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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>valor em saude Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/tag/valor-em-saude-2/</link>
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<item><title>A transformação da Saúde Baseada em Valor : uma conexão Brasil–Arábia Saudita com Elizabeth Teisberg</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/a-transformacao-da-saude-baseada-em-valor-uma-conexao-brasil-arabia-saudita-com-elizabeth-teisberg/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-transformacao-da-saude-baseada-em-valor-uma-conexao-brasil-arabia-saudita-com-elizabeth-teisberg</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 21:07:50 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32232</guid><description><![CDATA[<p>Visão 2030 da Arábia Saudita e a transformação da saúde Quais são as maiores tendências internacionais da saúde baseada em valor? Para responder esta e outras perguntas, no último dia 21 de maio de 2025, o Grupo IAG Saúde promoveu um dos encontros mais relevantes de sua trajetória institucional: o Webinar Internacional “Value-Based Health Care [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Visão 2030 da Arábia Saudita e a transformação da saúde</h2><p>Quais são as maiores tendências internacionais da <strong>saúde baseada em valor</strong>?<br><br>Para responder esta e outras perguntas, no último dia 21 de maio de 2025, o <a
href="https://grupoiagsaude.com.br/">Grupo IAG Saúde</a> promoveu um dos encontros mais relevantes de sua trajetória institucional: o Webinar Internacional “Value-Based Health Care na Visão 2030 da Arábia Saudita”, conectando especialistas do Brasil e da Arábia Saudita em torno das estratégias que estão moldando o futuro da <strong>saúde baseada em valor (VBHC)</strong>.</p><p>O evento teve como foco o compartilhamento de experiências e avanços relacionados à <a
href="https://www.vision2030.gov.sa/en/overview"><strong>Visão 2030</strong></a><strong> da Arábia Saudita</strong>, plano nacional de <strong>transformação da saúde</strong>, que a reposiciona como pilar estratégico do desenvolvimento econômico e social do país.</p><h2 class="wp-block-heading">Presença histórica da Dra. Elizabeth Teisberg com público brasileiro</h2><p>O ponto alto do webinar foi a participação da <a
href="https://www.linkedin.com/in/elizabeth-teisberg-516b28/"><strong>Dra. Elizabeth Teisberg</strong></a>, coautora do clássico <em>Redefining Health Care</em> e uma das principais arquitetas do conceito de <strong>Value-Based Health Care (</strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/vbhc/"><strong>VBHC</strong></a><strong>) </strong>no mundo.&nbsp;</p><p>Com clareza e profundidade, Teisberg compartilhou reflexões sobre como sistemas de saúde podem ser redesenhados para gerar valor real às pessoas, promovendo um cuidado mais integrado, eficiente e humanizado.</p><p>Sua participação na sessão de perguntas e respostas proporcionou um momento raro de troca direta com o público brasileiro, reforçando a importância da formação e da capacitação contínua em <strong>saúde baseada em valor</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">A contribuição do Council of Health Insurance (CHI)</h2><p>Representando o Council of Health Insurance (<a
href="https://www.chi.gov.sa/Pages/Home.aspx">CHI</a>) da Arábia Saudita, o webinar contou com a presença de dois nomes de destaque:</p><ul><li><strong>Sra. Eman Alturaiki, porta-voz do CHI</strong>, que apresentou o roadmap oficial da Arábia Saudita para a implementação do VBHC, com dados, marcos regulatórios e resultados já observados — demonstrando como políticas públicas bem estruturadas podem transformar a<strong> experiência do paciente</strong> e a sustentabilidade do sistema.</li><li><strong>Dr. Nawaf Albali, Diretor Executivo de Política e Conformidade do CHI</strong>, que compartilhou a visão institucional saudita sobre o papel regulador na indução de valor no <strong>sistema de saúde</strong>. Com clareza estratégica, apresentou como a comunicação com a sociedade e os atores do sistema é fundamental para sustentar mudanças estruturais.</li></ul><p>A contribuição do CHI não apenas ilustrou uma jornada sólida de transição para o<strong> modelo de valor </strong>por meio de uma liderança sólida, mas também inspirou caminhos possíveis para o Brasil.</p><h2 class="wp-block-heading">O papel do TCU na melhoria do sistema de saúde</h2><p>O Tribunal de Contas da União (TCU) foi representado no evento pelo Auditor Chefe Alexandre Giraux Cavalcanti, da Unidade de Auditoria Especializada em Saúde.&nbsp;</p><p>Giraux destacou o papel das instituições de controle na indução de melhorias sistêmicas, especialmente no uso eficiente dos recursos públicos e na implementação de<strong> modelos de valor</strong> que promovem resultados concretos para a população.</p><h2 class="wp-block-heading">Grupo IAG Saúde e a promoção do VBHC no Brasil</h2><p>O <strong>Grupo IAG Saúde</strong> esteve representado pelo seu diretor de Relacionamento com o Mercado, Breno Duarte, que conduziu o encontro e reafirmou o compromisso da instituição com a promoção de<strong> </strong><a
href="https://materiais.grupoiagsaude.com.br/lp-ebook-guia-para-reduzir-desperdicios-no-sistema-de-saude"><strong>saúde baseado em valor</strong></a><strong> </strong>no Brasil.</p><p>As médicas Rosana Mandelbaum e Marina Palmerston, consultoras do <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, também participaram da mesa redonda e contribuíram com uma visão prática sobre os desafios e oportunidades de implementação do VBHC no contexto nacional.&nbsp;</p><p>Com sensibilidade clínica e visão estratégica, trouxeram à tona pontos fundamentais sobre a<strong> jornada do paciente</strong> e a integração da atenção à saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">VBHC como agenda prioritária para o Brasil</h2><p>O debate reforçou o entendimento de que a transição para o<strong> cuidado baseado em valor</strong> é não apenas necessária, mas urgente — e que ela exige colaboração entre governos, instituições de controle, prestadores de serviços e a sociedade civil.</p><p>O <strong>Grupo IAG Saúde</strong> acredita que é possível e necessário tropicalizar boas práticas internacionais, mantendo o foco em qualidade, eficiência e <strong>experiência do paciente</strong>, sem perder de vista a realidade do sistema de saúde brasileiro.</p><p>Reviva esse momento histórico para a <strong>transformação da saúde</strong> com valor<br><br>Acesse agora a gravação do webinar e mergulhe nas discussões com Elizabeth Teisberg, TCU, CHI e especialistas do Grupo IAG Saúde.&nbsp;Um conteúdo imperdível para quem acredita na transformação do <strong>cuidado baseado em valor</strong>! Clique <a
href="https://www.youtube.com/live/J4fYGqN0q9M?si=jXKnWFNvdbEwFYLT">aqui</a> e assista os melhores momentos.</p><p>The post <a
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<item><title>Espírito Santo Revoluciona o Acesso à Saúde com o DRG Brasil</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/acesso-a-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acesso-a-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 21:13:37 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<category><![CDATA[desperdícios assistenciais]]></category>
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<category><![CDATA[redução de internações]]></category>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading"><strong>Introdução&nbsp;</strong></h2><p>No cenário atual da saúde pública, o Espírito Santo está redefinindo o <strong>acesso à saúde </strong>com a implementação do <strong>DRG Brasil Hospitalar</strong> – um modelo inovador que, além de aumentar a <strong>eficiência hospitalar</strong>, também<strong> otimizou os recursos</strong>, elevando o nível do <strong>atendimento SUS</strong> e ampliou o <strong>acesso à saúde </strong>da população capixaba.</p><p>Essa transformação, que alia a inovação em saúde à <strong>gestão hospitalar eficiente</strong>, foi possível com a parceria estratégica entre a Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (<a
href="https://saude.es.gov.br/">SESA</a>), a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (<a
href="https://fehofes.org.br/">FEHOFES</a>) e a Planisa.</p><p>Nesta colaboração, os pilares estabelecidos foram um novo padrão de <strong>gestão hospitalar baseado na transparência, eficiência e qualidade assistencial</strong>.</p><p>A seguir, confira a trajetória do case e as principais transformações de sucesso.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafios e transformações na Gestão Hospitalar</strong></h2><p>Antes do <strong>DRG Brasil</strong>, os hospitais capixabas enfrentavam os seguintes desafios:</p><ul><li><strong>Filas de espera extensas</strong>, impactando diretamente o acesso à saúde da população.</li><li><strong>Baixa previsibilidade orçamentária</strong>, dificuldade na sustentabilidade de recursos.</li><li><strong>Dificuldades na regulação de leitos</strong>, comprometendo o <strong>atendimento SUS</strong>.</li><li><strong>Modelo tradicional de financiamento dos hospitais, </strong>que priorizava a produção, em detrimento dos resultados clínicos e da qualidade assistencial.</li></ul><p>Com a introdução da metodologia <strong>Diagnosis Related Groups (DRG),</strong> houve uma mudança de paradigma, permitindo que os hospitais:</p><ul><li>Gerenciem indicadores como <strong>tempo de internação, desfechos clínicos e qualidade assistencial</strong>.</li><li><strong>Otimizem o uso dos leitos</strong>, viabilizando um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/"><strong>atendimento SUS</strong></a> mais ágil e seguro para os pacientes.