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<item><title>Internações Hospitalares: Reduzindo Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-hospitalares/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=internacoes-hospitalares</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 17:44:49 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32065</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Neste artigo, vamos tratar como as internações hospitalares podem ser evitáveis para a redução de desperdícios assistenciais.&#160; As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&#160; Por sua vez, essas internações hospitalares representam hospitalizações que poderiam ser evitadas com cuidados [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>Neste artigo, vamos tratar como as <strong>internações hospitalares</strong> podem ser evitáveis para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.&nbsp;</p><p>As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&nbsp;</p><p>Por sua vez, essas <strong>internações hospitalares</strong> representam <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-evitaveis/">hospitalizações que poderiam ser evitadas </a>com cuidados primários efetivos e oportunos.&nbsp;</p><p>O conceito de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/icsaps/">ICSAP </a>foi introduzido nos Estados Unidos na década de 1990 como um meio de medir o acesso e a qualidade da APS.</p><p>Por sua vez, o conceito revela uma forte correlação entre taxas de hospitalização e condições socioeconômicas e de acesso a serviços de saúde.&nbsp;</p><p>No Brasil, a Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária foi estabelecida em 2008 pelo Ministério da Saúde.</p><p>Com isso, ela define um conjunto de 19 grupos de diagnósticos que indicam<strong> internações hospitalares </strong>potencialmente evitáveis.</p><p>Em conclusão, essa lista cobre uma ampla gama de condições, desde doenças preveníveis por imunização até doenças crônicas como asma e insuficiência cardíaca.</p><h2 class="wp-block-heading">O que são Internações Hospitalares Potencialmente Evitáveis (ICSAPs)?</h2><p>Em resumo, as ICSAPs são fundamentais para avaliar a capacidade da APS de gerenciar condições crônicas e prevenir complicações que levem à hospitalização.&nbsp;</p><p>Em suma, indicam as <strong>internações hospitalares</strong> potencialmente evitáveis, e são influenciadas por diversos fatores.</p><p>Entre eles, a organização dos sistemas de saúde, a disponibilidade e a acessibilidade de serviços, o nível socioeconômico da população e as desigualdades de acesso.&nbsp;</p><p>No Brasil, um elevado número de ICSAP reflete não apenas falhas na APS, mas também a fragmentação e a ineficiência do sistema de saúde como um todo.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir a prevalência de ICSAP pode melhorar significativamente a equidade no acesso aos cuidados.</p><p>Além disso, é ideal para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>, ou seja, o uso desnecessário de <strong>recursos hospitalares</strong>.</p><p>Desta forma, é possível promover um sistema de saúde mais justo e sustentável​.</p><h2 class="wp-block-heading">Estrutura e Desafios dos Sistemas de Atenção à Saúde (SAS)</h2><p>Sistemas de atenção à saúde (SAS), como o próprio nome diz, são organizados para promover, restaurar e manter a saúde da população.</p><p>Ou seja, eles garantem proteção contra riscos e acesso a serviços seguros e efetivos.&nbsp;</p><p>No Brasil, os dois subsistemas &#8211; o Sistema Único de Saúde (SUS) e o suplementar &#8211; são estruturados para oferecer uma rede de serviços regionalizada e integrada.</p><p>Entretanto, na prática, enfrentam desafios significativos de integração e coordenação entre os diversos níveis de atenção, necessitando de uma <strong>melhoria na gestão de saúde</strong>.</p><p>Com isso, essa fragmentação resulta em perda de qualidade e eficiência, aumento dos custos e ampliação das desigualdades no acesso aos serviços de saúde.&nbsp;</p><p>Portanto, como o primeiro nível de atenção, a APS desempenha um papel fundamental na <strong>prevenção de internações </strong>através da promoção da saúde, <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>, prevenção de doenças e manejo de condições crônicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Atenção Primária, Secundária e Terciária em Saúde</h3><p>Em resumo, trataremos quais são os principais processos de <strong>eficiência no atendimento hospitalar</strong> e como os sistemas de saúde funcionam.</p><p>Com isso, podemos mapear como prevenir as <strong>internações hospitalares</strong> e melhorar a ICSAPs nos demais níveis de cuidado. São elas:</p><ol><li><strong>Atenção Primária em Saúde (APS) </strong>é a principal porta de entrada do sistema de saúde, responsável por resolver a maioria das necessidades da população.&nbsp;</li></ol><p>Neste nível, inclui a promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento de condições agudas e crônicas e coordenação do<strong> cuidado preventivo do hospital</strong>.&nbsp;</p><p>Ainda, neste nível é possível identificar e prevenir <strong>internações hospitalares evitáveis</strong>.</p><p>Portanto, a APS deve resolver mais de 80% dos problemas de saúde, minimizando a necessidade de cuidados de maior complexidade​.</p><ol
start="2"><li><strong>Atenção Secundária em Saúde </strong>envolve serviços especializados, como consultas com especialistas e exames diagnósticos.&nbsp;</li></ol><p>É um nível intermediário entre a APS e a atenção terciária, focando em procedimentos de média complexidade.</p><ol
