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<item><title>Gestão como alicerce para a transformação da saúde brasileira</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-como-alicerce-para-a-transformacao-da-saude-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gestao-como-alicerce-para-a-transformacao-da-saude-brasileira</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 20:06:51 +0000</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O reconhecimento de uma trajetória institucional ganha novos significados quando é validado por entidades de excelência técnica e editorial. Após o registro inicial da conquista do Prêmio Médias de Valor pelo <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, é fundamental aprofundar a análise sobre o que este acontecimento representa para o ecossistema de saúde. O prêmio, uma iniciativa do Valor Econômico e da Pequenas Empresas e Grandes Negócios com pesquisada Fundação Dom Cabral, surge para identificar organizações que equilibram crescimento e responsabilidade com maestria.</p><p>Diante da crescente pressão por eficiência e da urgência em adotar práticas sustentáveis, o reconhecimento atua como uma validação externa da maturidade organizacional. Ele confirma que o modelo de atuação do Grupo IAG Saúde não é apenas uma proposta teórica, mas uma estrutura de gestão capaz de gerar valor real e mensurável para o sistema e para a sociedade.</p><h2 class="wp-block-heading">O rigor metodológico que fundamenta a validação externa</h2><p>A importância do Prêmio Médias de Valor reside na profundidade de sua avaliação. O processo se apoia em uma metodologia com participação científica da Fundação Dom Cabral, que analisa pilares como liderança, estratégia, processos e resultados. Essa abordagem permite distinguir organizações que possuem governança sólida e capacidade de entrega contínua.</p><p>Para o Grupo IAG Saúde, ser uma das 20 empresas selecionadas na edição inaugural de 2025 é um testemunho da consistência de seus processos. A análise técnica reforça que a gestão da organização está alinhada às melhores práticas do mercado, garantindo que a inovação tecnológica caminhe de mãos dadas com o rigor ético e a eficácia operacional.</p><h2 class="wp-block-heading">A convergência entre ciência e tecnologia na prática assistencial</h2><p>A reportagem especial publicada pelo Valor Econômico trouxe luz à essência do modelo desenvolvido pelo Grupo IAG Saúde. A atuação da empresa não é dissociada da prática clínica; pelo contrário, ela nasce dela. Conforme destacado pela Dra. Tania Grillo, a experiência nas unidades de terapia intensiva foi o ponto de partida para compreender que a segurança do paciente e a eficiência do sistema dependem de processos estruturados.</p><p>Essa visão prática permitiu o desenvolvimento de soluções integradas que hoje apoiam instituições públicas e privadas. O uso da tecnologia, exemplificado pelo<a
href="https://www.drgbrasil.com.br/"> DRG Brasil</a> e pela<a
href="https://www.valorsaudebrasil.com.br/"> Plataforma Valor Saúde Brasil</a>, permite organizar dados, prever desfechos e qualificar a rede de profissionais. É a ciência aplicada para transformar dados brutos em decisões embasadas, capazes de salvar vidas e otimizar recursos escassos.</p><h2 class="wp-block-heading">Impactos reais na ponta do sistema e a eficiência do cuidado</h2><p>Um modelo de gestão só é verdadeiramente valioso quando seus resultados transcendem as fronteiras da própria organização. Os indicadores alcançados pelo Grupo IAG Saúde ao longo dos anos demonstram que a eficiência assistencial tem um rosto humano e um impacto social direto.</p><p>De 2023 a 2025, a metodologia de entrega de valor social em saúde permitiu <strong>evitar mais de 19,5 mil óbitos hospitalares</strong>, uma marca que reflete a importância do uso de dados para a antecipação de riscos. No Sistema Único de Saúde, <strong>a redução de 15% do desperdício assistencial em internações impactou a jornada de quase 4 milhões de pacientes.</strong> Além disso, <strong>a melhoria dos processos resultou na prevenção de mais de 842 mil diárias hospitalares ineficientes.</strong></p><p><strong>Esses avanços representam uma economia estimada de R$ 178 milhões para os hospitais do Sistema Único de Saúde.</strong> São recursos valiosos que, ao serem preservados através de uma gestão inteligente, foram redirecionados para a ampliação do acesso e para o fortalecimento da qualidade assistencial em todo o país.</p><h2 class="wp-block-heading">O significado deste reconhecimento para a saúde no Brasil</h2><p>Este reconhecimento do Prêmio Médias de Valor deve ser compreendido como a validação de um caminho em construção. Ele não celebra apenas o desempenho de uma empresa, mas a eficácia de um modelo que gera impacto sistêmico. Quando uma organização de saúde é premiada por sua maturidade de gestão, quem ganha é o gestor, que passa a ter ferramentas de decisão mais precisas; o profissional de saúde, que atua em um ambiente mais seguro; e o cidadão, que recebe um cuidado mais qualificado.</p><p>A trajetória do Grupo IAG Saúde, iniciada em 1992, reafirma-se agora com este endosso institucional. O prêmio é um convite para continuarmos evoluindo, sempre guiados pelo propósito de transformar o sistema de saúde através da integração entre conhecimento clínico, tecnologia de ponta e uma gestão focada em resultados que realmente importam para os brasileiros</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Créditos / Referência editorial</strong></h3><p><strong>Grupo IAG Saúde tem foco na eficiência do atendimento</strong><strong><br></strong>Mônica Kato | <em>Valor Econômico</em><em><br></em>Especial Médias de Valor – edição impressa<br>Publicado nos dias 13, 14 e 15 de dezembro de 2025<strong>Foto:</strong> Alexandre Rezende/Nitro/Valor/Agência O Globo</p><p>The post <a
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<item><title>A Importância do ICHOM e da Saúde Baseada em Valor na Transformação do Futuro da Saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/ichom-saude-baseada-em-valor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ichom-saude-baseada-em-valor</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 20:26:11 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Grupo IAG Saúde]]></category>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O <strong>ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement)</strong> lidera globalmente a transformação da <strong>saúde baseada em valor</strong>.&nbsp;</p><p>Com foco em colocar o paciente no centro dos cuidados, estabelece métricas de <strong>desfechos clínicos</strong>, que permitem avaliar resultados reais e impactar positivamente a <strong>qualidade de vida dos pacientes</strong>.</p><p>Por meio desses padrões de mensuração, o consórcio auxilia instituições de saúde a entenderem e melhorarem os resultados das intervenções.&nbsp;</p><p>Dessa forma, o consórcio se consolida como referência para organizações que desejam adotar o modelo de <strong>saúde baseada em valor</strong>.</p><p>Na América Latina, a <strong>Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial</strong> atua como a única <a
href="https://www.ichom.org/grupo-iag-saude/">parceira estratégica</a> do <strong>ICHOM</strong>.</p><p>Por meio dessa aliança, a plataforma oferece ferramentas para análise contínua e detalhada de desfechos, promovendo eficiência clínica e retornos sobre o investimento (ROI) em saúde.</p><p>Com essa parceria, as instituições brasileiras ganham acesso a métricas avançadas e soluções integradas para otimizar o cuidado ao paciente.&nbsp;</p><p>Assim, a plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> contribui para fortalecer a entrega de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sustentabilidade-em-saude/">saúde baseada em valor</a> em instituições de todo o país.</p><p>A seguir, veja o que é o consórcio e a importância desta parceria para a saúde brasileira.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é ICHOM e Saúde Baseada em Valor (VBHC)?</h2><p>O <strong>ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement)</strong> tem se consolidado globalmente na padronização e implementação de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-em-saude-2/">métricas</a> de <strong>desfecho clínico</strong>, fundamentais para a transição ao modelo de <strong>saúde baseada em valor, ou Value-Based Healthcare</strong> (VBHC).&nbsp;</p><p>As métricas desenvolvidas pelo consórcio permitem que as instituições de saúde não apenas acompanhem os resultados clínicos, mas também avaliem o impacto das intervenções sobre a <strong>qualidade de vida dos pacientes</strong>, proporcionando uma visão integrada e centrada no valor real dos cuidados.</p><h3 class="wp-block-heading">História e objetivo do ICHOM</h3><p>Fundado em 2012 por Michael Porter, em parceria com a Harvard Business School, Boston Consulting Group e o Karolinska Institute, o consórcio estabelece <strong>métricas padronizadas de desfecho reportadas pelo paciente</strong>, ou Patient-Reported Outcome Measures (PROMs).&nbsp;</p><p>Logo, esses parâmetros são projetados para avaliar o que <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/esg-na-saude/">realmente importa aos pacientes</a>, permitindo que instituições de saúde comparem e aprimorem o valor dos cuidados oferecidos.</p><p>Desde então, o <strong><a