</li><li>Racionalizem os recursos, gerando benefícios não apenas para as instituições, mas para toda a população.</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados expressivos de acesso à saúde</strong></h2><p>A implementação do novo modelo já trouxe impactos positivos concretos na assistência hospitalar do estado, garantindo mais eficiência, <strong>acesso à saúde</strong> e sustentabilidade:</p><ul><li><strong>Aumento da eficiência hospitalar:</strong> A gestão aprimorada dos processos assistenciais resultou em uma <strong>redução de 33% no tempo médio de internação</strong>, com a <strong>média de permanência hospitalar nos </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/"><strong>hospitais filantrópicos</strong></a><strong> caindo de 5,2 para 3,5 dias</strong> entre julho de 2022 e dezembro de 2024.&nbsp;</li></ul><p>Essa redução não só melhora o fluxo hospitalar, permitindo maior rotatividade dos leitos, mas também <strong>reduz custos operacionais e acelera o atendimento a novos pacientes</strong>.</p><ul><li><strong>Ampliação do acesso à saúde:</strong> Com hospitais mais eficientes, houve um <strong>crescimento expressivo de 60% no número de AIH’s (Autorizações de Internação Hospitalar) geradas</strong> no comparativo entre o 1º semestre de 2022 e o 1º semestre de 2024.&nbsp;</li></ul><p>Esse avanço significa que milhares de capixabas tiveram <strong>acesso à saúde </strong>mais rápido e eficaz a internações e tratamentos essenciais.</p><ul><li><strong>Maior faturamento hospitalar e </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-financeira-em-saude/"><strong>sustentabilidade financeira</strong></a><strong>:</strong> A otimização dos processos hospitalares e a remuneração baseada em desempenho <strong>aumentaram em 23% o faturamento dos hospitais filantrópicos</strong> no mesmo período de comparação.&nbsp;</li></ul><p>Esse crescimento representa uma <strong>gestão hospitalar mais sustentável, garantindo que os hospitais possam continuar investindo em melhorias assistenciais e estruturais</strong>.</p><ul><li><strong>Melhoria significativa na qualidade assistencial:</strong> Os avanços <strong>não se limitaram aos aspectos operacionais e financeiros</strong>.&nbsp;</li></ul><p>Os hospitais filantrópicos do Espírito Santo registraram <strong>redução nas taxas de mortalidade, eventos adversos e readmissões hospitalares não planejadas</strong>, refletindo um <strong>atendimento mais seguro e eficaz para os pacientes</strong>.</p><ul><li><strong>Eficiência financeira e uso inteligente dos recursos:</strong> O novo modelo de gestão hospitalar permitiu um <strong>uso mais racional dos investimentos em saúde</strong>, reduzindo desperdícios e garantindo que os repasses financeiros <strong>fossem direcionados com base no desempenho e na qualidade dos serviços prestados</strong>.</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo isso só foi possível graças a parcerias estratégicas</strong></h2><p>O sucesso dessa <strong>revolução na saúde pública </strong>com a&nbsp; implementação do <strong>DRG Brasil Hospitalar</strong> no Espírito Santo é fruto de sinergia entre instituições comprometidas com a inovação e a excelência na saúde:</p><ul><li><strong>SESA-ES:</strong> A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo liderou essa transformação ao estruturar um modelo de contratualização hospitalar <strong>baseado na qualidade e na eficiência</strong>, garantindo que os recursos fossem utilizados de maneira estratégica para beneficiar o maior número de pessoas possível.&nbsp;</li></ul><p>Sua atuação foi essencial para criar um ambiente de <strong>inovação na gestão hospitalar</strong>, promovendo maior previsibilidade orçamentária e <strong>sustentabilidade no sistema de saúde</strong> capixaba.</p><ul><li><strong>FEHOFES:</strong> Representando os hospitais filantrópicos do Espírito Santo, a FEHOFES teve um papel fundamental na <strong>mobilização e engajamento das instituições de saúde</strong>, assegurando que o modelo fosse implementado de maneira alinhada às necessidades dos hospitais e da população.&nbsp;</li></ul><p>Seu compromisso garantiu que os hospitais não apenas aderissem ao novo modelo, mas também colhessem resultados concretos na <strong>eficiência operacional</strong> e na <strong>qualidade do atendimento</strong>.</p><ul><li><strong>Planisa:</strong> Referência nacional em <strong>consultoria e gestão hospitalar</strong>, a Planisa desempenhou um papel essencial na estruturação e implementação do DRG Brasil Hospitalar no estado.&nbsp;</li></ul><p>Sua expertise permitiu a <strong>capacitação das equipes hospitalares, a análise de dados e a otimização dos fluxos assistenciais</strong>, garantindo que os hospitais alcançassem resultados expressivos e sustentáveis.</p><p>Portanto, essa colaboração evidencia como parcerias estratégicas em saúde podem gerar melhorias significativas na <strong>gestão hospitalar</strong>, transformando a saúde pública capixaba e, possivelmente, servindo de modelo para outras regiões.</p><p><strong>Conclusão: um modelo sustentável para o futuro</strong></p><p>A experiência do Espírito Santo com o DRG Brasil Hospitalar se tornou referência nacional, demonstrando que <strong>gestão estratégica, tecnologia e transparência</strong> são essenciais para melhorar o <strong>acesso à saúde</strong> e o <strong>atendimento SUS</strong>.&nbsp;</p><p>Com <strong>resultados concretos e um modelo sustentável</strong>, o estado fortalece sua capacidade de oferecer <strong>um atendimento mais qualificado e acessível</strong>, garantindo que a população capixaba receba os cuidados necessários com mais eficiência e segurança.</p><p>Ou seja, essa revolução na <strong>gestão hospitalar</strong> não apenas melhora a experiência do paciente, mas também garante um sistema mais sustentável para as futuras gerações.&nbsp;</p><p>Portanto, o Espírito Santo prova que, com parcerias estratégicas e inovação, é possível<strong> transformar a saúde pública </strong>e impactar positivamente a vida de milhares de pessoas.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Quer transformar a gestão do seu hospital e otimizar o acesso à saúde?&nbsp;</strong></h3><p>Fale agora mesmo com a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/">equipe do Grupo IAG Saúde</a> e descubra como implementar modelos inovadores que potencializam o atendimento SUS, reduzem custos e melhoram os indicadores de saúde.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem por: <em><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/young-doctor-making-sure-little-girl-is-fine-after-vaccination_12892211.htm#fromView=search&amp;page=2&amp;position=31&amp;uuid=bc73cfdc-8c53-4a11-9042-21841b70a2a0&amp;query=health+care">freepik</a></em></strong></p><p>The post <a
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<item><title>Inscrições abertas para a Jornada Valor em Saúde Brasil 2024</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/jornada-valor-saude-brasil-2024/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jornada-valor-saude-brasil-2024</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 15:33:57 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Novidades do Grupo]]></category>
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<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[eventos]]></category>
<category><![CDATA[jornada valor em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32103</guid><description><![CDATA[<p>A Jornada Valor em Saúde Brasil 2024 será 100% online e gratuita, trazendo uma abordagem inovadora para transformar o sistema de saúde no Brasil. Saiba mais sobre o evento! A Jornada Valor em Saúde Brasil 2024, que acontecerá de 10 a 12 de dezembro de 2024, está com as inscrições abertas e você já pode [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><em>A Jornada Valor em Saúde Brasil 2024 será 100% online e gratuita, trazendo uma abordagem inovadora para transformar o sistema de saúde no Brasil. Saiba mais sobre o evento!</em></p><p>A <strong>Jornada Valor em Saúde Brasil 2024</strong>, que acontecerá de <strong>10 a 12 de dezembro de 2024,</strong> está com as <a
href="https://www.valorsaudebrasil.com.br/">inscrições abertas</a> e você já pode garantir seu lugar.&nbsp;</p><p>Este ano, o tema central será <strong>“A Revolução Silenciosa no Sistema de Saúde Brasileiro: Governança clínica para sustentabilidade econômica pela entrega de valor em saúde: Uma história construída no mundo real&#8221;.</strong></p><p>O evento será realizado na modalidade online, com conteúdos síncronos e assíncronos, e você terá acesso totalmente gratuito a uma série de palestras e debates sobre as principais tendências em saúde, inspirados em casos reais apresentados.</p><p>Esta <strong>conferência científica</strong> reunirá aproximadamente <strong>5 mil participantes</strong> e contará com um elenco de líderes e especialistas nacionais e internacionais do setor, que compartilharão suas experiências e inovações para promover a saúde baseada em valor.</p><h2 class="wp-block-heading">Transformando a Saúde com Foco em Valor</h2><p>A Jornada deste ano foca em <strong>governança clínica</strong> como motor para a sustentabilidade econômica.</p><p>Como destaque, a discussão central será como a entrega de valor em saúde pode ser alcançada por meio de estratégias práticas e reais.&nbsp;</p><p>Entre elas, estão o impacto de <strong>modelos de remuneração baseados em valor</strong>, <strong>medição de desfechos</strong> e <strong>acreditação</strong> na promoção de uma saúde mais eficiente e centrada no paciente.