start="3"><li><strong>Atenção Terciária em Saúde</strong>, ou alta complexidade, refere-se a serviços que requerem tecnologias avançadas e especialização, geralmente realizados em ambiente hospitalar.&nbsp;</li></ol><p>Ou seja, este nível inclui procedimentos como terapias renais substitutivas, quimioterapia, radioterapia e cirurgias de alta complexidade, além de cuidados em unidades de terapia intensiva.&nbsp;</p><p>Portanto, alguns hospitais classificados como “quaternários” realizam procedimentos ainda mais especializados, como transplantes.&nbsp;</p><p>Com isso, esse nível de atenção representa cerca de 5% das necessidades de saúde, mas exige uma densidade tecnológica muito alta.</p><p>Ela é essencial para o tratamento de condições complexas que não podem ser geridas nos níveis primário ou secundário<strong>. ​</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Epidemiologia Das Internações Por Condições Sensíveis à Atenção Primária</h2><p>No Brasil, as ICSAPs são responsáveis por uma proporção significativa das internações hospitalares, destacando falhas na APS e a necessidade de melhorias.&nbsp;</p><p>Durante a pandemia de COVID-19, houve uma redução temporária nas ICSAPs devido à menor procura por cuidados ambulatoriais, mas essa tendência está revertendo com a normalização das atividades de saúde.&nbsp;</p><p>Dados da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA mostram que a taxa de ICSAP em pacientes admitidos para tratamento clínico está em torno de 30% no Brasil.&nbsp;</p><p>As condições mais comuns que levaram a ICSAP incluem infecções do trato urinário, pneumonia comunitária, insuficiência cardíaca congestiva e asma​.</p><h2 class="wp-block-heading">Ações Para Reduzir ICSAPs</h2><p>A promoção da saúde e a prevenção de doenças são estratégias fundamentais para o <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>.</p><p>Com elas, o objetivo é fortalecer o sistema de saúde, promovendo resiliência e focando no bem-estar da população.&nbsp;</p><p>Com isso, as abordagens não apenas visam tratar doenças existentes, mas também capacitam indivíduos e comunidades a adotar estilos de vida mais saudáveis e prevenir problemas de saúde antes que se tornem graves.</p><p>Neste contexto, <strong>Promoção da Saúde</strong> envolve incentivar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e redução do estresse.&nbsp;</p><p>Ainda, a <strong>Prevenção de Doenças</strong> inclui medidas como vacinação, triagem de saúde para detecção precoce de condições, e conscientização sobre fatores de risco.&nbsp;</p><p>Em suma, essas estratégias ajudam a prevenir o surgimento de condições adversas e a melhorar a gestão de saúde na comunidade.</p><p>Além disso, a <strong>Estruturação dos Serviços de Saúde</strong> é necessária para apoiar essas iniciativas. Políticas públicas que incentivem comportamentos saudáveis e facilitem o acesso a serviços preventivos são essenciais. Isso inclui a implementação de programas de triagem, campanhas de conscientização e a oferta de cuidados primários acessíveis, que são fundamentais para a detecção precoce e tratamento eficaz de doenças.</p><p>A <strong>prevenção de internações</strong>,<strong> </strong>através dessas estratégias, visa reduzir a incidência de condições de saúde agudas, melhorar o acesso à atenção primária e promover a detecção precoce e tratamento de condições antes que se agravem.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na <strong>prevenção de internações</strong>, é possível diminuir a necessidade de internações hospitalares não planejadas, economizando recursos e aliviando a carga sobre os serviços de emergência.</p><p>Além disso, os benefícios para a saúde pública e o sistema de saúde são enormes.&nbsp;</p><p>Entre elas, incluem a redução da pressão sobre os serviços de emergência, permitindo que esses recursos sejam direcionados para pacientes com condições agudas urgentes, a economia de recursos financeiros e de infraestrutura, que podem ser realocados para fortalecer outras áreas do sistema de saúde, e um melhor nível de saúde e de qualidade de vida.</p><p>Portanto, essas medidas resultam em um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/">sistema de saúde mais eficiente</a>, havendo <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.</p><p>Em suma, é capaz de responder melhor às necessidades da população, promovendo um atendimento mais preventivo e menos dependente de intervenções hospitalares de alta complexidade.</p><p><strong>Confira um </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospital-unimed-fortaleza-case/"><strong>case de sucesso</strong></a><strong> do Hospital Unimed Fortaleza que reduziu R$ 217 mil em custos com diárias de internação utilizando o DRG Brasil.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Diretrizes Para a Prevenção de Internações Evitáveis</h2><p>Para prevenir ICSAPs de forma eficaz, são necessárias diretrizes claras que incluem uma série de diretrizes.</p><p>Entre elas, a avaliação das necessidades da população, o desenvolvimento de uma rede de cuidados integrada, o engajamento da comunidade, o fortalecimento da infraestrutura de saúde e a implementação de serviços de saúde integrados.&nbsp;</p><p>Por isso, a educação continuada em saúde, a promoção de estilos de vida saudáveis e a colaboração entre diferentes setores do sistema de saúde são essenciais para <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/">melhorar a qualidade</a> da APS e reduzir as internações evitáveis​.</p><p>Para desenvolver uma rede de cuidados eficaz, é necessário seguir oito passos:</p><ol><li><strong>Avaliação das necessidades da população</strong>: Identificar os desafios de saúde e lacunas nos serviços existentes por meio de uma análise abrangente de dados demográficos, epidemiológicos e socioeconômicos.</li><li><strong>Planejamento e desenvolvimento da rede de cuidados</strong>: Formar uma equipe multidisciplinar para definir objetivos, metas e a estrutura da rede, assegurando que sejam alinhados com as necessidades da população e os princípios da atenção primária.</li><li><strong>Engajamento da comunidade</strong>: Incluir a comunidade no planejamento e desenvolvimento da rede, estabelecendo parcerias com líderes e organizações locais para garantir uma abordagem centrada no paciente.</li><li><strong>Desenvolvimento de infraestrutura e recursos humanos</strong>: Fortalecer a infraestrutura de saúde existente e capacitar uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde para atender às necessidades da população.</li><li><strong>Implementação de serviços integrados</strong>: Oferecer serviços de saúde que abordem todas as necessidades da população, desde prevenção até reabilitação, utilizando abordagens baseadas em evidências para garantir cuidados de alta qualidade.</li><li><strong>Monitoramento e avaliação</strong>: Criar sistemas para monitorar e avaliar o desempenho da rede de cuidados, utilizando dados para identificar áreas de melhoria e ajustar operações.</li><li><strong>Educação e promoção da saúde</strong>: Implementar programas de educação em saúde para capacitar a comunidade a adotar estilos de vida saudáveis e gerenciar suas condições de saúde.</li><li><strong>Parcerias e colaborações</strong>: Estabelecer parcerias com outras organizações de saúde e instituições para fortalecer a rede de cuidados e garantir a coordenação entre diferentes níveis do sistema de saúde.</li></ol><p>Chegou até aqui? Fique por dentro de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/">como reduzir os custos dos desperdícios em saúde</a> da instituição e fale com nossos especialistas para colocar a metodologia DRG em prática.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
