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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>sistema de gestão em saúde Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/tag/sistema-de-gestao-em-saude/</link>
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<item><title>Internações Hospitalares: Reduzindo Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-hospitalares/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=internacoes-hospitalares</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 17:44:49 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32065</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Neste artigo, vamos tratar como as internações hospitalares podem ser evitáveis para a redução de desperdícios assistenciais.&#160; As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&#160; Por sua vez, essas internações hospitalares representam hospitalizações que poderiam ser evitadas com cuidados [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>Neste artigo, vamos tratar como as <strong>internações hospitalares</strong> podem ser evitáveis para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.&nbsp;</p><p>As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&nbsp;</p><p>Por sua vez, essas <strong>internações hospitalares</strong> representam <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-evitaveis/">hospitalizações que poderiam ser evitadas </a>com cuidados primários efetivos e oportunos.&nbsp;</p><p>O conceito de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/icsaps/">ICSAP </a>foi introduzido nos Estados Unidos na década de 1990 como um meio de medir o acesso e a qualidade da APS.</p><p>Por sua vez, o conceito revela uma forte correlação entre taxas de hospitalização e condições socioeconômicas e de acesso a serviços de saúde.&nbsp;</p><p>No Brasil, a Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária foi estabelecida em 2008 pelo Ministério da Saúde.</p><p>Com isso, ela define um conjunto de 19 grupos de diagnósticos que indicam<strong> internações hospitalares </strong>potencialmente evitáveis.</p><p>Em conclusão, essa lista cobre uma ampla gama de condições, desde doenças preveníveis por imunização até doenças crônicas como asma e insuficiência cardíaca.</p><h2 class="wp-block-heading">O que são Internações Hospitalares Potencialmente Evitáveis (ICSAPs)?</h2><p>Em resumo, as ICSAPs são fundamentais para avaliar a capacidade da APS de gerenciar condições crônicas e prevenir complicações que levem à hospitalização.&nbsp;</p><p>Em suma, indicam as <strong>internações hospitalares</strong> potencialmente evitáveis, e são influenciadas por diversos fatores.</p><p>Entre eles, a organização dos sistemas de saúde, a disponibilidade e a acessibilidade de serviços, o nível socioeconômico da população e as desigualdades de acesso.&nbsp;</p><p>No Brasil, um elevado número de ICSAP reflete não apenas falhas na APS, mas também a fragmentação e a ineficiência do sistema de saúde como um todo.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir a prevalência de ICSAP pode melhorar significativamente a equidade no acesso aos cuidados.</p><p>Além disso, é ideal para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>, ou seja, o uso desnecessário de <strong>recursos hospitalares</strong>.</p><p>Desta forma, é possível promover um sistema de saúde mais justo e sustentável​.</p><h2 class="wp-block-heading">Estrutura e Desafios dos Sistemas de Atenção à Saúde (SAS)</h2><p>Sistemas de atenção à saúde (SAS), como o próprio nome diz, são organizados para promover, restaurar e manter a saúde da população.</p><p>Ou seja, eles garantem proteção contra riscos e acesso a serviços seguros e efetivos.&nbsp;</p><p>No Brasil, os dois subsistemas &#8211; o Sistema Único de Saúde (SUS) e o suplementar &#8211; são estruturados para oferecer uma rede de serviços regionalizada e integrada.</p><p>Entretanto, na prática, enfrentam desafios significativos de integração e coordenação entre os diversos níveis de atenção, necessitando de uma <strong>melhoria na gestão de saúde</strong>.</p><p>Com isso, essa fragmentação resulta em perda de qualidade e eficiência, aumento dos custos e ampliação das desigualdades no acesso aos serviços de saúde.&nbsp;</p><p>Portanto, como o primeiro nível de atenção, a APS desempenha um papel fundamental na <strong>prevenção de internações </strong>através da promoção da saúde, <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>, prevenção de doenças e manejo de condições crônicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Atenção Primária, Secundária e Terciária em Saúde</h3><p>Em resumo, trataremos quais são os principais processos de <strong>eficiência no atendimento hospitalar</strong> e como os sistemas de saúde funcionam.</p><p>Com isso, podemos mapear como prevenir as <strong>internações hospitalares</strong> e melhorar a ICSAPs nos demais níveis de cuidado. São elas:</p><ol><li><strong>Atenção Primária em Saúde (APS) </strong>é a principal porta de entrada do sistema de saúde, responsável por resolver a maioria das necessidades da população.&nbsp;</li></ol><p>Neste nível, inclui a promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento de condições agudas e crônicas e coordenação do<strong> cuidado preventivo do hospital</strong>.&nbsp;</p><p>Ainda, neste nível é possível identificar e prevenir <strong>internações hospitalares evitáveis</strong>.</p><p>Portanto, a APS deve resolver mais de 80% dos problemas de saúde, minimizando a necessidade de cuidados de maior complexidade​.</p><ol
start="2"><li><strong>Atenção Secundária em Saúde </strong>envolve serviços especializados, como consultas com especialistas e exames diagnósticos.&nbsp;</li></ol><p>É um nível intermediário entre a APS e a atenção terciária, focando em procedimentos de média complexidade.</p><ol