</p><h2 class="wp-block-heading">Palestrantes e Sessões de Destaque</h2><p>A programação da <strong>Jornada Valor em Saúde Brasil 2024 </strong>está repleta de sessões plenárias, painéis e discussões interativas, com nomes de destaque como:</p><ol><li><strong>Jennifer Bright</strong>, Presidente do ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) , e <strong>Zofia Das-Gupta</strong>, Diretora de Pesquisa de Desfechos do ICHOM, trazendo uma visão global sobre a importância da medição de desfechos para promover uma saúde centrada no paciente.</li><li><strong>Gilvane Lolato</strong>, da ONA, <strong>Ana Maria Malik</strong> e <strong>Gonzalo Vecina Neto</strong>, discutindo como a acreditação e a medição de desfechos se complementam para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde.</li><li><strong>Fábio Baccheretti </strong>(Secretário estadual de saúde de MG e presidente do CONASS), <strong>Miguel Paulo Duarte Neto </strong>(Secretário Estadual de Saúde do ES), <strong>Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho</strong> (Diretor-presidente da ANS) e <strong>Flaviano Feu Ventorim (Vice-presidente da CMB)</strong>, que abordarão os novos incentivos econômicos necessários para transformar o sistema de saúde no Brasil.</li><li><strong>Luis Fernando Joaquim</strong>, Sócio-líder de Life Sciences &amp; Health Care da Deloitte, abordando o papel crucial da tecnologia na transformação do setor de saúde no Brasil.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Confira a Programação Completa da Jornada Valor em Saúde Brasil 2024</h2><h3 class="wp-block-heading">10 de dezembro (3ª feira)</h3><p>No primeiro dia de evento, haverá lives síncronas na parte da manhã e tarde, trazendo diversos temas sobre <strong>métricas de desfechos em saúde</strong>, <strong>estímulos econômicos e precificação na saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Confira abaixo a programação completa:</p><h4 class="wp-block-heading"><strong>Manhã (09:30 &#8211; 12:30)</strong>:</h4><ul><li><strong>Abertura Oficial</strong> com representantes da ONA, ICHOM e Grupo IAG Saúde.</li><li><strong>Sessão Plenária</strong>: &#8220;A Importância da Medição de Desfechos e Acreditação na Promoção da Saúde Baseada em Valor&#8221;, explorando como medir o que realmente importa para o paciente e a sinergia entre desfechos e acreditação.</li><li><strong>Palestrantes Confirmados</strong>: Jennifer Bright, Zofia Das-Gupta, Gilvane Lolato, Ana Maria Malik e Gonzalo Vecina Neto.</li><li><strong>Discussão e Interação com os Participantes</strong>, moderada por <strong>Paula Daibert</strong>.</li><li></li></ul><h4 class="wp-block-heading"><strong>Tarde (14:00 &#8211; 17:00)</strong>:</h4><ul><li><strong>Sessão Plenária</strong>: &#8220;Criando os Estímulos Econômicos para a Transformação: Da Precificação Baseada em Custo à Precificação pelo Valor Entregue&#8221;.</li><li><strong>Debatedores Confirmados</strong>: Fábio Baccheretti, Miguel Paulo Duarte Neto, Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho e Flaviano Feu Ventorim.</li><li><strong>Discussão e Interação com o Público</strong>, moderada por <strong>Renato Couto</strong>.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">11 de dezembro (4ª feira)</h3><p>No segundo dia, os destaques serão a <strong>tecnologia na saúde para a gestão assistencial, saúde baseada em evidências e aplicação de Inteligência Artificial para a sustentabilidade econômica.</strong></p><p>Confira abaixo a programação completa:</p><h4 class="wp-block-heading"><strong>Manhã (09:00 &#8211; 12:00)</strong>:</h4><ul><li><strong>Sessão Plenária</strong>: &#8220;Qual a Tecnologia Importa para a Saúde no Brasil?&#8221;, coordenada por <strong>Renato Couto</strong>, com apresentação de <strong>Luis Fernando Joaquim</strong>, Sócio-líder da Deloitte, explorando estratégias tecnológicas que podem revolucionar a gestão assistencial.</li><li><strong>Exploração do Centro Computadorizado de Apoio à Decisão Clínica</strong>, focando em tecnologias que trazem evidências diretamente para o ponto de atendimento.</li><li>Apresentação da <strong>Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA</strong>, mostrando como a inteligência artificial pode transformar resultados clínicos e financeiros.</li></ul><h4 class="wp-block-heading"><strong>Tarde (14:00 &#8211; 17:00)</strong>:</h4><ul><li><strong>Palestras Temáticas</strong>:</li></ul><p>Regulação Clínica de Saúde (<strong>Tania Grillo</strong>)</p><p>Promoção de Saúde e Prevenção de Doenças Escalável (<strong>Renato Couto</strong>)</p><p>VBHC: Linhas de Cuidado (<strong>Marina Palmerston</strong>)</p><p>Pagar Diferente para Resultados Diferentes (<strong>Breno Duarte</strong>)</p><p>Escritório de Valor (<strong>Silvana Reis</strong>)</p><h3 class="wp-block-heading">12 de dezembro (5ª feira)</h3><p>Dia assíncrono, com liberação de vídeos-cases por streaming, apresentando cases de sucesso nacionais que demonstram como hospitais e instituições de saúde estão alcançando <strong>resultados financeiros significativos por meio de uma assistência baseada em valor</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que Participar da Jornada Valor em Saúde Brasil 2024?</h2><p>A Jornada Valor Saúde Brasil 2024 é uma oportunidade única para:</p><ol><li><strong>Acesso a Conteúdo Exclusivo</strong>: Descubra como líderes de saúde no Brasil e no mundo estão implementando práticas de saúde baseada em valor.</li><li><strong>Networking com Especialistas</strong>: Conecte-se com outros profissionais comprometidos com a transformação da saúde.</li><li><strong>Certificação</strong>: Todos os participantes receberão certificados para desenvolvimento profissional.</li></ol><h3 class="wp-block-heading">Inscrições Abertas e Gratuitas!</h3><p>Não perca a chance de fazer parte desta <strong>revolução silenciosa no sistema de saúde brasileiro</strong>.&nbsp;</p><p>As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas gratuitamente no <a
href="https://www.valorsaudebrasil.com.br/"><strong>site oficial do evento</strong></a>.</p><h3 class="wp-block-heading">Como se Inscrever?</h3><p>Acesse o site <a
href="https://www.valorsaudebrasil.com.br/">www.valorsaudebrasil.com.br</a> e preencha o formulário de inscrição para garantir sua vaga neste evento imperdível.</p><h2 class="wp-block-heading">Sobre a Jornada Valor Saúde Brasil</h2><p>Organizada pelo <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, a Jornada Valor em Saúde Brasil é um evento anual que promove o diálogo entre profissionais de saúde, gestores e especialistas, com o objetivo de demonstrar a construção de um sistema de saúde sustentável baseado na entrega de valor ao paciente, a partir de casos nacionais reais.</p><p>The post <a
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<item><title>A Importância do ICHOM e da Saúde Baseada em Valor na Transformação do Futuro da Saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/ichom-saude-baseada-em-valor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ichom-saude-baseada-em-valor</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 20:26:11 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Grupo IAG Saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[métricas]]></category>
<category><![CDATA[desfechos clínicos]]></category>
<category><![CDATA[parceria]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32099</guid><description><![CDATA[<p>Introdução O ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) lidera globalmente a transformação da saúde baseada em valor.&#160; Com foco em colocar o paciente no centro dos cuidados, estabelece métricas de desfechos clínicos, que permitem avaliar resultados reais e impactar positivamente a qualidade de vida dos pacientes. Por meio desses padrões de mensuração, o consórcio [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O <strong>ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement)</strong> lidera globalmente a transformação da <strong>saúde baseada em valor</strong>.&nbsp;</p><p>Com foco em colocar o paciente no centro dos cuidados, estabelece métricas de <strong>desfechos clínicos</strong>, que permitem avaliar resultados reais e impactar positivamente a <strong>qualidade de vida dos pacientes</strong>.</p><p>Por meio desses padrões de mensuração, o consórcio auxilia instituições de saúde a entenderem e melhorarem os resultados das intervenções.&nbsp;</p><p>Dessa forma, o consórcio se consolida como referência para organizações que desejam adotar o modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong>.</p><p>Na América Latina, a <strong>Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial</strong> atua como a única <a
href="https://www.ichom.org/grupo-iag-saude/">parceira estratégica</a> do <strong>ICHOM</strong>.</p><p>Por meio dessa aliança, a plataforma oferece ferramentas para análise contínua e detalhada de desfechos, promovendo eficiência clínica e retornos sobre o investimento (ROI) em saúde.</p><p>Com essa parceria, as instituições brasileiras ganham acesso a métricas avançadas e soluções integradas para otimizar o cuidado ao paciente.&nbsp;</p><p>Assim, a plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> contribui para fortalecer a entrega de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/">saúde baseada em valor</a> em instituições de todo o país.</p><p>A seguir, veja o que é o consórcio e a importância desta parceria para a saúde brasileira.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é ICHOM e Saúde Baseada em Valor (VBHC)?</h2><p>O <strong>ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement)</strong> tem se consolidado globalmente na padronização e implementação de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/">métricas</a> de <strong>desfecho clínico</strong>, fundamentais para a transição ao modelo de <strong>saúde baseada em valor, ou Value-Based Healthcare</strong> (VBHC).&nbsp;</p><p>As métricas desenvolvidas pelo consórcio permitem que as instituições de saúde não apenas acompanhem os resultados clínicos, mas também avaliem o impacto das intervenções sobre a <strong>qualidade de vida dos pacientes</strong>, proporcionando uma visão integrada e centrada no valor real dos cuidados.</p><h3 class="wp-block-heading">História e objetivo do ICHOM</h3><p>Fundado em 2012 por Michael Porter, em parceria com a Harvard Business School, Boston Consulting Group e o Karolinska Institute, o consórcio estabelece <strong>métricas padronizadas de desfecho reportadas pelo paciente</strong>, ou Patient-Reported Outcome Measures (PROMs).&nbsp;</p><p>Logo, esses parâmetros são projetados para avaliar o que <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/esg-na-saude/">realmente importa aos pacientes</a>, permitindo que instituições de saúde comparem e aprimorem o valor dos cuidados oferecidos.</p><p>Desde então, o <strong><a
