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<item><title>Segurança e eficiência: como a Unimed Natal, com apoio do Grupo IAG Saúde, reduziu 10% da ineficiência operacional e elevou a qualidade assistencial</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/unimed-natal-elevou-qualidade-assistencial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unimed-natal-elevou-qualidade-assistencial</link>
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<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 20:32:53 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32323</guid><description><![CDATA[<p>A busca por eficiência, sustentabilidade e qualidade assistencial tem se intensificado no setor de saúde suplementar brasileiro. Em meio ao aumento da complexidade clínica, à elevação dos custos operacionais e à necessidade de aprimorar a experiência do paciente, a Unimed Natal decidiu promover uma transformação estruturada em seus processos internos, e para isso contou com [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>A busca por eficiência, sustentabilidade e qualidade assistencial tem se intensificado no setor de saúde suplementar brasileiro. Em meio ao aumento da complexidade clínica, à elevação dos custos operacionais e à necessidade de aprimorar a experiência do paciente, a Unimed Natal decidiu promover uma transformação estruturada em seus processos internos, e para isso contou com o suporte especializado do <strong>Grupo IAG Saúde</strong>. A atuação conjunta em tecnologia, governança clínica e mudança cultural resultou numa redução de cerca de <strong>10% da ineficiência operacional</strong> e em avanços sólidos na segurança assistencial.</p><p>A Unimed Natal enfrentava um cenário desafiador:</p><ul><li>Processos internos fragmentados entre núcleos clínicos, administrativos e assistenciais;</li><li>Baixa integração entre o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), a SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar) e o corpo clínico;</li><li>Dificuldade em consolidar dados para prever riscos assistenciais e eventos adversos;</li><li>Falta de visibilidade acurada para embasar decisões operacionais e clinicamente seguras.</li></ul><p><strong>A colaboração que acelera a transformação</strong></p><p>O <strong>Grupo IAG Saúde</strong> atuou como parceiro estratégico no projeto da Unimed Natal, oferecendo sua metodologia de “gestão por valor”, que combina:</p><ol><li><strong>Consultoria especializada em qualidade assistencial: </strong>Com décadas de experiência, o IAG Saúde já implementou metodologias de governança e gestão assistencial em centenas de organizações. Sua abordagem orientada por normas (como a RN 452) fornece uma base robusta para reestruturação de processos.<br></li><li><strong>Tecnologia avançada para análise de dados clínicos: </strong>Por meio da <strong>plataforma Valor Saúde Brasil</strong>, que integra o sistema DRG (Diagnosis Related Groups), o IAG Saúde possibilitou à Unimed Natal uma visão precisa e integrada sobre a complexidade dos pacientes e os custos associados. Essa solução permite gerar painéis inteligentes, identificar padrões de risco e antecipar eventos adversos.<br></li><li><strong>Capacitação e mudança cultural: </strong>O IAG Saúde também atua na educação e no engajamento institucional, promovendo uma cultura centrada no valor clínico por meio de treinamentos e programas de governança.</li></ol><p><strong>Estrutura do projeto na Unimed Natal</strong></p><p>Com a parceria firmada, a reestruturação se desenvolveu em três frentes integradas:</p><ul><li><strong>Governança clínica orientada por dados:</strong> Graças ao modelo DRG e à análise gerada pela plataforma do IAG, a Unimed Natal conseguiu classificar pacientes por complexidade, rastrear eventos adversos e estruturar indicadores clínicos e operacionais com alta precisão. Isso fortaleceu a tomada de decisão baseada em evidências.</li><li><strong>Integração ampliada entre equipes: </strong>O Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) ganhou protagonismo, alinhando-se permanentemente com a SCIH, enfermagem, corpo clínico e áreas administrativas. Esse trabalho conjunto, apoiado pela consultoria do IAG, permitiu padronizar protocolos, otimizar fluxos de informação e acelerar a resposta preventiva a riscos.</li><li><strong>Transformação cultural (“Projeto Pertencer”):</strong> Além das melhorias técnicas, foi desenvolvido um programa de engajamento com colaboradores, cooperados e gestores para consolidar uma cultura de qualidade e corresponsabilidade. O IAG Saúde contribuiu com metodologias educacionais e estruturadas para reforçar esse senso de pertencimento e compromisso com a segurança do paciente.</li></ul><p><strong>Resultados concretos</strong></p><p>A integração da expertise do IAG Saúde com as ações operacionais da Unimed Natal gerou ganhos expressivos:</p><ul><li><strong>Redução de 10% da ineficiência operacional</strong>: menos retrabalho, fluxos mais claros e previsíveis, e melhor uso dos recursos.</li><li><strong>Maior segurança clínica</strong>: aumento na acurácia da identificação de riscos, redução de variabilidade assistencial e protocolos mais robustos para notificação e prevenção de eventos adversos.</li><li><strong>Melhoria na experiência do beneficiário</strong>: além das mudanças assistenciais, a Unimed Natal reforçou seus canais digitais (chatbots, automação e atendimento multicanal) gerando economia estimada e agilidade no atendimento.</li></ul><p><strong>Um exemplo de sustentabilidade em saúde</strong></p><p>O case Unimed Natal, com a colaboração do Grupo IAG Saúde, reforça uma tendência decisiva para o setor: a <strong>transformação pela gestão de valor</strong>. A redução de desperdícios e a elevação da segurança assistencial demonstram que é possível equilibrar eficiência econômica e qualidade clínica, pilares essenciais para a sustentabilidade de operadoras de saúde.</p><p>Essa jornada evidencia que a inovação em saúde vai além da tecnologia: exige integração de equipes, governança sólida e engajamento institucional. O trabalho conjunto com o IAG Saúde elevou o padrão de cuidado na Unimed Natal e estabeleceu um modelo de referência para outras organizações que buscam transformar seus processos com segurança, eficiência e valor centrado no paciente.</p><p>The post <a