href="https://www.ichom.org/">ICHOM </a></strong>tem colaborado com especialistas globais para promover um sistema de saúde<strong> centrado no paciente e baseado em valor</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Valor Saúde Brasil by DRG Brasil: Transformação da Saúde no Brasil</h2><p>A <strong>Valor Saúde Brasil by DRG Brasil</strong> atua como uma plataforma inovadora em <strong>Healthcare Resource Planning (HRP)</strong>, no modelo VBHC.&nbsp;</p><p>Utilizando métricas de desfecho, essa plataforma proporciona uma análise contínua e detalhada dos<strong> desfechos clínicos</strong>, permitindo às instituições de saúde monitorar e melhorar a <strong>eficiência clínica</strong> e identificar oportunidades econômicas e assistenciais.</p><p>Além disso, com a parceria e implantação das linhas de cuidado <strong>ICHOM</strong>, a mensuração dos PROMs (Patient Reported Outcome Measures) torna-se ainda mais robusta, pois a tecnologia BEL é ideal para capturar e acompanhar as percepções dos pacientes de forma integrada e contínua.</p><p>Essa abordagem permite que as instituições incorporem a perspectiva do paciente de forma central, além de acompanhar a <strong>evolução clínica</strong> e a <strong>qualidade de vida </strong>ao longo do tempo.</p><p>Além disso, auxilia instituições de saúde a otimizarem o <strong>retorno sobre o investimento (ROI) em cuidados</strong>, com foco em resultados reais e<strong> valor para o paciente</strong>.</p><p>Assim, fortalecemos o modelo de <strong>cuidado baseado em valor</strong>, oferecendo dados essenciais para ajustes nas práticas clínicas e para elevar a satisfação e o bem-estar dos pacientes, em plena sintonia com os padrões globais de excelência em saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Participação de especialistas brasileiros na Conferência ICHOM 2024</h2><p>A presença de especialistas brasileiros, como a Dra. Carolina Couto e o Dr. Renato Couto, reforça o compromisso da plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com a transformação da saúde baseada em valor.&nbsp;</p><p>Na <strong>Conferência ICHOM 2024</strong>, a Dra. Carolina Couto participou do painel “Ask the Experts” com o tema &#8220;Patients and Clinicians – Power Tandem for Healthcare Transformation.&#8221;&nbsp;</p><p>Neste ano, a discussão trouxe uma questão extremamente relevante para o setor de saúde: <strong>“Como pacientes e profissionais de saúde podem colaborar na gestão dos múltiplos programas necessários para transformar a saúde de forma eficaz?”</strong>.</p><p>Neste painel, Dra. Carolina Couto, ao lado de outros especialistas renomados, compartilhou ideias perspicazes e exemplos práticos em diversas áreas da saúde.</p><p>Portanto, foi ressaltada a importância de uma aliança sólida entre pacientes e profissionais de saúde para impulsionar mudanças significativas e duradouras, estratégias de liderança cruciais para a implementação bem-sucedida do VBHC.</p><p>A sessão promoveu uma interação dinâmica com a audiência, permitindo que os participantes ao vivo fizessem perguntas diretamente aos especialistas em VBHC e líderes inovadores.&nbsp;</p><p>Dr. Renato Couto, com vasta experiência em métricas hospitalares e no modelo VBHC, esteve presente no evento para acompanhar as tendências e métricas de saúde e adaptá-las ao contexto brasileiro.&nbsp;</p><p>Sua presença reforça o compromisso da plataforma <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com a implementação de um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/modelos-assistenciais/">modelo de cuidado centrado no paciente</a>, sensível às necessidades locais e focado em gerar resultados significativos para os pacientes, consolidando a qualidade assistencial.</p><p>Portanto, a sua atuação promove o avanço do <strong>modelo de saúde baseado em valor</strong> no Brasil, mostrando que o grupo está preparado para liderar essa transformação.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que as instituições de saúde devem implementar as métricas do ICHOM?</h2><p>A <strong>adoção das métricas ICHOM</strong> visam inspirar novas instituições a se juntarem ao nosso movimento.&nbsp;</p><p>O movimento permite que instituições de saúde acompanhem o impacto real dos cuidados sobre a vida dos pacientes, além de contribuir para a otimização dos processos organizacionais.&nbsp;</p><p>Com a <strong>transformação digital em saúde</strong>, as métricas de desfecho se tornam indispensáveis para a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/"><strong>qualidade assistencial</strong></a> e para a mudança para o modelo VBHC, que coloca o valor dos cuidados como o pilar central de cada decisão.&nbsp;</p><p><strong>Confira no </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/ichom/"><strong>artigo</strong></a><strong> como funcionam na prática as métricas do ICHOM.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A parceria da <strong>Valor Saúde Brasil</strong> com o <strong>ICHOM </strong>é um convite para que novas instituições de saúde no Brasil e em toda a América Latina se unam ao movimento em prol de uma <strong>saúde baseada em valor</strong>.&nbsp;</p><p>Ao adotar métricas que colocam o paciente no centro das decisões, instituições garantem uma abordagem de saúde eficiente e comprometida com resultados de qualidade.</p><p>Além disso, a participação do grupo na conferência não apenas reforça nossa expertise e compromisso com a transformação da <strong>saúde baseada em valor</strong>, mas também oferece às instituições parceiras um caminho claro para alinhar suas práticas aos modelos mais avançados do mundo.</p><p>Por isso, convidamos novas instituições a conhecerem o potencial de nossas ferramentas e se unirem a nós na implementação das medidas de desfecho.</p><p>Promovendo, assim, um impacto direto na <strong>qualidade dos cuidados</strong> oferecidos aos pacientes e na eficiência dos processos organizacionais.</p><p><strong>Gostou do conteúdo até aqui? Fale com nossa equipe e saiba mais sobre as métricas ICHOM e a aplicação da metodologia DRG na sua instituição de saúde.</strong></p><p>The post <a
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<item><title>Economia em Saúde: reduzindo desperdícios assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/economia-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=economia-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 18:47:21 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[redução de desperdícios]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[eficiência hospitalar]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32073</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A economia em saúde é um tema importante em um cenário onde a eficiência dos serviços de saúde é constantemente desafiada.&#160; Um dos principais fatores que impactam negativamente essa economia são os eventos adversos hospitalares, que se referem a complicações indesejadas durante a assistência hospitalar.&#160; Esses eventos, frequentemente preveníveis, não apenas aumentam os custos [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>economia em saúde</strong> é um tema importante em um cenário onde a eficiência dos serviços de saúde é constantemente desafiada.&nbsp;</p><p>Um dos principais fatores que impactam negativamente essa economia são os <strong>eventos adversos hospitalares</strong>, que se referem a complicações indesejadas durante a assistência hospitalar.&nbsp;</p><p>Esses eventos, frequentemente preveníveis, não apenas aumentam os custos hospitalares, mas também comprometem a segurança do paciente e a qualidade do cuidado.&nbsp;</p><p>Neste artigo, exploraremos as implicações financeiras na <strong>economia em saúde </strong>e apresentaremos abordagens práticas para mitigar seus efeitos.</p><p>Desta maneira, é possível promover um sistema de saúde mais eficiente e sustentável.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">O que são Eventos Adversos Hospitalares?</h2><p><strong>Eventos adversos hospitalares </strong>são condições clínicas ou complicações que se desenvolvem como resultado de falhas no processo assistencial durante a internação hospitalar.&nbsp;</p><p>Por exemplo, um paciente admitido para tratar uma pneumonia pode desenvolver uma infecção por cateter intravenoso durante o tratamento.&nbsp;</p><p>Essa infecção, não presente na admissão do paciente, é um evento adverso e uma complicação indesejada do processo de cuidado.&nbsp;</p><p>Ao contrário das complicações esperadas, que podem ser previstas com base na condição médica do paciente e no tratamento planejado, <strong>eventos adversos hospitalares</strong> são resultados inesperados.</p><p>Eles causam danos ao paciente e frequentemente podem ser evitados.</p><p>Por isso, a <strong>segurança do paciente</strong> é tão importante quando se pensa em prever esses eventos ao planejar a <strong>economia em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Impactos dos Eventos Adversos Hospitalares na Economia em Saúde</h2><p>Na <strong>economia em saúde</strong>, os <strong>eventos adversos hospitalares</strong> causam impacto nos custos diretos e indiretos.&nbsp;</p><p>Como exemplo, tem-se as infecções hospitalares ou complicações cirúrgicas, que geram custos diretos significativos para o sistema de saúde.&nbsp;</p><p>Esses custos incluem tratamentos adicionais, prolongamento da internação e aumento das taxas de readmissão.&nbsp;</p><p>Além dos impactos imediatos na <strong>economia em saúde</strong>, <strong>eventos adversos hospitalares </strong>também acarretam custos indiretos, que se manifestam em consequências a longo prazo.&nbsp;</p><p>Esses efeitos podem incluir a perda de produtividade dos profissionais de saúde, o aumento do absenteísmo e um impacto negativo na reputação do hospital.&nbsp;</p><p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 10% dos pacientes hospitalizados sofrem algum tipo de evento adverso, e muitas dessas ocorrências são preveníveis.