href="https://www.ichom.org/">ICHOM </a></strong>tem colaborado com especialistas globais para promover um sistema de saúde<strong> centrado no paciente e baseado em valor</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Valor Saúde Brasil by DRG Brasil: Transformação da Saúde no Brasil</h2><p>A <strong>Valor Saúde Brasil by DRG Brasil</strong> atua como uma plataforma inovadora em <strong>Healthcare Resource Planning (HRP)</strong>, no modelo VBHC.&nbsp;</p><p>Utilizando métricas de desfecho, essa plataforma proporciona uma análise contínua e detalhada dos<strong> desfechos clínicos</strong>, permitindo às instituições de saúde monitorar e melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e identificar oportunidades econômicas e assistenciais.</p><p>Além disso, com a parceria e implantação das linhas de cuidado <strong>ICHOM</strong>, a mensuração dos PROMs (Patient Reported Outcome Measures) torna-se ainda mais robusta, pois a tecnologia BEL é ideal para capturar e acompanhar as percepções dos pacientes de forma integrada e contínua.</p><p>Essa abordagem permite que as instituições incorporem a perspectiva do paciente de forma central, além de acompanhar a <strong>evolução clínica</strong> e a <strong>qualidade de vida </strong>ao longo do tempo.</p><p>Além disso, auxilia instituições de saúde a otimizarem o <strong>retorno sobre o investimento (ROI) em cuidados</strong>, com foco em resultados reais e<strong> valor para o paciente</strong>.</p><p>Assim, fortalecemos o modelo de <strong>cuidado baseado em valor</strong>, oferecendo dados essenciais para ajustes nas práticas clínicas e para elevar a satisfação e o bem-estar dos pacientes, em plena sintonia com os padrões globais de excelência em saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Participação de especialistas brasileiros na Conferência ICHOM 2024</h2><p>A presença de especialistas brasileiros, como a Dra. Carolina Couto e o Dr. Renato Couto, reforça o compromisso da plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com a transformação da saúde baseada em valor.&nbsp;</p><p>Na <strong>Conferência ICHOM 2024</strong>, a Dra. Carolina Couto participou do painel “Ask the Experts” com o tema &#8220;Patients and Clinicians – Power Tandem for Healthcare Transformation.&#8221;&nbsp;</p><p>Neste ano, a discussão trouxe uma questão extremamente relevante para o setor de saúde: <strong>“Como pacientes e profissionais de saúde podem colaborar na gestão dos múltiplos programas necessários para transformar a saúde de forma eficaz?”</strong>.</p><p>Neste painel, Dra. Carolina Couto, ao lado de outros especialistas renomados, compartilhou ideias perspicazes e exemplos práticos em diversas áreas da saúde.</p><p>Portanto, foi ressaltada a importância de uma aliança sólida entre pacientes e profissionais de saúde para impulsionar mudanças significativas e duradouras, estratégias de liderança cruciais para a implementação bem-sucedida do VBHC.</p><p>A sessão promoveu uma interação dinâmica com a audiência, permitindo que os participantes ao vivo fizessem perguntas diretamente aos especialistas em VBHC e líderes inovadores.&nbsp;</p><p>Dr. Renato Couto, com vasta experiência em métricas hospitalares e no modelo VBHC, esteve presente no evento para acompanhar as tendências e métricas de saúde e adaptá-las ao contexto brasileiro.&nbsp;</p><p>Sua presença reforça o compromisso da plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com a implementação de um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais/">modelo de cuidado centrado no paciente</a>, sensível às necessidades locais e focado em gerar resultados significativos para os pacientes, consolidando a qualidade assistencial.</p><p>Portanto, a sua atuação promove o avanço do <strong>modelo de saúde baseado em valor</strong> no Brasil, mostrando que o grupo está preparado para liderar essa transformação.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que as instituições de saúde devem implementar as métricas do ICHOM?</h2><p>A <strong>adoção das métricas ICHOM</strong> visam inspirar novas instituições a se juntarem ao nosso movimento.&nbsp;</p><p>O movimento permite que instituições de saúde acompanhem o impacto real dos cuidados sobre a vida dos pacientes, além de contribuir para a otimização dos processos organizacionais.&nbsp;</p><p>Com a <strong>transformação digital em saúde</strong>, as métricas de desfecho se tornam indispensáveis para a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>qualidade assistencial</strong></a> e para a mudança para o modelo VBHC, que coloca o valor dos cuidados como o pilar central de cada decisão.&nbsp;</p><p><strong>Confira no </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/ichom/"><strong>artigo</strong></a><strong> como funcionam na prática as métricas do ICHOM.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A parceria da <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com o <strong>ICHOM </strong>é um convite para que novas instituições de saúde no Brasil e em toda a América Latina se unam ao movimento em prol de uma <strong>saúde baseada em valor</strong>.&nbsp;</p><p>Ao adotar métricas que colocam o paciente no centro das decisões, instituições garantem uma abordagem de saúde eficiente e comprometida com resultados de qualidade.</p><p>Além disso, a participação do grupo na conferência não apenas reforça nossa expertise e compromisso com a transformação da <strong>saúde baseada em valor</strong>, mas também oferece às instituições parceiras um caminho claro para alinhar suas práticas aos modelos mais avançados do mundo.</p><p>Por isso, convidamos novas instituições a conhecerem o potencial de nossas ferramentas e se unirem a nós na implementação das medidas de desfecho.</p><p>Promovendo, assim, um impacto direto na <strong>qualidade dos cuidados</strong> oferecidos aos pacientes e na eficiência dos processos organizacionais.</p><p><strong>Gostou do conteúdo até aqui? Fale com nossa equipe e saiba mais sobre as métricas ICHOM e a aplicação da metodologia DRG na sua instituição de saúde.</strong></p><p>The post <a
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<item><title>Modelos Assistenciais Indutores de Valor e Governança Clínica</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=modelos-assistenciais</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 12:56:53 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[modelos assistenciais]]></category>
<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32077</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Modelos assistenciais, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o valor em saúde. Ou seja,&#160; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes. O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, ou modelo centrado no paciente, são as premissas para melhorar o<a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais-e-remuneratorios-que-de-fato-entregam-valor-em-saude/"> valor em saúde</a>.</p><p>Ou seja,&nbsp; para reduzir a carga dos cuidados de saúde sobre cidadãos e governos, o planejamento de sistemas de saúde deve focar nos resultados significativos aos pacientes.</p><p>O conceito de “saúde baseada em valor” (Value-Based Health Care &#8211; VBHC) refere-se à medição dos desfechos que realmente importam para os pacientes em relação aos custos envolvidos.&nbsp;</p><p>Segundo Michael Porter, valor é o único objetivo que pode unir os interesses de todos os participantes do sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Tem-se, então, que para alcançar esses <strong>modelos de saúde</strong> centrados no paciente, Porter e Lee propõem seis conceitos-chave. São eles:</p><ol><li><strong>Organizar os cuidados em torno de condições de saúde específicas;</strong></li><li><strong>Medir resultados e custos por paciente;</strong></li><li><strong>Alinhar a remuneração com a entrega de valor;</strong></li><li><strong>Integrar o ciclo completo de atendimento;</strong></li><li><strong>Expandir a capacidade de entrega de cuidados através de afiliações;</strong></li><li><strong>Promover o uso da tecnologia da informação na estruturação dos cuidados e medição de resultados.</strong></li></ol><h2 class="wp-block-heading">O que são Modelos Assistenciais?</h2><p><strong>Modelos assistenciais</strong>, também conhecidos como “modos de produzir saúde” ou “modelos de atenção”, são atrelados diretamente à governança clínica.&nbsp;</p><p>Ou seja, referem-se à forma como as ações de atenção à saúde são organizadas em uma sociedade.&nbsp;</p><p>Portanto, os <strong>modelos de saúde </strong>envolvem a combinação de diferentes tecnologias e práticas assistenciais com o objetivo de intervir em problemas e necessidades sociais de saúde, organizando os serviços de acordo com o perfil epidemiológico da população e investigando danos e riscos à saúde.