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<item><title>Sinergia e eficiência: como o Hospital Padre Máximo otimizou o giro de leitos e aumentou a satisfação dos pacientes</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospital-padre-maximo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hospital-padre-maximo</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 20:33:11 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32252</guid><description><![CDATA[<p>Hospitais filantrópicos frequentemente lidam com orçamentos apertados, processos complexos e uma pressão constante por resultados. Indo na contramão dessas dificuldades, o Hospital Padre Máximo, de Venda Nova do Imigrante (ES), destacou-se ao adotar estratégias inovadoras que integraram tecnologia, gestão de pessoas e processos mais eficientes. Sob a liderança de Esla Lessa Borba, diretora geral da [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Hospitais filantrópicos frequentemente lidam com orçamentos apertados, processos complexos e uma pressão constante por resultados. Indo na contramão dessas dificuldades, o Hospital Padre Máximo, de Venda Nova do Imigrante (ES), destacou-se ao adotar estratégias inovadoras que integraram tecnologia, gestão de pessoas e processos mais eficientes. Sob a liderança de Esla Lessa Borba, diretora geral da instituição, o hospital promoveu mudanças estruturais que resultaram em uma significativa otimização do giro de leitos, aumento na eficiência assistencial e maior satisfação dos pacientes.</p><p>Neste artigo, você conhecerá em detalhes as estratégias adotadas pelo Hospital Padre Máximo e como elas podem servir de inspiração para instituições que buscam resultados semelhantes.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Contexto Inicial e desafios enfrentados</strong></h2><p>Fundado em 1959, o Hospital Padre Máximo possui 82 leitos gerais e 20 leitos de UTI, com uma forte vocação filantrópica: <strong>atualmente, 92% dos atendimentos são destinados ao SUS</strong>. No entanto, assim como outras entidades do setor, o hospital enfrentava dificuldades relacionadas à gestão financeira, limitação de orçamento, escassez de recursos, rotatividade de profissionais e processos internos fragmentados e pouco eficientes.</p><p>Segundo Esla Borba, diretora geral da instituição, o hospital vivia grandes desafios financeiros e operacionais, com ausência ou dificuldades com os sistemas de informação. “Nosso orçamento era limitado e tínhamos dificuldades significativas em relação à qualificação dos nossos profissionais e à gestão dos nossos processos”, afirmou.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Inovação como estratégia de mudança</strong></h2><p>Buscando reverter essa situação, o Hospital Padre Máximo iniciou um processo transformador utilizando a metodologia DRG Brasil, que permitiu uma visão clara e objetiva do desempenho assistencial da instituição. A metodologia possibilitou identificar gargalos como divergências nas altas médicas e falhas na gestão dos desfechos clínicos críticos.</p><p>Os objetivos de implementar inovação e metodologias de gestão por processos, como o DRG Brasil, foram:</p><ul><li>Aumentar o valor em saúde</li><li>Melhorar desfechos clínicos</li><li>Otimizar uso de recursos</li><li>Reduzir tempo de permanência</li><li>Elevar a experiência do paciente</li></ul><p>“O DRG trouxe clareza sobre nosso real perfil assistencial, permitindo identificar os problemas reais relacionados ao tempo de permanência, reinternações e condições adquiridas pelos pacientes durante a internação”, complementou Esla.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Ações integradas e resultados concretos</strong></h2><p>Para enfrentar os desafios identificados, o Hospital Padre Máximo implementou ações coordenadas e estratégicas que abrangem três grandes pilares:</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Gestão eficiente de recursos</strong></h3><p>Foi feita uma análise minuciosa do uso racional dos recursos financeiros e materiais, como medicamentos, insumos hospitalares e tecnologia. O hospital trabalhou com processos claros de gestão financeira e administrativa, otimizando a utilização de insumos e reduzindo desperdícios por meio de protocolos rígidos como o método FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair).</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Gestão estratégica de pessoas e humanização</strong></h3><p>O Hospital Padre Máximo investiu intensamente na qualificação contínua dos seus profissionais, valorizando o capital humano como elemento central da mudança. Foram estabelecidas ações constantes de capacitação, integração entre equipes, valorização e escuta ativa, além da criação de um Comitê de Experiência do Paciente em 2023.</p><p>“Trabalhamos muito com a equipe de gestão de pessoas e humanização, mostrando que o maior recurso que temos é humano, e por meio dele fazemos a diferença na saúde”, acrescentou Esla.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Implementação de tecnologia avançada</strong></h3><p>O DRG Brasil foi implementado na instituição no fim de 2022, com o apoio da Planisa.&nbsp;</p><p>A tecnologia foi fundamental para alcançar uma gestão assistencial eficiente. Dentre as inovações, destacam-se:</p><ul><li><strong>Melhorias processuais:</strong>permitiu mapear causas de reinternações, eventos adversos, entender perfil assistencial e ajustar protocolos.<br></li><li><strong>Inteligência Artificial (IA):</strong> implantação de um sistema de monitoramento em tempo real da deterioração clínica dos pacientes, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas.<br></li><li><strong>Colaboração clínica:</strong> uma médica exclusiva foi contratada para rever protocolos clínicos, otimizando internações e agilizando altas hospitalares.<br></li></ul><h3 class="wp-block-heading"><strong>Principais mudanças implantadas e resultados práticos</strong></h3><p>A partir dessas estratégias integradas, o hospital obteve resultados impressionantes em curto prazo, como:</p><ul><li>Redução significativa do tempo médio de permanência dos pacientes em diversas especialidades, ampliando a capacidade de giro dos leitos</li><li>Melhora expressiva na satisfação dos pacientes e familiares, graças à atuação do Comitê de Experiência do Paciente e às ações efetivas de humanização</li><li>Fortalecimento da segurança assistencial, reduzindo incidentes, complicações e reinternações</li><li>Visitas beira-leito com múltiplos focos</li><li>Reuniões matinais para gestão de leitos</li><li>Farmacêutico navegador</li><li>Daily Huddle e uso de IA para monitoramento clínico</li><li>Eficiência do uso de recursos com uma redução de 104,84% para 88,0%</li><li>Melhora no tempo de resposta à deterioração clínica</li></ul><p>“Não tivemos um aumento significativo de custos, pelo contrário, houve uma racionalização e eficiência na utilização dos recursos. Além disso, o feedback dos pacientes e familiares tem sido extremamente positivo”, pontuou Esla.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprendizados e recomendações</strong></h2><p>A experiência do Hospital Padre Máximo evidencia um grande avanço na sustentabilidade a partir do uso do DRG Brasil e a importância de uma gestão estratégica orientada por dados, tecnologia integrada e forte engajamento das equipes.</p><p>Para o Hospital Padre Máximo, serão trabalhados os próximos passos para avançar nos resultados a implantação da gestão de custos por linha de cuidado, mensuração de desfechos clínicos e experiência do paciente, além de aprofundar o uso do DRG Brasil para a remuneração por valor.