem melhorar significativamente o giro de leitos, diminuir o tempo de permanência hospitalar desnecessário e reduzir a ocorrência de eventos adversos.</p><p>Por isso, a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>metodologia DRG</strong></a> apoia a transição segura do cuidado e facilita a desospitalização segura, promovendo melhores resultados clínicos e operacionais.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/resultados-economicos-e-assistenciais-de-hospitais-com-o-drg-brasil/"><strong>aqui</strong></a><strong> e saiba mais sobre a metodologia DRG Brasil e como ela está melhorando os resultados econômicos e assistenciais dos hospitais.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA na Medição de Valor</h2><p>O <strong>DRG Brasil</strong> é o software nacional do sistema de Grupos de Diagnósticos Relacionados, que classifica pacientes internados com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o cuidado de acordo com as características da população brasileira e do nosso sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Logo, o <strong>DRG Brasil</strong> utiliza, além do algoritmo padrão, algoritmos de inteligência artificial (IA) para analisar grandes volumes de dados de saúde.</p><p>Além disso, a IA é usada para identificar padrões que podem indicar ineficiências e oportunidades para melhorar os resultados clínicos e operacionais.</p><p>Além disso, a metodologia multinível do DRG Brasil permite uma análise detalhada dos diferentes aspectos do cuidado, desde a admissão até a alta hospitalar, facilitando uma gestão mais precisa dos recursos.&nbsp;</p><p>Ou seja, esses recursos analíticos compõem a <strong>Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA</strong>.</p><p><strong>Veja </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/52-dos-hospitais-brasileiros-listados-no-the-worlds-best-hospitals-in-brazil-2024-ranking-da-revista-newsweek-usam-a-plataforma-valor-saude-by-drg-brasil-inteligencia-artificial/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os melhores hospitais estão impulsionando seus resultados com a Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA.</strong></p><p>Em suma, a plataforma é fundamental para processar informações complexas e fornecer elementos sobre como otimizar o uso de leitos hospitalares, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Portanto, a IA ajuda a identificar quais pacientes podem se beneficiar de cuidados ambulatoriais em vez de internações prolongadas, bem como prever quais pacientes estão em risco de readmissão ou complicações, permitindo intervenções mais proativas e eficazes.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, a implementação de métricas para um sistema de saúde baseado em valor é fundamental para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong>, a qualidade e a segurança dos cuidados prestados.</p><p>Em suma, ao focar na eliminação de desperdícios e na entrega de valor, os sistemas de saúde não só melhoram os resultados clínicos.</p><p>Mas, também aumentam a satisfação do paciente e reduzem os custos, beneficiando toda a sociedade.</p><p>Por fim, a utilização de metodologias robustas de medição proporciona um framework abrangente para alcançar um sistema de saúde verdadeiramente baseado em valor.</p><p>Chegou até aqui? <strong>Saiba como a metodologia DRG Brasil</strong> pode beneficiar a sua instituição de saúde e melhorar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>modelos de governança clínica</strong></a> com a redução de desperdícios.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/physician-noting-down-symptoms-patient_3469656.htm#from_view=detail_alsolike"><strong><em>rawpixel by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Saúde Baseada em Valor e Governança Clínica: um novo caminho para a eficiência e qualidade</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saude-baseada-em-valor-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:03:31 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32032</guid><description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a busca pela saúde baseado em valor que promova uma governança clínica sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.  Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais. Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Nos últimos anos, a busca pela <strong>saúde baseado em valor </strong>que promova uma <strong>governança clínica </strong>sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.</p><p>Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais.</p><p>Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um momento que pressionou os recursos e os orçamentos e surge a necessidade de maior <strong>eficiência no sistema de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Em países de alta renda, como os Estados Unidos, França e Japão, os gastos com saúde superam 10% do Produto Interno Bruto (PIB), evidenciando a necessidade urgente de um modelo que priorize o<strong> valor em saúde </strong>sobre o volume.