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<url>https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-2020-12-14-32x32.png</url><title>Covid19 Archives - DRG</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/category/covid19/</link>
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<item><title>57 instituições líderes na entrega de valor em saúde no Brasil recebem Prêmio IVSB 2023</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/57-instituicoes-lideres-na-entrega-de-valor-em-saude-no-brasil-recebem-premio-ivsb-2023/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=57-instituicoes-lideres-na-entrega-de-valor-em-saude-no-brasil-recebem-premio-ivsb-2023</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 22:14:17 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Inovações DRG Brasil]]></category>
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p><em>Evento reuniu grandes nomes da saúde e contou com o lançamento de novidades na plataforma Valor Saúde Brasil, ferramenta utilizada por mais de 500 hospitais e mais de 140 operadoras de planos de saúde brasileiros</em></p><p>Entregar valor em saúde significa alcançar resultados assistenciais que melhoram a vida do paciente, usando os recursos disponíveis e sem gerar desperdícios.</p><p>Para atingir esse objetivo é necessário haver práticas instituídas que aumentam a segurança assistencial, otimizam os cuidados na atenção primária e nas urgências/emergências prevenindo internações evitáveis, fortalecem a transição segura do cuidado, evitando readmissões não planejadas, com a máxima eficiência no uso do leito hospitalar.</p><p>O cuidado baseado em valor é bom para todos: mais segurança para o paciente, mais acesso aos sistemas de saúde pela população e entrega de assistência de qualidade a um menor custo pelas organizações.</p><p>Falhas na entrega de valor em saúde determinam mortes, sequelas, sofrimento e desperdício.</p><p>Mas, como medir essa entrega de valor em saúde? Foi para isso que os criadores da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial desenvolveram o Índice Valor Saúde Brasil (IVSB).</p><h2 class="wp-block-heading">Sobre o IVSB</h2><p>O IVSB permite comparar a entrega de valor de uma instituição com aquela considerada ideal.</p><p>A plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial utiliza algoritmos computacionais e machine learning para verificar se a mortalidade e a eficiência são melhores do que as esperadas para uma população. O processo é feito a partir das características de saúde do paciente e possíveis complexidades e criticidades clínicas.</p><p>O IVSB gera uma pontuação que vai de 0 a 100, sendo que a nota mais elevada indica que o resultado foi melhor tornando possível comparar os resultados alcançados por uma organização com aquele considerado ideal.</p><p>Sistemas que garantem saúde para 36 milhões de brasileiros, 530 hospitais, 40% da saúde suplementar, e SUS usam a plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial para medirem e melhorarem a entrega de valor.</p><p>Para se ter uma ideia, em 2023, nestes sistemas de saúde foram desperdiçadas 15 milhões de diárias &#8211; o que significa de R$ 15 milhões a 45 milhões de reais em desperdício. Este valor poderia ser utilizado para aumentar o acesso do cidadão ao sistema de saúde, para aumentar a remuneração dos prestadores, para garantir a sustentabilidade da saúde suplementar e do SUS.</p><p>“As instituições de saúde que trabalham com o IVSB mudam seu foco de volume para valor e, com isso, ajudam o sistema de saúde a se tornar: economicamente sustentável, equitativo, eficiente, centralizado no paciente e acessível, por reduzir os atrasos e as esperas”, explica Renato Couto, cofundador da plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial.</p><h2 class="wp-block-heading">Os ganhadores do Prêmio IVSB 2023</h2><p>Cinquenta e sete instituições classificadas como Líderes IVSB em 2023, ou seja, que se destacaram por entregar resultados de excelência em diversas linhas de cuidado, receberam o Prêmio IVSB. Foram 34 hospitais e 23 operadoras premiados de todo o Brasil em um evento realizado em Belo Horizonte/MG, no dia 5/12. Confira:</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Hospitais premiados</strong></h3><ul><li>Centro Hospitalar Unimed Joinville</li><li>Uberlândia Medical Center</li><li>Hospital Unimed Litoral</li><li>Hospital Erasto Gaertner</li><li>Hospital Rio Doce</li><li>Hospital Santa Rita de Cássia</li><li>Hospital São José de Colatina</li><li>Hospital Unimed Campinas</li><li>Hospital de Amor</li><li>Hospital Unimed Fortaleza</li><li>São Joaquim Hospital e Maternidade</li><li>Hospital Unimed Volta Redonda</li><li>Hospital Geral Unimed &#8211; Unimed Maringá</li><li>Hospital Geral Unimed &#8211; Unimed Ponta Grossa</li><li>Hospital Unimed Piracicaba</li><li>Hospital Unimed &#8211; Americana</li><li>Hospital Unimed Araxá</li><li>Hospital Humanitas Unimed</li><li>Hospital Metropolitano Unimed Vale do Aço</li><li>Hospital Unimed &#8211; Unimed Nordeste &#8211; RS</li><li>Hospital Unimed Pelotas</li><li>Hospital Nossa Senhora das Graças</li><li>Hospital Ministro Costa Cavalcanti</li><li>Hospital São Vicente Curitiba</li><li>Hospital Santo Antônio de Blumenau</li><li>Hospital Unimed &#8211; Unimed Grande Florianópolis</li><li>Santa Casa de Marília</li><li>Hospital Márcio Cunha &#8211; Fundação São Francisco Xavier</li><li>Hospital dos Fornecedores de Cana de Piracicaba</li><li>Hospital Evangélico de Vila Velha</li><li>Complexo Hospitalar Unimed Guarulhos</li><li>Hospital Unimed-BH &#8211; Unimed Contorno</li><li>Hospital Unimed-BH &#8211; Unimed Betim</li><li>Hospital Risoleta Tolentino Neves</li></ul><h3 class="wp-block-heading"><strong>Operadoras premiadas</strong></h3><ul><li>Unimed Araxá</li><li>Unimed Campinas</li><li>Unimed Curitiba</li><li>Unimed Florianópolis</li><li>Unimed Fortaleza</li><li>Unimed Franca</li><li>Unimed Guarulhos</li><li>Unimed Joinville</li><li>Unimed Litoral</li><li>Unimed Londrina</li><li>Unimed Maringá</li><li>Unimed Nordeste &#8211; Rio Grande Do Sul</li><li>Unimed Pelotas</li><li>Unimed Piracicaba</li><li>Unimed Ponta