&nbsp;</p><p>Esses <strong>modelos assistenciais</strong> evoluem ao longo do tempo em resposta às mudanças sociais e econômicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Evolução dos Modelos Assistenciais no Brasil</h3><p>Os <strong>modelos assistenciais</strong> no Brasil evoluíram através de diferentes fases, focando na <strong>promoção da saúde</strong>:</p><ol><li><strong>Sanitarismo Campanhista</strong> (início do século 20): Focado na <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-preditivos-na-saude/"><strong>prevenção</strong></a><strong> de doenças</strong> através de campanhas de vacinação e intervenções sanitárias, principalmente voltadas para o controle de doenças que poderiam impactar a economia agroexportadora.</li><li><strong>Assistência Médica Previdenciária Privatista</strong> (1933-1966): Baseada em um <strong>modelo assistencial</strong> curativo com ênfase na assistência médica para trabalhadores formalmente empregados, financiada por institutos de previdência.</li><li><strong>Medicina Comunitária</strong> (década de 1960): Introduziu a regionalização e hierarquização dos serviços, participação comunitária e a inclusão de novas categorias profissionais na assistência.</li><li><strong>Reforma Sanitária</strong> (década de 1970-1980): Definiu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado, levando à criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988, com um enfoque em atenção primária à saúde para todos.</li><li><strong>Anos 2000</strong>: o Ministério da Saúde lançou diversos programas e políticas focadas em ciclos de vida, gestão clínica e linhas de cuidado para fortalecer a Atenção Básica no Brasil.&nbsp;</li></ol><p>Em 2005, a Organização Pan-Americana da Saúde, com significativa contribuição brasileira, promoveu a renovação da Atenção Primária em Saúde nas Américas.&nbsp;</p><p>O desafio atual é alcançar ganhos de saúde sustentáveis para todos, o que requer uma coalizão entre todas as partes interessadas e a escolha de<strong> modelos assistenciais</strong> baseados na identificação e análise dos problemas de saúde da população.&nbsp;</p><p>Nesse contexto, os princípios da Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado são essenciais na <strong>promoção da saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado e Linhas de Cuidado</h2><p>A Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado (CVPC) é um conceito fundamental para entender como melhorar a eficácia dos cuidados e<strong> promoção da saúde</strong>.&nbsp;</p><p>A CVPC mapeia todas as atividades envolvidas no ciclo completo de atendimento de uma condição de saúde, desde a <strong>prevenção de doenças</strong> até o tratamento e a reabilitação, com o objetivo de maximizar o valor para o paciente.&nbsp;</p><p>A estrutura da CVPC deve considerar como cada atividade é melhor executada, os recursos necessários, e como integrar as atividades de maneira que o valor seja continuamente aumentado para o paciente​.&nbsp;</p><p>Isso inclui a coordenação entre diferentes serviços de saúde, o envolvimento do paciente e a medição de resultados e fatores de risco.&nbsp;</p><p>A CVPC oferece uma nova perspectiva para avaliar programas de cuidados globais em saúde, enfatizando a necessidade de integrar cuidados clínicos e sociais para aumentar o valor do cuidado.&nbsp;</p><p>Como nenhum prestador de saúde consegue oferecer sozinho o ciclo completo de cuidados, é essencial a colaboração entre reguladores, gestores e a rede de assistência para conceber a CVPC adequada a diferentes condições de saúde ou populações específicas.</p><h3 class="wp-block-heading">Estruturação de Modelos Assistenciais Baseados em Valor e Governança Clínica</h3><p>Porter e Teisberg introduziram o conceito de Unidades de Prática Integrada (Integrated Practice Units &#8211; IPUs.</p><p>Ou seja, as IPUs são <strong>modelos assistenciais</strong> organizados em torno do paciente e compostas por <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/produtividade/">equipes multidisciplinares</a> para atender às suas necessidades.&nbsp;</p><p>Além disso, as IPUs oferecem o ciclo completo de cuidados para uma condição de saúde específica, incluindo educação, engajamento, acompanhamento, cuidados para pacientes internados e ambulatoriais, reabilitação e serviços de apoio, como nutrição e serviço social.</p><p>Com isso, as linhas de cuidado são um instrumento objetivo para elaborar a dimensão das atividades primárias da CVPC.&nbsp;</p><p>Organizam-se e coordenam-se, portanto, diferentes serviços e profissionais em torno das necessidades de um paciente ou condição de saúde específica.&nbsp;</p><p>Ou seja, em vez de tratar problemas de saúde de forma isolada, as linhas de cuidado promovem uma abordagem contínua e integrada centrada no paciente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, a linha de cuidado para a jornada do idoso no sistema de saúde enfatiza a importância de uma abordagem personalizada e integral, abrangendo desde a <strong>promoção da saúde </strong>até cuidados paliativos​.</p><p>Para medir o valor entregue ao paciente em <strong>modelos assistenciais</strong> centrados no paciente, nasce o Consórcio Internacional para Medição de Resultados de Saúde (ICHOM).</p><p>O ICHOM foi llançado em 2012 por Michael Porter, Stefan Larsson e Martin Ingvar, que desenvolveu padrões globais para medir resultados de saúde que são relevantes tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses padrões, criados por um consórcio de especialistas e representantes de pacientes de vários países, fornecem resultados padronizados, ferramentas de medição e critérios para ajuste de risco para condições de saúde específicas.&nbsp;</p><p>Os resultados são avaliados em quatro dimensões principais: sobrevida, morbidade, satisfação do paciente com os cuidados recebidos e medidas de resultados relatados pelo paciente (PROMs).</p><p>Em 2024, vinte instituições de saúde brasileiras começaram a implementar padrões globais de medição de resultados desenvolvidos pelo ICHOM, marcando um avanço na <strong>governança clínica </strong>orientada por valor no Brasil.&nbsp;</p><p>Neste cenário, facilitada pela Plataforma Valor Saúde Brasil by <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">DRG Brasil</a> + IA, essa implementação envolve o alinhamento com a gestão sênior, a seleção de indicadores apropriados, a análise de lacunas de dados e o uso de tecnologias para coletar resultados reportados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Esses esforços, além de melhorar o <strong>modelo de saúde</strong>, visam oferecer a qualidade do cuidado ao paciente e promover uma cultura de excelência baseada em evidência.</p><h2 class="wp-block-heading">Estratégias para a Transformação dos Modelos Assistenciais</h2><p>Transformar os<strong> modelos assistenciais</strong> para a entrega de <strong>valor em saúde </strong>requer estratégias focadas na governança clínica e na utilização de plataformas analíticas.&nbsp;</p><p>Ferramentas como a Cadeia de Valor da Prestação do Cuidado permitem avaliar programas de cuidados globais sob uma nova perspectiva, promovendo a integração dos cuidados e aumentando o valor entregue ao paciente.&nbsp;</p><p>Além disso, é necessário estabelecer parcerias entre os diversos níveis de atenção à saúde, utilizando tecnologia da informação para apoiar a coordenação e a continuidade do cuidado​.</p><p><strong>Acesse </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/"><strong>aqui </strong></a><strong>o artigo sobre as métricas mais utilizadas para implementar um sistema de saúde baseado em valor em saúde.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>O desafio de reestruturar os sistemas de saúde para entrega de valor é grande, mas essencial para garantir que os cuidados sejam centrados no paciente e orientados para resultados.&nbsp;</p><p><strong>Modelos assistenciais indutores de valor</strong>, como as linhas de cuidado integradas são fundamentais para promover a qualidade, eficiência e a continuidade do atendimento.&nbsp;</p><p>Ao adotar essas estratégias, é possível avançar para um sistema de saúde mais equitativo, eficiente e sustentável, que realmente responde às necessidades e expectativas dos pacientes.</p><p>O que você achou deste artigo? Compartilhe com quem possa interessar e saiba como a governança clínica baseada em valor <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">pode proporcionar mais qualidade e segurança ao paciente</a>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/covid-recovery-center-female-doctor-holding-older-patient-s-hands_12367950.htm#fromView=search&amp;page=2&amp;position=14&amp;uuid=075775c7-62ee-41c0-9512-76bf6a492186"><strong><em>Imagem: freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Eficiência Hospitalar: Estratégias para Melhorar este Índice</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:38:32 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