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<item><title>Custos em Saúde: Como Reduzir Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=custos-em-saude</link>
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<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:33:23 +0000</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Os <strong>custos em saúde </strong>vem aumentando e muito.</p><p>Neste cenário, é preciso <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&nbsp;</p><p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre 20% e 40% dos gastos totais em saúde são desperdiçados devido à ineficiência.&nbsp;</p><p>Ou seja, este desperdício pode resultar em cuidados subótimos e, em alguns casos, até mesmo em danos aos pacientes.&nbsp;</p><p>Portanto, a melhoria dos <strong>custos em saúde</strong> e eficiência se tornam uma prioridade política, especialmente em sistemas de saúde que enfrentam restrições severas de recursos.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios dos Custos em Saúde nos Hospitais Brasileiros</h2><p>Hoje, os hospitais são componentes essenciais dos sistemas de saúde e consomem aproximadamente 50% dos <strong>custos em saúde</strong>.&nbsp;</p><p>No Brasil, de acordo com dados de 2019, entre 42,5% e 49,5% dos<strong> gastos com saúde</strong> no <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/">Sistema Único de Saúde</a> (SUS) e na saúde suplementar são destinados a eventos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, estes números destacam a importância de melhorar a eficiência hospitalar para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong> e maximizar a qualidade do cuidado.</p><p>Falando sobre a <strong>gestão dos custos em saúde</strong>, a ineficiência hospitalar é um problema presente em diversos países, independentemente do nível de desenvolvimento econômico.&nbsp;</p><p>Globalmente, estima-se que cerca de 300 bilhões de dólares sejam perdidos anualmente devido a ineficiências nos recursos hospitalares.&nbsp;</p><p>Estes <strong>desperdícios dos recursos da saúde</strong> podem ser atribuídos a aspectos técnico-operacionais e à economia de escala.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui </strong></a><strong>e conheça alguns casos de sucesso de Hospitais Filantrópicos.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Fontes de Desperdícios Assistenciais e Oportunidades de Melhoria</h2><p>Entre as várias fontes estudadas para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, a <strong>permanência hospitalar além do tempo necessário</strong> para o tratamento seguro do paciente é uma das que apresenta maior potencial de redução.&nbsp;</p><p>Estima-se, entretanto, que quase metade das diárias hospitalares preveníveis esteja associada à ineficiência no uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, as causas dessas ineficiências podem ser tanto internas aos hospitais (falhas no planejamento e/ou na execução de processos), quanto externas a ele (falhas na coordenação dos cuidados pelo gestor do sistema, seja público ou privado).</p><p>Melhorar a <strong>economia no </strong><a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus"><strong>SUS</strong></a> e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">eficiência hospitalar</a> requer intervenções que considerem tanto o ambiente interno quanto o externo dos hospitais.&nbsp;</p><p>A localização geográfica, a modalidade remuneratória, o porte e o grau de especialização dos hospitais são fatores que influenciam diretamente a eficiência dos serviços prestados.&nbsp;</p><p>No entanto, os efeitos dessas variáveis da <strong>redução de custos hospitalares </strong>não são definitivos e podem variar de acordo com o contexto.</p><h2 class="wp-block-heading">Perfil dos Hospitais Brasileiros em Relação aos Custos em Saúde</h2><p>Os hospitais brasileiros apresentam uma diversidade significativa em termos de porte, especialização e localização geográfica.</p><p>A maioria dos hospitais no Brasil é de pequeno a médio porte, com menos de 150 leitos, e muitos estão localizados em áreas urbanas, particularmente nas regiões Sudeste e Nordeste.</p><p>No entanto, há também uma grande quantidade de hospitais de menor porte situados em áreas rurais, que enfrentam desafios únicos, como a escassez de recursos e dificuldades de acesso a serviços especializados.</p><p>Os hospitais brasileiros variam amplamente em termos de capacidade tecnológica e especialização clínica.</p><p>Enquanto alguns hospitais em grandes centros urbanos são altamente especializados e bem equipados, muitos hospitais em áreas menos desenvolvidas carecem de infraestrutura adequada, o que limita a sua capacidade de oferecer cuidados de alta complexidade.</p><p>Esse perfil heterogêneo influencia diretamente o desempenho hospitalar e a eficiência no uso dos recursos, especialmente dos leitos hospitalares.</p><h2 class="wp-block-heading">Desempenho Hospitalar Brasileiro</h2><p>O desempenho dos hospitais brasileiros é variável e depende de diversos fatores, incluindo a <strong>eficiência na gestão dos recursos</strong>, a qualidade da infraestrutura, o treinamento dos profissionais de saúde e a integração com outros níveis de atenção.&nbsp;</p><p>Dados indicam que muitos hospitais ainda operam abaixo de seu potencial em termos de eficiência e qualidade do cuidado.</p><p>Em suma, ao que se reflete em indicadores como o tempo médio de permanência, a taxa de ocupação e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/taxa-de-mortalidade/">taxa de mortalidade</a> ajustada.</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios operacionais significativos, como a falta de padronização nos processos clínicos e administrativos.</p><p>Isso pode levar a variações indesejadas na prática clínica e a ineficiências na utilização dos recursos.</p><p>Ou seja, estes são <strong>métodos para otimizar recursos médicos e reduzir desperdícios</strong>.</p><p>Por exemplo, a ausência de protocolos bem definidos para a admissão e alta de pacientes pode resultar em internações prolongadas ou em altas precoces inadequadas.</p><p>Isso impacta negativamente os desfechos clínicos e aumentando os <strong>custos em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Custos Hospitalares: Estrutura e Impactos na Eficiência</h3><p>Entender a estrutura dos <strong>custos hospitalares</strong> é essencial para avaliar a eficiência operacional e a sustentabilidade dos hospitais.