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Saúde Baseada em Valor?</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong>, conhecida internacionalmente como Value-Based Healthcare (VBHC), é um modelo que busca alinhar o sistema de saúde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O contrário disso, é focar exclusivamente no retorno financeiro sobre o investimento.&nbsp;</p><p>Por consequência, esse modelo propõe que o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>valor em saúde</strong></a> seja medido pelos benefícios reais de saúde alcançados para os pacientes, comparados aos custos dos recursos utilizados para obter esses resultados.</p><p>Mas,<strong> como implementar saúde baseada em valor no sistema de saúde</strong>? A proposta <strong>&nbsp;</strong>se apoia em quatro pilares principais:</p><ol><li><strong>Valor Pessoal</strong>: Cuidado adequado para atingir os objetivos individuais dos pacientes.</li><li><strong>Valor Técnico</strong>: Melhores resultados possíveis com os recursos disponíveis.</li><li><strong>Valor Alocativo</strong>: Distribuição equitativa dos recursos entre todos os grupos de pacientes.</li><li><strong>Valor Social</strong>: Contribuição dos cuidados de saúde para a participação e conectividade social.</li></ol><p>Portanto, esses pilares ajudam a orientar a transição de um modelo tradicional de saúde, focado na quantidade de procedimentos realizados, para um sistema que valoriza os resultados obtidos e a <strong>eficiência e qualidade em saúde</strong> e dos serviços prestados.</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios e Oportunidades da Saúde Baseada em Valor</h2><p>Implementar um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> exige uma mudança significativa nas práticas e políticas estabelecidas há décadas.&nbsp;</p><p>Aliás, países que adotam esse modelo enfrentam desafios como a inércia, sistemas fragmentados e limitações da infraestrutura de saúde existente.&nbsp;</p><p>No entanto, essas barreiras também representam oportunidades para avançar na criação de <strong>modelos de governança clínica </strong>mais centrado no paciente e baseado em valor.</p><p>No Brasil, por exemplo, a adaptação para um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> é vista como uma necessidade para aumentar a <strong>eficiência no sistema de saúde</strong> e reduzir os desperdícios no sistema.&nbsp;</p><p>Estudos indicam que entre 20% e 40% dos gastos com saúde são considerados desperdícios devido a ineficiências operacionais.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir esses desperdícios e realocar os recursos para cuidados que realmente importam pode gerar melhores resultados e, consequentemente, aumento do<strong> valor em saúde</strong> e maior satisfação dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Elementos Facilitadores</h2><p>Quais são os elementos facilitadores para<strong> resultados baseados em valor</strong>?</p><p>Para que a<strong> saúde baseada em valor</strong> se torne uma realidade, fazem-se necessárias uma série de iniciativas.</p><p>Entre elas: governos, operadoras de saúde, prestadores de serviços, entidades médicas e representantes dos pacientes precisam trabalhar juntos para criar um ambiente propício.&nbsp;</p><p>Esse esforço conjunto deve incluir:</p><ul><li><strong>Políticas de capacitação</strong>: Desenvolvimento de competências nos conceitos e princípios da saúde baseada em valor.</li><li><strong>Cuidados integrados e centrados no paciente</strong>: Garantia de que todos os níveis de cuidado estão conectados e focados nas necessidades dos pacientes.</li><li><strong>Mensuração de desfechos padronizados e custos</strong>: Implementação de métricas claras para avaliar a eficácia e a eficiência dos cuidados.</li><li><strong>Modelos remuneratórios baseados em valor</strong>: Reestruturação da forma como os serviços de saúde são remunerados, para que os pagamentos estejam atrelados aos resultados obtidos.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Martini Klinik: Um Exemplo de Sucesso na Saúde Baseada em Valor</h2><p>Você sabia? Um dos exemplos mais notáveis de implementação bem-sucedida da <strong>saúde baseada em valor</strong> é a <a