</p><p>Hospitais com perfis semelhantes podem aprender com esse case os seguintes pontos fundamentais:</p><ul><li><strong>Colocar o paciente no centro:</strong> todo o processo de melhoria deve focar na experiência e segurança do paciente.<br></li><li><strong>Investir em tecnologia e inovação:</strong> ferramentas como DRG e inteligência artificial são grandes aliadas na gestão eficiente.<br></li><li><strong>Valorizar e qualificar as equipes:</strong> a capacitação contínua e valorização do profissional são essenciais para a sustentabilidade das mudanças implementadas.<br></li></ul><p>A trajetória de transformação vivenciada pelo Hospital Padre Máximo demonstra claramente que é possível superar desafios financeiros e operacionais quando há um compromisso real com a inovação, tecnologia e humanização. A sinergia entre equipes e processos, aliada à eficiência operacional, resulta em benefícios concretos que vão além do financeiro, aprimorando a qualidade assistencial, com segurança, eficiência e foco no paciente.</p><p>Para instituições hospitalares interessadas em trilhar esse mesmo caminho, o exemplo do Hospital Padre Máximo reforça uma lição valiosa: “Mudar é possível, desde que haja clareza nos objetivos, planejamento estratégico e compromisso de todos em prol do paciente”, finalizou Esla.</p><p><strong>Deseja alcançar resultados semelhantes em sua instituição?<br></strong><a
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<item><title>Modelos Assistenciais Indutores de Valor e Governança Clínica</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=modelos-assistenciais</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 12:56:53 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32077</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Modelos assistenciais, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o valor em saúde. Ou seja,&#160; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes. O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o<a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais-e-remuneratorios-que-de-fato-entregam-valor-em-saude/"> valor em saúde</a>.</p><p>Ou seja,&nbsp; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes.</p><p>O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; VBHC) refere-se à medição dos desfechos que realmente importam para os pacientes em relação aos custos envolvidos.&nbsp;</p><p>Segundo Michael Porter, valor é o único objetivo que pode unir os interesses de todos os participantes do sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Tem-se, então, que para alcançar esses <strong>modelos de saúde</strong> centrados no paciente, Porter e Lee propõem seis conceitos-chave. São eles:</p><ol><li><strong>Organizar os cuidados em torno de condições de saúde específicas;</strong></li><li><strong>Medir resultados e custos por paciente;</strong></li><li><strong>Alinhar a remuneração com a entrega de valor;</strong></li><li><strong>Integrar o ciclo completo de atendimento;</strong></li><li><strong>Expandir a capacidade de entrega de cuidados através de afiliações;</strong></li><li><strong>Promover o uso da tecnologia da informação na estruturação dos cuidados e medição de resultados.</strong></li></ol><h2 class="wp-block-heading">O que são Modelos Assistenciais?</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, também conhecidos como “modos de produzir saúde” ou “modelos de atenção”, são atrelados diretamente à governança clínica.&nbsp;</p><p>Ou seja, referem-se à forma como as ações de atenção à saúde são organizadas em uma sociedade.&nbsp;</p><p>Portanto, os <strong>modelos de saúde </strong>envolvem a combinação de diferentes tecnologias e práticas assistenciais com o objetivo de intervir em problemas e necessidades sociais de saúde, organizando os serviços de acordo com o perfil epidemiológico da população e investigando danos e riscos à saúde.&nbsp;</p><p>Esses <strong>modelos assistenciais</strong> evoluem ao longo do tempo em resposta às mudanças sociais e econômicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Evolução dos Modelos Assistenciais no Brasil</h3><p>Os <strong>modelos assistenciais</strong> no Brasil evoluíram através de diferentes fases, focando na <strong>promoção da saúde</strong>:</p><ol><li><strong>Sanitarismo Campanhista</strong> (início do século 20): Focado na <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-preditivos-na-saude/"><strong>prevenção</strong></a><strong> de doenças</strong> através de campanhas de vacinação e intervenções sanitárias, principalmente voltadas para o controle de doenças que poderiam impactar a economia agroexportadora.</li><li><strong>Assistência Médica Previdenciária Privatista</strong> (1933-1966): Baseada em um <strong>modelo assistencial</strong> curativo com ênfase na assistência médica para trabalhadores formalmente empregados, financiada por institutos de previdência.</li><li><strong>Medicina Comunitária</strong> (década de 1960): Introduziu a regionalização e hierarquização dos serviços, participação comunitária e a inclusão de novas categorias profissionais na assistência.</li><li><strong>Reforma Sanitária</strong> (década de 1970-1980): Definiu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado, levando à criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988, com um enfoque em atenção primária à saúde para todos.</li><li><strong>Anos 2000</strong>: o Ministério da Saúde lançou diversos programas e políticas focadas em ciclos de vida, gestão clínica e linhas de cuidado para fortalecer a Atenção Básica no Brasil.&nbsp;</li></ol><p>Em 2005, a Organização Pan-Americana da Saúde, com significativa contribuição brasileira, promoveu a renovação da Atenção Primária em Saúde nas Américas.&nbsp;</p><p>O desafio atual é alcançar ganhos de saúde sustentáveis para todos, o que requer uma coalizão entre todas as partes interessadas e a escolha de<strong> modelos assistenciais</strong> baseados na identificação e análise dos problemas de saúde da população.&nbsp;</p><p>Nesse contexto, os princípios da Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado são essenciais na <strong>promoção da saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado e Linhas de Cuidado</h2><p>A Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado (CVPC) é um conceito fundamental para entender como melhorar a eficácia dos cuidados e<strong> promoção da saúde</strong>.&nbsp;</p><p>A CVPC mapeia todas as atividades envolvidas no ciclo completo de atendimento de uma condição de saúde, desde a <strong>prevenção de doenças</strong> até o tratamento e a reabilitação, com o objetivo de maximizar o valor para o paciente.&nbsp;</p><p>A estrutura da CVPC deve considerar como cada atividade é melhor executada, os recursos necessários, e como integrar as atividades de maneira que o valor seja continuamente aumentado para o paciente​.&nbsp;</p><p>Isso inclui a coordenação entre diferentes serviços de saúde, o envolvimento do paciente e a medição de resultados e fatores de risco.