Grossa</li><li>Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana</li><li>Unimed Uberaba</li><li>Unimed Uberlândia</li><li>Unimed Vale das Antas</li><li>Unimed Vale do Aço</li><li>Unimed Varginha</li><li>Unimed Volta Redonda</li></ul><h3 class="wp-block-heading"><strong>Fundação premiada</strong></h3><ul><li>Fundação São Francisco Xavier</li></ul><p>Também participaram da cerimônia grandes personalidades do setor da saúde, como: Camila Godinho, Presidente da Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde (SBAIS); Camila Moreira de Castro, Subsecretária de Redes de Atenção à Saúde do Estado de Minas Gerais; Flávio Amaral, Diretor da Feluma; Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas; Miguel Paulo DuarteNeto, Secretário do Estado de Saúde do Espírito Santo; Péricles Góes da Cruz, Superintendente Técnico da Organização Nacional de Acreditação (ONA); Reginaldo Teófanes, Presidente, da Central dos Hospitais de Minas Gerais e Stephanie Belga, da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.</p><h2 class="wp-block-heading">Evento também contou com o lançamento de novidades na plataforma Valor Saúde Brasil</h2><h3 class="wp-block-heading"><strong>Parceria com ICHOM</strong></h3><p>A cerimônia contou com o lançamento da parceria entre a plataforma Valor Saúde Brasil e o ICHOM (Consórcio Internacional para Medição de Resultados em Saúde), instituto que tem mais de 10 anos de atuação no mercado e Michael Porter – criador do conceito de saúde baseada em valor &#8211; como um de seus fundadores.</p><p>Atualmente, o ICHOM disponibiliza 39 Standard Sets, abrangendo uma ampla gama de condições médicas, desde diabetes até câncer de mama (são medidas de resultado para 60% da carga de doenças). Cada conjunto é meticulosamente desenhado para medir resultados centrados no paciente, oferecendo um método internacionalmente acordado para avaliar a eficácia dos tratamentos. Já são mais de 450 configurações de implementação em 42 países.</p><p>“A parceria entre Valor Saúde Brasil e ICHOM reflete o compromisso mútuo em aprimorar a entrega de valor em saúde, apoiando organizações no Brasil a melhorarem seus serviços e resultados entregues aos pacientes” diz Tania Grillo, cofundadora da plataforma Valor Saúde Brasil.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Plataforma Valor Saúde Brasil by DRG Brasil + Inteligência Artificial: transforma ERP em HC ERP (Healthcare Resource Planning)</strong></h3><p>Os sistemas de ERP &#8211; Enterprise Resource Planning &#8211; da saúde são um pacote abrangente para a gestão integrada dos processos de backoffice dos serviços e das operadoras de saúde, e excelentes para comprar, estocar, distribuir insumos e operacionalizar relações comerciais baseadas no fee-for-service.</p><p>Mas, não realizam a gestão integrada de saúde, também conhecida como governança clínica, e muito menos possibilitam novos modelos comerciais baseado em valor. Eles carecem de funcionalidades para um cuidado de saúde baseado em valor (VBHC – Value-Based Healthcare), assim como para gerenciar um sistema de saúde baseado em valor (VBHI – Value-Based Health Insurance), essenciais para competir e crescer em um ambiente de negócio que exige, para a sustentabilidade, novos modelos assistenciais e de compra e venda de serviços.</p><p>A plataforma Valor Saúde by DRG Brasil + Inteligência Artificial ajuda organizações de saúde nesta jornada de modernização. Ela se integra ao ERP utilizado pela instituição, transformando-o em um Healthcare Resource Planning:</p><ul><li>A organização passa a contar com um Escritório de Valor para a implantação e melhoria contínua da governança clínica de um sistema de saúde baseado em valor (VBHI &#8211; Value Based Health Insurance), assim como um cuidado de saúde baseado em valor (VBHC &#8211; Value Based Healthcare), que vai controlar o desperdício de seu sistema de saúde.</li></ul><ul><li>A regulação de acesso deixa de ser com base apenas administrativa para uma regulação automatizada baseada nas necessidades clínicas.</li></ul><ul><li>O controle da utilização de insumos deixa de ser realizado por auditoria artesanal para ser efetivado por auditoria eletrônica de contas baseada em complexidade clínica.</li></ul><ul><li>A tecnologia cria um novo processo de auditoria concorrente, que passa a ter caráter assistencial, apoiada pelos planos de auditoria gerados pelo Centro Computadorizado de Apoio à Decisão Clínica que, por sua vez, é baseado nas condições clínicas de cada paciente, permitindo que os recursos tecnológicos facilitem a coordenação e integração do cuidado pelo auditor.</li></ul><ul><li>A seleção de rede assistencial deixa de ser baseada em preço e passa a ser por avaliação comparada de desfecho e custo final ajustado de complexidade clínica.</li></ul><ul><li>A tecnologia integra o sistema de saúde operadora/hospital/médicos, permitindo a codificação, a avaliação e ações de melhoria de desempenho compartilhadas e consensadas por todas as partes. A confiança é construída pela transparência, consenso e o trabalho conjunto, imprescindíveis para entregar desfechos e controle de desperdícios que interessam a todos.</li></ul><ul><li>O Centro Computadorizado de Apoio à Promoção de Saúde e Prevenção de Doenças da plataforma entrega planos individualizados de promoção e prevenção de maneira automatizada no celular de cada usuário, tornando o processo escalável com baixo custo e acessível a toda a população.</li></ul><ul><li>O Centro Computadorizado de Apoio à Decisão Clínica da plataforma disponibiliza de maneira automatizada, em desktop e dispositivos móveis, planos de cuidado e terapêuticos para a equipe multidisciplinar, paciente e sua família, baseados nas características clínicas do paciente que, associados aos modelos preditivos, viabilizando uma assistência 5P (Prescritiva, Personalizada, Participativa, Preditiva e Preventiva). Seu barramento permite a assistência e disponibilização de informações na atenção primária, secundária, hospitalar e domiciliar como um continuum, resolvendo a fragmentação assistencial; linhas de cuidado de casos agudos e crônicos e de populações podem ser gerenciadas com apoio da tecnologia de navegação para entrega de valor de maneira escalável. Todos estes processos assistenciais são integrados e controlados por uma métrica científica de desfecho e custo ajustada à complexidade clínica pelos algoritmos DRG Brasil, algoritmos de inteligência artificial e pelos indicadores ICHOM.