start="3"><li><strong>Atenção Terciária em Saúde</strong>, ou alta complexidade, refere-se a serviços que requerem tecnologias avançadas e especialização, geralmente realizados em ambiente hospitalar.&nbsp;</li></ol><p>Ou seja, este nível inclui procedimentos como terapias renais substitutivas, quimioterapia, radioterapia e cirurgias de alta complexidade, além de cuidados em unidades de terapia intensiva.&nbsp;</p><p>Portanto, alguns hospitais classificados como “quaternários” realizam procedimentos ainda mais especializados, como transplantes.&nbsp;</p><p>Com isso, esse nível de atenção representa cerca de 5% das necessidades de saúde, mas exige uma densidade tecnológica muito alta.</p><p>Ela é essencial para o tratamento de condições complexas que não podem ser geridas nos níveis primário ou secundário<strong>. ​</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Epidemiologia Das Internações Por Condições Sensíveis à Atenção Primária</h2><p>No Brasil, as ICSAPs são responsáveis por uma proporção significativa das internações hospitalares, destacando falhas na APS e a necessidade de melhorias.&nbsp;</p><p>Durante a pandemia de COVID-19, houve uma redução temporária nas ICSAPs devido à menor procura por cuidados ambulatoriais, mas essa tendência está revertendo com a normalização das atividades de saúde.&nbsp;</p><p>Dados da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA mostram que a taxa de ICSAP em pacientes admitidos para tratamento clínico está em torno de 30% no Brasil.&nbsp;</p><p>As condições mais comuns que levaram a ICSAP incluem infecções do trato urinário, pneumonia comunitária, insuficiência cardíaca congestiva e asma​.</p><h2 class="wp-block-heading">Ações Para Reduzir ICSAPs</h2><p>A promoção da saúde e a prevenção de doenças são estratégias fundamentais para o <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>.</p><p>Com elas, o objetivo é fortalecer o sistema de saúde, promovendo resiliência e focando no bem-estar da população.&nbsp;</p><p>Com isso, as abordagens não apenas visam tratar doenças existentes, mas também capacitam indivíduos e comunidades a adotar estilos de vida mais saudáveis e prevenir problemas de saúde antes que se tornem graves.</p><p>Neste contexto, <strong>Promoção da Saúde</strong> envolve incentivar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e redução do estresse.&nbsp;</p><p>Ainda, a <strong>Prevenção de Doenças</strong> inclui medidas como vacinação, triagem de saúde para detecção precoce de condições, e conscientização sobre fatores de risco.&nbsp;</p><p>Em suma, essas estratégias ajudam a prevenir o surgimento de condições adversas e a melhorar a gestão de saúde na comunidade.</p><p>Além disso, a <strong>Estruturação dos Serviços de Saúde</strong> é necessária para apoiar essas iniciativas. Políticas públicas que incentivem comportamentos saudáveis e facilitem o acesso a serviços preventivos são essenciais. Isso inclui a implementação de programas de triagem, campanhas de conscientização e a oferta de cuidados primários acessíveis, que são fundamentais para a detecção precoce e tratamento eficaz de doenças.</p><p>A <strong>prevenção de internações</strong>,<strong> </strong>através dessas estratégias, visa reduzir a incidência de condições de saúde agudas, melhorar o acesso à atenção primária e promover a detecção precoce e tratamento de condições antes que se agravem.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na <strong>prevenção de internações</strong>, é possível diminuir a necessidade de internações hospitalares não planejadas, economizando recursos e aliviando a carga sobre os serviços de emergência.</p><p>Além disso, os benefícios para a saúde pública e o sistema de saúde são enormes.&nbsp;</p><p>Entre elas, incluem a redução da pressão sobre os serviços de emergência, permitindo que esses recursos sejam direcionados para pacientes com condições agudas urgentes, a economia de recursos financeiros e de infraestrutura, que podem ser realocados para fortalecer outras áreas do sistema de saúde, e um melhor nível de saúde e de qualidade de vida.</p><p>Portanto, essas medidas resultam em um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/">sistema de saúde mais eficiente</a>, havendo <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.</p><p>Em suma, é capaz de responder melhor às necessidades da população, promovendo um atendimento mais preventivo e menos dependente de intervenções hospitalares de alta complexidade.</p><p><strong>Confira um </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospital-unimed-fortaleza-case/"><strong>case de sucesso</strong></a><strong> do Hospital Unimed Fortaleza que reduziu R$ 217 mil em custos com diárias de internação utilizando o DRG Brasil.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Diretrizes Para a Prevenção de Internações Evitáveis</h2><p>Para prevenir ICSAPs de forma eficaz, são necessárias diretrizes claras que incluem uma série de diretrizes.</p><p>Entre elas, a avaliação das necessidades da população, o desenvolvimento de uma rede de cuidados integrada, o engajamento da comunidade, o fortalecimento da infraestrutura de saúde e a implementação de serviços de saúde integrados.&nbsp;</p><p>Por isso, a educação continuada em saúde, a promoção de estilos de vida saudáveis e a colaboração entre diferentes setores do sistema de saúde são essenciais para <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/">melhorar a qualidade</a> da APS e reduzir as internações evitáveis​.</p><p>Para desenvolver uma rede de cuidados eficaz, é necessário seguir oito passos:</p><ol><li><strong>Avaliação das necessidades da população</strong>: Identificar os desafios de saúde e lacunas nos serviços existentes por meio de uma análise abrangente de dados demográficos, epidemiológicos e socioeconômicos.</li><li><strong>Planejamento e desenvolvimento da rede de cuidados</strong>: Formar uma equipe multidisciplinar para definir objetivos, metas e a estrutura da rede, assegurando que sejam alinhados com as necessidades da população e os princípios da atenção primária.</li><li><strong>Engajamento da comunidade</strong>: Incluir a comunidade no planejamento e desenvolvimento da rede, estabelecendo parcerias com líderes e organizações locais para garantir uma abordagem centrada no paciente.