&nbsp;</p><p>Além disso, estudos indicam que entre 50% e 70% dos <strong>eventos adversos hospitalares</strong> podem ser evitados com abordagens sistemáticas e protocolos de segurança bem implementados.&nbsp;</p><p>No Brasil, pesquisas demonstram que a incidência de eventos adversos é significativa, onde as falhas preventivas contribuem para uma alta taxa de mortalidade e morbidade.</p><h2 class="wp-block-heading">O Custo dos Eventos Adversos Hospitalares no sistema de saúde e na vida das pessoas</h2><p>Os eventos adversos não só prolongam o tempo de internação e aumentam a necessidade de tratamentos adicionais.</p><p>Porém, eles também elevam os <strong>custos hospitalares</strong> de maneira significativa.&nbsp;</p><p>Por exemplo, infecções de corrente sanguínea associadas ao uso de cateter venoso central e pneumonias relacionadas à ventilação mecânica são condições adquiridas com alto custo adicional para os hospitais.&nbsp;</p><p>Portanto, cada caso de pneumonia associada à ventilação mecânica pode adicionar mais de 47 mil dólares aos custos hospitalares nos Estados Unidos, com uma taxa de mortalidade atribuível que torna esses eventos uma das principais preocupações para gestores e profissionais de saúde.</p><p>No Brasil, o impacto financeiro dos eventos adversos é igualmente preocupante. O estudo de 2018 “II Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil” estimou, a partir da base de dados da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil +IA, que os eventos adversos graves prolongam o tempo médio de internação hospitalar em mais de 10 dias e aumentam significativamente a mortalidade.&nbsp;</p><p>Além disso, esses eventos reduzem as margens operacionais dos hospitais e das operadoras, que enfrentam desafios adicionais para manter a sustentabilidade financeira em um ambiente de crescente pressão por eficiência e redução de custos na <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>As consequências da insegurança do paciente vão além dos eventos adversos hospitalares e do aumento dos custos assistenciais.&nbsp;</p><p>Com isso, elas incluem morbidade e formas mais sutis de prejuízos ao paciente e à família, como a perda da dignidade e do respeito, sofrimento psíquico e quebra de confiança no sistema de saúde, no governo e nos profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Além disso, os profissionais de saúde também sofrem impactos psicológicos profundos, como raiva, culpa, sentimento de inadequação, depressão e até mesmo risco de suicídio, devido a falhas reais ou percebidas.&nbsp;</p><p>Ou seja, a iminente ameaça de ações legais pode agravar esses sentimentos, levando à perda de confiança na própria capacidade profissional.&nbsp;</p><p>Logo, o medo da punição faz com que muitos profissionais de saúde hesitem em relatar erros.</p><p>Portanto, a abordagem de culpar ou punir indivíduos por erros que frequentemente resultam de falhas sistêmicas não resolve as causas subjacentes e não impede a repetição desses erros.&nbsp;</p><p>Por isso, especialistas em <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metas-internacionais-de-seguranca-do-paciente/"><strong>segurança do paciente</strong></a> e formuladores de políticas estão cada vez mais focados em melhorar a segurança dos sistemas de saúde para reduzir a probabilidade de erros e mitigar seus efeitos, ao invés de se concentrar apenas em intervenções punitivas sobre um indivíduo.&nbsp;</p><p>Inclusive, as falhas devem ser vistas como oportunidades para mudanças construtivas na prestação de cuidados e na <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>A visão maniqueísta que divide os envolvidos em culpados e vítimas é desprovida de base científica e contribui significativamente para o atraso na aplicação de conhecimentos que poderiam mitigar o problema.&nbsp;</p><p>Como resultado, vidas são perdidas, <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/">recursos são desperdiçados</a>, e tanto as famílias quanto os profissionais de saúde sofrem, apesar dos esforços das empresas, instituições e governo.&nbsp;</p><p>Todos, incluindo pacientes e suas famílias, têm a responsabilidade de articular esforços e alocar recursos baseados na ciência para transformar a segurança do sistema de saúde brasileiro.</p><h2 class="wp-block-heading">Abordagens para Melhorar a Segurança Assistencial</h2><p>A redução de eventos adversos e a melhoria da segurança do paciente requerem uma abordagem multifacetada, que envolve a implementação de protocolos de segurança, treinamento contínuo de pessoal e a adoção de uma cultura organizacional que priorize a segurança e a<strong> melhoria da qualidade assistencial</strong>.&nbsp;</p><p>O <a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/pnsp">Programa Nacional de Segurança do Paciente</a> (PNSP), instituído pelo Ministério da Saúde, é um exemplo de iniciativa que visa promover a segurança do paciente através de diretrizes claras e ações coordenadas nos hospitais.</p><p>O uso de pacotes de cuidado (bundles), uma abordagem estruturada que combina várias práticas baseadas em evidências para melhorar os resultados do paciente, tem mostrado eficácia na redução de eventos adversos.&nbsp;</p><p>Esses pacotes de cuidados são projetados para serem aplicados de forma consistente e rigorosa, garantindo que todas as etapas críticas para a segurança do paciente sejam seguidas.</p><p>Além disso, a aplicação de ferramentas de gestão de riscos, como a ISO 31000, fornece uma estrutura para identificar, analisar e mitigar riscos de segurança no ambiente hospitalar.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading">Segurança do Paciente é Prioridade na Economia em Saúde</h3><p>A integração dessas práticas na rotina hospitalar é essencial para criar um ambiente mais seguro e eficaz para os pacientes e para a equipe e <strong>economia em saúde</strong>.</p><p>A segurança do paciente é um componente fundamental para a&nbsp; <strong>melhoria da qualidade assistencial</strong> e a sustentabilidade dos sistemas de saúde.&nbsp;</p><p><strong>Reduzir os desperdícios assistenciais</strong> através da prevenção de eventos adversos não só melhora os resultados para os pacientes, mas também reduz os custos operacionais e melhora a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/">eficiência hospitalar.</a>&nbsp;</p><p>Implementar práticas baseadas em evidências, fortalecer a cultura de segurança e utilizar ferramentas de gestão de riscos são passos essenciais para alcançar um cuidado de saúde mais seguro e eficaz.</p><p>Para maximizar a eficácia da gestão de riscos e melhorar a<strong> segurança assistencial</strong>, é fundamental adotar uma abordagem integrada que envolva todos os stakeholders.</p><p>Com isso, é preciso envolver desde líderes governamentais até profissionais de saúde e pacientes.&nbsp;</p><p>As diretrizes para construir um sistema de saúde mais seguro incluem:</p><ul><li><strong>Estabelecimento de uma Cultura de Segurança Não Punitiva</strong>: Os líderes devem fomentar uma cultura onde as falhas são vistas como oportunidades de aprendizado e melhoria, promovendo um ambiente de trabalho que priorize a segurança do paciente.</li><li><strong>Qualificação da Rede Hospitalar</strong>: É essencial melhorar a infraestrutura e os processos hospitalares, garantindo que todos os hospitais tenham condições adequadas para fornecer cuidados de alta qualidade.</li><li><strong>Mudança do Modelo de Pagamento</strong>: Incentivar modelos que recompensem a qualidade e a segurança em vez da quantidade de serviços prestados.</li><li><strong>Transparência e Acesso à Informação</strong>: Melhorar o acesso dos usuários às informações sobre a qualidade e os resultados assistenciais dos hospitais, promovendo uma escolha informada e consciente dos serviços de saúde​</li></ul><p>Convidamos você a conhecer mais sobre a segurança do paciente e a redução de desperdícios em saúde. Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/4-alvos-assistenciais/">aqui </a>e leia mais no Blog Valor em Saúde e conheça os 4 alvos assistenciais.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/doctor-hands-holding-senior-woman-hands_6052279.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=50&amp;uuid=2aac64f4-349b-4d32-8190-4c17107e5aaa"><strong><em> freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Internações Hospitalares: Reduzindo Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-hospitalares/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=internacoes-hospitalares</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 17:44:49 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32065</guid><description><![CDATA[<p>Introdução Neste artigo, vamos tratar como as internações hospitalares podem ser evitáveis para a redução de desperdícios assistenciais.&#160; As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&#160; Por sua vez, essas internações hospitalares representam hospitalizações que poderiam ser evitadas com cuidados [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>Neste artigo, vamos tratar como as <strong>internações hospitalares</strong> podem ser evitáveis para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.&nbsp;</p><p>As Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) são um indicador crítico da eficiência e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).&nbsp;</p><p>Por sua vez, essas <strong>internações hospitalares</strong> representam <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/internacoes-evitaveis/">hospitalizações que poderiam ser evitadas </a>com cuidados primários efetivos e oportunos.