&nbsp;</p><p>A CVPC oferece uma nova perspectiva para avaliar programas de cuidados globais em saúde, enfatizando a necessidade de integrar cuidados clínicos e sociais para aumentar o valor do cuidado.&nbsp;</p><p>Como nenhum prestador de saúde consegue oferecer sozinho o ciclo completo de cuidados, é essencial a colaboração entre reguladores, gestores e a rede de assistência para conceber a CVPC adequada a diferentes condições de saúde ou populações específicas.</p><h3 class="wp-block-heading">Estruturação de Modelos Assistenciais Baseados em Valor e Governança Clínica</h3><p>Porter e Teisberg introduziram o conceito de Unidades de Prática Integrada (Integrated Practice Units &#8211; IPUs.</p><p>Ou seja, as IPUs são <strong>modelos assistenciais</strong> organizados em torno do paciente e compostas por <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/produtividade/">equipes multidisciplinares</a> para atender às suas necessidades.&nbsp;</p><p>Além disso, as IPUs oferecem o ciclo completo de cuidados para uma condição de saúde específica, incluindo educação, engajamento, acompanhamento, cuidados para pacientes internados e ambulatoriais, reabilitação e serviços de apoio, como nutrição e serviço social.</p><p>Com isso, as linhas de cuidado são um instrumento objetivo para elaborar a dimensão das atividades primárias da CVPC.&nbsp;</p><p>Organizam-se e coordenam-se, portanto, diferentes serviços e profissionais em torno das necessidades de um paciente ou condição de saúde específica.&nbsp;</p><p>Ou seja, em vez de tratar problemas de saúde de forma isolada, as linhas de cuidado promovem uma abordagem contínua e integrada centrada no paciente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, a linha de cuidado para a jornada do idoso no sistema de saúde enfatiza a importância de uma abordagem personalizada e integral, abrangendo desde a <strong>promoção da saúde </strong>até cuidados paliativos​.</p><p>Para medir o valor entregue ao paciente em <strong>modelos assistenciais</strong> centrados no paciente, nasce o Consórcio Internacional para Medição de Resultados de Saúde (ICHOM).</p><p>O ICHOM foi llançado em 2012 por Michael Porter, Stefan Larsson e Martin Ingvar, que desenvolveu padrões globais para medir resultados de saúde que são relevantes tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses padrões, criados por um consórcio de especialistas e representantes de pacientes de vários países, fornecem resultados padronizados, ferramentas de medição e critérios para ajuste de risco para condições de saúde específicas.&nbsp;</p><p>Os resultados são avaliados em quatro dimensões principais: sobrevida, morbidade, satisfação do paciente com os cuidados recebidos e medidas de resultados relatados pelo paciente (PROMs).</p><p>Em 2024, vinte instituições de saúde brasileiras começaram a implementar padrões globais de medição de resultados desenvolvidos pelo ICHOM, marcando um avanço na <strong>governança clínica </strong>orientada por valor no Brasil.&nbsp;</p><p>Neste cenário, facilitada pela Plataforma Valor Saúde Brasil by <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">DRG Brasil</a> + IA, essa implementação envolve o alinhamento com a gestão sênior, a seleção de indicadores apropriados, a análise de lacunas de dados e o uso de tecnologias para coletar resultados reportados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Esses esforços, além de melhorar o <strong>modelo de saúde</strong>, visam oferecer a qualidade do cuidado ao paciente e promover uma cultura de excelência baseada em evidência.</p><h2 class="wp-block-heading">Estratégias para a Transformação dos Modelos Assistenciais</h2><p>Transformar os<strong> modelos assistenciais</strong> para a entrega de <strong>valor em saúde </strong>requer estratégias focadas na governança clínica e na utilização de plataformas analíticas.&nbsp;</p><p>Ferramentas como a Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado permitem avaliar programas de cuidados globais sob uma nova perspectiva, promovendo a integração dos cuidados e aumentando o valor entregue ao paciente.&nbsp;</p><p>Além disso, é necessário estabelecer parcerias entre os diversos níveis de atenção à saúde, utilizando tecnologia da informação para apoiar a coordenação e a continuidade do cuidado​.</p><p><strong>Acesse </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/"><strong>aqui </strong></a><strong>o artigo sobre as métricas mais utilizadas para implementar um sistema de saúde baseado em valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>O desafio de reestruturar os sistemas de saúde para entrega de valor é grande, mas essencial para garantir que os cuidados sejam centrados no paciente e orientados para resultados.&nbsp;</p><p><strong>Modelos assistenciais indutores de valor</strong>, como as linhas de cuidado integradas são fundamentais para promover a qualidade, eficiência e a continuidade do atendimento.&nbsp;</p><p>Ao adotar essas estratégias, é possível avançar para um sistema de saúde mais equitativo, eficiente e sustentável, que realmente responde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O que você achou deste artigo? Compartilhe com quem possa interessar e saiba como a governança clínica baseada em valor <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">pode proporcionar mais qualidade e segurança ao paciente</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/covid-recovery-center-female-doctor-holding-older-patient-s-hands_12367950.htm#fromView=search&amp;page=2&amp;position=14&amp;uuid=075775c7-62ee-41c0-9512-76bf6a492186"><strong><em>Imagem: freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Eficiência Hospitalar: Estratégias para Melhorar este Índice</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:38:32 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[eficiência hospitalar]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32050</guid><description><![CDATA[<p>Para aumentar a eficiência hospitalar em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de gestão hospitalar eficiente e melhoria de processos.&#160; Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas estratégias para hospitais melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais. Entre elas, destacam-se: Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar Os [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Para aumentar a <strong>eficiência hospitalar </strong>em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de <strong>gestão hospitalar eficiente</strong> e melhoria de processos.&nbsp;</p><p>Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas <strong>estratégias para hospitais </strong>melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais.</p><p>Entre elas, destacam-se:</p><ol><li><strong>Gestão Hospitalar Eficiente no Uso do Leito Hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes sejam internados apenas pelo tempo necessário para o tratamento adequado e seguro. Isso envolve o monitoramento constante do tempo de permanência e a implementação de políticas para reduzir internações prolongadas desnecessariamente.