</li><li><strong>Desenvolvimento de infraestrutura e recursos humanos</strong>: Fortalecer a infraestrutura de saúde existente e capacitar uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde para atender às necessidades da população.</li><li><strong>Implementação de serviços integrados</strong>: Oferecer serviços de saúde que abordem todas as necessidades da população, desde prevenção até reabilitação, utilizando abordagens baseadas em evidências para garantir cuidados de alta qualidade.</li><li><strong>Monitoramento e avaliação</strong>: Criar sistemas para monitorar e avaliar o desempenho da rede de cuidados, utilizando dados para identificar áreas de melhoria e ajustar operações.</li><li><strong>Educação e promoção da saúde</strong>: Implementar programas de educação em saúde para capacitar a comunidade a adotar estilos de vida saudáveis e gerenciar suas condições de saúde.</li><li><strong>Parcerias e colaborações</strong>: Estabelecer parcerias com outras organizações de saúde e instituições para fortalecer a rede de cuidados e garantir a coordenação entre diferentes níveis do sistema de saúde.</li></ol><p>Chegou até aqui? Fique por dentro de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/">como reduzir os custos dos desperdícios em saúde</a> da instituição e fale com nossos especialistas para colocar a metodologia DRG em prática.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
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<item><title>Custos em Saúde: Como Reduzir Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=custos-em-saude</link>
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<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:33:23 +0000</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Os <strong>custos em saúde </strong>vem aumentando e muito.</p><p>Neste cenário, é preciso <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&nbsp;</p><p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre 20% e 40% dos gastos totais em saúde são desperdiçados devido à ineficiência.&nbsp;</p><p>Ou seja, este desperdício pode resultar em cuidados subótimos e, em alguns casos, até mesmo em danos aos pacientes.&nbsp;</p><p>Portanto, a melhoria dos <strong>custos em saúde</strong> e eficiência se tornam uma prioridade política, especialmente em sistemas de saúde que enfrentam restrições severas de recursos.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios dos Custos em Saúde nos Hospitais Brasileiros</h2><p>Hoje, os hospitais são componentes essenciais dos sistemas de saúde e consomem aproximadamente 50% dos <strong>custos em saúde</strong>.&nbsp;</p><p>No Brasil, de acordo com dados de 2019, entre 42,5% e 49,5% dos<strong> gastos com saúde</strong> no <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/">Sistema Único de Saúde</a> (SUS) e na saúde suplementar são destinados a eventos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, estes números destacam a importância de melhorar a eficiência hospitalar para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong> e maximizar a qualidade do cuidado.</p><p>Falando sobre a <strong>gestão dos custos em saúde</strong>, a ineficiência hospitalar é um problema presente em diversos países, independentemente do nível de desenvolvimento econômico.&nbsp;</p><p>Globalmente, estima-se que cerca de 300 bilhões de dólares sejam perdidos anualmente devido a ineficiências nos recursos hospitalares.&nbsp;</p><p>Estes <strong>desperdícios dos recursos da saúde</strong> podem ser atribuídos a aspectos técnico-operacionais e à economia de escala.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui </strong></a><strong>e conheça alguns casos de sucesso de Hospitais Filantrópicos.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Fontes de Desperdícios Assistenciais e Oportunidades de Melhoria</h2><p>Entre as várias fontes estudadas para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, a <strong>permanência hospitalar além do tempo necessário</strong> para o tratamento seguro do paciente é uma das que apresenta maior potencial de redução.&nbsp;</p><p>Estima-se, entretanto, que quase metade das diárias hospitalares preveníveis esteja associada à ineficiência no uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, as causas dessas ineficiências podem ser tanto internas aos hospitais (falhas no planejamento e/ou na execução de processos), quanto externas a ele (falhas na coordenação dos cuidados pelo gestor do sistema, seja público ou privado).</p><p>Melhorar a <strong>economia no </strong><a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus"><strong>SUS</strong></a> e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">eficiência hospitalar</a> requer intervenções que considerem tanto o ambiente interno quanto o externo dos hospitais.&nbsp;</p><p>A localização geográfica, a modalidade remuneratória, o porte e o grau de especialização dos hospitais são fatores que influenciam diretamente a eficiência dos serviços prestados.&nbsp;</p><p>No entanto, os efeitos dessas variáveis da <strong>redução de custos hospitalares </strong>não são definitivos e podem variar de acordo com o contexto.</p><h2 class="wp-block-heading">Perfil dos Hospitais Brasileiros em Relação aos Custos em Saúde</h2><p>Os hospitais brasileiros apresentam uma diversidade significativa em termos de porte, especialização e localização geográfica.</p><p>A maioria dos hospitais no Brasil é de pequeno a médio porte, com menos de 150 leitos, e muitos estão localizados em áreas urbanas, particularmente nas regiões Sudeste e Nordeste.</p><p>No entanto, há também uma grande quantidade de hospitais de menor porte situados em áreas rurais, que enfrentam desafios únicos, como a escassez de recursos e dificuldades de acesso a serviços especializados.</p><p>Os hospitais brasileiros variam amplamente em termos de capacidade tecnológica e especialização clínica.</p><p>Enquanto alguns hospitais em grandes centros urbanos são altamente especializados e bem equipados, muitos hospitais em áreas menos desenvolvidas carecem de infraestrutura adequada, o que limita a sua capacidade de oferecer cuidados de alta complexidade.