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<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[eficiência hospitalar]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32050</guid><description><![CDATA[<p>Para aumentar a eficiência hospitalar em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de gestão hospitalar eficiente e melhoria de processos.&#160; Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas estratégias para hospitais melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais. Entre elas, destacam-se: Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar Os [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Para aumentar a <strong>eficiência hospitalar </strong>em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de <strong>gestão hospitalar eficiente</strong> e melhoria de processos.&nbsp;</p><p>Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas <strong>estratégias para hospitais </strong>melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais.</p><p>Entre elas, destacam-se:</p><ol><li><strong>Gestão Hospitalar Eficiente no Uso do Leito Hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes sejam internados apenas pelo tempo necessário para o tratamento adequado e seguro. Isso envolve o monitoramento constante do tempo de permanência e a implementação de políticas para reduzir internações prolongadas desnecessariamente.</li><li><strong>Melhoria da Qualidade da Assistência</strong>: Reduzir eventos adversos e complicações durante o atendimento hospitalar, garantindo que os cuidados sejam prestados de forma segura e eficaz.</li><li><strong>Integração dos Níveis de Atenção</strong>: Facilitar a comunicação e a coordenação entre os diferentes níveis de atenção à saúde para evitar internações desnecessárias e garantir a continuidade do cuidado.</li><li><strong>Uso de Indicadores de Desempenho</strong>: Implementar indicadores para monitorar e avaliar continuamente a eficiência dos processos hospitalares.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar</h2><p>Os indicadores tradicionais de <strong>eficiência hospitalar</strong>, como a taxa de ocupação, o tempo médio de permanência (TMP) e a taxa de mortalidade hospitalar, fornecem informações importantes sobre a utilização dos recursos.&nbsp;</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os Hospitais Filantrópicos conquistaram mais de R$ 2 milhões de economia.</strong></p><p>No entanto, esses indicadores apresentam limitações significativas quando utilizados isoladamente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, uma alta taxa de ocupação pode indicar uma boa utilização dos leitos, mas não considera a qualidade do atendimento prestado ou se os pacientes estão ocupando leitos por períodos mais longos do que o necessário.&nbsp;</p><p>Da mesma forma, o TMP não distingue entre internações necessárias e desnecessárias, nem ajusta os resultados com base na complexidade dos casos atendidos.</p><p>Entretanto, essas limitações tornam difícil a identificação precisa de ineficiências e a implementação de melhorias específicas.&nbsp;</p><p>Como resultado, os hospitais podem não conseguir otimizar adequadamente o uso dos leitos ou melhorar a qualidade do atendimento, uma vez que esses indicadores não fornecem um quadro completo da <strong>eficiência hospitalar</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">A Utilização do DRG na Otimização dos Recursos Hospitalares</h2><p>A <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados</a> (DRG) é uma ferramenta essencial na categorização dos pacientes com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o tratamento.&nbsp;</p><p>Por isso, o DRG Brasil permite que os hospitais analisem de forma detalhada a <strong>eficiência hospitalar</strong> no uso dos leitos, ajustando o tempo de permanência com base na complexidade assistencial de cada paciente.</p><p>Portanto, essa abordagem ajuda a identificar falhas no processo de atendimento que prolongam desnecessariamente a internação e possibilita a implementação de medidas corretivas.</p><p>Ao utilizar o DRG Brasil, os hospitais podem melhorar a organização da jornada do paciente, planejar os recursos necessários com mais precisão e gerar <strong>otimização de processos hospitalares</strong>, na gestão de leitos com base na complexidade de cada caso.&nbsp;</p><p>Além disso, essa metodologia é uma das <strong>melhores práticas para gestão eficiente de hospitais</strong>.</p><p>Ou seja, ela facilita a comparação de desempenho entre diferentes unidades hospitalares e promove a adoção de melhores práticas, contribuindo para a melhoria geral da<strong> eficiência operacional</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Metodologias de Melhoria de Processo para a Eficiência Hospitalar</h3><p>Após identificar problemas de<strong> eficiência hospitalar</strong>, é crucial entender suas causas e implementar ações corretivas para melhorar a qualidade da assistência e otimizar o uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios significativos, como desvios de qualidade e atrasos no encadeamento da prestação da assistência, que ocorrem durante o cuidado e o preparo para a alta hospitalar.&nbsp;</p><p>Esses problemas frequentemente resultam em falta de leitos de internação, atrasos ou cancelamentos de procedimentos cirúrgicos, e pacientes aguardando admissão no setor de urgência/emergência ou sendo internados em áreas inadequadas, como salas de recuperação pós-anestésica​.</p><h3 class="wp-block-heading">Técnicas para otimizar operações hospitalares</h3><p>Para abordar essas ineficiências, é essencial adotar <strong>técnicas para otimizar operações hospitalares</strong>.</p><p>Ou seja, uma abordagem integrada que compreenda o hospital como um sistema de atendimento interconectado e interdependente com o ambiente externo.&nbsp;</p><p>O objetivo é garantir o atendimento certo, no lugar certo, no momento certo, o que requer a <strong>otimização de processos hospitalares</strong> para melhorar tanto os resultados quanto a experiência dos pacientes.</p><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>Institute for Healthcare Improvement </strong></a><strong>(IHI)</strong> sugere várias <strong>estratégias para hospitais </strong>&nbsp;melhorarem o fluxo de pacientes e a <strong>eficiência hospitalar</strong>:</p><ol><li><strong>Identificação e Mapeamento dos Fluxos de Pacientes</strong>: Este processo envolve a compreensão detalhada das linhas de cuidado e a integração de todos os processos que contribuem para o resultado final da assistência. A identificação de gargalos e pontos de atraso é fundamental para o desenvolvimento de soluções efetivas.</li><li><strong>Integração de Diferentes Abordagens</strong>: Combinar técnicas de melhoria da qualidade, como gerenciamento Lean e reengenharia de processos, pode melhorar significativamente o fluxo de pacientes em todo o hospital. Essas abordagens ajudam a reduzir o desperdício e a melhorar a eficiência operacional.</li><li><strong>Sistema de Aprendizagem Baseada em Ciência</strong>: Desenvolver um sistema de aprendizagem contínua para entender as causas dos problemas e priorizar soluções é essencial para a redução de falhas e atrasos no fluxo de pacientes. Esse sistema deve ser baseado em evidências e adaptável às necessidades do hospital​.</li></ol><p>Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/">aqui</a> e confira <strong>exemplos de sucesso em eficiência hospitalar.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, <strong>reduzir os desperdícios assistenciais</strong> e melhorar a eficiência no uso dos leitos hospitalares são metas cruciais para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.&nbsp;</p><p>Além disso, ferramentas como o DRG Brasil e a implementação de<strong> indicadores de desempenho em saúde </strong>robustos são passos importantes para alcançar esses objetivos.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na melhoria contínua dos processos e na otimização dos recursos, os sistemas de saúde podem proporcionar cuidados de alta qualidade, reduzir custos e melhorar os resultados para os pacientes.</p><p>Que tal se aprofundar mais nas<strong> estratégias para hospitais? Confira nosso artigo recente sobre </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/"><strong>Governança Clínica e os novos caminhos para a eficiência hospitalar</strong></a><strong>.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medium-shot-doctor-checking-patient-bed_14447067.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=15&amp;uuid=00da690e-3726-4889-99c0-25c14f751417"><strong><em> freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Custos em Saúde: Como Reduzir Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=custos-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:33:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[custos em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32046</guid><description><![CDATA[<p>Os custos em saúde vem aumentando e muito. Neste cenário, é preciso reduzir desperdícios assistenciais, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&#160; De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Os <strong>custos em saúde </strong>vem aumentando e muito.</p><p>Neste cenário, é preciso <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&nbsp;</p><p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre 20% e 40% dos gastos totais em saúde são desperdiçados devido à ineficiência.&nbsp;</p><p>Ou seja, este desperdício pode resultar em cuidados subótimos e, em alguns casos, até mesmo em danos aos pacientes.&nbsp;</p><p>Portanto, a melhoria dos <strong>custos em saúde</strong> e eficiência se tornam uma prioridade política, especialmente em sistemas de saúde que enfrentam restrições severas de recursos.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios dos Custos em Saúde nos Hospitais Brasileiros</h2><p>Hoje, os hospitais são componentes essenciais dos sistemas de saúde e consomem aproximadamente 50% dos <strong>custos em saúde</strong>.&nbsp;</p><p>No Brasil, de acordo com dados de 2019, entre 42,5% e 49,5% dos<strong> gastos com saúde</strong> no <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/">Sistema Único de Saúde</a> (SUS) e na saúde suplementar são destinados a eventos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, estes números destacam a importância de melhorar a eficiência hospitalar para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong> e maximizar a qualidade do cuidado.</p><p>Falando sobre a <strong>gestão dos custos em saúde</strong>, a ineficiência hospitalar é um problema presente em diversos países, independentemente do nível de desenvolvimento econômico.