</li><li><strong>Melhoria da Qualidade da Assistência</strong>: Reduzir eventos adversos e complicações durante o atendimento hospitalar, garantindo que os cuidados sejam prestados de forma segura e eficaz.</li><li><strong>Integração dos Níveis de Atenção</strong>: Facilitar a comunicação e a coordenação entre os diferentes níveis de atenção à saúde para evitar internações desnecessárias e garantir a continuidade do cuidado.</li><li><strong>Uso de Indicadores de Desempenho</strong>: Implementar indicadores para monitorar e avaliar continuamente a eficiência dos processos hospitalares.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar</h2><p>Os indicadores tradicionais de <strong>eficiência hospitalar</strong>, como a taxa de ocupação, o tempo médio de permanência (TMP) e a taxa de mortalidade hospitalar, fornecem informações importantes sobre a utilização dos recursos.&nbsp;</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os Hospitais Filantrópicos conquistaram mais de R$ 2 milhões de economia.</strong></p><p>No entanto, esses indicadores apresentam limitações significativas quando utilizados isoladamente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, uma alta taxa de ocupação pode indicar uma boa utilização dos leitos, mas não considera a qualidade do atendimento prestado ou se os pacientes estão ocupando leitos por períodos mais longos do que o necessário.&nbsp;</p><p>Da mesma forma, o TMP não distingue entre internações necessárias e desnecessárias, nem ajusta os resultados com base na complexidade dos casos atendidos.</p><p>Entretanto, essas limitações tornam difícil a identificação precisa de ineficiências e a implementação de melhorias específicas.&nbsp;</p><p>Como resultado, os hospitais podem não conseguir otimizar adequadamente o uso dos leitos ou melhorar a qualidade do atendimento, uma vez que esses indicadores não fornecem um quadro completo da <strong>eficiência hospitalar</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">A Utilização do DRG na Otimização dos Recursos Hospitalares</h2><p>A <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados</a> (DRG) é uma ferramenta essencial na categorização dos pacientes com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o tratamento.&nbsp;</p><p>Por isso, o DRG Brasil permite que os hospitais analisem de forma detalhada a <strong>eficiência hospitalar</strong> no uso dos leitos, ajustando o tempo de permanência com base na complexidade assistencial de cada paciente.</p><p>Portanto, essa abordagem ajuda a identificar falhas no processo de atendimento que prolongam desnecessariamente a internação e possibilita a implementação de medidas corretivas.</p><p>Ao utilizar o DRG Brasil, os hospitais podem melhorar a organização da jornada do paciente, planejar os recursos necessários com mais precisão e gerar <strong>otimização de processos hospitalares</strong>, na gestão de leitos com base na complexidade de cada caso.&nbsp;</p><p>Além disso, essa metodologia é uma das <strong>melhores práticas para gestão eficiente de hospitais</strong>.</p><p>Ou seja, ela facilita a comparação de desempenho entre diferentes unidades hospitalares e promove a adoção de melhores práticas, contribuindo para a melhoria geral da<strong> eficiência operacional</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Metodologias de Melhoria de Processo para a Eficiência Hospitalar</h3><p>Após identificar problemas de<strong> eficiência hospitalar</strong>, é crucial entender suas causas e implementar ações corretivas para melhorar a qualidade da assistência e otimizar o uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios significativos, como desvios de qualidade e atrasos no encadeamento da prestação da assistência, que ocorrem durante o cuidado e o preparo para a alta hospitalar.&nbsp;</p><p>Esses problemas frequentemente resultam em falta de leitos de internação, atrasos ou cancelamentos de procedimentos cirúrgicos, e pacientes aguardando admissão no setor de urgência/emergência ou sendo internados em áreas inadequadas, como salas de recuperação pós-anestésica​.</p><h3 class="wp-block-heading">Técnicas para otimizar operações hospitalares</h3><p>Para abordar essas ineficiências, é essencial adotar <strong>técnicas para otimizar operações hospitalares</strong>.</p><p>Ou seja, uma abordagem integrada que compreenda o hospital como um sistema de atendimento interconectado e interdependente com o ambiente externo.&nbsp;</p><p>O objetivo é garantir o atendimento certo, no lugar certo, no momento certo, o que requer a <strong>otimização de processos hospitalares</strong> para melhorar tanto os resultados quanto a experiência dos pacientes.</p><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>Institute for Healthcare Improvement </strong></a><strong>(IHI)</strong> sugere várias <strong>estratégias para hospitais </strong>&nbsp;melhorarem o fluxo de pacientes e a <strong>eficiência hospitalar</strong>:</p><ol><li><strong>Identificação e Mapeamento dos Fluxos de Pacientes</strong>: Este processo envolve a compreensão detalhada das linhas de cuidado e a integração de todos os processos que contribuem para o resultado final da assistência. A identificação de gargalos e pontos de atraso é fundamental para o desenvolvimento de soluções efetivas.</li><li><strong>Integração de Diferentes Abordagens</strong>: Combinar técnicas de melhoria da qualidade, como gerenciamento Lean e reengenharia de processos, pode melhorar significativamente o fluxo de pacientes em todo o hospital. Essas abordagens ajudam a reduzir o desperdício e a melhorar a eficiência operacional.</li><li><strong>Sistema de Aprendizagem Baseada em Ciência</strong>: Desenvolver um sistema de aprendizagem contínua para entender as causas dos problemas e priorizar soluções é essencial para a redução de falhas e atrasos no fluxo de pacientes. Esse sistema deve ser baseado em evidências e adaptável às necessidades do hospital​.</li></ol><p>Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/">aqui</a> e confira <strong>exemplos de sucesso em eficiência hospitalar.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, <strong>reduzir os desperdícios assistenciais</strong> e melhorar a eficiência no uso dos leitos hospitalares são metas cruciais para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.&nbsp;</p><p>Além disso, ferramentas como o DRG Brasil e a implementação de<strong> indicadores de desempenho em saúde </strong>robustos são passos importantes para alcançar esses objetivos.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na melhoria contínua dos processos e na otimização dos recursos, os sistemas de saúde podem proporcionar cuidados de alta qualidade, reduzir custos e melhorar os resultados para os pacientes.</p><p>Que tal se aprofundar mais nas<strong> estratégias para hospitais? Confira nosso artigo recente sobre </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/"><strong>Governança Clínica e os novos caminhos para a eficiência hospitalar</strong></a><strong>.