&nbsp;</p><p>O conceito de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/icsaps/">ICSAP </a>foi introduzido nos Estados Unidos na década de 1990 como um meio de medir o acesso e a qualidade da APS.</p><p>Por sua vez, o conceito revela uma forte correlação entre taxas de hospitalização e condições socioeconômicas e de acesso a serviços de saúde.&nbsp;</p><p>No Brasil, a Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária foi estabelecida em 2008 pelo Ministério da Saúde.</p><p>Com isso, ela define um conjunto de 19 grupos de diagnósticos que indicam<strong> internações hospitalares </strong>potencialmente evitáveis.</p><p>Em conclusão, essa lista cobre uma ampla gama de condições, desde doenças preveníveis por imunização até doenças crônicas como asma e insuficiência cardíaca.</p><h2 class="wp-block-heading">O que são Internações Hospitalares Potencialmente Evitáveis (ICSAPs)?</h2><p>Em resumo, as ICSAPs são fundamentais para avaliar a capacidade da APS de gerenciar condições crônicas e prevenir complicações que levem à hospitalização.&nbsp;</p><p>Em suma, indicam as <strong>internações hospitalares</strong> potencialmente evitáveis, e são influenciadas por diversos fatores.</p><p>Entre eles, a organização dos sistemas de saúde, a disponibilidade e a acessibilidade de serviços, o nível socioeconômico da população e as desigualdades de acesso.&nbsp;</p><p>No Brasil, um elevado número de ICSAP reflete não apenas falhas na APS, mas também a fragmentação e a ineficiência do sistema de saúde como um todo.&nbsp;</p><p>Ou seja, reduzir a prevalência de ICSAP pode melhorar significativamente a equidade no acesso aos cuidados.</p><p>Além disso, é ideal para a <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>, ou seja, o uso desnecessário de <strong>recursos hospitalares</strong>.</p><p>Desta forma, é possível promover um sistema de saúde mais justo e sustentável​.</p><h2 class="wp-block-heading">Estrutura e Desafios dos Sistemas de Atenção à Saúde (SAS)</h2><p>Sistemas de atenção à saúde (SAS), como o próprio nome diz, são organizados para promover, restaurar e manter a saúde da população.</p><p>Ou seja, eles garantem proteção contra riscos e acesso a serviços seguros e efetivos.&nbsp;</p><p>No Brasil, os dois subsistemas &#8211; o Sistema Único de Saúde (SUS) e o suplementar &#8211; são estruturados para oferecer uma rede de serviços regionalizada e integrada.</p><p>Entretanto, na prática, enfrentam desafios significativos de integração e coordenação entre os diversos níveis de atenção, necessitando de uma <strong>melhoria na gestão de saúde</strong>.</p><p>Com isso, essa fragmentação resulta em perda de qualidade e eficiência, aumento dos custos e ampliação das desigualdades no acesso aos serviços de saúde.&nbsp;</p><p>Portanto, como o primeiro nível de atenção, a APS desempenha um papel fundamental na <strong>prevenção de internações </strong>através da promoção da saúde, <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>, prevenção de doenças e manejo de condições crônicas​.</p><h3 class="wp-block-heading">Atenção Primária, Secundária e Terciária em Saúde</h3><p>Em resumo, trataremos quais são os principais processos de <strong>eficiência no atendimento hospitalar</strong> e como os sistemas de saúde funcionam.</p><p>Com isso, podemos mapear como prevenir as <strong>internações hospitalares</strong> e melhorar a ICSAPs nos demais níveis de cuidado. São elas:</p><ol><li><strong>Atenção Primária em Saúde (APS) </strong>é a principal porta de entrada do sistema de saúde, responsável por resolver a maioria das necessidades da população.&nbsp;</li></ol><p>Neste nível, inclui a promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento de condições agudas e crônicas e coordenação do<strong> cuidado preventivo do hospital</strong>.&nbsp;</p><p>Ainda, neste nível é possível identificar e prevenir <strong>internações hospitalares evitáveis</strong>.</p><p>Portanto, a APS deve resolver mais de 80% dos problemas de saúde, minimizando a necessidade de cuidados de maior complexidade​.</p><ol
start="2"><li><strong>Atenção Secundária em Saúde </strong>envolve serviços especializados, como consultas com especialistas e exames diagnósticos.&nbsp;</li></ol><p>É um nível intermediário entre a APS e a atenção terciária, focando em procedimentos de média complexidade.</p><ol
start="3"><li><strong>Atenção Terciária em Saúde</strong>, ou alta complexidade, refere-se a serviços que requerem tecnologias avançadas e especialização, geralmente realizados em ambiente hospitalar.&nbsp;</li></ol><p>Ou seja, este nível inclui procedimentos como terapias renais substitutivas, quimioterapia, radioterapia e cirurgias de alta complexidade, além de cuidados em unidades de terapia intensiva.&nbsp;</p><p>Portanto, alguns hospitais classificados como “quaternários” realizam procedimentos ainda mais especializados, como transplantes.&nbsp;</p><p>Com isso, esse nível de atenção representa cerca de 5% das necessidades de saúde, mas exige uma densidade tecnológica muito alta.</p><p>Ela é essencial para o tratamento de condições complexas que não podem ser geridas nos níveis primário ou secundário<strong>. ​</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Epidemiologia Das Internações Por Condições Sensíveis à Atenção Primária</h2><p>No Brasil, as ICSAPs são responsáveis por uma proporção significativa das internações hospitalares, destacando falhas na APS e a necessidade de melhorias.&nbsp;</p><p>Durante a pandemia de COVID-19, houve uma redução temporária nas ICSAPs devido à menor procura por cuidados ambulatoriais, mas essa tendência está revertendo com a normalização das atividades de saúde.&nbsp;</p><p>Dados da Plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + IA mostram que a taxa de ICSAP em pacientes admitidos para tratamento clínico está em torno de 30% no Brasil.&nbsp;</p><p>As condições mais comuns que levaram a ICSAP incluem infecções do trato urinário, pneumonia comunitária, insuficiência cardíaca congestiva e asma​.</p><h2 class="wp-block-heading">Ações Para Reduzir ICSAPs</h2><p>A promoção da saúde e a prevenção de doenças são estratégias fundamentais para o <strong>cuidado preventivo do hospital</strong>.</p><p>Com elas, o objetivo é fortalecer o sistema de saúde, promovendo resiliência e focando no bem-estar da população.&nbsp;</p><p>Com isso, as abordagens não apenas visam tratar doenças existentes, mas também capacitam indivíduos e comunidades a adotar estilos de vida mais saudáveis e prevenir problemas de saúde antes que se tornem graves.</p><p>Neste contexto, <strong>Promoção da Saúde</strong> envolve incentivar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e redução do estresse.&nbsp;</p><p>Ainda, a <strong>Prevenção de Doenças</strong> inclui medidas como vacinação, triagem de saúde para detecção precoce de condições, e conscientização sobre fatores de risco.&nbsp;</p><p>Em suma, essas estratégias ajudam a prevenir o surgimento de condições adversas e a melhorar a gestão de saúde na comunidade.</p><p>Além disso, a <strong>Estruturação dos Serviços de Saúde</strong> é necessária para apoiar essas iniciativas. Políticas públicas que incentivem comportamentos saudáveis e facilitem o acesso a serviços preventivos são essenciais. Isso inclui a implementação de programas de triagem, campanhas de conscientização e a oferta de cuidados primários acessíveis, que são fundamentais para a detecção precoce e tratamento eficaz de doenças.</p><p>A <strong>prevenção de internações</strong>,<strong> </strong>através dessas estratégias, visa reduzir a incidência de condições de saúde agudas, melhorar o acesso à atenção primária e promover a detecção precoce e tratamento de condições antes que se agravem.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na <strong>prevenção de internações</strong>, é possível diminuir a necessidade de internações hospitalares não planejadas, economizando recursos e aliviando a carga sobre os serviços de emergência.</p><p>Além disso, os benefícios para a saúde pública e o sistema de saúde são enormes.&nbsp;</p><p>Entre elas, incluem a redução da pressão sobre os serviços de emergência, permitindo que esses recursos sejam direcionados para pacientes com condições agudas urgentes, a economia de recursos financeiros e de infraestrutura, que podem ser realocados para fortalecer outras áreas do sistema de saúde, e um melhor nível de saúde e de qualidade de vida.</p><p>Portanto, essas medidas resultam em um <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/">sistema de saúde mais eficiente</a>, havendo <strong>redução de desperdícios assistenciais</strong>.</p><p>Em suma, é capaz de responder melhor às necessidades da população, promovendo um atendimento mais preventivo e menos dependente de intervenções hospitalares de alta complexidade.</p><p><strong>Confira um </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospital-unimed-fortaleza-case/"><strong>case de sucesso</strong></a><strong> do Hospital Unimed Fortaleza que reduziu R$ 217 mil em custos com diárias de internação utilizando o DRG Brasil.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Diretrizes Para a Prevenção de Internações Evitáveis</h2><p>Para prevenir ICSAPs de forma eficaz, são necessárias diretrizes claras que incluem uma série de diretrizes.</p><p>Entre elas, a avaliação das necessidades da população, o desenvolvimento de uma rede de cuidados integrada, o engajamento da comunidade, o fortalecimento da infraestrutura de saúde e a implementação de serviços de saúde integrados.