</p><p>Esse perfil heterogêneo influencia diretamente o desempenho hospitalar e a eficiência no uso dos recursos, especialmente dos leitos hospitalares.</p><h2 class="wp-block-heading">Desempenho Hospitalar Brasileiro</h2><p>O desempenho dos hospitais brasileiros é variável e depende de diversos fatores, incluindo a <strong>eficiência na gestão dos recursos</strong>, a qualidade da infraestrutura, o treinamento dos profissionais de saúde e a integração com outros níveis de atenção.&nbsp;</p><p>Dados indicam que muitos hospitais ainda operam abaixo de seu potencial em termos de eficiência e qualidade do cuidado.</p><p>Em suma, ao que se reflete em indicadores como o tempo médio de permanência, a taxa de ocupação e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/taxa-de-mortalidade/">taxa de mortalidade</a> ajustada.</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios operacionais significativos, como a falta de padronização nos processos clínicos e administrativos.</p><p>Isso pode levar a variações indesejadas na prática clínica e a ineficiências na utilização dos recursos.</p><p>Ou seja, estes são <strong>métodos para otimizar recursos médicos e reduzir desperdícios</strong>.</p><p>Por exemplo, a ausência de protocolos bem definidos para a admissão e alta de pacientes pode resultar em internações prolongadas ou em altas precoces inadequadas.</p><p>Isso impacta negativamente os desfechos clínicos e aumentando os <strong>custos em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Custos Hospitalares: Estrutura e Impactos na Eficiência</h3><p>Entender a estrutura dos <strong>custos hospitalares</strong> é essencial para avaliar a eficiência operacional e a sustentabilidade dos hospitais.&nbsp;</p><p>No contexto hospitalar, os <strong>custos em saúde </strong>e despesas representam diferentes aspectos do consumo de recursos e da <strong>economia em saúde</strong>.</p><p><strong>Custos</strong> <strong>em saúde </strong>referem-se à expressão monetária do consumo de recursos diretamente relacionados à assistência ao paciente, como materiais médicos e salários de profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Por outro lado, <strong>despesas</strong> estão associadas a custos indiretos, como administração e manutenção, que ocorrem após o atendimento direto ao paciente​.</p><p>Os<strong> custos em saúde</strong> de hospitais podem ser classificados em <strong>fixos</strong> e <strong>variáveis</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Fixos</strong>: São aqueles que permanecem constantes independentemente do volume de atendimento, como aluguel, infraestrutura e mão de obra fixa. Nos hospitais, uma parcela significativa dos custos é fixa devido à necessidade de manter uma estrutura robusta e capacidade instalada pronta para atender a demanda, mesmo que esta varie.</li><li><strong>Custos Variáveis</strong>: Estes são proporcionais ao volume de serviços prestados. Por exemplo, quanto maior o número de cirurgias realizadas, maior será o consumo de materiais e medicamentos necessários para esses procedimentos​.</li></ul><p>Além disso, os <strong>custos em saúde </strong>podem ser <strong>diretos</strong> ou <strong>indiretos</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Diretos</strong>: São diretamente atribuíveis ao atendimento ao paciente. Por exemplo, todos os insumos utilizados em uma cirurgia específica ou o salário da equipe do centro cirúrgico.</li><li><strong>Custos Indiretos</strong>: Referem-se a despesas que não podem ser atribuídas diretamente a um único procedimento ou departamento, como custos de utilidades (água, luz, telefone), alimentação, e segurança.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>As <strong>estratégias de economia em saúde</strong> e a estrutura de custos hospitalares no Brasil revela que os hospitais são intensivos em capital, com uma grande parte dos custos sendo fixa.&nbsp;</p><p>Isso significa que, para gerar a <strong>otimização de recursos médicos </strong>e eficiência, os hospitais devem focar em melhorar a utilização dos leitos e reduzir as estadias prolongadas que não são clinicamente justificadas.&nbsp;</p><p>Por fim, hospitais que conseguem aumentar a ocupação sem aumentar proporcionalmente os custos fixos podem melhorar significativamente sua eficiência e <strong>reduzir os custos por paciente </strong>atendido.</p><p>Gostou do conteúdo? <strong>Confira estratégias eficazes para </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/reducao-de-custos/"><strong>reduzir custos hospitalares</strong></a> e a redução de <strong>desperdício em cuidados de saúde</strong>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
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<item><title>Valor em Saúde: Métricas para um Sistema de Saúde Baseado em Valor</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=valor-em-saude-2</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 12:57:11 +0000</pubDate>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32038</guid><description><![CDATA[<p>Valor em saúde nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&#160; No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por cuidados de saúde de qualidade é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os resultados baseados em valor [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><strong>Valor em saúde</strong> nada mais é do que a entrega de valor como o objetivo fundamental dos sistemas de saúde modernos.&nbsp;</p><p>No contexto atual, em que os recursos são limitados e a demanda por <strong>cuidados de saúde de qualidade</strong> é crescente, é crucial adotar abordagens que eliminem desperdícios e melhorem os <strong>resultados baseados em valor</strong> para os pacientes.&nbsp;</p><p>Assim, um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> visa maximizar a <strong>qualidade assistencial</strong> ao menor custo possível, garantindo uma experiência positiva para o paciente ao longo de sua trajetória no sistema.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Valor em Saúde?</h2><p><strong>Valor em saúde</strong> pode ser definido como a <strong>qualidade assistencial</strong> dividida pelo custo total dos cuidados prestados, incluindo a experiência do paciente.