&nbsp;</p><p>No contexto hospitalar, os <strong>custos em saúde </strong>e despesas representam diferentes aspectos do consumo de recursos e da <strong>economia em saúde</strong>.</p><p><strong>Custos</strong> <strong>em saúde </strong>referem-se à expressão monetária do consumo de recursos diretamente relacionados à assistência ao paciente, como materiais médicos e salários de profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Por outro lado, <strong>despesas</strong> estão associadas a custos indiretos, como administração e manutenção, que ocorrem após o atendimento direto ao paciente​.</p><p>Os<strong> custos em saúde</strong> de hospitais podem ser classificados em <strong>fixos</strong> e <strong>variáveis</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Fixos</strong>: São aqueles que permanecem constantes independentemente do volume de atendimento, como aluguel, infraestrutura e mão de obra fixa. Nos hospitais, uma parcela significativa dos custos é fixa devido à necessidade de manter uma estrutura robusta e capacidade instalada pronta para atender a demanda, mesmo que esta varie.</li><li><strong>Custos Variáveis</strong>: Estes são proporcionais ao volume de serviços prestados. Por exemplo, quanto maior o número de cirurgias realizadas, maior será o consumo de materiais e medicamentos necessários para esses procedimentos​.</li></ul><p>Além disso, os <strong>custos em saúde </strong>podem ser <strong>diretos</strong> ou <strong>indiretos</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Diretos</strong>: São diretamente atribuíveis ao atendimento ao paciente. Por exemplo, todos os insumos utilizados em uma cirurgia específica ou o salário da equipe do centro cirúrgico.</li><li><strong>Custos Indiretos</strong>: Referem-se a despesas que não podem ser atribuídas diretamente a um único procedimento ou departamento, como custos de utilidades (água, luz, telefone), alimentação, e segurança.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>As <strong>estratégias de economia em saúde</strong> e a estrutura de custos hospitalares no Brasil revela que os hospitais são intensivos em capital, com uma grande parte dos custos sendo fixa.&nbsp;</p><p>Isso significa que, para gerar a <strong>otimização de recursos médicos </strong>e eficiência, os hospitais devem focar em melhorar a utilização dos leitos e reduzir as estadias prolongadas que não são clinicamente justificadas.&nbsp;</p><p>Por fim, hospitais que conseguem aumentar a ocupação sem aumentar proporcionalmente os custos fixos podem melhorar significativamente sua eficiência e <strong>reduzir os custos por paciente </strong>atendido.</p><p>Gostou do conteúdo? <strong>Confira estratégias eficazes para </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/reducao-de-custos/"><strong>reduzir custos hospitalares</strong></a> e a redução de <strong>desperdício em cuidados de saúde</strong>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
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<item><title>Saúde Baseada em Valor e Governança Clínica: um novo caminho para a eficiência e qualidade</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saude-baseada-em-valor-2</link>
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<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:03:31 +0000</pubDate>
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<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32032</guid><description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a busca pela saúde baseado em valor que promova uma governança clínica sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.  Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais. Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Nos últimos anos, a busca pela <strong>saúde baseado em valor </strong>que promova uma <strong>governança clínica </strong>sustentável com os recursos disponíveis tem se intensificado em todo o mundo.</p><p>Isso, por conseguinte, é resultado de uma combinação de fatores, como o envelhecimento da população, inovações tecnológicas e crises globais.</p><p>Como exemplo, a pandemia da COVID-19 foi um momento que pressionou os recursos e os orçamentos e surge a necessidade de maior <strong>eficiência no sistema de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Em países de alta renda, como os Estados Unidos, França e Japão, os gastos com saúde superam 10% do Produto Interno Bruto (PIB), evidenciando a necessidade urgente de um modelo que priorize o<strong> valor em saúde </strong>sobre o volume.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Saúde Baseada em Valor?</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong>, conhecida internacionalmente como Value-Based Healthcare (VBHC), é um modelo que busca alinhar o sistema de saúde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O contrário disso, é focar exclusivamente no retorno financeiro sobre o investimento.&nbsp;</p><p>Por consequência, esse modelo propõe que o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>valor em saúde</strong></a> seja medido pelos benefícios reais de saúde alcançados para os pacientes, comparados aos custos dos recursos utilizados para obter esses resultados.</p><p>Mas,<strong> como implementar saúde baseada em valor no sistema de saúde</strong>? A proposta <strong>&nbsp;</strong>se apoia em quatro pilares principais:</p><ol><li><strong>Valor Pessoal</strong>: Cuidado adequado para atingir os objetivos individuais dos pacientes.</li><li><strong>Valor Técnico</strong>: Melhores resultados possíveis com os recursos disponíveis.</li><li><strong>Valor Alocativo</strong>: Distribuição equitativa dos recursos entre todos os grupos de pacientes.</li><li><strong>Valor Social</strong>: Contribuição dos cuidados de saúde para a participação e conectividade social.</li></ol><p>Portanto, esses pilares ajudam a orientar a transição de um modelo tradicional de saúde, focado na quantidade de procedimentos realizados, para um sistema que valoriza os resultados obtidos e a <strong>eficiência e qualidade em saúde</strong> e dos serviços prestados.</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios e Oportunidades da Saúde Baseada em Valor</h2><p>Implementar um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> exige uma mudança significativa nas práticas e políticas estabelecidas há décadas.&nbsp;</p><p>Aliás, países que adotam esse modelo enfrentam desafios como a inércia, sistemas fragmentados e limitações da infraestrutura de saúde existente.