</li></ul><ul><li>A instituição passa a ter acesso a novos modelos de compra e venda de serviços de prestadores e médicos baseados na entrega de valor como o bundle, o bônus baseado em valor, compartilhamento de economias (shared saving), capita e orçamento.</li></ul><ul><li>A tecnologia da plataforma Valor Saúde para implantar o VBHI é extensiva ao usuário, sua família e a empresa contratante de benefícios de saúde. A empresa e o usuário passam a ser protagonistas e corresponsáveis pela governança clínica baseada em valor e pela melhoria dos níveis de saúde, com forte impacto no desperdício. O seguro saúde deixa de ser uma caixa preta e se torna transparente em relação aos desfechos e aos custos assistenciais. Desta forma, são dadas as condições para a construção de um relacionamento estável e duradouro baseado na confiança entre as partes.</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Personalidades Valor Saúde Brasil</h2><div
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo representada pelo Secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo, Miguel Paulo Duarte Neto</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado do Espírito Santo (FEHOFES), representada por Fabrício Gaeede</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Secretaria do Estado de Saúde de Minas Gerais, representada pela Subsecretária de Redes de Atenção à Saúde, Camila Castro</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Organização Nacional de Acreditação (ONA), representada por Péricles Góes da Cruz</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Fundação Educacional Lucas Machado, representada pelo Diretor Geral Flávio Amaral</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, representada por Stephanie Belga</figcaption></figure></li><li
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Federação Minas, representada pelo Presidente Executivo, Luiz Otávio Fernandes de Andrade</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Central dos Hospitais de Minas Gerais, representada por Wesley Marques, Superintendente, Gilmar Ferraz, 2º Vice-Presidentes, Simone Rausch, Diretora de Interiorização e Reginaldo Teófanes, Presidente</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde (SBAIS), representada pela presidente Camila Godinho</figcaption></figure></li></ul><a
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Erasto Gaertner, representado por Camila Marchesini e Sabrina Koch. Na foto também presentes: Paula Daibert e Breno Duarte, diretores da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Nossa Senhora das Graças, representado por Regiane Guerra e Edilena Sampaio. Na foto também presentes: Paula Daibert e Breno Duarte, diretores da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Santo Antônio de Blumenau, representado por Tadeu Avi, Leonardo Silva e Artur França. Na foto também presente: Paula Daibert, diretora da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital São Vicente Curitiba, representado por Cecilia Vasconcelos. Na foto também presentes: Paula Daibert e Breno Duarte, diretores da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Uberlândia Medical Center representada por Thúlio Cunha. Na foto também presentes: Paula Daibert e Breno Duarte, diretores da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Evangélico de Vila Velha, representado por Glaucia Ferraz. Na foto, também presentes Eduardo Agostini, Diretor da Planisa, Fabrício Gaeede, Presidente da Fehofes, Miguel Neto, Secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo e Breno Duarte, Diretor da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Rio Doce, representado por Maria de Fátima Biancardi e Phablo Gabriel da Silva.  Na foto, também presentes: Eduardo Agostini, Diretor da Planisa, Fabrício Gaeede, Presidente da Fehofes, Miguel Neto, Secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo e Breno Duarte, Diretor da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Santa Rita de Cássia, representado por Graziella Veloso e Luiz Augusto Fagundes Filho.  Na foto, também presentes: Fabrício Gaeede, Presidente da Fehofes, Eduardo Agostini, Diretor da Planisa, Miguel Neto, Secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo e Breno Duarte, Diretor da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital São José de Colatina, representado por Octacílio Calixto</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Santa Casa de Marília, representada por Márcio Miello. Na foto também presente Eduardo Agostini, da Planisa e Breno Duarte, Diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital de Amor e Fundação Pio XII, representadas por Deyvit Nogueira. Na foto também presente Flávio Almeida e Maurício Masci, sócios da MK Saúde.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="638" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31324" data-id="31324" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2-1024x638.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2-1024x638.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2-300x187.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2-768x478.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2-1536x957.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO4CBE1-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Risoleta Toletino Neves, representado por Patricia Magalhães , Rosângela Lima, Monica Costa e Karla Neiva. Na foto também presentes Stephanie Belga, da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Camila Castro, Subsecretária de Redes de Atenção à Saúde do Estado de Minas Gerais, e Breno Duarte, Diretor Executivo da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Márcio Cunha e Fundação São Francisco Xavier, representados por Ariane Souza e Emanuela Dias. Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Campinas e Hospital Unimed Campinas, representados por Jean Martinelli, Thiago Moret e Fábio Henrique Geraldo.