&nbsp;</p><p>Por isso, a educação continuada em saúde, a promoção de estilos de vida saudáveis e a colaboração entre diferentes setores do sistema de saúde são essenciais para <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/">melhorar a qualidade</a> da APS e reduzir as internações evitáveis​.</p><p>Para desenvolver uma rede de cuidados eficaz, é necessário seguir oito passos:</p><ol><li><strong>Avaliação das necessidades da população</strong>: Identificar os desafios de saúde e lacunas nos serviços existentes por meio de uma análise abrangente de dados demográficos, epidemiológicos e socioeconômicos.</li><li><strong>Planejamento e desenvolvimento da rede de cuidados</strong>: Formar uma equipe multidisciplinar para definir objetivos, metas e a estrutura da rede, assegurando que sejam alinhados com as necessidades da população e os princípios da atenção primária.</li><li><strong>Engajamento da comunidade</strong>: Incluir a comunidade no planejamento e desenvolvimento da rede, estabelecendo parcerias com líderes e organizações locais para garantir uma abordagem centrada no paciente.</li><li><strong>Desenvolvimento de infraestrutura e recursos humanos</strong>: Fortalecer a infraestrutura de saúde existente e capacitar uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde para atender às necessidades da população.</li><li><strong>Implementação de serviços integrados</strong>: Oferecer serviços de saúde que abordem todas as necessidades da população, desde prevenção até reabilitação, utilizando abordagens baseadas em evidências para garantir cuidados de alta qualidade.</li><li><strong>Monitoramento e avaliação</strong>: Criar sistemas para monitorar e avaliar o desempenho da rede de cuidados, utilizando dados para identificar áreas de melhoria e ajustar operações.</li><li><strong>Educação e promoção da saúde</strong>: Implementar programas de educação em saúde para capacitar a comunidade a adotar estilos de vida saudáveis e gerenciar suas condições de saúde.</li><li><strong>Parcerias e colaborações</strong>: Estabelecer parcerias com outras organizações de saúde e instituições para fortalecer a rede de cuidados e garantir a coordenação entre diferentes níveis do sistema de saúde.</li></ol><p>Chegou até aqui? Fique por dentro de <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/">como reduzir os custos dos desperdícios em saúde</a> da instituição e fale com nossos especialistas para colocar a metodologia DRG em prática.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
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<item><title>Eficiência Hospitalar: Estratégias para Melhorar este Índice</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eficiencia-hospitalar-estrategias-para-melhorar-este-indice</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:38:32 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32050</guid><description><![CDATA[<p>Para aumentar a eficiência hospitalar em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de gestão hospitalar eficiente e melhoria de processos.&#160; Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas estratégias para hospitais melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais. Entre elas, destacam-se: Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar Os [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Para aumentar a <strong>eficiência hospitalar </strong>em relação ao uso dos leitos, é fundamental adotar uma série de medidas de <strong>gestão hospitalar eficiente</strong> e melhoria de processos.&nbsp;</p><p>Em suma, vamos direto ao ponto. Existem diversas <strong>estratégias para hospitais </strong>melhorarem sua eficiência e seus resultados assistenciais.</p><p>Entre elas, destacam-se:</p><ol><li><strong>Gestão Hospitalar Eficiente no Uso do Leito Hospitalar</strong>: Garantir que os pacientes sejam internados apenas pelo tempo necessário para o tratamento adequado e seguro. Isso envolve o monitoramento constante do tempo de permanência e a implementação de políticas para reduzir internações prolongadas desnecessariamente.</li><li><strong>Melhoria da Qualidade da Assistência</strong>: Reduzir eventos adversos e complicações durante o atendimento hospitalar, garantindo que os cuidados sejam prestados de forma segura e eficaz.</li><li><strong>Integração dos Níveis de Atenção</strong>: Facilitar a comunicação e a coordenação entre os diferentes níveis de atenção à saúde para evitar internações desnecessárias e garantir a continuidade do cuidado.</li><li><strong>Uso de Indicadores de Desempenho</strong>: Implementar indicadores para monitorar e avaliar continuamente a eficiência dos processos hospitalares.</li></ol><h2 class="wp-block-heading">Limitações dos indicadores tradicionais de eficiência hospitalar</h2><p>Os indicadores tradicionais de <strong>eficiência hospitalar</strong>, como a taxa de ocupação, o tempo médio de permanência (TMP) e a taxa de mortalidade hospitalar, fornecem informações importantes sobre a utilização dos recursos.&nbsp;</p><p><strong>Confira </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui</strong></a><strong> como os Hospitais Filantrópicos conquistaram mais de R$ 2 milhões de economia.</strong></p><p>No entanto, esses indicadores apresentam limitações significativas quando utilizados isoladamente.&nbsp;</p><p>Por exemplo, uma alta taxa de ocupação pode indicar uma boa utilização dos leitos, mas não considera a qualidade do atendimento prestado ou se os pacientes estão ocupando leitos por períodos mais longos do que o necessário.&nbsp;</p><p>Da mesma forma, o TMP não distingue entre internações necessárias e desnecessárias, nem ajusta os resultados com base na complexidade dos casos atendidos.</p><p>Entretanto, essas limitações tornam difícil a identificação precisa de ineficiências e a implementação de melhorias específicas.&nbsp;</p><p>Como resultado, os hospitais podem não conseguir otimizar adequadamente o uso dos leitos ou melhorar a qualidade do atendimento, uma vez que esses indicadores não fornecem um quadro completo da <strong>eficiência hospitalar</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">A Utilização do DRG na Otimização dos Recursos Hospitalares</h2><p>A <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/beneficios-do-drg/">metodologia dos Grupos de Diagnósticos Relacionados</a> (DRG) é uma ferramenta essencial na categorização dos pacientes com base na complexidade assistencial e nos recursos necessários para o tratamento.&nbsp;</p><p>Por isso, o DRG Brasil permite que os hospitais analisem de forma detalhada a <strong>eficiência hospitalar</strong> no uso dos leitos, ajustando o tempo de permanência com base na complexidade assistencial de cada paciente.</p><p>Portanto, essa abordagem ajuda a identificar falhas no processo de atendimento que prolongam desnecessariamente a internação e possibilita a implementação de medidas corretivas.</p><p>Ao utilizar o DRG Brasil, os hospitais podem melhorar a organização da jornada do paciente, planejar os recursos necessários com mais precisão e gerar <strong>otimização de processos hospitalares</strong>, na gestão de leitos com base na complexidade de cada caso.&nbsp;</p><p>Além disso, essa metodologia é uma das <strong>melhores práticas para gestão eficiente de hospitais</strong>.</p><p>Ou seja, ela facilita a comparação de desempenho entre diferentes unidades hospitalares e promove a adoção de melhores práticas, contribuindo para a melhoria geral da<strong> eficiência operacional</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Metodologias de Melhoria de Processo para a Eficiência Hospitalar</h3><p>Após identificar problemas de<strong> eficiência hospitalar</strong>, é crucial entender suas causas e implementar ações corretivas para melhorar a qualidade da assistência e otimizar o uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios significativos, como desvios de qualidade e atrasos no encadeamento da prestação da assistência, que ocorrem durante o cuidado e o preparo para a alta hospitalar.&nbsp;</p><p>Esses problemas frequentemente resultam em falta de leitos de internação, atrasos ou cancelamentos de procedimentos cirúrgicos, e pacientes aguardando admissão no setor de urgência/emergência ou sendo internados em áreas inadequadas, como salas de recuperação pós-anestésica​.</p><h3 class="wp-block-heading">Técnicas para otimizar operações hospitalares</h3><p>Para abordar essas ineficiências, é essencial adotar <strong>técnicas para otimizar operações hospitalares</strong>.</p><p>Ou seja, uma abordagem integrada que compreenda o hospital como um sistema de atendimento interconectado e interdependente com o ambiente externo.&nbsp;</p><p>O objetivo é garantir o atendimento certo, no lugar certo, no momento certo, o que requer a <strong>otimização de processos hospitalares</strong> para melhorar tanto os resultados quanto a experiência dos pacientes.</p><p>O <a