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medium-shot-doctor-checking-patient-bed_14447067.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=15&amp;uuid=00da690e-3726-4889-99c0-25c14f751417"><strong><em> freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Valor em Saúde: Métricas para um Sistema de Saúde Baseado em Valor</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=valor-em-saude-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 12:57:11 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32038</guid><description><![CDATA[<p>Valor em saúde nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&#160; No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por cuidados de saúde de qualidade é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os resultados baseados em valor [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><strong>Valor em saúde</strong> nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&nbsp;</p><p>No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por <strong>cuidados de saúde de qualidade</strong> é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os <strong>resultados baseados em valor</strong> para os pacientes.&nbsp;</p><p>Assim, um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> visa maximizar a <strong>qualidade assistencial</strong> ao menor custo possível, garantindo uma experiência positiva para o paciente ao longo de sua trajetória no sistema.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Valor em Saúde?</h2><p><strong>Valor em saúde</strong> pode ser definido como a <strong>qualidade assistencial</strong> dividida pelo custo total dos cuidados prestados, incluindo a experiência do paciente.&nbsp;</p><p>Ou seja, essa abordagem enfatiza a importância de entregar o melhor cuidado possível, utilizando recursos de maneira eficiente e eliminando procedimentos desnecessários.</p><p>Contudo, o oposto de valor é o desperdício — qualquer uso de recursos que não contribua para melhorar os resultados de saúde dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é medição de Valor em Saúde?&nbsp;</h2><p>A medição de <strong>valor em saúde</strong> é um processo multidimensional que vai além dos indicadores tradicionais de desempenho.&nbsp;</p><p>Dois dos principais referenciais internacionais para a medição de<strong> valor em saúde </strong>são os critérios do <strong>Institute of Medicine (IOM) e do Institute for Healthcare Improvement (IHI)</strong>.</p><p>O <strong>IOM</strong> define seis domínios de qualidade que são essenciais para um sistema de saúde de alto valor:</p><ol><li><strong>Segurança</strong>: Evitar danos aos pacientes durante o cuidado.</li><li><strong>Eficácia</strong>: Fornecer serviços com base na ciência e evitar o uso excessivo ou insuficiente de cuidados.</li><li><strong>Centralidade no paciente</strong>: Garantir que os cuidados respeitem e respondam às preferências, necessidades e valores dos pacientes.</li><li><strong>Oportunidade</strong>: Reduzir atrasos que possam prejudicar a saúde dos pacientes.</li><li><strong>Eficiência</strong>: Evitar desperdícios, incluindo tempo e recursos.</li><li><strong>Equidade</strong>: Garantir que a <strong>qualidade do cuidado em saúde </strong>não varie por características pessoais como gênero, etnia, localização geográfica ou status socioeconômico.</li></ol><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>IHI</strong></a> complementa esses domínios com seu Triple Aim, que propõe três dimensões para a otimização dos sistemas de saúde:</p><ol><li><strong>Melhoria da experiência do paciente</strong>: Incluindo qualidade e satisfação.</li><li><strong>Melhoria da saúde da população</strong>: Aumentando os resultados de saúde em nível populacional.</li><li><strong>Redução dos custos per capita de cuidados de saúde</strong>: Tornando o sistema mais sustentável economicamente.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Metodologias para medição</h2><p><strong>Resultados Relatados pelo Paciente</strong></p><p>Aqui, um componente essencial para um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> é a medição de desempenho, que inclui tanto métricas de qualidade clínica quanto medidas de resultados relatados pelos pacientes (Patient-Reported Outcomes Measures &#8211; PROMs).</p><p>Essas métricas ajudam a capturar a experiência do paciente e os resultados percebidos, indo além dos indicadores tradicionais de saúde, como taxa de mortalidade e morbidade.</p><p>Contudo, as PROMs são frequentemente utilizadas para avaliar o impacto de tratamentos na qualidade de vida dos pacientes, bem como a eficácia das intervenções realizadas.</p><p>Portanto, ao incluir a perspectiva do paciente, os sistemas de saúde conseguem alinhar melhor suas práticas com as necessidades e expectativas de quem está sendo atendido.</p><p>Neste cenário, o <strong>International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM)</strong> desempenha um papel fundamental na padronização da medição de desfechos em saúde globalmente.</p><p>O <a
href="https://www.ichom.org/"><strong>ICHOM</strong></a> desenvolve conjuntos de medidas padronizadas para diversas condições de saúde, conhecidas como Standard Sets, que incluem desfechos clínicos e relatados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Essas medidas são projetadas para capturar o que realmente importa para os pacientes, como a qualidade de vida, a funcionalidade após o tratamento e a satisfação com o cuidado recebido.</p><p>Logo, a adoção dos Standard Sets do ICHOM permite que sistemas de saúde, hospitais e clínicas comparem seus <strong>resultados baseados em valor</strong> de maneira consistente, identifiquem melhores práticas e promovam a <strong>melhoria contínua na saúde</strong>.</p><p>Ao focar nos desfechos que importam para os pacientes, o ICHOM ajuda a alinhar os cuidados de saúde com o valor real gerado para os pacientes, facilitando a transição para <strong>modelos de saúde baseados em valor</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">O Papel dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) mais Inteligência Artificial na medição de valor em saúde</h3><p>Para alcançar o <strong>valor em saúde </strong>em uma instituição, é essencial focar em quatro alvos principais:</p><ol><li><strong>Uso eficiente do leito hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes permaneçam hospitalizados apenas pelo tempo necessário para o tratamento seguro.</li><li><strong>Aumento da segurança assistencial</strong>: Reduzir ao mínimo os eventos adversos e complicações durante a assistência.</li><li><strong>Redução de internações evitáveis</strong>: Evitar hospitalizações desnecessárias por meio de intervenções precoces e eficazes na atenção primária.</li><li><strong>Diminuição de readmissões hospitalares não planejadas</strong>: Prevenir readmissões por meio de uma transição de cuidados adequada e suporte contínuo ao paciente após a alta hospitalar.