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Curitiba, representado por Paula Andrea Nascimento.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Florianópolis e Hospital Unimed &#8211; Unimed Grande Florianópolis representado por Gabriel Longo.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Fortaleza e Hospital Unimed Fortaleza, representados por Fernanda Netto. Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Joinville e Centro Hospitalar Unimed Joinville representados por Alvaro Koenig.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Litoral e Hospital Unimed Litoral, representados por Adriano Carvalho..  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Pelotas e Hospital Unimed Pelotas, representados por Cristiane Dudek.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Piracicaba e Hospital Unimed Piracicaba, representados por Carlos Joussef, Nivaldo da Cunha e Aline Buzaranho.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Ponta Grossa e Hospital Geral Unimed Ponta Grossa, representados por Viviane Zeny.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Vale das Antas, representada por Leila Rigo e Luciane Donin.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Volta Redonda e Hospital Unimed Volta Redonda, representados por Elaine de Fátima Nogueira.  Na foto também presente: Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
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class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Araxá e Hospital Unimed Araxá , representados por Alonso de Rezende. Na foto também presentes Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas e Breno Duarte, diretor da Plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="643" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31319" data-id="31319" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2-1024x643.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2-1024x643.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2-300x188.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2-768x482.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2-1536x965.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HOAA031-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Unimed-BH (Unidade Contorno), representado por Viviane Cunha e Dinalva Mendes. Na foto também presentes:  Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas, Christiane Guilherme Bretas, Superintendente Executiva de Gestão Assistencial da Unimed-Bh e Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="683" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31318" data-id="31318" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3-1024x683.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3-1024x683.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3-300x200.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3-768x512.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3-1536x1024.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/HO54211-3.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Hospital Unimed Bh (Unidade Betim), representado por Gláucio de Carvalho. Na foto também presentes:  Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas, Christiane Guilherme Bretas, Superintendente Executiva de Gestão Assistencial da Unimed-Bh e Breno Duarte, diretor da plataforma Valor Saúde Brasil.</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="633" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31343" data-id="31343" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2-1024x633.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2-1024x633.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2-300x185.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2-768x474.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2-1536x949.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNF1ED1-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Uberaba, representada por  Ricardo Oliveira, Reynaldo Miranda, Giovanna Camargo, Alcino Mendes e Djalma Júnior. Na foto também presentes: Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas e Breno Duarte, diretor da Plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="670" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31344" data-id="31344" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2-1024x670.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2-1024x670.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2-300x196.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2-768x503.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2-1536x1005.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UNE4631-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Uberlândia, representada por Emerson Costa e Paulo Sérgio de Freitas. Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas e Breno Duarte, diretor da Plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="683" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31347" data-id="31347" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2-1024x683.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2-1024x683.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2-300x200.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2-768x512.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2-1536x1024.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN16731-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Varginha e Hospital Humanitas Unimed, representado por Polyanna Bossi. Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas e Breno Duarte, diretor da Plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li><li
class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img
decoding="async" width="1024" height="659" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-31346" data-id="31346" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2-1024x659.jpg" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2-1024x659.jpg 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2-300x193.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2-768x494.jpg 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2-1536x988.jpg 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/12/UN82CD1-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption
class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Unimed Vale do Aço e Hospital Metropolitano Unimed Vale do Aço representados por Gustavo Barcelos e Karyne Mello. Luiz Otávio Fernandes de Andrade, Presidente Executivo da Unimed Federação Minas e Breno Duarte, diretor da Plataforma Valor Saúde Brasil</figcaption></figure></li></ul><a
class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a
class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a
aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div
class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div><p>Crédito das imagens: Rodolfo Duarte</p><p>The post <a
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<item><title>Estudo comprova eficiência de sistema de saúde baseado em valor</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/estudo-eficiencia-covid-bh/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-eficiencia-covid-bh</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 15:31:28 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=28416</guid><description><![CDATA[<p>Pesquisa desenvolvida pela Imperial College destaca os resultados positivos conquistados em Belo Horizonte no combate à pandemia do coronavírus A pandemia do coronavírus demonstrou mais uma vez a importância em abandonar ações reativas e impulsivas, partindo para a adoção de um modelo de gestão baseado no valor em saúde, como o utilizado pela plataforma Valor [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p></p><h4 class="wp-block-heading">Pesquisa desenvolvida pela Imperial College destaca os resultados positivos conquistados em Belo Horizonte no combate à pandemia do coronavírus</h4><div
style="height:3px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p>A pandemia do coronavírus demonstrou mais uma vez a importância em abandonar ações reativas e impulsivas, partindo para a adoção de um modelo de gestão baseado no valor em saúde, como o utilizado pela plataforma Valor Saúde Brasil, do DRG Brasil. Afinal, dados corretamente coletados e analisados com o auxílio da Inteligência Artificial (IA) permitem atender mais e melhor, eliminando os desperdícios e otimizando todos os processos.</p><p>Ao menos é o que demonstra <a
href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8575144/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo da Imperial College</a>, universidade de classe mundial em Londres, realizado em 14 capitais brasileiras desde o início da pandemia até 26 de julho de 2021. O levantamento registrou variações geográficas e temporais importantes nas taxas de mortalidade hospitalar por conta do covid-19 no País.</p><p>De acordo com o estudo, <strong>56,55% das mortes registradas em hospitais brasileiros por causa da covid-19 poderiam ter sido evitados se outros estados apresentassem os mesmos resultados registrados em Belo Horizonte</strong>, em Minas Gerais.</p><h2 class="wp-block-heading">Estudo de caso</h2><p>Há praticamente duas décadas a capital mineira desenvolve um trabalho conjunto entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e a assistência suplementar, com ações conjuntas, tendo como base uma gestão que leva em consideração o valor em saúde.</p><p>Com isso, as <strong>ações adotadas no município seguem práticas eficientes que eliminam desperdícios e deixam as unidades mais eficientes, atendendo mais pacientes e oferecendo mais qualidade.</strong> Resumindo: conseguem salvar mais vidas.</p><p>Só para ter uma ideia, a mudança do foco para o valor em saúde no <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/prefeitura-de-bh-ganha-1-lugar-em-premio-internacional-por-eficiencia-no-tempo-de-internacao-hospitalar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS de BH</a> ajudou a aumentar em mais de 20.400 o número de internações em 2019, mesmo com a redução de 578 leitos da rede. Isso representa contar com um novo hospital com aproximadamente 250 leitos, mas sem precisar contribuir e equipar a estrutura.</p><p>Já na saúde complementar, aproximadamente 49% da população de Belo Horizonte têm acesso a esse sistema. Nesse caso, a referência é a Unimed-BH, cooperativa que há 10 anos é considerada a melhor operadora brasileira e que adota como prática o valor em saúde.</p><p>Entre as ações adotadas, os hospitais da rede hospitalar contratada pela Unimed-BH que conseguem o nível de excelência da Organização Nacional de Acreditação (ONA) &#8211; maior programa de acreditação hospitalar brasileiro &#8211; recebem até 15% a mais.</p><p>“A diretriz de qualidade e centralidade dos resultados para o cidadão belo-horizontino foi incorporada ao mecanismo de “estado” pelo então prefeito Célio de Castro, em 1997, e pela Unimed-BH, desde o início dos anos 2000”, explica Renato Couto, presidente do Grupo IAG Saúde e fundador da plataforma Valor Saúde Brasil.</p><h2 class="wp-block-heading">Comprovação</h2><p>Os resultados conquistados na capital mineira, portanto, demonstram a eficiência de adotar uma metodologia baseada no valor em saúde. Além disso, apresentam a importância de utilizar esse processo em grande escala em outras regiões para a criação de um sistema de saúde nacional sustentável e eficiente.</p><p>Levantamento realizado na base de dados da plataforma Valor Saúde Brasil também comprova essa afirmação. De acordo com a pesquisa, <strong>53% dos custos assistenciais nos hospitais brasileiros são consumidos por desperdícios causados por falhas na entrega de valor</strong>. O estudo analisou as internações de 340 hospitais que atendem 16,8 milhões de vidas, tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da saúde suplementar.</p><p>Diretor executivo da plataforma, Breno Duarte explica que a mudança desse cenário passa para informação qualificada, trabalhada corretamente com o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/valor-saude-hospitais-filantropicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">auxílio da IA</a>.</p><p>Além disso, outras duas ações são recomendadas: maior engajamento, tanto de quem opera quanto de quem presta o serviço de saúde voltado para o estabelecimento de ações para a redução de desperdícios, e o envolvimento e ativação dos líderes da saúde.