&nbsp;</p><p>Globalmente, estima-se que cerca de 300 bilhões de dólares sejam perdidos anualmente devido a ineficiências nos recursos hospitalares.&nbsp;</p><p>Estes <strong>desperdícios dos recursos da saúde</strong> podem ser atribuídos a aspectos técnico-operacionais e à economia de escala.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui </strong></a><strong>e conheça alguns casos de sucesso de Hospitais Filantrópicos.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Fontes de Desperdícios Assistenciais e Oportunidades de Melhoria</h2><p>Entre as várias fontes estudadas para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, a <strong>permanência hospitalar além do tempo necessário</strong> para o tratamento seguro do paciente é uma das que apresenta maior potencial de redução.&nbsp;</p><p>Estima-se, entretanto, que quase metade das diárias hospitalares preveníveis esteja associada à ineficiência no uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, as causas dessas ineficiências podem ser tanto internas aos hospitais (falhas no planejamento e/ou na execução de processos), quanto externas a ele (falhas na coordenação dos cuidados pelo gestor do sistema, seja público ou privado).</p><p>Melhorar a <strong>economia no </strong><a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus"><strong>SUS</strong></a> e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">eficiência hospitalar</a> requer intervenções que considerem tanto o ambiente interno quanto o externo dos hospitais.&nbsp;</p><p>A localização geográfica, a modalidade remuneratória, o porte e o grau de especialização dos hospitais são fatores que influenciam diretamente a eficiência dos serviços prestados.&nbsp;</p><p>No entanto, os efeitos dessas variáveis da <strong>redução de custos hospitalares </strong>não são definitivos e podem variar de acordo com o contexto.</p><h2 class="wp-block-heading">Perfil dos Hospitais Brasileiros em Relação aos Custos em Saúde</h2><p>Os hospitais brasileiros apresentam uma diversidade significativa em termos de porte, especialização e localização geográfica.</p><p>A maioria dos hospitais no Brasil é de pequeno a médio porte, com menos de 150 leitos, e muitos estão localizados em áreas urbanas, particularmente nas regiões Sudeste e Nordeste.</p><p>No entanto, há também uma grande quantidade de hospitais de menor porte situados em áreas rurais, que enfrentam desafios únicos, como a escassez de recursos e dificuldades de acesso a serviços especializados.</p><p>Os hospitais brasileiros variam amplamente em termos de capacidade tecnológica e especialização clínica.</p><p>Enquanto alguns hospitais em grandes centros urbanos são altamente especializados e bem equipados, muitos hospitais em áreas menos desenvolvidas carecem de infraestrutura adequada, o que limita a sua capacidade de oferecer cuidados de alta complexidade.</p><p>Esse perfil heterogêneo influencia diretamente o desempenho hospitalar e a eficiência no uso dos recursos, especialmente dos leitos hospitalares.</p><h2 class="wp-block-heading">Desempenho Hospitalar Brasileiro</h2><p>O desempenho dos hospitais brasileiros é variável e depende de diversos fatores, incluindo a <strong>eficiência na gestão dos recursos</strong>, a qualidade da infraestrutura, o treinamento dos profissionais de saúde e a integração com outros níveis de atenção.&nbsp;</p><p>Dados indicam que muitos hospitais ainda operam abaixo de seu potencial em termos de eficiência e qualidade do cuidado.</p><p>Em suma, ao que se reflete em indicadores como o tempo médio de permanência, a taxa de ocupação e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/taxa-de-mortalidade/">taxa de mortalidade</a> ajustada.</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios operacionais significativos, como a falta de padronização nos processos clínicos e administrativos.</p><p>Isso pode levar a variações indesejadas na prática clínica e a ineficiências na utilização dos recursos.</p><p>Ou seja, estes são <strong>métodos para otimizar recursos médicos e reduzir desperdícios</strong>.</p><p>Por exemplo, a ausência de protocolos bem definidos para a admissão e alta de pacientes pode resultar em internações prolongadas ou em altas precoces inadequadas.</p><p>Isso impacta negativamente os desfechos clínicos e aumentando os <strong>custos em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Custos Hospitalares: Estrutura e Impactos na Eficiência</h3><p>Entender a estrutura dos <strong>custos hospitalares</strong> é essencial para avaliar a eficiência operacional e a sustentabilidade dos hospitais.&nbsp;</p><p>No contexto hospitalar, os <strong>custos em saúde </strong>e despesas representam diferentes aspectos do consumo de recursos e da <strong>economia em saúde</strong>.</p><p><strong>Custos</strong> <strong>em saúde </strong>referem-se à expressão monetária do consumo de recursos diretamente relacionados à assistência ao paciente, como materiais médicos e salários de profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Por outro lado, <strong>despesas</strong> estão associadas a custos indiretos, como administração e manutenção, que ocorrem após o atendimento direto ao paciente​.</p><p>Os<strong> custos em saúde</strong> de hospitais podem ser classificados em <strong>fixos</strong> e <strong>variáveis</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Fixos</strong>: São aqueles que permanecem constantes independentemente do volume de atendimento, como aluguel, infraestrutura e mão de obra fixa. Nos hospitais, uma parcela significativa dos custos é fixa devido à necessidade de manter uma estrutura robusta e capacidade instalada pronta para atender a demanda, mesmo que esta varie.</li><li><strong>Custos Variáveis</strong>: Estes são proporcionais ao volume de serviços prestados. Por exemplo, quanto maior o número de cirurgias realizadas, maior será o consumo de materiais e medicamentos necessários para esses procedimentos​.</li></ul><p>Além disso, os <strong>custos em saúde </strong>podem ser <strong>diretos</strong> ou <strong>indiretos</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Diretos</strong>: São diretamente atribuíveis ao atendimento ao paciente. Por exemplo, todos os insumos utilizados em uma cirurgia específica ou o salário da equipe do centro cirúrgico.</li><li><strong>Custos Indiretos</strong>: Referem-se a despesas que não podem ser atribuídas diretamente a um único procedimento ou departamento, como custos de utilidades (água, luz, telefone), alimentação, e segurança.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>As <strong>estratégias de economia em saúde</strong> e a estrutura de custos hospitalares no Brasil revela que os hospitais são intensivos em capital, com uma grande parte dos custos sendo fixa.&nbsp;</p><p>Isso significa que, para gerar a <strong>otimização de recursos médicos </strong>e eficiência, os hospitais devem focar em melhorar a utilização dos leitos e reduzir as estadias prolongadas que não são clinicamente justificadas.&nbsp;</p><p>Por fim, hospitais que conseguem aumentar a ocupação sem aumentar proporcionalmente os custos fixos podem melhorar significativamente sua eficiência e <strong>reduzir os custos por paciente </strong>atendido.</p><p>Gostou do conteúdo? <strong>Confira estratégias eficazes para </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/reducao-de-custos/"><strong>reduzir custos hospitalares</strong></a> e a redução de <strong>desperdício em cuidados de saúde</strong>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/closeup-calculator-stethoscope-healthcare-expenses-concept_3011771.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=5&amp;uuid=a197d03d-6fc8-42c8-9930-c4a4e00b95cc"><strong><em>rawpixel by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Valor em Saúde: Métricas para um Sistema de Saúde Baseado em Valor</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=valor-em-saude-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 12:57:11 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[valor em saude]]></category>
<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32038</guid><description><![CDATA[<p>Valor em saúde nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&#160; No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por cuidados de saúde de qualidade é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os resultados baseados em valor [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><strong>Valor em saúde</strong> nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&nbsp;</p><p>No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por <strong>cuidados de saúde de qualidade</strong> é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os <strong>resultados baseados em valor</strong> para os pacientes.&nbsp;</p><p>Assim, um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> visa maximizar a <strong>qualidade assistencial</strong> ao menor custo possível, garantindo uma experiência positiva para o paciente ao longo de sua trajetória no sistema.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Valor em Saúde?</h2><p><strong>Valor em saúde</strong> pode ser definido como a <strong>qualidade assistencial</strong> dividida pelo custo total dos cuidados prestados, incluindo a experiência do paciente.&nbsp;</p><p>Ou seja, essa abordagem enfatiza a importância de entregar o melhor cuidado possível, utilizando recursos de maneira eficiente e eliminando procedimentos desnecessários.</p><p>Contudo, o oposto de valor é o desperdício — qualquer uso de recursos que não contribua para melhorar os resultados de saúde dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é medição de Valor em Saúde?