href="https://www.martini-klinik.de/">Martini Klinik</a>.</p><p>Localizada em Hamburgo, Alemanha, esta clínica é especializada no tratamento do câncer de próstata e é reconhecida mundialmente por seus resultados excepcionais em desfechos de saúde e <strong>eficiência operacional.</strong></p><p>Desde sua fundação, a Martini Klinik focou em um modelo de atendimento altamente especializado e centrado no paciente, coletando dados detalhados sobre os resultados de saúde e os custos associados a cada tratamento.&nbsp;</p><p>A clínica utiliza esses dados para constantemente melhorar a <strong>qualidade dos cuidados em saúde </strong>oferecidos.&nbsp;</p><p>Como resultado, a Martini Klinik conseguiu alcançar taxas de complicações significativamente mais baixas e melhores resultados de longo prazo para os pacientes em comparação com outras instituições.</p><p>Além de sua especialização, a Martini Klinik se destaca por sua transparência e compromisso com a<strong> qualidade assistencial</strong>.&nbsp;</p><p>A clínica publica regularmente seus resultados de saúde, permitindo que pacientes e outros profissionais de saúde vejam claramente o impacto de seus tratamentos.&nbsp;</p><p>Esta prática, a transparência não apenas fortalece a confiança dos pacientes, mas também permite que a clínica aprimore continuamente seus métodos de tratamento.</p><p>Ao longo dos anos, a Martini Klinik conseguiu se tornar um modelo mundial de referência para a<strong> saúde baseada em valor</strong>, demonstrando que é possível melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, reduzir custos e aumentar a satisfação dos pacientes.&nbsp;</p><p>A clínica atende milhares de pacientes anualmente e, por seu foco exclusivo na <strong>eficiência e na qualidade</strong>, continua liderando o campo de tratamento do câncer de próstata em escala global.&nbsp;</p><p>Seus resultados mostram que um modelo de saúde verdadeiramente centrado no valor pode gerar benefícios significativos tanto para os pacientes quanto para o <strong>sistema de saúde</strong> como um todo.</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/20-instituicoes-lideres-nacionais-na-entrega-de-valor-em-saude-iniciaram-a-implantacao-de-sets-do-ichom/"><strong>aqui </strong></a><strong>outros exemplos de líderes nacionais que entregam valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong> representa uma mudança fundamental na forma como os cuidados são prestados e remunerados, trazendo benefícios significativos para pacientes, profissionais de saúde e a sociedade como um todo.</p><p>Adotar esse modelo exige esforço, comprometimento e colaboração entre todas as partes interessadas, mas os resultados alcançados prometem transformar o cuidado em saúde de maneira profunda e duradoura.</p><p>Quer saber as <strong>estratégias para eficiência e qualidade com saúde baseada em valor?</strong> <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/">Fale com nossa equipe de especialistas</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/young-doctor-supporting-his-patient_863047.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=13&amp;uuid=09d8c0ad-19f0-4d3e-b94c-d48727967521"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
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<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
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<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 15:15:27 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[institucional]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32022</guid><description><![CDATA[<p>Introdução O conceito de “governança clínica” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&#160; No entanto, os sistemas de saúde têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O conceito de “<strong>governança clínica</strong>” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&nbsp;</p><p>No entanto, os<strong> sistemas de saúde</strong> têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não é alcançada de maneira eficaz, resultando em desperdícios significativos de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é uma forma estruturada de gerenciar a qualidade dos cuidados em saúde.</p><p>Ela foca na entrega de valor, ou seja, na maximização dos resultados e <strong>qualidade em saúde</strong>, que são realmente importantes para os pacientes, utilizando os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível.&nbsp;</p><p>Quando os <strong>sistemas de saúde </strong>falham em cumprir essas premissas, os recursos são desperdiçados.&nbsp;</p><p>Ou seja, esse desperdício pode ocorrer de diversas formas: desde a hospitalização desnecessária de pacientes que poderiam receber cuidados ambulatoriais seguros até fraudes e ociosidade de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica pode traçar uma estratégia para reduzir desperdícios em saúde</h2><p>A magnitude desses desperdícios é alarmante e ter uma boa <strong>gestão clínica</strong> para a redução dos riscos e otimização dos recursos e processos é fundamental.&nbsp;</p><p>Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que 25% dos gastos anuais com saúde sejam desperdiçados, totalizando entre 760 e 935 bilhões de dólares.