&nbsp;</p><p>Ou seja, essa abordagem enfatiza a importância de entregar o melhor cuidado possível, utilizando recursos de maneira eficiente e eliminando procedimentos desnecessários.</p><p>Contudo, o oposto de valor é o desperdício — qualquer uso de recursos que não contribua para melhorar os resultados de saúde dos pacientes.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é medição de Valor em Saúde?&nbsp;</h2><p>A medição de <strong>valor em saúde</strong> é um processo multidimensional que vai além dos indicadores tradicionais de desempenho.&nbsp;</p><p>Dois dos principais referenciais internacionais para a medição de<strong> valor em saúde </strong>são os critérios do <strong>Institute of Medicine (IOM) e do Institute for Healthcare Improvement (IHI)</strong>.</p><p>O <strong>IOM</strong> define seis domínios de qualidade que são essenciais para um sistema de saúde de alto valor:</p><ol><li><strong>Segurança</strong>: Evitar danos aos pacientes durante o cuidado.</li><li><strong>Eficácia</strong>: Fornecer serviços com base na ciência e evitar o uso excessivo ou insuficiente de cuidados.</li><li><strong>Centralidade no paciente</strong>: Garantir que os cuidados respeitem e respondam às preferências, necessidades e valores dos pacientes.</li><li><strong>Oportunidade</strong>: Reduzir atrasos que possam prejudicar a saúde dos pacientes.</li><li><strong>Eficiência</strong>: Evitar desperdícios, incluindo tempo e recursos.</li><li><strong>Equidade</strong>: Garantir que a <strong>qualidade do cuidado em saúde </strong>não varie por características pessoais como gênero, etnia, localização geográfica ou status socioeconômico.</li></ol><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>IHI</strong></a> complementa esses domínios com seu Triple Aim, que propõe três dimensões para a otimização dos sistemas de saúde:</p><ol><li><strong>Melhoria da experiência do paciente</strong>: Incluindo qualidade e satisfação.</li><li><strong>Melhoria da saúde da população</strong>: Aumentando os resultados de saúde em nível populacional.</li><li><strong>Redução dos custos per capita de cuidados de saúde</strong>: Tornando o sistema mais sustentável economicamente.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Metodologias para medição</h2><p><strong>Resultados Relatados pelo Paciente</strong></p><p>Aqui, um componente essencial para um <strong>sistema de saúde baseado em valor</strong> é a medição de desempenho, que inclui tanto métricas de qualidade clínica quanto medidas de resultados relatados pelos pacientes (Patient-Reported Outcomes Measures &#8211; PROMs).</p><p>Essas métricas ajudam a capturar a experiência do paciente e os resultados percebidos, indo além dos indicadores tradicionais de saúde, como taxa de mortalidade e morbidade.</p><p>Contudo, as PROMs são frequentemente utilizadas para avaliar o impacto de tratamentos na qualidade de vida dos pacientes, bem como a eficácia das intervenções realizadas.</p><p>Portanto, ao incluir a perspectiva do paciente, os sistemas de saúde conseguem alinhar melhor suas práticas com as necessidades e expectativas de quem está sendo atendido.</p><p>Neste cenário, o <strong>International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM)</strong> desempenha um papel fundamental na padronização da medição de desfechos em saúde globalmente.</p><p>O <a
href="https://www.ichom.org/"><strong>ICHOM</strong></a> desenvolve conjuntos de medidas padronizadas para diversas condições de saúde, conhecidas como Standard Sets, que incluem desfechos clínicos e relatados pelos pacientes.&nbsp;</p><p>Essas medidas são projetadas para capturar o que realmente importa para os pacientes, como a qualidade de vida, a funcionalidade após o tratamento e a satisfação com o cuidado recebido.</p><p>Logo, a adoção dos Standard Sets do ICHOM permite que sistemas de saúde, hospitais e clínicas comparem seus <strong>resultados baseados em valor</strong> de maneira consistente, identifiquem melhores práticas e promovam a <strong>melhoria contínua na saúde</strong>.</p><p>Ao focar nos desfechos que importam para os pacientes, o ICHOM ajuda a alinhar os cuidados de saúde com o valor real gerado para os pacientes, facilitando a transição para <strong>modelos de saúde baseados em valor</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">O Papel dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) mais Inteligência Artificial na medição de valor em saúde</h3><p>Para alcançar o <strong>valor em saúde </strong>em uma instituição, é essencial focar em quatro alvos principais:</p><ol><li><strong>Uso eficiente do leito hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes permaneçam hospitalizados apenas pelo tempo necessário para o tratamento seguro.</li><li><strong>Aumento da segurança assistencial</strong>: Reduzir ao mínimo os eventos adversos e complicações durante a assistência.</li><li><strong>Redução de internações evitáveis</strong>: Evitar hospitalizações desnecessárias por meio de intervenções precoces e eficazes na atenção primária.</li><li><strong>Diminuição de readmissões hospitalares não planejadas</strong>: Prevenir readmissões por meio de uma transição de cuidados adequada e suporte contínuo ao paciente após a alta hospitalar.</li></ol><p>Em suma, a metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG) se destaca.</p><p>Em resumo, essa metodologia classifica os pacientes em grupos homogêneos com base na complexidade assistencial, permitindo uma gestão mais eficiente dos leitos hospitalares e uma análise precisa dos custos e resultados dos tratamentos.&nbsp;</p><p>Logo, ao categorizar os pacientes, o DRG ajuda hospitais e operadoras de saúde a otimizar o uso de recursos, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Contudo, como o próprio nome diz, o DRG é uma ferramenta amplamente utilizada para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e a <strong>transformação da qualidade assistencial com saúde baseada em valor</strong> do atendimento hospitalar.