href="https://www.ihi.org/"><strong>Institute for Healthcare Improvement </strong></a><strong>(IHI)</strong> sugere várias <strong>estratégias para hospitais </strong>&nbsp;melhorarem o fluxo de pacientes e a <strong>eficiência hospitalar</strong>:</p><ol><li><strong>Identificação e Mapeamento dos Fluxos de Pacientes</strong>: Este processo envolve a compreensão detalhada das linhas de cuidado e a integração de todos os processos que contribuem para o resultado final da assistência. A identificação de gargalos e pontos de atraso é fundamental para o desenvolvimento de soluções efetivas.</li><li><strong>Integração de Diferentes Abordagens</strong>: Combinar técnicas de melhoria da qualidade, como gerenciamento Lean e reengenharia de processos, pode melhorar significativamente o fluxo de pacientes em todo o hospital. Essas abordagens ajudam a reduzir o desperdício e a melhorar a eficiência operacional.</li><li><strong>Sistema de Aprendizagem Baseada em Ciência</strong>: Desenvolver um sistema de aprendizagem contínua para entender as causas dos problemas e priorizar soluções é essencial para a redução de falhas e atrasos no fluxo de pacientes. Esse sistema deve ser baseado em evidências e adaptável às necessidades do hospital​.</li></ol><p>Clique <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/">aqui</a> e confira <strong>exemplos de sucesso em eficiência hospitalar.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Portanto, <strong>reduzir os desperdícios assistenciais</strong> e melhorar a eficiência no uso dos leitos hospitalares são metas cruciais para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.&nbsp;</p><p>Além disso, ferramentas como o DRG Brasil e a implementação de<strong> indicadores de desempenho em saúde </strong>robustos são passos importantes para alcançar esses objetivos.&nbsp;</p><p>Portanto, ao focar na melhoria contínua dos processos e na otimização dos recursos, os sistemas de saúde podem proporcionar cuidados de alta qualidade, reduzir custos e melhorar os resultados para os pacientes.</p><p>Que tal se aprofundar mais nas<strong> estratégias para hospitais? Confira nosso artigo recente sobre </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-baseada-em-valor-2/"><strong>Governança Clínica e os novos caminhos para a eficiência hospitalar</strong></a><strong>.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem:</em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medium-shot-doctor-checking-patient-bed_14447067.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=15&amp;uuid=00da690e-3726-4889-99c0-25c14f751417"><strong><em> freepik by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Custos em Saúde: Como Reduzir Desperdícios Assistenciais</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/custos-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=custos-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:33:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
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<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
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<category><![CDATA[sistema de saude baseado em valor]]></category>
<category><![CDATA[custos em saúde]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32046</guid><description><![CDATA[<p>Os custos em saúde vem aumentando e muito. Neste cenário, é preciso reduzir desperdícios assistenciais, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&#160; De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Os <strong>custos em saúde </strong>vem aumentando e muito.</p><p>Neste cenário, é preciso <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, já que a ineficiência no uso dos recursos de saúde é um desafio global significativo que afeta diretamente os sistemas de saúde e os resultados para os pacientes.&nbsp;</p><p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que entre 20% e 40% dos gastos totais em saúde são desperdiçados devido à ineficiência.&nbsp;</p><p>Ou seja, este desperdício pode resultar em cuidados subótimos e, em alguns casos, até mesmo em danos aos pacientes.&nbsp;</p><p>Portanto, a melhoria dos <strong>custos em saúde</strong> e eficiência se tornam uma prioridade política, especialmente em sistemas de saúde que enfrentam restrições severas de recursos.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">Desafios dos Custos em Saúde nos Hospitais Brasileiros</h2><p>Hoje, os hospitais são componentes essenciais dos sistemas de saúde e consomem aproximadamente 50% dos <strong>custos em saúde</strong>.&nbsp;</p><p>No Brasil, de acordo com dados de 2019, entre 42,5% e 49,5% dos<strong> gastos com saúde</strong> no <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/drg-no-sus/">Sistema Único de Saúde</a> (SUS) e na saúde suplementar são destinados a eventos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, estes números destacam a importância de melhorar a eficiência hospitalar para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong> e maximizar a qualidade do cuidado.</p><p>Falando sobre a <strong>gestão dos custos em saúde</strong>, a ineficiência hospitalar é um problema presente em diversos países, independentemente do nível de desenvolvimento econômico.&nbsp;</p><p>Globalmente, estima-se que cerca de 300 bilhões de dólares sejam perdidos anualmente devido a ineficiências nos recursos hospitalares.&nbsp;</p><p>Estes <strong>desperdícios dos recursos da saúde</strong> podem ser atribuídos a aspectos técnico-operacionais e à economia de escala.</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/hospitais-filantropicos/"><strong>aqui </strong></a><strong>e conheça alguns casos de sucesso de Hospitais Filantrópicos.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">Fontes de Desperdícios Assistenciais e Oportunidades de Melhoria</h2><p>Entre as várias fontes estudadas para <strong>reduzir desperdícios assistenciais</strong>, a <strong>permanência hospitalar além do tempo necessário</strong> para o tratamento seguro do paciente é uma das que apresenta maior potencial de redução.&nbsp;</p><p>Estima-se, entretanto, que quase metade das diárias hospitalares preveníveis esteja associada à ineficiência no uso dos leitos hospitalares.&nbsp;</p><p>Ou seja, as causas dessas ineficiências podem ser tanto internas aos hospitais (falhas no planejamento e/ou na execução de processos), quanto externas a ele (falhas na coordenação dos cuidados pelo gestor do sistema, seja público ou privado).</p><p>Melhorar a <strong>economia no </strong><a
href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus"><strong>SUS</strong></a> e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/">eficiência hospitalar</a> requer intervenções que considerem tanto o ambiente interno quanto o externo dos hospitais.&nbsp;</p><p>A localização geográfica, a modalidade remuneratória, o porte e o grau de especialização dos hospitais são fatores que influenciam diretamente a eficiência dos serviços prestados.&nbsp;</p><p>No entanto, os efeitos dessas variáveis da <strong>redução de custos hospitalares </strong>não são definitivos e podem variar de acordo com o contexto.</p><h2 class="wp-block-heading">Perfil dos Hospitais Brasileiros em Relação aos Custos em Saúde</h2><p>Os hospitais brasileiros apresentam uma diversidade significativa em termos de porte, especialização e localização geográfica.</p><p>A maioria dos hospitais no Brasil é de pequeno a médio porte, com menos de 150 leitos, e muitos estão localizados em áreas urbanas, particularmente nas regiões Sudeste e Nordeste.</p><p>No entanto, há também uma grande quantidade de hospitais de menor porte situados em áreas rurais, que enfrentam desafios únicos, como a escassez de recursos e dificuldades de acesso a serviços especializados.</p><p>Os hospitais brasileiros variam amplamente em termos de capacidade tecnológica e especialização clínica.</p><p>Enquanto alguns hospitais em grandes centros urbanos são altamente especializados e bem equipados, muitos hospitais em áreas menos desenvolvidas carecem de infraestrutura adequada, o que limita a sua capacidade de oferecer cuidados de alta complexidade.</p><p>Esse perfil heterogêneo influencia diretamente o desempenho hospitalar e a eficiência no uso dos recursos, especialmente dos leitos hospitalares.</p><h2 class="wp-block-heading">Desempenho Hospitalar Brasileiro</h2><p>O desempenho dos hospitais brasileiros é variável e depende de diversos fatores, incluindo a <strong>eficiência na gestão dos recursos</strong>, a qualidade da infraestrutura, o treinamento dos profissionais de saúde e a integração com outros níveis de atenção.&nbsp;</p><p>Dados indicam que muitos hospitais ainda operam abaixo de seu potencial em termos de eficiência e qualidade do cuidado.</p><p>Em suma, ao que se reflete em indicadores como o tempo médio de permanência, a taxa de ocupação e a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/taxa-de-mortalidade/">taxa de mortalidade</a> ajustada.</p><p>Muitos hospitais enfrentam desafios operacionais significativos, como a falta de padronização nos processos clínicos e administrativos.</p><p>Isso pode levar a variações indesejadas na prática clínica e a ineficiências na utilização dos recursos.</p><p>Ou seja, estes são <strong>métodos para otimizar recursos médicos e reduzir desperdícios</strong>.</p><p>Por exemplo, a ausência de protocolos bem definidos para a admissão e alta de pacientes pode resultar em internações prolongadas ou em altas precoces inadequadas.</p><p>Isso impacta negativamente os desfechos clínicos e aumentando os <strong>custos em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Custos Hospitalares: Estrutura e Impactos na Eficiência</h3><p>Entender a estrutura dos <strong>custos hospitalares</strong> é essencial para avaliar a eficiência operacional e a sustentabilidade dos hospitais.&nbsp;</p><p>No contexto hospitalar, os <strong>custos em saúde </strong>e despesas representam diferentes aspectos do consumo de recursos e da <strong>economia em saúde</strong>.</p><p><strong>Custos</strong> <strong>em saúde </strong>referem-se à expressão monetária do consumo de recursos diretamente relacionados à assistência ao paciente, como materiais médicos e salários de profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Por outro lado, <strong>despesas</strong> estão associadas a custos indiretos, como administração e manutenção, que ocorrem após o atendimento direto ao paciente​.