&nbsp;</p><p>Além disso, uma situação similar é observada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde pelo menos 20% de todo o gasto em saúde poderia ser redirecionado para cuidados com melhores resultados para os pacientes, promovendo a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Cenário dos desperdícios em instituições de saúde brasileiras</h3><p>No Brasil, os desafios são igualmente grandes, exigindo maior foco em <strong>eficiência clínica</strong>.&nbsp;</p><p>Dados da plataforma <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metodologia-drg-brasil/">DRG Brasil</a> mostram que é possível melhorar a <strong>qualidade assistencial </strong>oferecida e garantir mais economia dos recursos para os hospitais.</p><p>São fatores de desperdício:</p><ul><li>No Brasil, 50% das diárias hospitalares são evitáveis</li><li>Permanências hospitalares além do necessário para o tratamento seguro do paciente</li><li>Baixa efetividade da atenção primária</li><li>Eventos adversos evitáveis</li></ul><p>Ou seja, essas ineficiências destacam o potencial de economia e a necessidade de melhorias na <strong>governança clínica </strong>dos <strong>serviços de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Além disso, um estudo do Banco Mundial aponta que os <strong>serviços de saúde</strong> secundários e terciários no Brasil apresentam ineficiências de até 71%.&nbsp;</p><p>A saúde suplementar também não está imune a esses problemas, com estimativas indicando que o desperdício anual devido à insegurança assistencial pode chegar a 106 bilhões de reais.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica e os elos do Sistema de Saúde influenciam o cenário de desperdício</h2><p>Na <strong>governança clínica</strong>, diferentes elos do <strong>sistema de saúde</strong> — desde a atenção primária, passando pelos serviços hospitalares até os cuidados pós-hospitalares — desempenham um papel fundamental na geração ou na prevenção de desperdícios, primordiais na <strong>sustentabilidade na saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Do total dos <strong>desperdícios assistenciais</strong>, falhas na atenção primária, como a baixa resolutividade de casos sensíveis a este nível de cuidados, resultam em internações potencialmente evitáveis, contribuindo para 27% desses problemas. Já o prolongamento desnecessário das internações é responsável por 46% desse total.&nbsp;</p><p>Além disso, após a alta hospitalar, a falta de uma transição de cuidado adequada e lacunas no acompanhamento continuado dos cuidados pós-alta aumentam o risco de complicações e readmissões, representando 10% das perdas identificadas pela plataforma DRG Brasil.&nbsp;</p><p>Portanto, faz-se urgente aplicar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/indicadores-de-saude/"><strong>indicadores de qualidade clínica</strong></a> nesse ciclo de ineficiências que se perpetua quando os diferentes níveis de atenção à saúde não estão devidamente integrados, aumentando os custos e comprometendo a qualidade do atendimento ao paciente.</p><h2 class="wp-block-heading">Iniciativas para Reduzir Desperdícios e Melhorar a Gestão em Saúde no Brasil</h2><p>No Brasil, há um movimento crescente em direção à <strong>governança clínica e qualidade assistencial </strong>para entrega de valor em saúde, que abrange uma ampla variedade de organizações, incluindo operadores do SUS, do setor de saúde suplementar e hospitais de diferentes portes.&nbsp;</p><p>Este movimento, que visa melhorar a <strong>qualidade e a eficiência dos serviços de saúde</strong>, visa equilibrar desfechos clínicos com sustentabilidade financeira.&nbsp;</p><p>Confira as iniciativas das organizações na transformação da <strong>governança clínica</strong>:</p><ul><li>Organizações como o Tribunal de Contas da União (TCU), a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES), e a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) são exemplos, entre tantos outros, que estão na vanguarda dessa transformação.</li><li>O TCU, por exemplo, lançou o programa <strong>&#8220;Eficiência na Saúde&#8221;</strong> para melhorar a gestão de recursos em hospitais do SUS, promovendo auditorias que identificam ineficiências e boas práticas.&nbsp;</li><li>Minas Gerais, por meio do programa Valora Minas, está focando na qualificação da assistência hospitalar, vinculando repasses de recursos a resultados assistenciais.&nbsp;</li><li>No Espírito Santo, a SESA-ES e a FEHOFES implementaram um modelo de contratualização baseado em valor, que resultou em melhorias significativas na <strong>eficiência hospitalar</strong>.</li></ul><p>Esses resultados promissores possibilitaram celebrar a <strong>colaboração entre a Valor Saúde Brasil e o ICHOM</strong>, visando auxiliar as organizações de saúde na implementação de práticas de cuidado baseadas em valor ao longo de toda a jornada do paciente no sistema de saúde brasileiro.&nbsp;</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.ichom.org/"><strong>aqui </strong></a><strong>para conhecer a página oficial do ICHOM.