&nbsp;</p><p>No entanto, essas barreiras também representam oportunidades para avançar na criação de <strong>modelos de governança clínica </strong>mais centrado no paciente e baseado em valor.</p><p>No Brasil, por exemplo, a adaptação para um modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong> é vista como uma necessidade para aumentar a <strong>eficiência no sistema de saúde</strong> e reduzir os desperdícios no sistema.&nbsp;</p><p>Estudos indicam que entre 20% e 40% dos gastos com saúde são considerados desperdícios devido a ineficiências operacionais.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir esses desperdícios e realocar os recursos para cuidados que realmente importam pode gerar melhores resultados e, consequentemente, aumento do<strong> valor em saúde</strong> e maior satisfação dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">Elementos Facilitadores</h2><p>Quais são os elementos facilitadores para<strong> resultados baseados em valor</strong>?</p><p>Para que a<strong> saúde baseada em valor</strong> se torne uma realidade, fazem-se necessárias uma série de iniciativas.</p><p>Entre elas: governos, operadoras de saúde, prestadores de serviços, entidades médicas e representantes dos pacientes precisam trabalhar juntos para criar um ambiente propício.&nbsp;</p><p>Esse esforço conjunto deve incluir:</p><ul><li><strong>Políticas de capacitação</strong>: Desenvolvimento de competências nos conceitos e princípios da saúde baseada em valor.</li><li><strong>Cuidados integrados e centrados no paciente</strong>: Garantia de que todos os níveis de cuidado estão conectados e focados nas necessidades dos pacientes.</li><li><strong>Mensuração de desfechos padronizados e custos</strong>: Implementação de métricas claras para avaliar a eficácia e a eficiência dos cuidados.</li><li><strong>Modelos remuneratórios baseados em valor</strong>: Reestruturação da forma como os serviços de saúde são remunerados, para que os pagamentos estejam atrelados aos resultados obtidos.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Martini Klinik: Um Exemplo de Sucesso na Saúde Baseada em Valor</h2><p>Você sabia? Um dos exemplos mais notáveis de implementação bem-sucedida da <strong>saúde baseada em valor</strong> é a <a
href="https://www.martini-klinik.de/">Martini Klinik</a>.</p><p>Localizada em Hamburgo, Alemanha, esta clínica é especializada no tratamento do câncer de próstata e é reconhecida mundialmente por seus resultados excepcionais em desfechos de saúde e <strong>eficiência operacional.</strong></p><p>Desde sua fundação, a Martini Klinik focou em um modelo de atendimento altamente especializado e centrado no paciente, coletando dados detalhados sobre os resultados de saúde e os custos associados a cada tratamento.&nbsp;</p><p>A clínica utiliza esses dados para constantemente melhorar a <strong>qualidade dos cuidados em saúde </strong>oferecidos.&nbsp;</p><p>Como resultado, a Martini Klinik conseguiu alcançar taxas de complicações significativamente mais baixas e melhores resultados de longo prazo para os pacientes em comparação com outras instituições.</p><p>Além de sua especialização, a Martini Klinik se destaca por sua transparência e compromisso com a<strong> qualidade assistencial</strong>.&nbsp;</p><p>A clínica publica regularmente seus resultados de saúde, permitindo que pacientes e outros profissionais de saúde vejam claramente o impacto de seus tratamentos.&nbsp;</p><p>Esta prática, a transparência não apenas fortalece a confiança dos pacientes, mas também permite que a clínica aprimore continuamente seus métodos de tratamento.</p><p>Ao longo dos anos, a Martini Klinik conseguiu se tornar um modelo mundial de referência para a<strong> saúde baseada em valor</strong>, demonstrando que é possível melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, reduzir custos e aumentar a satisfação dos pacientes.&nbsp;</p><p>A clínica atende milhares de pacientes anualmente e, por seu foco exclusivo na <strong>eficiência e na qualidade</strong>, continua liderando o campo de tratamento do câncer de próstata em escala global.&nbsp;</p><p>Seus resultados mostram que um modelo de saúde verdadeiramente centrado no valor pode gerar benefícios significativos tanto para os pacientes quanto para o <strong>sistema de saúde</strong> como um todo.</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/20-instituicoes-lideres-nacionais-na-entrega-de-valor-em-saude-iniciaram-a-implantacao-de-sets-do-ichom/"><strong>aqui </strong></a><strong>outros exemplos de líderes nacionais que entregam valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>saúde baseada em valor</strong> representa uma mudança fundamental na forma como os cuidados são prestados e remunerados, trazendo benefícios significativos para pacientes, profissionais de saúde e a sociedade como um todo.</p><p>Adotar esse modelo exige esforço, comprometimento e colaboração entre todas as partes interessadas, mas os resultados alcançados prometem transformar o cuidado em saúde de maneira profunda e duradoura.</p><p>Quer saber as <strong>estratégias para eficiência e qualidade com saúde baseada em valor?</strong> <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/">Fale com nossa equipe de especialistas</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/young-doctor-supporting-his-patient_863047.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=13&amp;uuid=09d8c0ad-19f0-4d3e-b94c-d48727967521"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 15:15:27 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[institucional]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32022</guid><description><![CDATA[<p>Introdução O conceito de “governança clínica” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&#160; No entanto, os sistemas de saúde têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O conceito de “<strong>governança clínica</strong>” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&nbsp;</p><p>No entanto, os<strong> sistemas de saúde</strong> têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não é alcançada de maneira eficaz, resultando em desperdícios significativos de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é uma forma estruturada de gerenciar a qualidade dos cuidados em saúde.</p><p>Ela foca na entrega de valor, ou seja, na maximização dos resultados e <strong>qualidade em saúde</strong>, que são realmente importantes para os pacientes, utilizando os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível.&nbsp;</p><p>Quando os <strong>sistemas de saúde </strong>falham em cumprir essas premissas, os recursos são desperdiçados.&nbsp;</p><p>Ou seja, esse desperdício pode ocorrer de diversas formas: desde a hospitalização desnecessária de pacientes que poderiam receber cuidados ambulatoriais seguros até fraudes e ociosidade de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica pode traçar uma estratégia para reduzir desperdícios em saúde</h2><p>A magnitude desses desperdícios é alarmante e ter uma boa <strong>gestão clínica</strong> para a redução dos riscos e otimização dos recursos e processos é fundamental.&nbsp;</p><p>Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que 25% dos gastos anuais com saúde sejam desperdiçados, totalizando entre 760 e 935 bilhões de dólares.&nbsp;</p><p>Além disso, uma situação similar é observada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde pelo menos 20% de todo o gasto em saúde poderia ser redirecionado para cuidados com melhores resultados para os pacientes, promovendo a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Cenário dos desperdícios em instituições de saúde brasileiras</h3><p>No Brasil, os desafios são igualmente grandes, exigindo maior foco em <strong>eficiência clínica</strong>.&nbsp;</p><p>Dados da plataforma <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metodologia-drg-brasil/">DRG Brasil</a> mostram que é possível melhorar a <strong>qualidade assistencial </strong>oferecida e garantir mais economia dos recursos para os hospitais.</p><p>São fatores de desperdício:</p><ul><li>No Brasil, 50% das diárias hospitalares são evitáveis</li><li>Permanências hospitalares além do necessário para o tratamento seguro do paciente</li><li>Baixa efetividade da atenção primária</li><li>Eventos adversos evitáveis</li></ul><p>Ou seja, essas ineficiências destacam o potencial de economia e a necessidade de melhorias na <strong>governança clínica </strong>dos <strong>serviços de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Além disso, um estudo do Banco Mundial aponta que os <strong>serviços de saúde</strong> secundários e terciários no Brasil apresentam ineficiências de até 71%.&nbsp;</p><p>A saúde suplementar também não está imune a esses problemas, com estimativas indicando que o desperdício anual devido à insegurança assistencial pode chegar a 106 bilhões de reais.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica e os elos do Sistema de Saúde influenciam o cenário de desperdício</h2><p>Na <strong>governança clínica</strong>, diferentes elos do <strong>sistema de saúde</strong> — desde a atenção primária, passando pelos serviços hospitalares até os cuidados pós-hospitalares — desempenham um papel fundamental na geração ou na prevenção de desperdícios, primordiais na <strong>sustentabilidade na saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Do total dos <strong>desperdícios assistenciais</strong>, falhas na atenção primária, como a baixa resolutividade de casos sensíveis a este nível de cuidados, resultam em internações potencialmente evitáveis, contribuindo para 27% desses problemas. Já o prolongamento desnecessário das internações é responsável por 46% desse total.&nbsp;</p><p>Além disso, após a alta hospitalar, a falta de uma transição de cuidado adequada e lacunas no acompanhamento continuado dos cuidados pós-alta aumentam o risco de complicações e readmissões, representando 10% das perdas identificadas pela plataforma DRG Brasil.&nbsp;</p><p>Portanto, faz-se urgente aplicar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/indicadores-de-saude/"><strong>indicadores de qualidade clínica</strong></a> nesse ciclo de ineficiências que se perpetua quando os diferentes níveis de atenção à saúde não estão devidamente integrados, aumentando os custos e comprometendo a qualidade do atendimento ao paciente.</p><h2 class="wp-block-heading">Iniciativas para Reduzir Desperdícios e Melhorar a Gestão em Saúde no Brasil</h2><p>No Brasil, há um movimento crescente em direção à <strong>governança clínica e qualidade assistencial </strong>para entrega de valor em saúde, que abrange uma ampla variedade de organizações, incluindo operadores do SUS, do setor de saúde suplementar e hospitais de diferentes portes.&nbsp;</p><p>Este movimento, que visa melhorar a <strong>qualidade e a eficiência dos serviços de saúde</strong>, visa equilibrar desfechos clínicos com sustentabilidade financeira.&nbsp;</p><p>Confira as iniciativas das organizações na transformação da <strong>governança clínica</strong>:</p><ul><li>Organizações como o Tribunal de Contas da União (TCU), a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES), e a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) são exemplos, entre tantos outros, que estão na vanguarda dessa transformação.</li><li>O TCU, por exemplo, lançou o programa <strong>&#8220;Eficiência na Saúde&#8221;</strong> para melhorar a gestão de recursos em hospitais do SUS, promovendo auditorias que identificam ineficiências e boas práticas.&nbsp;</li><li>Minas Gerais, por meio do programa Valora Minas, está focando na qualificação da assistência hospitalar, vinculando repasses de recursos a resultados assistenciais.&nbsp;</li><li>No Espírito Santo, a SESA-ES e a FEHOFES implementaram um modelo de contratualização baseado em valor, que resultou em melhorias significativas na <strong>eficiência hospitalar</strong>.</li></ul><p>Esses resultados promissores possibilitaram celebrar a <strong>colaboração entre a Valor Saúde Brasil e o ICHOM</strong>, visando auxiliar as organizações de saúde na implementação de práticas de cuidado baseadas em valor ao longo de toda a jornada do paciente no sistema de saúde brasileiro.&nbsp;</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.ichom.org/"><strong>aqui </strong></a><strong>para conhecer a página oficial do ICHOM.</strong></p><p>O ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) foi fundado por Michael Porter com o objetivo de estabelecer padrões de medição de entrega de valor em diversas linhas de cuidado e populações, utilizando conjuntos de indicadores de custos e resultados ao longo da vida dos usuários.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Esses exemplos ilustram algumas <strong>estratégias para eficiência clínica no sistema de saúde.</strong></p><p>Principalmente, o compromisso do Brasil com a transição de um modelo de saúde centrado na produção para um enfoque na <strong>sustentabilidade em saúde</strong> e valor.