</p><h3 class="wp-block-heading">Histórico da Metodologia DRG</h3><p>Essa metodologia, desenvolvida inicialmente na década de 1970 nos Estados Unidos, permite que os hospitais classifiquem os pacientes com base na condição clínica que determinou a internação, as complicações associadas, procedimentos realizados e outras variáveis.&nbsp;</p><p>Pois, ao agrupar pacientes com características clínicas e riscos similares, o DRG torna o consumo de recursos mais previsível e comparável.</p><p>Em suma, ao utilizar a <strong>metodologia DRG</strong>, os hospitais podem melhorar significativamente o giro de leitos, diminuir o tempo de permanência hospitalar desnecessário e reduzir a ocorrência de eventos adversos.</p><p>Por isso, a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/medicina-baseada-em-valor/"><strong>metodologia DRG</strong></a> apoia a transição segura do cuidado e facilita a desospitalização segura, promovendo melhores resultados clínicos e operacionais.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/resultados-economicos-e-assistenciais-de-hospitais-com-o-drg-brasil/"><strong>aqui</strong></a><strong> e saiba mais sobre a metodologia DRG Brasil e como ela está melhorando os resultados econômicos e assistenciais dos hospitais.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA na Medição de Valor</h2><p>O <strong>DRG Brasil</strong> é o software nacional do sistema de Grupos de Diagnósticos Relacionados, que classifica pacientes internados com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o cuidado de acordo com as características da população brasileira e do nosso sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Logo, o <strong>DRG Brasil</strong> utiliza, além do algoritmo padrão, algoritmos de inteligência artificial (IA) para analisar grandes volumes de dados de saúde.</p><p>Além disso, a IA é usada para identificar padrões que podem indicar ineficiências e oportunidades para melhorar os resultados clínicos e operacionais.</p><p>Além disso, a metodologia multinível do DRG Brasil permite uma análise detalhada dos diferentes aspectos do cuidado, desde a admissão até a alta hospitalar, facilitando uma gestão mais precisa dos recursos.&nbsp;</p><p>Ou seja, esses recursos analíticos compõem a <strong>Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA</strong>.</p><p><strong>Veja </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/52-dos-hospitais-brasileiros-listados-no-the-worlds-best-hospitals-in-brazil-2024-ranking-da-revista-newsweek-usam-a-plataforma-valor-saude-by-drg-brasil-inteligencia-artificial/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os melhores hospitais estão impulsionando seus resultados com a Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA.</strong></p><p>Em suma, a plataforma é fundamental para processar informações complexas e fornecer elementos sobre como otimizar o uso de leitos hospitalares, melhorar a segurança do paciente e reduzir a sinistralidade.</p><p>Portanto, a IA ajuda a identificar quais pacientes podem se beneficiar de cuidados ambulatoriais em vez de internações prolongadas, bem como prever quais pacientes estão em risco de readmissão ou complicações, permitindo intervenções mais proativas e eficazes.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, a implementação de métricas para um sistema de saúde baseado em valor é fundamental para melhorar a <strong>eficiência clínica</strong>, a qualidade e a segurança dos cuidados prestados.</p><p>Em suma, ao focar na eliminação de desperdícios e na entrega de valor, os sistemas de saúde não só melhoram os resultados clínicos.</p><p>Mas, também aumentam a satisfação do paciente e reduzem os custos, beneficiando toda a sociedade.</p><p>Por fim, a utilização de metodologias robustas de medição proporciona um framework abrangente para alcançar um sistema de saúde verdadeiramente baseado em valor.</p><p>Chegou até aqui? <strong>Saiba como a metodologia DRG Brasil</strong> pode beneficiar a sua instituição de saúde e melhorar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>modelos de governança clínica</strong></a> com a redução de desperdícios.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/physician-noting-down-symptoms-patient_3469656.htm#from_view=detail_alsolike"><strong><em>rawpixel by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 15:15:27 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[institucional]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32022</guid><description><![CDATA[<p>Introdução O conceito de “governança clínica” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&#160; No entanto, os sistemas de saúde têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não [&#8230;]</p><p>The post <a
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]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O conceito de “<strong>governança clínica</strong>” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&nbsp;</p><p>No entanto, os<strong> sistemas de saúde</strong> têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não é alcançada de maneira eficaz, resultando em desperdícios significativos de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é uma forma estruturada de gerenciar a qualidade dos cuidados em saúde.</p><p>Ela foca na entrega de valor, ou seja, na maximização dos resultados e <strong>qualidade em saúde</strong>, que são realmente importantes para os pacientes, utilizando os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível.&nbsp;</p><p>Quando os <strong>sistemas de saúde </strong>falham em cumprir essas premissas, os recursos são desperdiçados.&nbsp;</p><p>Ou seja, esse desperdício pode ocorrer de diversas formas: desde a hospitalização desnecessária de pacientes que poderiam receber cuidados ambulatoriais seguros até fraudes e ociosidade de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica pode traçar uma estratégia para reduzir desperdícios em saúde</h2><p>A magnitude desses desperdícios é alarmante e ter uma boa <strong>gestão clínica</strong> para a redução dos riscos e otimização dos recursos e processos é fundamental.