</li></ol><p>Em suma, a metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) se destaca.</p><p>Em resumo, essa metodologia classifica os pacientes em grupos homogêneos com base na complexidade assistencial, permitindo uma gestão mais eficiente dos leitos hospitalares e uma análise precisa dos custos e resultados dos tratamentos.&nbsp;</p><p>Logo, ao categorizar os pacientes, o DRG ajuda hospitais e operadoras de saúde a otimizar o uso de recursos, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Contudo, como o próprio nome diz, o DRG é uma ferramenta amplamente utilizada para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e a <strong>transformação da qualidade assistencial com saúde baseada em valor</strong> do atendimento hospitalar.</p><h3 class="wp-block-heading">Histórico da Metodologia DRG</h3><p>Essa metodologia, desenvolvida inicialmente na década de 1970 nos Estados Unidos, permite que os hospitais classifiquem os pacientes com base na condição clínica que determinou a internação, as complicações associadas, procedimentos realizados e outras variáveis.&nbsp;</p><p>Pois, ao agrupar pacientes com características clínicas e riscos similares, o DRG torna o consumo de recursos mais previsível e comparável.</p><p>Em suma, ao utilizar a <strong>metodologia DRG</strong>, os hospitais podem melhorar significativamente o giro de leitos, diminuir o tempo de permanência hospitalar desnecessário e reduzir a ocorrência de eventos adversos.</p><p>Por isso, a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>metodologia DRG</strong></a> apoia a transição segura do cuidado e facilita a desospitalização segura, promovendo melhores resultados clínicos e operacionais.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/resultados-economicos-e-assistenciais-de-hospitais-com-o-drg-brasil/"><strong>aqui</strong></a><strong> e saiba mais sobre a metodologia DRG Brasil e como ela está melhorando os resultados econômicos e assistenciais dos hospitais.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA na Medição de Valor</h2><p>O <strong>DRG Brasil</strong> é o software nacional do sistema de Grupos de Diagnósticos Relacionados, que classifica pacientes internados com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o cuidado de acordo com as características da população brasileira e do nosso sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Logo, o <strong>DRG Brasil</strong> utiliza, além do algoritmo padrão, algoritmos de inteligência artificial (IA) para analisar grandes volumes de dados de saúde.</p><p>Além disso, a IA é usada para identificar padrões que podem indicar ineficiências e oportunidades para melhorar os resultados clínicos e operacionais.</p><p>Além disso, a metodologia multinível do DRG Brasil permite uma análise detalhada dos diferentes aspectos do cuidado, desde a admissão até a alta hospitalar, facilitando uma gestão mais precisa dos recursos.&nbsp;</p><p>Ou seja, esses recursos analíticos compõem a <strong>Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA</strong>.</p><p><strong>Veja </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/52-dos-hospitais-brasileiros-listados-no-the-worlds-best-hospitals-in-brazil-2024-ranking-da-revista-newsweek-usam-a-plataforma-valor-saude-by-drg-brasil-inteligencia-artificial/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os melhores hospitais estão impulsionando seus resultados com a Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA.</strong></p><p>Em suma, a plataforma é fundamental para processar informações complexas e fornecer elementos sobre como otimizar o uso de leitos hospitalares, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Portanto, a IA ajuda a identificar quais pacientes podem se beneficiar de cuidados ambulatoriais em vez de internações prolongadas, bem como prever quais pacientes estão em risco de readmissão ou complicações, permitindo intervenções mais proativas e eficazes.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, a implementação de métricas para um sistema de saúde baseado em valor é fundamental para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong>, a qualidade e a segurança dos cuidados prestados.</p><p>Em suma, ao focar na eliminação de desperdícios e na entrega de valor, os sistemas de saúde não só melhoram os resultados clínicos.</p><p>Mas, também aumentam a satisfação do paciente e reduzem os custos, beneficiando toda a sociedade.</p><p>Por fim, a utilização de metodologias robustas de medição proporciona um framework abrangente para alcançar um sistema de saúde verdadeiramente baseado em valor.</p><p>Chegou até aqui? <strong>Saiba como a metodologia DRG Brasil</strong> pode beneficiar a sua instituição de saúde e melhorar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>modelos de governança clínica</strong></a> com a redução de desperdícios.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/physician-noting-down-symptoms-patient_3469656.htm#from_view=detail_alsolike"><strong><em>rawpixel by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Saúde Baseada em Valor e Governança Clínica: um novo caminho para a eficiência e qualidade</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saude-baseada-em-valor-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:03:31 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[saúde baseada em valor]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
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<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32032</guid><description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a busca pela saúde baseado em valor que promova uma governança clínica sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.  Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais. Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Nos últimos anos, a busca pela <strong>saúde baseado em valor </strong>que promova uma <strong>governança clínica </strong>sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.</p><p>Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais.</p><p>Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um momento que pressionou os recursos e os orçamentos e surge a necessidade de maior <strong>eficiência no sistema de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Em países de alta renda, como os Estados Unidos, França e Japão, os gastos com saúde superam 10% do Produto Interno Bruto (PIB), evidenciando a necessidade urgente de um modelo que priorize o<strong> valor em saúde </strong>sobre o volume.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Saúde Baseada em Valor?</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong>, conhecida internacionalmente como Value-Based Healthcare (VBHC), é um modelo que busca alinhar o sistema de saúde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O contrário disso, é focar exclusivamente no retorno financeiro sobre o investimento.