</p><p>Portanto, os dados demonstram que é possível entregar mais, mesmo sem o acréscimo de recursos. Para isso, porém, é necessário adotar um modelo assistencial e remuneratório baseado em valor com foco na qualidade do cuidado.</p><h2 class="wp-block-heading">Sobre a plataforma Valor Saúde Brasil</h2><p>A entrega de valor deve ser o propósito dos sistemas de saúde. Essa é a receita para evitar desperdícios e falhas, que prejudicam a assistência ao paciente e os resultados alcançados pelas instituições. O valor em saúde é determinado pela qualidade assistencial dividida pelo custo, alinhado a uma experiência positiva do paciente em sua trajetória no sistema de saúde. Portanto, o inverso de valor é desperdício.</p><p>A <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/a-plataforma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma Valor Saúde Brasil</a> dispõe &#8211; com base nas informações geradas pelo DRG Brasil e pela Inteligência Artificial &#8211; de funcionalidades para o diagnóstico e planejamento estratégico do sistema de saúde e a estruturação de programas de governança clínica para a entrega de valor.</p><p>Para isso, <strong>utiliza a metodologia DRG totalmente ajustada ao perfil brasileiro</strong>. Desfechos assistenciais e consumo de recursos tornam-se comparáveis e previsíveis, uma vez que os pacientes agrupados em um mesmo DRG (produto assistencial) possuem características clínicas e de risco similares, determinando uso de recursos (diárias e insumos) também similares.</p><p>O Analytics da plataforma apresenta uma visão dinâmica da qualidade do cuidado e dos resultados econômicos, criando as condições necessárias para simplificar e acelerar a mudança do modelo assistencial e remuneratório em direção a sistemas baseados em valor.</p><div
style="height:3px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><hr
class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/><div
style="height:3px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p>Créditos/Referências:</p><ul><li>Conteúdo: <a
href="http://www.broadcast.com.br/cadernos/releases/?id=YzNJOWN0dDFSbWhDUlFReisrWmV1dz09">ESTADÃO Conteúdo</a></li><li>Imagem: <a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-com-visao-frontal-usando-roupas-de-protecao-no-hospital_10752804.htm#query=hospital%20covid&amp;position=4&amp;from_view=search">Médico foto criado por freepik &#8211; br.freepik.com</a></li></ul><p>The post <a
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<item><title>Estudo do SUS de MG, em parceria com a UFMG, analisa eventos adversos pós-vacinação contra COVID-19 e recomenda: confiem nas vacinas!</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/estudo-do-sus-de-mg-em-parceria-com-a-ufmg-analisa-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-covid-19-e-recomenda-confiem-nas-vacinas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-do-sus-de-mg-em-parceria-com-a-ufmg-analisa-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-covid-19-e-recomenda-confiem-nas-vacinas</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 18:01:46 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=27822</guid><description><![CDATA[<p>Contribuir para o aumento da confiança nas vacinas, estimulando a população a aderir ao esquema vacinal, além de reduzir a situação de vulnerabilidade em relação aos agravos &#8211; este foi o principal objetivo do estudo “Situação epidemiológica dos eventos adversos pós-vacinação no Estado de Minas Gerais” conduzido pela enfermeira pesquisadora Fernanda Penido, da UFMG em [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>Contribuir para o aumento da confiança nas vacinas, estimulando a população a aderir ao esquema vacinal, além de reduzir a situação de vulnerabilidade em relação aos agravos &#8211; este foi o principal objetivo do estudo <a
href="http://vigilancia.saude.mg.gov.br/index.php/download/eapv-i-boletim-epidemiologico-de-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-a-covid-19/?wpdmdl=9519" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Situação epidemiológica dos eventos adversos pós-vacinação no Estado de Minas Gerais”</a> conduzido pela enfermeira pesquisadora Fernanda Penido, da UFMG em parceria com a SES-MG.</p><p>O estudo avaliou a situação epidemiológica dos eventos adversos pós-vacinação (EAPV) contra a COVID-19 no Estado, no período de 18 de janeiro de 2021 a 28 de julho de 2021. O boletim foi publicado pelo <a
href="http://vigilancia.saude.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal da Vigilância em Saúde de Minas Gerais.</a></p><p>De acordo com o documento, as vacinas contra o novo Coronavírus são produtos novos e, por isso, requerem monitoramento devido às diferentes tecnologias de fabricação e às características de conservação de cada uma.</p><p>O processo de farmacovigilância – isto é, a segurança relacionada ao uso de medicamentos – continua em andamento após a utilização do produto na população em geral. Isso é feito para conhecer os EAPV associados às vacinas.</p><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-full"><img
decoding="async" width="626" height="417" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/womans-maos-digitando-no-laptop-no-local-de-trabalho_1163-4324.jpg" alt="" class="wp-image-27824" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/womans-maos-digitando-no-laptop-no-local-de-trabalho_1163-4324.jpg 626w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/womans-maos-digitando-no-laptop-no-local-de-trabalho_1163-4324-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></figure></div><p></p><h4 class="wp-block-heading">Metodologia e Resultados</h4><p>Os dados para realização da <a
href="http://vigilancia.saude.mg.gov.br/index.php/download/eapv-i-boletim-epidemiologico-de-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-a-covid-19/?wpdmdl=9519" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a> foram obtidos do e-SUS Notifica no Estado de MG, relacionados às vacinas contra o Sars-CoV-2 disponíveis. Foi, então, verificada a ocorrência dos casos suspeitos de EAPV notificados no período analisado, a classificação por gravidade e por imunobiológicos (AstraZeneca, Coronavac, Pfizer/Wyeth e Janssen).</p><p>Os autores basearam-se nas seguintes variáveis:</p><p>• imunobiológicos administrados<br>• municípios de notificação<br>• tipo de evento<br>• idade<br>• sexo<br>• evolução do caso<br>• e causalidade</p><p></p><p