</strong></p><p>O ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) foi fundado por Michael Porter com o objetivo de estabelecer padrões de medição de entrega de valor em diversas linhas de cuidado e populações, utilizando conjuntos de indicadores de custos e resultados ao longo da vida dos usuários.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Esses exemplos ilustram algumas <strong>estratégias para eficiência clínica no sistema de saúde.</strong></p><p>Principalmente, o compromisso do Brasil com a transição de um modelo de saúde centrado na produção para um enfoque na <strong>sustentabilidade em saúde</strong> e valor.</p><p>Essas ações são impulsionadas pela <strong>governança clínica</strong> e apoiadas por auditorias e políticas baseadas em evidências, que têm como objetivo resultados que realmente importam para os pacientes.</p><p>Chegou até aqui? Saiba como as ferramentas da Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + IA podem auxiliar na redução dos desperdícios dos sistemas de saúde. <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/"><strong>Fale com nossos especialistas</strong></a><strong>! </strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/doctor-nurse-discussing-digital-tablet_9597416.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=14&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>wavebreakmedia_micro by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>A Revolução Silenciosa para a Sustentabilidade em Saúde nos Hospitais Filantrópicos</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sustentabilidade-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 12:46:22 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[drg brasil]]></category>
<category><![CDATA[plataforma valor saúde brasil]]></category>
<category><![CDATA[hospitais filantrópicos]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31965</guid><description><![CDATA[<p>A necessidade de uma maior sustentabilidade em saúde nos hospitais filantrópicos é real em um cenário econômico e político atual indica que não haverá novos recursos para o SUS, e o risco de agravamento do subfinanciamento crônico. Logo, esse subfinanciamento é exacerbado pelo teto dos gastos. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), houve [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>A necessidade de uma maior<strong> sustentabilidade em saúde</strong> nos <strong>hospitais filantrópicos</strong> é real em um cenário econômico e político atual indica que não haverá novos recursos para o SUS, e o risco de agravamento do subfinanciamento crônico<strong>.</strong></p><p>Logo, esse subfinanciamento é exacerbado pelo teto dos gastos. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), houve uma queda acentuada no valor per capita do piso, de R$ 615 em 2013 para R$ 573 em 2020, e a pressão para retirar recursos da saúde continua no governo atual.</p><p>É um falso dilema discutir se a causa dos problemas do SUS é o subfinanciamento ou o uso eficiente dos recursos, pois ambos são fatores contributivos.&nbsp;</p><p>No entanto, o que está ao alcance dos gestores hospitalares é a busca pela eficiência no uso desses recursos.Com isso, cada vez mais uma gestão baseada em <strong>sustentabilidade em saúde</strong> é uma necessidade dos <strong>hospitais filantrópicos</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">A revolução silenciosa na gestão de saúde começando com a contribuição do DRG Brasil</h2><p>Uma revolução silenciosa está acontecendo na <strong>gestão de saúde</strong> com a adoção do DRG Brasil em 562 hospitais e em sistemas de saúde que atendem 36,2 milhões de brasileiros.&nbsp;</p><p>O DRG Brasil é um potente medidor de desperdícios na operação hospitalar. Constatou-se que 42,4% das diárias utilizadas para tratar pacientes são desperdícios potencialmente gerenciáveis pelo hospital, o que poderia gerar caixa adicional para as instituições.</p><p>Tratar os mesmos pacientes com 42% a menos de utilização hospitalar pode ser a diferença entre ser ou não ser sustentável.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Quais são as causas desse desperdício?</h2><p>A <strong>sustentabilidade em saúde</strong> é um desafio e pode ser identificada muitas causas para o desperdício em atendimentos do SUS. São elas:</p><ol><li><strong>Hospitalizações cirúrgicas evitáveis:</strong> Um serviço de cirurgia ambulatorial integrado a uma transição de cuidados para o domicílio e incentivos econômicos para médicos e hospitais têm demonstrado alta eficácia na prevenção de internações cirúrgicas desnecessárias.</li><li><strong>Ineficiência no uso do leito hospitalar:</strong> O aumento da permanência hospitalar, além do esperado pela complexidade clínica, pode ser causado por:<ul><li>Falhas no processo assistencial hospitalar (e.g., atraso de exames).