</p><p>Essas ações são impulsionadas pela <strong>governança clínica</strong> e apoiadas por auditorias e políticas baseadas em evidências, que têm como objetivo resultados que realmente importam para os pacientes.</p><p>Chegou até aqui? Saiba como as ferramentas da Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + IA podem auxiliar na redução dos desperdícios dos sistemas de saúde. <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/"><strong>Fale com nossos especialistas</strong></a><strong>! </strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/doctor-nurse-discussing-digital-tablet_9597416.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=14&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>wavebreakmedia_micro by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>O Grupo IAG Saúde aderiu ao Pacto Global da ONU. E o que isso significa para você?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/pacto-global-da-onu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pacto-global-da-onu</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 19:27:06 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[drg brasil]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[institucional]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31986</guid><description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2024 o Grupo IAG Saúde assinou publicamente a Carta de Adesão ao Pacto Global da ONU, comprometendo-se a alinhar seus processos e estratégias a princípios éticos e de sustentabilidade universalmente aceitos.&#160; Mas qual é o impacto dessa ação para você, que é nosso cliente, parceiro, colaborador – ou que faz parte [&#8230;]</p><p>The post <a
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]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>No primeiro semestre de 2024 o Grupo IAG Saúde assinou publicamente a <strong>Carta de Adesão ao Pacto Global da ONU</strong>, comprometendo-se a alinhar seus processos e estratégias a princípios éticos e de sustentabilidade universalmente aceitos.&nbsp;</p><p>Mas qual é o impacto dessa ação para você, que é nosso cliente, parceiro, colaborador – ou que faz parte do ecossistema acompanhando nossos conteúdos, publicações, atividades, produtos e serviços?&nbsp;</p><p><strong>Significa bastante coisa</strong>. O apoio do Grupo IAG Saúde ao Pacto Global da ONU representa um compromisso genuíno com práticas éticas que beneficiam toda a sociedade.&nbsp;</p><p>Entenda tudo sobre o Pacto Global da ONU e seus benefícios, lendo este artigo!</p><h2 class="wp-block-heading">O que é a ONU</h2><p>A ONU (Organização das Nações Unidas), fundada em 24 de outubro de 1945 após a Segunda Guerra Mundial, visa promover a paz e segurança internacionais, desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza, direitos humanos, ajuda humanitária e cooperação entre países para resolver problemas globais.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é o Pacto Global da ONU</h2><p>Lançado em julho de 2000, o Pacto Global da ONU é uma iniciativa voluntária para encorajar empresas a adotar práticas sustentáveis e socialmente responsáveis.</p><p>Baseado em dez princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, ele promove práticas empresariais responsáveis, cooperação internacional e desenvolvimento de soluções sustentáveis.&nbsp;</p><p>As empresas participantes devem relatar regularmente seus progressos e se beneficiam de uma rede global de troca de boas práticas.</p><h2 class="wp-block-heading">Impacto do Pacto Global da ONU</h2><p>Desde sua criação, o Pacto Global da ONU tem crescido significativamente, com milhares de empresas e organizações em todo o mundo aderindo à iniciativa. Este crescimento demonstra um compromisso global crescente com a responsabilidade corporativa e sustentabilidade.</p><p>&nbsp;Através de suas ações, o Pacto Global tem promovido mudanças positivas nas práticas empresariais, incentivando a inovação e a adoção de soluções que beneficiem a sociedade e o meio ambiente.&nbsp;</p><p>As empresas participantes não só melhoram suas operações internas, mas também contribuem para um impacto social e ambiental mais amplo, ajudando a criar um movimento global em favor do desenvolvimento sustentável.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é o Pacto Global da ONU – Rede Brasil</h2><p>Fundada em 2003, a Rede Brasil adapta os objetivos globais do Pacto ao contexto brasileiro, engajando empresas locais em práticas sustentáveis e responsáveis.</p><p>Seus objetivos incluem promover a sustentabilidade corporativa no Brasil, facilitar a implementação dos princípios do Pacto e incentivar a colaboração multissetorial para enfrentar desafios socioambientais.</p><p><strong>Impacto da Rede Brasil do Pacto Global</strong>&nbsp;</p><p>A Rede Brasil do Pacto Global tem crescido significativamente e se tornado uma das maiores redes locais do Pacto no mundo. Com centenas de empresas e organizações participantes, ela promove uma cultura de sustentabilidade e responsabilidade social no ambiente empresarial brasileiro.&nbsp;</p><p>Através de suas iniciativas, a Rede Brasil incentiva as empresas a desenvolverem práticas inovadoras que contribuem para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país.&nbsp;</p><p>O impacto da Rede Brasil se reflete na criação de projetos que abordam problemas locais de forma sustentável, fortalecendo a colaboração entre setores e contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.</p><h2 class="wp-block-heading">O que a adesão do Grupo IAG Saúde ao Pacto Global da ONU significa para os nossos clientes, parceiros, colaboradores e ecossistema?</h2><h3 class="wp-block-heading">Se você é nosso cliente, a adesão ao Pacto Global significa:</h3><p>Transparência e confiabilidade</p><ul><li><strong>Comunicação clara:</strong> Somos transparentes sobre nossas ações e progresso em sustentabilidade, proporcionando informações claras e confiáveis sobre os produtos e serviços que oferecemos.</li><li><strong>Ética e integridade:</strong> Nos comprometemos com práticas éticas em todas as nossas operações, assegurando que os clientes podem confiar na integridade da nossa organização.</li></ul><p>Compromisso com os Direitos Humanos</p><ul><li><strong>Produção responsável:</strong> Garantimos que nossos produtos e serviços não estão associados a abusos de Direitos Humanos, trabalho infantil ou trabalho forçado. Valorizamos e respeitamos os direitos de todos os trabalhadores da nossa rede de produção.</li><li><strong>Respeito e dignidade:</strong> Ao defender práticas de trabalho justo e seguro, fazemos com que que cada produto e serviço do Grupo IAG Saúde reflita nosso compromisso com a dignidade humana.