</p><p>Os<strong> custos em saúde</strong> de hospitais podem ser classificados em <strong>fixos</strong> e <strong>variáveis</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Fixos</strong>: São aqueles que permanecem constantes independentemente do volume de atendimento, como aluguel, infraestrutura e mão de obra fixa. Nos hospitais, uma parcela significativa dos custos é fixa devido à necessidade de manter uma estrutura robusta e capacidade instalada pronta para atender a demanda, mesmo que esta varie.</li><li><strong>Custos Variáveis</strong>: Estes são proporcionais ao volume de serviços prestados. Por exemplo, quanto maior o número de cirurgias realizadas, maior será o consumo de materiais e medicamentos necessários para esses procedimentos​.</li></ul><p>Além disso, os <strong>custos em saúde </strong>podem ser <strong>diretos</strong> ou <strong>indiretos</strong>:</p><ul><li><strong>Custos Diretos</strong>: São diretamente atribuíveis ao atendimento ao paciente. Por exemplo, todos os insumos utilizados em uma cirurgia específica ou o salário da equipe do centro cirúrgico.</li><li><strong>Custos Indiretos</strong>: Referem-se a despesas que não podem ser atribuídas diretamente a um único procedimento ou departamento, como custos de utilidades (água, luz, telefone), alimentação, e segurança.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>As <strong>estratégias de economia em saúde</strong> e a estrutura de custos hospitalares no Brasil revela que os hospitais são intensivos em capital, com uma grande parte dos custos sendo fixa.&nbsp;</p><p>Isso significa que, para gerar a <strong>otimização de recursos médicos </strong>e eficiência, os hospitais devem focar em melhorar a utilização dos leitos e reduzir as estadias prolongadas que não são clinicamente justificadas.&nbsp;</p><p>Por fim, hospitais que conseguem aumentar a ocupação sem aumentar proporcionalmente os custos fixos podem melhorar significativamente sua eficiência e <strong>reduzir os custos por paciente </strong>atendido.</p><p>Gostou do conteúdo? <strong>Confira estratégias eficazes para </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/reducao-de-custos/"><strong>reduzir custos hospitalares</strong></a> e a redução de <strong>desperdício em cuidados de saúde</strong>.</p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><em>Imagem: </em></strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/closeup-calculator-stethoscope-healthcare-expenses-concept_3011771.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=5&amp;uuid=a197d03d-6fc8-42c8-9930-c4a4e00b95cc"><strong><em>rawpixel by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: garantindo segurança e qualidade do cuidado em saúde</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-qualidade-do-cuidado-em-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Rodrigues]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:19:23 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
<category><![CDATA[qualidade assistencial]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[ecossistema]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[qualidade do cuidado em saúde]]></category>
<category><![CDATA[segurança do paciente]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32028</guid><description><![CDATA[<p>Introdução A governança clínica é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&#160; Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de governança clínica foi adotado como uma estratégia para melhorar a qualidade do cuidado em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é um conceito que tem ganhado destaque globalmente, especialmente após a sua introdução no Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido nos anos 1990.&nbsp;</p><p>Originalmente, o termo foi inspirado pela governança corporativa, quando o conceito de <strong>governança clínica</strong> foi adotado como uma estratégia para melhorar a <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong> e assegurar altos padrões de cuidado, após uma série de eventos críticos que expuseram falhas significativas no<strong> sistema de saúde</strong> britânico.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p><strong>Governança clínica</strong> é um processo pelo qual as organizações de saúde assumem a responsabilidade pela melhoria contínua da<strong> qualidade assistencial</strong> dos seus serviços e pela manutenção de altos padrões em saúde.</p><p>Logo, a ideia é criar um ambiente que estimule a <strong>excelência clínica</strong>, promovendo práticas seguras e eficazes, centradas na <strong>segurança do paciente</strong>.&nbsp;</p><p>Isso significa, em outras palavras, que esse conceito se baseia em pilares como a responsabilidade compartilhada, a transparência, a prestação de contas e a melhoria contínua da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Origem e Desenvolvimento da Governança Clínica</h2><p>Em sua origem, a necessidade de <strong>governança clínica </strong>surgiu de forma clara após uma série de falhas em cirurgias cardíacas pediátricas em um hospital de Bristol, no Reino Unido, entre os anos 1980 e 1990, que resultaram na morte de várias crianças e em sérias sequelas para outras.&nbsp;</p><p>O incidente, conhecido como o escândalo de Bristol, revelou não apenas a ausência de sistemas para monitorar a<strong> </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/eficiencia-administrativa/"><strong>qualidade do cuidado em saúde</strong></a>, mas também a falta de consenso sobre o que constituía cuidados de alta qualidade.&nbsp;</p><p>Portanto, a resposta do governo britânico foi estabelecer a <strong>governança clínica</strong> como um mecanismo para prevenir tais falhas, promovendo uma cultura de transparência e responsabilização no sistema de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading">Componentes-Chave da Governança Clínica</h2><p>Para que a <strong>governança clínica</strong> funcione de maneira eficaz, é essencial a presença de componentes-chave que incluem a <strong>gestão de riscos em saúde</strong>, a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>, da<strong> qualidade assistencial</strong>, a responsabilização, a comunicação eficaz e o envolvimento ativo de todos os profissionais de saúde.&nbsp;</p><p>Esses elementos garantem que todos, desde os médicos na linha de frente até os gestores da alta administração, estejam comprometidos com a entrega de <strong>cuidados de saúde seguros e de alta qualidade</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Veja quais são os componentes-chave da governança clínica:<br></h3><ol><li><strong>Responsabilidade Compartilhada</strong>: Refere-se à necessidade de todos os profissionais de saúde compartilharem a responsabilidade pela qualidade do atendimento, promovendo um ambiente de trabalho que permita a criatividade e a liberdade para expressar opiniões e melhorar os processos.</li><li><strong>Transparência e Prestação de Contas</strong>: A transparência é elemento essencial para garantir que os resultados dos cuidados sejam comunicados de forma clara e que todos os envolvidos sejam responsáveis pelas suas ações, facilitando um ambiente de <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</li><li><strong>Melhoria Contínua da Qualidade</strong>: A adoção de auditorias clínicas e monitoramento constante é vital para identificar oportunidades de melhoria e implementar mudanças que elevem o padrão dos <strong>serviços de saúde</strong>.</li><li><strong>Gestão de Riscos</strong>: Envolve a implementação de práticas seguras e a prevenção de eventos adversos, garantindo que a<strong> segurança do paciente </strong>seja uma prioridade constante.</li></ol><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/seguranca-do-paciente-melhorar/"><strong>aqui </strong></a><strong>e saiba como a governança clínica melhora a segurança do paciente.</strong></p><h2 class="wp-block-heading">A Importância da Governança Clínica para a Saúde Global</h2><p>A implementação de estratégias para uma<strong> qualidade assistencial </strong>eficaz é fundamental para responder aos desafios complexos e em constante evolução dos <strong>sistemas de saúde</strong> modernos.</p><p>Em um cenário global, onde os <strong>sistemas de saúde</strong> enfrentam crises como pandemias, envelhecimento populacional e aumento dos custos, a governança clínica oferece uma estrutura para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos recursos.</p><p>Portanto, ao promover uma cultura de responsabilidade, transparência e melhoria contínua, o <strong>impacto da governança clínica na segurança em saúde </strong>não apenas melhora a qualidade dos cuidados prestados, mas também aumenta a confiança da população nos<strong> sistemas de saúde</strong>.</p><p>Desta maneira, assegura-se que os pacientes recebam o melhor cuidado possível de maneira segura e eficiente.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>A <strong>governança clínica</strong> representa um avanço significativo na forma como os cuidados de saúde são geridos e entregues.&nbsp;</p><p>Ou seja, ao estabelecer padrões claros e mecanismos robustos para a melhoria da <strong>qualidade do cuidado em saúde</strong>, ela garante que os sistemas de saúde possam responder de maneira mais eficaz às necessidades da população, assegurando a <strong>entrega de cuidados seguros, eficazes e centrados no paciente.&nbsp;</strong></p><p>Em última análise, essa gestão é essencial para construir sistemas de saúde mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios do futuro.Ficou interessado em como transformar os resultados da sua instituição e melhorar a governança clínica? Saiba mais no nosso primeiro artigo sobre a <strong>eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro.</strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/medical-discussion_5634051.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>pressfoto by freepik</em></strong></a></strong></p><p>The post <a