</li><li>Burocracia nas relações do hospital com o comprador de saúde (e.g., demora para autorizações).</li><li>Falhas na comunicação com a família e o paciente (e.g., demora na tomada de decisão).</li><li>Ausência de recursos extra-hospitalares para continuidade dos cuidados.</li><li>Problemas jurídicos e sociais.</li></ul></li><li><strong>Eventos adversos pós-alta:</strong> Eventos adversos que se manifestam ou se agravam após a alta e a transição inadequada do cuidado hospitalar para o nível ambulatorial podem determinar reinternações precoces potencialmente preveníveis.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Como fazer a melhor gestão para alcançar a sustentabilidade em saúde?</h2><p>Uma gestão eficaz é um dos pilares fundamentais para garantir a <strong>sustentabilidade em saúde </strong>e a qualidade dos serviços, colocando o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/experiencia-do-paciente/">paciente no centro do cuidado</a>.&nbsp;</p><p>No entanto, como vimos no artigo, um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições é o desperdício, que pode se manifestar de diversas formas, desde a utilização ineficiente de recursos até processos administrativos burocráticos.&nbsp;</p><p>Com isso, para melhorar a <strong>gestão de saúde</strong>, é crucial identificar e abordar as causas subjacentes do desperdício.&nbsp;</p><p>Neste cenário, estratégias e práticas podem ser adotadas para gerar economia e, consequentemente, otimizar a <strong>gestão de saúde</strong>.</p><p>É nessa trajetória de aumento da eficiência hospitalar e segurança assistencial que o ecossistema da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial tem atuado na <strong>sustentabilidade em saúde</strong>, possibilitando:</p><ul><li><strong>Aumentar o acesso da população aos serviços de saúde com os mesmos recursos:</strong> Como é o caso da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, que, junto a sete hospitais filantrópicos, conseguiu dar acesso a mais de 20.000 pacientes no primeiro ano de implantação, graças ao aumento da eficiência hospitalar. Esse esforço rendeu à Prefeitura de Belo Horizonte um prêmio internacional do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) pela redução do tempo de internação hospitalar.</li><li><strong>Economia significativa ao setor saúde:</strong> A Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) e a Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (SESA ES) colaboraram para aumentar o acesso da população capixaba aos serviços de saúde. Conforme publicado em 13 de maio de 2024 no portal Saúde Business, o aumento do acesso ao SUS pode gerar uma economia de R$ 22 milhões a partir da implementação do novo modelo de contratação proposto pela SESA ES através da PORTARIA Nº 076-R, DE 19 DE MAIO DE 2022.</li></ul><p>Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/">aqui</a> e confira mais cases de sucesso em <strong>hospitais filantrópicos </strong>com o DRG Brasil.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Em conclusão, os desafios para a <strong>gestão de saúde</strong> hospitalar são muitos, mas também não faltam soluções viáveis e casos reais de sucesso a serem seguidos.&nbsp;</p><p>Embora o subfinanciamento não pareça solucionável a médio prazo, é possível alcançar a <strong>sustentabilidade em saúde </strong>nos <strong>hospitais filantrópicos </strong>por meio do aumento da eficiência e da segurança assistencial.</p><p>Portanto, essa é uma meta alcançável e essencial para garantir que essas instituições continuem a fornecer serviços de alta qualidade aos pacientes, mesmo em face de recursos limitados provindos do SUS.&nbsp;</p><p>A adoção de práticas sustentáveis com o apoio da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial, pode resultar em benefícios significativos tanto financeiros quanto operacionais.&nbsp;</p><p>Além disso, o engajamento da comunidade e a colaboração com outras organizações e setores são fundamentais para fortalecer a capacidade dos <strong>hospitais filantrópicos</strong> de enfrentar desafios futuros.</p><p><strong>Gostou do nosso conteúdo até aqui? Clique e veja como <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/52-dos-hospitais-brasileiros-listados-no-the-worlds-best-hospitals-in-brazil-2024-ranking-da-revista-newsweek-usam-a-plataforma-valor-saude-by-drg-brasil-inteligencia-artificial/">52% os hospitais listados no The World&#8217;s Best Hospitals in Brazil</a> implementaram o DRG Brasil em suas operações.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><em>Imagem de capa: <a
href="https://www.freepik.com/free-photo/happy-female-doctor-giving-high-fie-little-boy-who-came-with-father-hospital_25566815.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=6&amp;uuid=0d4aa8fd-10d7-4f56-8635-cc2d2e4ecaf8">Freepik</a></em></p><p>The post <a
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