&nbsp;</h2><p>A medição de <strong>valor em saúde</strong> é um processo multidimensional que vai além dos indicadores tradicionais de desempenho.&nbsp;</p><p>Dois dos principais referenciais internacionais para a medição de<strong> valor em saúde </strong>são os critérios do <strong>Institute of Medicine (IOM) e do Institute for Healthcare Improvement (IHI)</strong>.</p><p>O <strong>IOM</strong> define seis domínios de qualidade que são essenciais para um sistema de saúde de alto valor:</p><ol><li><strong>Segurança</strong>: Evitar danos aos pacientes durante o cuidado.</li><li><strong>Eficácia</strong>: Fornecer serviços com base na ciência e evitar o uso excessivo ou insuficiente de cuidados.</li><li><strong>Centralidade no paciente</strong>: Garantir que os cuidados respeitem e respondam às preferências, necessidades e valores dos pacientes.</li><li><strong>Oportunidade</strong>: Reduzir atrasos que possam prejudicar a saúde dos pacientes.</li><li><strong>Eficiência</strong>: Evitar desperdícios, incluindo tempo e recursos.</li><li><strong>Equidade</strong>: Garantir que a <strong>qualidade do cuidado em saúde </strong>não varie por características pessoais como gênero, etnia, localização geográfica ou status socioeconômico.</li></ol><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>IHI</strong></a> complementa esses domínios com seu Triple Aim, que propõe três dimensões para a otimização dos sistemas de saúde:</p><ol><li><strong>Melhoria da experiência do paciente</strong>: Incluindo qualidade e satisfação.</li><li><strong>Melhoria da saúde da população</strong>: Aumentando os resultados de saúde em nível populacional.</li><li><strong>Redução dos custos per capita de cuidados de saúde</strong>: Tornando o sistema mais sustentável economicamente.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Metodologias para medição</h2><p><strong>Resultados Relatados pelo Paciente</strong></p><p>Aqui, um componente essencial para um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> é a medição de desempenho, que inclui tanto métricas de qualidade clínica quanto medidas de resultados relatados pelos pacientes (Patient-Reported Outcomes Measures &#8211; PROMs).</p><p>Essas métricas ajudam a capturar a experiência do paciente e os resultados percebidos, indo além dos indicadores tradicionais de saúde, como taxa de mortalidade e morbidade.</p><p>Contudo, as PROMs são frequentemente utilizadas para avaliar o impacto de tratamentos na qualidade de vida dos pacientes, bem como a eficácia das intervenções realizadas.</p><p>Portanto, ao incluir a perspectiva do paciente, os sistemas de saúde conseguem alinhar melhor suas práticas com as necessidades e expectativas de quem está sendo atendido.</p><p>Neste cenário, o <strong>International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM)</strong> desempenha um papel fundamental na padronização da medição de desfechos em saúde globalmente.</p><p>O <a
href="https://www.ichom.org/"><strong>ICHOM</strong></a> desenvolve conjuntos de medidas padronizadas para diversas condições de saúde, conhecidas como Standard Sets, que incluem desfechos clínicos e relatados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Essas medidas são projetadas para capturar o que realmente importa para os pacientes, como a qualidade de vida, a funcionalidade após o tratamento e a satisfação com o cuidado recebido.</p><p>Logo, a adoção dos Standard Sets do ICHOM permite que sistemas de saúde, hospitais e clínicas comparem seus <strong>resultados baseados em valor</strong> de maneira consistente, identifiquem melhores práticas e promovam a <strong>melhoria contínua na saúde</strong>.</p><p>Ao focar nos desfechos que importam para os pacientes, o ICHOM ajuda a alinhar os cuidados de saúde com o valor real gerado para os pacientes, facilitando a transição para <strong>modelos de saúde baseados em valor</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">O Papel dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) mais Inteligência Artificial na medição de valor em saúde</h3><p>Para alcançar o <strong>valor em saúde </strong>em uma instituição, é essencial focar em quatro alvos principais:</p><ol><li><strong>Uso eficiente do leito hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes permaneçam hospitalizados apenas pelo tempo necessário para o tratamento seguro.</li><li><strong>Aumento da segurança assistencial</strong>: Reduzir ao mínimo os eventos adversos e complicações durante a assistência.</li><li><strong>Redução de internações evitáveis</strong>: Evitar hospitalizações desnecessárias por meio de intervenções precoces e eficazes na atenção primária.</li><li><strong>Diminuição de readmissões hospitalares não planejadas</strong>: Prevenir readmissões por meio de uma transição de cuidados adequada e suporte contínuo ao paciente após a alta hospitalar.</li></ol><p>Em suma, a metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) se destaca.</p><p>Em resumo, essa metodologia classifica os pacientes em grupos homogêneos com base na complexidade assistencial, permitindo uma gestão mais eficiente dos leitos hospitalares e uma análise precisa dos custos e resultados dos tratamentos.&nbsp;</p><p>Logo, ao categorizar os pacientes, o DRG ajuda hospitais e operadoras de saúde a otimizar o uso de recursos, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Contudo, como o próprio nome diz, o DRG é uma ferramenta amplamente utilizada para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e a <strong>transformação da qualidade assistencial com saúde baseada em valor</strong> do atendimento hospitalar.</p><h3 class="wp-block-heading">Histórico da Metodologia DRG</h3><p>Essa metodologia, desenvolvida inicialmente na década de 1970 nos Estados Unidos, permite que os hospitais classifiquem os pacientes com base na condição clínica que determinou a internação, as complicações associadas, procedimentos realizados e outras variáveis.&nbsp;</p><p>Pois, ao agrupar pacientes com características clínicas e riscos similares, o DRG torna o consumo de recursos mais previsível e comparável.</p><p>Em suma, ao utilizar a <strong>metodologia DRG</strong>, os hospitais podem melhorar significativamente o giro de leitos, diminuir o tempo de permanência hospitalar desnecessário e reduzir a ocorrência de eventos adversos.</p><p>Por isso, a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>metodologia DRG</strong></a> apoia a transição segura do cuidado e facilita a desospitalização segura, promovendo melhores resultados clínicos e operacionais.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/resultados-economicos-e-assistenciais-de-hospitais-com-o-drg-brasil/"><strong>aqui</strong></a><strong> e saiba mais sobre a metodologia DRG Brasil e como ela está melhorando os resultados econômicos e assistenciais dos hospitais.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA na Medição de Valor</h2><p>O <strong>DRG Brasil</strong> é o software nacional do sistema de Grupos de Diagnósticos Relacionados, que classifica pacientes internados com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o cuidado de acordo com as características da população brasileira e do nosso sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Logo, o <strong>DRG Brasil</strong> utiliza, além do algoritmo padrão, algoritmos de inteligência artificial (IA) para analisar grandes volumes de dados de saúde.</p><p>Além disso, a IA é usada para identificar padrões que podem indicar ineficiências e oportunidades para melhorar os resultados clínicos e operacionais.</p><p>Além disso, a metodologia multinível do DRG Brasil permite uma análise detalhada dos diferentes aspectos do cuidado, desde a admissão até a alta hospitalar, facilitando uma gestão mais precisa dos recursos.&nbsp;</p><p>Ou seja, esses recursos analíticos compõem a <strong>Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA</strong>.</p><p><strong>Veja </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/52-dos-hospitais-brasileiros-listados-no-the-worlds-best-hospitals-in-brazil-2024-ranking-da-revista-newsweek-usam-a-plataforma-valor-saude-by-drg-brasil-inteligencia-artificial/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os melhores hospitais estão impulsionando seus resultados com a Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA.</strong></p><p>Em suma, a plataforma é fundamental para processar informações complexas e fornecer elementos sobre como otimizar o uso de leitos hospitalares, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Portanto, a IA ajuda a identificar quais pacientes podem se beneficiar de cuidados ambulatoriais em vez de internações prolongadas, bem como prever quais pacientes estão em risco de readmissão ou complicações, permitindo intervenções mais proativas e eficazes.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, a implementação de métricas para um sistema de saúde baseado em valor é fundamental para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong>, a qualidade e a segurança dos cuidados prestados.</p><p>Em suma, ao focar na eliminação de desperdícios e na entrega de valor, os sistemas de saúde não só melhoram os resultados clínicos.</p><p>Mas, também aumentam a satisfação do paciente e reduzem os custos, beneficiando toda a sociedade.</p><p>Por fim, a utilização de metodologias robustas de medição proporciona um framework abrangente para alcançar um sistema de saúde verdadeiramente baseado em valor.</p><p>Chegou até aqui? <strong>Saiba como a metodologia DRG Brasil</strong> pode beneficiar a sua instituição de saúde e melhorar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>modelos de governança clínica</strong></a> com a redução de desperdícios.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
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