&nbsp;</p><p>Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que 25% dos gastos anuais com saúde sejam desperdiçados, totalizando entre 760 e 935 bilhões de dólares.&nbsp;</p><p>Além disso, uma situação similar é observada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde pelo menos 20% de todo o gasto em saúde poderia ser redirecionado para cuidados com melhores resultados para os pacientes, promovendo a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Cenário dos desperdícios em instituições de saúde brasileiras</h3><p>No Brasil, os desafios são igualmente grandes, exigindo maior foco em <strong>eficiência clínica</strong>.&nbsp;</p><p>Dados da plataforma <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metodologia-drg-brasil/">DRG Brasil</a> mostram que é possível melhorar a <strong>qualidade assistencial </strong>oferecida e garantir mais economia dos recursos para os hospitais.</p><p>São fatores de desperdício:</p><ul><li>No Brasil, 50% das diárias hospitalares são evitáveis</li><li>Permanências hospitalares além do necessário para o tratamento seguro do paciente</li><li>Baixa efetividade da atenção primária</li><li>Eventos adversos evitáveis</li></ul><p>Ou seja, essas ineficiências destacam o potencial de economia e a necessidade de melhorias na <strong>governança clínica </strong>dos <strong>serviços de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Além disso, um estudo do Banco Mundial aponta que os <strong>serviços de saúde</strong> secundários e terciários no Brasil apresentam ineficiências de até 71%.&nbsp;</p><p>A saúde suplementar também não está imune a esses problemas, com estimativas indicando que o desperdício anual devido à insegurança assistencial pode chegar a 106 bilhões de reais.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica e os elos do Sistema de Saúde influenciam o cenário de desperdício</h2><p>Na <strong>governança clínica</strong>, diferentes elos do <strong>sistema de saúde</strong> — desde a atenção primária, passando pelos serviços hospitalares até os cuidados pós-hospitalares — desempenham um papel fundamental na geração ou na prevenção de desperdícios, primordiais na <strong>sustentabilidade na saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Do total dos <strong>desperdícios assistenciais</strong>, falhas na atenção primária, como a baixa resolutividade de casos sensíveis a este nível de cuidados, resultam em internações potencialmente evitáveis, contribuindo para 27% desses problemas. Já o prolongamento desnecessário das internações é responsável por 46% desse total.&nbsp;</p><p>Além disso, após a alta hospitalar, a falta de uma transição de cuidado adequada e lacunas no acompanhamento continuado dos cuidados pós-alta aumentam o risco de complicações e readmissões, representando 10% das perdas identificadas pela plataforma DRG Brasil.&nbsp;</p><p>Portanto, faz-se urgente aplicar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/indicadores-de-saude/"><strong>indicadores de qualidade clínica</strong></a> nesse ciclo de ineficiências que se perpetua quando os diferentes níveis de atenção à saúde não estão devidamente integrados, aumentando os custos e comprometendo a qualidade do atendimento ao paciente.</p><h2 class="wp-block-heading">Iniciativas para Reduzir Desperdícios e Melhorar a Gestão em Saúde no Brasil</h2><p>No Brasil, há um movimento crescente em direção à <strong>governança clínica e qualidade assistencial </strong>para entrega de valor em saúde, que abrange uma ampla variedade de organizações, incluindo operadores do SUS, do setor de saúde suplementar e hospitais de diferentes portes.&nbsp;</p><p>Este movimento, que visa melhorar a <strong>qualidade e a eficiência dos serviços de saúde</strong>, visa equilibrar desfechos clínicos com sustentabilidade financeira.&nbsp;</p><p>Confira as iniciativas das organizações na transformação da <strong>governança clínica</strong>:</p><ul><li>Organizações como o Tribunal de Contas da União (TCU), a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES), e a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) são exemplos, entre tantos outros, que estão na vanguarda dessa transformação.</li><li>O TCU, por exemplo, lançou o programa <strong>&#8220;Eficiência na Saúde&#8221;</strong> para melhorar a gestão de recursos em hospitais do SUS, promovendo auditorias que identificam ineficiências e boas práticas.&nbsp;</li><li>Minas Gerais, por meio do programa Valora Minas, está focando na qualificação da assistência hospitalar, vinculando repasses de recursos a resultados assistenciais.&nbsp;</li><li>No Espírito Santo, a SESA-ES e a FEHOFES implementaram um modelo de contratualização baseado em valor, que resultou em melhorias significativas na <strong>eficiência hospitalar</strong>.</li></ul><p>Esses resultados promissores possibilitaram celebrar a <strong>colaboração entre a Valor Saúde Brasil e o ICHOM</strong>, visando auxiliar as organizações de saúde na implementação de práticas de cuidado baseadas em valor ao longo de toda a jornada do paciente no sistema de saúde brasileiro.&nbsp;</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.ichom.org/"><strong>aqui </strong></a><strong>para conhecer a página oficial do ICHOM.</strong></p><p>O ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) foi fundado por Michael Porter com o objetivo de estabelecer padrões de medição de entrega de valor em diversas linhas de cuidado e populações, utilizando conjuntos de indicadores de custos e resultados ao longo da vida dos usuários.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Esses exemplos ilustram algumas <strong>estratégias para eficiência clínica no sistema de saúde.</strong></p><p>Principalmente, o compromisso do Brasil com a transição de um modelo de saúde centrado na produção para um enfoque na <strong>sustentabilidade em saúde</strong> e valor.</p><p>Essas ações são impulsionadas pela <strong>governança clínica</strong> e apoiadas por auditorias e políticas baseadas em evidências, que têm como objetivo resultados que realmente importam para os pacientes.</p><p>Chegou até aqui? Saiba como as ferramentas da Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + IA podem auxiliar na redução dos desperdícios dos sistemas de saúde. <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/"><strong>Fale com nossos especialistas</strong></a><strong>! </strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/doctor-nurse-discussing-digital-tablet_9597416.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=14&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>wavebreakmedia_micro by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>A Revolução Silenciosa do Sistema de Gestão em Saúde no Brasil</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sistema-de-gestao-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sistema-de-gestao-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 12:02:58 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Novidades do Grupo]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica baseada em valor]]></category>