</li></ul><p>Inovação e responsabilidade</p><ul><li><strong>Soluções inovadoras:</strong> Investimos em pesquisa e desenvolvimento para criar produtos inovadores que atendam às necessidades dos nossos clientes de maneira acessível e sustentável.</li><li><strong>Responsabilidade social:</strong> Nossas ações refletem um compromisso com a sociedade, ampliando o acesso e aumentando a qualidade e a segurança da prestação de serviços de saúde no país.</li></ul><p>Foco em melhoria contínua</p><ul><li><strong>Feedback e satisfação:</strong> Valorizamos a opinião dos nossos clientes e estamos comprometidos com a melhoria contínua de nossos produtos e serviços, sempre buscando atender e superar suas expectativas.</li><li><strong>Engajamento com clientes:</strong> Para o Grupo IAG Saúde é fundamental manter um diálogo aberto e respeitoso com os clientes, garantindo que suas preocupações e sugestões são ouvidas e consideradas.</li></ul><p>Contribuição para um futuro melhor</p><ul><li><strong>Participação ativa:</strong> Como principais atores do setor de saúde no Brasil, nossos clientes contribuem diretamente para um futuro mais sustentável e responsável, por isso é importante que se aliem a empresas que fazem parte de uma iniciativa global por um mundo melhor.</li><li><strong>Impacto positivo:</strong> Juntos, nós e nossos clientes unimos forças e vivências para promover práticas sustentáveis que beneficiam os pacientes, os trabalhadores da saúde e a sociedade como um todo.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">Se você é nosso parceiro de negócio, a adesão ao Pacto Global significa:</h3><p>Fortalecimento de relações</p><ul><li><strong>Alinhamento de valores:</strong> Parceiros de negócios se beneficiam ao colaborar com empresas com as quais compartilham os mesmos valores e compromissos éticos.</li><li><strong>Confiança mútua:</strong> A adesão ao Pacto Global promove um ambiente de confiança e respeito entre as partes de uma plataforma colaborativa.</li></ul><p>Oportunidades de colaboração</p><ul><li><strong>Iniciativas conjuntas:</strong> A participação no Pacto Global facilita a criação de projetos compartilhados e parcerias estratégicas que podem beneficiar ambos os lados – além, é claro, do cliente final.</li><li><strong>Acesso a redes:</strong> O acesso a uma rede global de empresas e organizações pode abrir portas para oportunidades de negócios “fora da bolha”.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">Se você é nosso colaborador, a adesão ao Pacto Global significa:</h3><p>Engajamento e motivação</p><ul><li><strong>Orgulho em pertencer:</strong> Os funcionários se sentem mais orgulhosos e motivados a trabalhar em uma empresa que tem um forte compromisso com diretrizes éticas, garantindo um ambiente de trabalho justo, seguro, inclusivo e respeitoso.</li><li><strong>Engajamento que rende frutos:</strong> O alinhamento de valores éticos entre a organização e seus colaboradores aumenta o engajamento e impulsiona a produtividade.</li></ul><p>Desenvolvimento e retenção</p><ul><li><strong>Atração de talentos:</strong> Profissionais talentosos são atraídos para empresas que são vistas como líderes em práticas éticas, transparentes e sustentáveis.</li><li><strong>Retenção de talentos:</strong> Colaboradores são mais propensos a permanecer em empresas que se preocupam com seu bem-estar, sua felicidade no trabalho e com o impacto social que ocasionam.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">Se você faz parte do nosso ecossistema de alguma forma, a adesão ao Pacto Global significa:</h3><p>Impacto positivo</p><ul><li><strong>Desenvolvimento sustentável:</strong> O Grupo IAG Saúde se empenha em contribuir para o desenvolvimento sustentável do seu ecossistema, melhorando a prestação de serviços do setor como um todo.</li><li><strong>Responsabilidade social:</strong> Projetos e iniciativas sustentáveis pelo ecossistema beneficiam diretamente a comunidade, promovendo um impacto social de soma positiva.</li></ul><p>Influência para o bem</p><ul><li><strong>Liderança pelo exemplo:</strong> Ao aderir ao Pacto Global, a empresa pode influenciar outras empresas no ecossistema a adotarem práticas sustentáveis e responsáveis.</li><li><strong>Cadeia de valor sustentável:</strong> A organização participante tem como premissa liderar a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva, incentivando clientes e parceiros a seguir os mesmos princípios éticos.</li></ul><p>Estabilidade e crescimento sustentável</p><ul><li><strong>Redução de riscos:</strong> Implementar práticas responsáveis ajuda a reduzir riscos operacionais e reputacionais, proporcionando uma base mais estável para o crescimento sustentável da empresa e suas partes interessadas.</li><li><strong>Resiliência:</strong> Empresas comprometidas com a sustentabilidade são mais resilientes a crises e mudanças de mercado, atuando como um pilar de segurança para seu ecossistema.</li></ul><p>Transparência e prestação de contas</p><ul><li><strong>Relatórios de Progresso:</strong> A adesão ao Pacto Global inclui a obrigação de relatar os progressos em práticas sustentáveis, o que aumenta a transparência e a confiança de todos os stakeholders.</li><li><strong>Responsabilidade:</strong> A empresa se compromete publicamente a seguir princípios éticos e de integridade, o que aumenta a responsabilidade para com o ecossistema e a prestação fidedigna de contas.</li></ul><p>Como você pode ver, o apoio do Grupo IAG Saúde ao Pacto Global da ONU não é apenas uma questão de posicionamento de mercado, mas um compromisso real e público com práticas éticas que beneficiam diretamente nossos clientes, parceiros, colaboradores e a sociedade como um todo.&nbsp;</p><p>Com essa adesão, garantimos que nossas entregas sejam pautadas em qualidade, segurança, transparência, respeito aos direitos humanos e responsabilidade social, proporcionando ao ecossistema uma experiência consciente e confiável com nossas marcas.</p><p>Para ficar por dentro das ações de ESG e impacto social do Grupo IAG Saúde e suas plataformas, assine a newsletter Valor em Saúde, <a
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class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p>Imagem de capa: <em><a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/amigos-posando-em-um-campo-ao-ar-livre_24022785.htm#fromView=search&amp;page=3&amp;position=13&amp;uuid=d5ccc53d-40d1-436b-a51f-7ab804ee45cb">freepik</a></em></p><p>The post <a
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