&nbsp;</p><p>Por consequência, esse modelo propõe que o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>valor em saúde</strong></a> seja medido pelos benefícios reais de saúde alcançados para os pacientes, comparados aos custos dos recursos utilizados para obter esses resultados.</p><p>Mas,<strong> como implementar saúde baseada em valor no sistema de saúde</strong>? A proposta <strong>&nbsp;</strong>se apoia em quatro pilares principais:</p><ol><li><strong>Valor Pessoal</strong>: Cuidado adequado para atingir os objetivos individuais dos pacientes.</li><li><strong>Valor Técnico</strong>: Melhores resultados possíveis com os recursos disponíveis.</li><li><strong>Valor Alocativo</strong>: Distribuição equitativa dos recursos entre todos os grupos de pacientes.</li><li><strong>Valor Social</strong>: Contribuição dos cuidados de saúde para a participação e conectividade social.</li></ol><p>Portanto, esses pilares ajudam a orientar a transição de um modelo tradicional de saúde, focado na quantidade de procedimentos realizados, para um sistema que valoriza os resultados obtidos e a <strong>eficiência e qualidade em saúde</strong> e dos serviços prestados.</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios e Oportunidades da Saúde Baseada em Valor</h2><p>Implementar um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> exige uma mudança significativa nas práticas e políticas estabelecidas há décadas.&nbsp;</p><p>Aliás, países que adotam esse modelo enfrentam desafios como a inércia, sistemas fragmentados e limitações da infraestrutura de saúde existente.&nbsp;</p><p>No entanto, essas barreiras também representam oportunidades para avançar na criação de <strong>modelos de governança clínica </strong>mais centrado no paciente e baseado em valor.</p><p>No Brasil, por exemplo, a adaptação para um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> é vista como uma necessidade para aumentar a <strong>eficiência no sistema de saúde</strong> e reduzir os desperdícios no sistema.&nbsp;</p><p>Estudos indicam que entre 20% e 40% dos gastos com saúde são considerados desperdícios devido a ineficiências operacionais.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir esses desperdícios e realocar os recursos para cuidados que realmente importam pode gerar melhores resultados e, consequentemente, aumento do<strong> valor em saúde</strong> e maior satisfação dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Elementos Facilitadores</h2><p>Quais são os elementos facilitadores para<strong> resultados baseados em valor</strong>?</p><p>Para que a<strong> saúde baseada em valor</strong> se torne uma realidade, fazem-se necessárias uma série de iniciativas.</p><p>Entre elas: governos, operadoras de saúde, prestadores de serviços, entidades médicas e representantes dos pacientes precisam trabalhar juntos para criar um ambiente propício.&nbsp;</p><p>Esse esforço conjunto deve incluir:</p><ul><li><strong>Políticas de capacitação</strong>: Desenvolvimento de competências nos conceitos e princípios da saúde baseada em valor.</li><li><strong>Cuidados integrados e centrados no paciente</strong>: Garantia de que todos os níveis de cuidado estão conectados e focados nas necessidades dos pacientes.</li><li><strong>Mensuração de desfechos padronizados e custos</strong>: Implementação de métricas claras para avaliar a eficácia e a eficiência dos cuidados.</li><li><strong>Modelos remuneratórios baseados em valor</strong>: Reestruturação da forma como os serviços de saúde são remunerados, para que os pagamentos estejam atrelados aos resultados obtidos.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Martini Klinik: Um Exemplo de Sucesso na Saúde Baseada em Valor</h2><p>Você sabia? Um dos exemplos mais notáveis de implementação bem-sucedida da <strong>saúde baseada em valor</strong> é a <a
href="https://www.martini-klinik.de/">Martini Klinik</a>.</p><p>Localizada em Hamburgo, Alemanha, esta clínica é especializada no tratamento do câncer de próstata e é reconhecida mundialmente por seus resultados excepcionais em desfechos de saúde e <strong>eficiência operacional.</strong></p><p>Desde sua fundação, a Martini Klinik focou em um modelo de atendimento altamente especializado e centrado no paciente, coletando dados detalhados sobre os resultados de saúde e os custos associados a cada tratamento.&nbsp;</p><p>A clínica utiliza esses dados para constantemente melhorar a <strong>qualidade dos cuidados em saúde </strong>oferecidos.&nbsp;</p><p>Como resultado, a Martini Klinik conseguiu alcançar taxas de complicações significativamente mais baixas e melhores resultados de longo prazo para os pacientes em comparação com outras instituições.</p><p>Além de sua especialização, a Martini Klinik se destaca por sua transparência e compromisso com a<strong> qualidade assistencial</strong>.&nbsp;</p><p>A clínica publica regularmente seus resultados de saúde, permitindo que pacientes e outros profissionais de saúde vejam claramente o impacto de seus tratamentos.&nbsp;</p><p>Esta prática, a transparência não apenas fortalece a confiança dos pacientes, mas também permite que a clínica aprimore continuamente seus métodos de tratamento.</p><p>Ao longo dos anos, a Martini Klinik conseguiu se tornar um modelo mundial de referência para a<strong> saúde baseada em valor</strong>, demonstrando que é possível melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, reduzir custos e aumentar a satisfação dos pacientes.&nbsp;</p><p>A clínica atende milhares de pacientes anualmente e, por seu foco exclusivo na <strong>eficiência e na qualidade</strong>, continua liderando o campo de tratamento do câncer de próstata em escala global.&nbsp;</p><p>Seus resultados mostram que um modelo de saúde verdadeiramente centrado no valor pode gerar benefícios significativos tanto para os pacientes quanto para o <strong>sistema de saúde</strong> como um todo.</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/20-instituicoes-lideres-nacionais-na-entrega-de-valor-em-saude-iniciaram-a-implantacao-de-sets-do-ichom/"><strong>aqui </strong></a><strong>outros exemplos de líderes nacionais que entregam valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong> representa uma mudança fundamental na forma como os cuidados são prestados e remunerados, trazendo benefícios significativos para pacientes, profissionais de saúde e a sociedade como um todo.</p><p>Adotar esse modelo exige esforço, comprometimento e colaboração entre todas as partes interessadas, mas os resultados alcançados prometem transformar o cuidado em saúde de maneira profunda e duradoura.</p><p>Quer saber as <strong>estratégias para eficiência e qualidade com saúde baseada em valor?</strong> <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/">Fale com nossa equipe de especialistas</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/young-doctor-supporting-his-patient_863047.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=13&amp;uuid=09d8c0ad-19f0-4d3e-b94c-d48727967521"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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