class="has-medium-font-size"><strong>Como principais resultados, a especialista Fernanda Penido destaca os seguintes aspectos:<span
class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><br></span></strong></p><p>→ Do dia 18 de janeiro ao dia 28 de julho de 2021, um total de 13.885.886 doses das vacinas foram administradas em Minas Gerais. Neste mesmo período, foram notificados 23.732 casos de EAPV – o equivalente a 17% do total de doses administradas.</p><p>→ Os EAPV foram classificados de acordo com a gravidade: 1.745 (7,2%) foram considerados Eventos Adversos Graves (EAG), sendo que 772 (3,3%) evoluíram para óbito. Foram classificadas como Eventos Adversos Não Graves (EANG) 21.978 notificações (92,6%).</p><p>→ Dos 772 óbitos notificados, 630 (82%) eram idosos acima de 65 anos de idade e 405 (52%) casos ocorreram em pessoas do sexo feminino.</p><p>→ Em relação aos Erros de Imunização (EI), 1.797 foram notificados, sendo que 55 intercorreram com algum evento adverso.</p><p>→ Quanto à classificação segundo causalidade, 589 casos foram encerrados e 183 estão sendo investigados. Dos encerrados, 576 (74,6%) apresentavam condições preexistentes causadas por outros fatores, portanto, não tiveram relação causal com as vacinas contra Covid-19, sendo apenas associações temporais.</p><p></p><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-large is-resized"><img
decoding="async" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-1024x398.png" alt="" class="wp-image-27829" width="1024" height="398" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-1024x398.png 1024w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-300x117.png 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-768x298.png 768w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-1536x597.png 1536w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Imagem1-2048x796.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div><p>A enfermeira, mestre, doutora e professora Fernanda Penido Matozinhos faz parte do <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/ecossistema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ecossistema</a> da plataforma Valor Saúde Brasil – sendo membro honorário da Comunidade Acadêmica DRG Brasil. Ela relatou com exclusividade ao Blog Valor em Saúde o que motivou a efetivação desse estudo, o que os resultados significam e, ainda, quais são as recomendações que podem dadas à população brasileira.</p><p>Continue a leitura e confira a entrevista!</p><p></p><h4 class="wp-block-heading"><strong>Conte-nos um pouco sobre o estudo. De onde surgiu a motivação de analisar os eventos adversos pós-vacinação? Qual é a relevância do tema?</strong></h4><p>FP: Em 2019, criei o Núcleo de Estudos e Pesquisa em Vacinação (NUPESV), assumindo sua liderança. O NUPESV tem características multidisciplinares, envolvendo pesquisadores e estudantes com interesse na área de vacinação. Tenho me dedicado a fortalecer-me na formação de recursos humanos e o Núcleo tem contribuído para gerar evidências científicas e intelectuais nas pesquisas voltadas para diferentes linhas de pesquisa, como vacinação em crianças, adolescentes, gestantes e idosos. Por meio das atividades regulares do grupo de pesquisa, minha contribuição tem sido na formação intelectual, científica e social de estudantes de doutorado, mestrado e iniciação científica. Em termos sociais, destaco a atuação direta em ações com grupos populacionais carentes de maior atenção à saúde.</p><p>Assim, diante da introdução recente das vacinas anticovid-19, a farmacovigilância dos Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV) tem extrema relevância, pois a confiança em qualquer desses imunobiológicos será crucial para seu sucesso.</p><p>Os EAPV podem contribuir para essa falta de confiança, diminuição na adesão ao esquema vacinal e, consequentemente, na cobertura vacinal, além de aumentar a situação de vulnerabilidade da população em relação aos agravos imunopreveníveis.</p><p>Estudos como este se mostram muito importantes para melhor compreender o cenário e analisar os EAPV contra o SARS-CoV-2 (COVID-19) no estado de Minas Gerais (MG), Brasil.</p><p></p><h4 class="wp-block-heading"><strong>O que significa “eventos adversos pós-vacinação associados a imunobiológicos”? Pode citar alguns exemplos?</strong></h4><p>FP: Qualquer sinal ou sintoma grave, indesejável ou inesperado, manifestado no indivíduo que tenha recebido qualquer tipo de imunobiológico é considerado um EAPV e pode ser causado por vários fatores relacionados aos componentes do imunobiológico, ao processo de vacinação ou ao vacinado.</p><p>O Ministério da Saúde (MS) estabelece que todos os EAPV, em consonância com as definições de casos já estabelecidos no Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, deverão ser notificados, processo que segue o fluxo estabelecido pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), por meio do sistema e-SUS Notifica.</p><p>Os EAPV podem ser classificados, como: Eventos Adversos Graves (EAG), qualquer evento que requeira hospitalização, comprometa o paciente, ou seja, que ocasione risco de morte e que exija intervenção clínica imediata para evitar o óbito, cause disfunção significativa ou incapacidade permanente, resulte em anomalia congênita ou ocasione o óbito; Eventos Adversos Não Graves (EANG), todos aqueles que não se enquadram nos critérios de EAG.</p><p>A literatura demonstra que, até o momento, os EAPV causados por vacinas contra a covid-19 resolveram-se dentro de 24 horas após a vacinação, tendo como reação adversa local mais comum a dor ou sensibilidade na região da aplicação, e como reação adversa sistêmica a fadiga, a febre, ou a dor corporal.</p><p></p><h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as instituições de ensino e pesquisa envolvidas no estudo?