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<item><title>Governança Clínica: eficiência e qualidade no sistema de saúde brasileiro</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governanca-clinica-eficiencia-qualidade-no-sistema-de-saude</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 15:15:27 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Modelo Assistencial]]></category>
<category><![CDATA[governança clínica]]></category>
<category><![CDATA[valor em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
<category><![CDATA[institucional]]></category>
<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
<category><![CDATA[sistema de gestão em saúde]]></category>
<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=32022</guid><description><![CDATA[<p>Introdução O conceito de “governança clínica” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&#160; No entanto, os sistemas de saúde têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2><p>O conceito de “<strong>governança clínica</strong>” surge como uma abordagem essencial para garantir que os serviços de saúde sejam prestados com eficiência, segurança e centrados no paciente.&nbsp;</p><p>No entanto, os<strong> sistemas de saúde</strong> têm como objetivo primordial atender às necessidades dos usuários e promover uma melhor qualidade de vida, e, muitas vezes, essa meta não é alcançada de maneira eficaz, resultando em desperdícios significativos de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">O que é Governança Clínica?</h2><p>A <strong>governança clínica </strong>é uma forma estruturada de gerenciar a qualidade dos cuidados em saúde.</p><p>Ela foca na entrega de valor, ou seja, na maximização dos resultados e <strong>qualidade em saúde</strong>, que são realmente importantes para os pacientes, utilizando os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível.&nbsp;</p><p>Quando os <strong>sistemas de saúde </strong>falham em cumprir essas premissas, os recursos são desperdiçados.&nbsp;</p><p>Ou seja, esse desperdício pode ocorrer de diversas formas: desde a hospitalização desnecessária de pacientes que poderiam receber cuidados ambulatoriais seguros até fraudes e ociosidade de recursos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica pode traçar uma estratégia para reduzir desperdícios em saúde</h2><p>A magnitude desses desperdícios é alarmante e ter uma boa <strong>gestão clínica</strong> para a redução dos riscos e otimização dos recursos e processos é fundamental.&nbsp;</p><p>Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que 25% dos gastos anuais com saúde sejam desperdiçados, totalizando entre 760 e 935 bilhões de dólares.&nbsp;</p><p>Além disso, uma situação similar é observada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde pelo menos 20% de todo o gasto em saúde poderia ser redirecionado para cuidados com melhores resultados para os pacientes, promovendo a <strong>melhoria contínua em saúde</strong>.</p><h3 class="wp-block-heading">Cenário dos desperdícios em instituições de saúde brasileiras</h3><p>No Brasil, os desafios são igualmente grandes, exigindo maior foco em <strong>eficiência clínica</strong>.&nbsp;</p><p>Dados da plataforma <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/metodologia-drg-brasil/">DRG Brasil</a> mostram que é possível melhorar a <strong>qualidade assistencial </strong>oferecida e garantir mais economia dos recursos para os hospitais.</p><p>São fatores de desperdício:</p><ul><li>No Brasil, 50% das diárias hospitalares são evitáveis</li><li>Permanências hospitalares além do necessário para o tratamento seguro do paciente</li><li>Baixa efetividade da atenção primária</li><li>Eventos adversos evitáveis</li></ul><p>Ou seja, essas ineficiências destacam o potencial de economia e a necessidade de melhorias na <strong>governança clínica </strong>dos <strong>serviços de saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Além disso, um estudo do Banco Mundial aponta que os <strong>serviços de saúde</strong> secundários e terciários no Brasil apresentam ineficiências de até 71%.&nbsp;</p><p>A saúde suplementar também não está imune a esses problemas, com estimativas indicando que o desperdício anual devido à insegurança assistencial pode chegar a 106 bilhões de reais.</p><h2 class="wp-block-heading">Como a Governança Clínica e os elos do Sistema de Saúde influenciam o cenário de desperdício</h2><p>Na <strong>governança clínica</strong>, diferentes elos do <strong>sistema de saúde</strong> — desde a atenção primária, passando pelos serviços hospitalares até os cuidados pós-hospitalares — desempenham um papel fundamental na geração ou na prevenção de desperdícios, primordiais na <strong>sustentabilidade na saúde</strong>.&nbsp;</p><p>Do total dos <strong>desperdícios assistenciais</strong>, falhas na atenção primária, como a baixa resolutividade de casos sensíveis a este nível de cuidados, resultam em internações potencialmente evitáveis, contribuindo para 27% desses problemas. Já o prolongamento desnecessário das internações é responsável por 46% desse total.&nbsp;</p><p>Além disso, após a alta hospitalar, a falta de uma transição de cuidado adequada e lacunas no acompanhamento continuado dos cuidados pós-alta aumentam o risco de complicações e readmissões, representando 10% das perdas identificadas pela plataforma DRG Brasil.&nbsp;</p><p>Portanto, faz-se urgente aplicar os <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/indicadores-de-saude/"><strong>indicadores de qualidade clínica</strong></a> nesse ciclo de ineficiências que se perpetua quando os diferentes níveis de atenção à saúde não estão devidamente integrados, aumentando os custos e comprometendo a qualidade do atendimento ao paciente.</p><h2 class="wp-block-heading">Iniciativas para Reduzir Desperdícios e Melhorar a Gestão em Saúde no Brasil</h2><p>No Brasil, há um movimento crescente em direção à <strong>governança clínica e qualidade assistencial </strong>para entrega de valor em saúde, que abrange uma ampla variedade de organizações, incluindo operadores do SUS, do setor de saúde suplementar e hospitais de diferentes portes.&nbsp;</p><p>Este movimento, que visa melhorar a <strong>qualidade e a eficiência dos serviços de saúde</strong>, visa equilibrar desfechos clínicos com sustentabilidade financeira.&nbsp;</p><p>Confira as iniciativas das organizações na transformação da <strong>governança clínica</strong>:</p><ul><li>Organizações como o Tribunal de Contas da União (TCU), a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES), e a Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) são exemplos, entre tantos outros, que estão na vanguarda dessa transformação.</li><li>O TCU, por exemplo, lançou o programa <strong>&#8220;Eficiência na Saúde&#8221;</strong> para melhorar a gestão de recursos em hospitais do SUS, promovendo auditorias que identificam ineficiências e boas práticas.&nbsp;</li><li>Minas Gerais, por meio do programa Valora Minas, está focando na qualificação da assistência hospitalar, vinculando repasses de recursos a resultados assistenciais.&nbsp;</li><li>No Espírito Santo, a SESA-ES e a FEHOFES implementaram um modelo de contratualização baseado em valor, que resultou em melhorias significativas na <strong>eficiência hospitalar</strong>.</li></ul><p>Esses resultados promissores possibilitaram celebrar a <strong>colaboração entre a Valor Saúde Brasil e o ICHOM</strong>, visando auxiliar as organizações de saúde na implementação de práticas de cuidado baseadas em valor ao longo de toda a jornada do paciente no sistema de saúde brasileiro.&nbsp;</p><p><strong>Clique </strong><a
href="https://www.ichom.org/"><strong>aqui </strong></a><strong>para conhecer a página oficial do ICHOM.</strong></p><p>O ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) foi fundado por Michael Porter com o objetivo de estabelecer padrões de medição de entrega de valor em diversas linhas de cuidado e populações, utilizando conjuntos de indicadores de custos e resultados ao longo da vida dos usuários.</p><h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2><p>Esses exemplos ilustram algumas <strong>estratégias para eficiência clínica no sistema de saúde.</strong></p><p>Principalmente, o compromisso do Brasil com a transição de um modelo de saúde centrado na produção para um enfoque na <strong>sustentabilidade em saúde</strong> e valor.</p><p>Essas ações são impulsionadas pela <strong>governança clínica</strong> e apoiadas por auditorias e políticas baseadas em evidências, que têm como objetivo resultados que realmente importam para os pacientes.</p><p>Chegou até aqui? Saiba como as ferramentas da Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + IA podem auxiliar na redução dos desperdícios dos sistemas de saúde. <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/contato/"><strong>Fale com nossos especialistas</strong></a><strong>! </strong></p><hr
class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/><p><strong>Imagem de capa: </strong><a
href="https://www.freepik.com/free-photo/doctor-nurse-discussing-digital-tablet_9597416.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=14&amp;uuid=f3712ede-b96e-42d3-aa7e-c9c99290f8a4"><strong><em>wavebreakmedia_micro by freepik</em></strong></a></p><p>The post <a
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