<category><![CDATA[drg brasil]]></category>
<category><![CDATA[plataforma valor saúde brasil]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=31990</guid><description><![CDATA[<p>O Sistema de Gestão em Saúde no Brasil está passando por diversas transformações e queremos iniciar esta reflexão. De onde virá o recurso para garantir acesso qualificado à saúde, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade econômica para operadoras de saúde suplementar, governos, empresas, prestadores de serviço e profissionais de saúde? Esta é a pergunta que [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O <strong>Sistema de Gestão em Saúde</strong> no Brasil está passando por diversas transformações e queremos iniciar esta reflexão.</p><p>De onde virá o recurso para garantir acesso qualificado à saúde, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade econômica para operadoras de saúde suplementar, governos, empresas, prestadores de serviço e profissionais de saúde? Esta é a pergunta que aflige todo brasileiro.</p><p>A resposta mais frequente é o choro e a busca por culpados. &#8220;É o subfinanciamento, é a fraude, é a incorporação tecnológica, são os médicos, são os usuários!&#8221;</p><p>Ou seja, este ponto de vista sobre o <strong>sistema de gestão em saúde</strong> ocupa a mídia, os congressos de especialistas, associações do setor, campanhas eleitorais e as conversas nas cozinhas dos brasileiros.</p><p>E as atitudes? São sempre as mesmas, baseadas no paradigma de que a restrição de acesso e a utilização de recursos definidos pela ciência.Em outras palavras, isso significa que a subtração do acesso qualificado garantiria a sustentabilidade no <strong>sistema de gestão em saúde</strong>.</p><p>Mas, há décadas, os fatos mostram o contrário.</p><h2 class="wp-block-heading">Quebrando o paradigma do sistema de gestão em saúde</h2><p>No entanto, há centenas de empresas, governos e profissionais da área de saúde que há muito tempo abandonaram a postura de carpideira e o velho paradigma de restrição de acesso e utilização como caminho para a sustentabilidade.</p><p>Em suma, são 168 operadoras que cuidam de 40% das vidas na saúde suplementar e 566 hospitais que adotaram um novo modelo que revoluciona a <strong>governança clínica</strong>, adotados pelos governos de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p><p><strong>Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/">aqui </a>e confira alguns casos de sucesso de instituições que estão revolucionando a saúde no país.</strong></p><p>Estes atores, movidos por um propósito inspirador, baseado na melhor evidência científica, transformaram a entrega de <strong>valor em saúde </strong>aos usuários no caminho para a sustentabilidade econômica e têm colhido resultados expressivos.</p><p>Portanto, são 85 casos reais de sucesso pela entrega de valor ao usuário, com um <strong>sistema de gestão de saúde </strong>mais eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Como é feito o cálculo da qualidade assistencial em saúde?</h2><p>O <strong><a
href="https://grupoiagsaude.com.br/grupo-iag/">valor em saúde</a></strong> é definido por qualidade assistencial dividida por custo. O inverso de valor é desperdício.&nbsp;</p><p>Ou seja, as falhas de entrega de valor em saúde consomem 2,5% do PIB americano.&nbsp;</p><p>Eliminar 50% do desperdício do sistema de saúde americano economizaria 1 trilhão de dólares.&nbsp;</p><p>E qual é o cenário no Brasil? Dados da plataforma Valor Saúde Brasil, com mais de 8 milhões de altas, mostram que o custo do <strong>desperdício do sistema de saúde</strong> que se manifesta nos hospitais:</p><ul><li>consome 50,5% dos recursos destes equipamentos;</li><li>consome 40,79 bilhões na saúde suplementar;</li><li>poderiam gerar cerca de 6,5 milhões de novas internações que poderiam ser realizadas no SUS com os recursos do desperdício.</li></ul><p>Há subfinanciamento? Certamente, mas muito mais pode ser feito com o recurso existente.</p><h2 class="wp-block-heading">Webinar de lançamento do livro sobre Governança Clínica</h2><p>Que tal saber mais sobre a revolução silenciosa que está transformando o<strong> sistema de gestão de saúde</strong>?</p><p>No dia<strong> 29/08/24, das 10:30 às 12:00hs</strong>, ocorrerá o webinar de lançamento do livro &#8220;A Revolução Silenciosa da Saúde no Brasil: Organizações Sustentáveis por uma Governança Clínica que Entrega Valor em Saúde aos Cidadãos&#8221;.&nbsp;</p><p>Este livro dá voz aos milhares de trabalhadores da saúde que fazem a revolução silenciosa que está transformando o<strong> sistema de gestão em saúde </strong>brasileiro!&nbsp;</p><p>Em um movimento histórico, milhões de cidadãos brasileiros estão sendo impactados por uma nova abordagem gerencial que coloca a entrega de valor em saúde ao cidadão no centro de tudo.&nbsp;</p><p>Para isso, transformaram em realidade o sonho inspirador de garantir a sustentabilidade econômica das organizações pela entrega de valor aos usuários do sistema de saúde.</p><p><strong>Assista ao debate conduzido pela Dra. Ana Maria Malik e conheça quem está verdadeiramente liderando esta revolução da saúde no Brasil. Não perca!</strong></p><p>The post <a
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