</strong></h4><p>FP: O Núcleo de Estudos e Pesquisa em Vacinação (NUPESV), liderado por mim, conta com parceiros para publicações acadêmicas conjuntas: a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a Coordenação Estadual do Programa de Imunizações e a Referência Técnica da Coordenação de Imunização.</p><p>O estado de Minas Gerais se estabeleceu, dentre os estados brasileiros, um dos que mais notificam EAPV. As notificações, podem, portanto, ser reflexo do trabalho da SES-MG, que é frequentemente acionada para aperfeiçoar o processo de notificação junto aos municípios notificadores que as compõem e, assim, melhorar a qualidade dos dados produzidos pelo nível central.</p><p></p><h4 class="wp-block-heading"><strong>A partir dos resultados obtidos com a pesquisa, o que foi possível concluir? Quais são as recomendações para a comunidade de pesquisadores, acadêmicos e profissionais de saúde?</strong></h4><p>FP: Esse trabalho demonstra a segurança das vacinas contra covid-19 para a população.</p><p>A maioria dos casos suspeitos de EAPV foram considerados EANG e os resultados encontrados sugerem, ainda, que os óbitos pós-vacina anticovid-19 não estavam relacionados à vacinação, mas foram decorrentes de condições preexistentes causadas por outros fatores, e não pelas vacinas.</p><p>O estudo suscita a discussão sobre a importância dos registros dos EAPV decorrentes das vacinas contra covid-19 e espera-se que sensibilize os profissionais para atribuírem maior atenção ao preenchimento adequado e completo dos registros e maior empenho em notificar os eventos adversos, contribuindo, assim, para a segurança do paciente.</p><p></p><h4 class="wp-block-heading"><strong>E para a população em geral, quais são as orientações que você daria?</strong></h4><p>FP: Vacinem-se! Temor a vacinas é comum a todas as populações, mas os benefícios superam os riscos!</p><p>A queda das taxas de cobertura vacinal brasileiras, verificadas desde 2013, evidencia a necessidade de investigar, dentre os fatores potencialmente relacionados, a hesitação vacinal e a divulgação de falsas informações sobre a ausência de efetividade das vacinas e eventos adversos inexistentes em redes sociais.</p><p>Espera-se que esse trabalho contribua para a manutenção ou aumento da cobertura vacinal, mesmo diante do desafio vivenciado pela pandemia de COVID-19.</p><p></p><p></p><h4 class="wp-block-heading">Sobre a autora</h4><p></p><div
class="wp-block-group alignwide is-layout-flow"><div
class="wp-block-group__inner-container"><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-full is-resized"><a
href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-penido-979582169" target="_blank" rel="noopener"><img
decoding="async" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fernanda.jpg" alt="" class="wp-image-27841" width="243" height="243" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fernanda.jpg 486w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fernanda-300x300.jpg 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/fernanda-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 243px) 100vw, 243px" /></a></figure></div><p></p></div></div><p><strong>Fernanda Penido </strong>é enfermeira, com Mestrado e Doutorado em Saúde e Enfermagem, pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2016, assumiu o concurso para professor Adjunto na UFMG. Sua inserção na pós-graduação também ocorreu em 2016, como orientadora plena, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFMG. Também coorienta doutorado no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, área de concentração “Saúde da Criança e do Adolescente”, da UFMG.</p><p>Suas atividades de pesquisa têm se concentrado em duas áreas: Vacinação e Epidemiologia de Doenças Crônicas Não Transmissíveis, consumo de recursos, segurança da assistência e seus possíveis determinantes. A primeira linha objetiva estudar os aspectos ambientais, epidemiológicos e clínicos da vacinação em crianças, adolescentes, gestantes e idosos, contemplando estudos que incluem o uso de bases de dados nacionais e internacionais e investigam a associação entre as variáveis em análises bivariadas, estratificadas e em modelos multivariados.</p><p>Atua como membro da Sociedade Brasileira de Imunizações e da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras e como colaboradora do Grupo de Estudos, Pesquisas e Práticas em Ambiente Alimentar e Saúde e do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Epidemiologia, ambos da UFMG. No âmbito dessa atuação, oficializou um acordo de cooperação acadêmica com a Unidade Local de Saúde de Matosinhos, em Portugal.</p><p>Essas parcerias nacionais e internacionais, além de fortalecer sua experiência em atividades de gestão acadêmica e científica, incluindo a gestão de projetos financiados em editais de fomento, possibilitam-na aprimorar o debate intelectual, científico e social sobre a vacinação nos diferentes ciclos de vida e a importância de oferecer informações epidemiológicas para o aprimoramento de políticas de saúde pública capazes de melhorar a taxa de vacinação, por meio da identificação de grupos específicos da população que necessitam de maior atenção por parte do Estado e dos profissionais de saúde.</p><hr
class="wp-block-separator has-text-color has-background is-style-dots" style="background-color:#cc0093;color:#cc0093"/><p
class="has-text-color has-normal-font-size" style="color:#cc0093"><strong>Créditos e Referências</strong></p><ul><li>NUPESV &#8211; EEUFMG e SES-MG. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19. Situação epidemiológica dos eventos adversos pós-vacinação no Estado de Minas Gerais, no período de 18/01/2021 a 28/07/2021. Disponível em: <a
href="http://vigilancia.saude.mg.gov.br/index.php/download/eapv-i-boletim-epidemiologico-de-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-a-covid-19/?wpdmdl=9519.">http://vigilancia.saude.mg.gov.br/index.php/download/eapv-i-boletim-epidemiologico-de-eventos-adversos-pos-vacinacao-contra-a-covid-19/?wpdmdl=9519.</a> Acesso em 20/09/2021.</li><li>Imagem destacada: <a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/medico-preparando-a-vacina-para-uma-mulher-idosa_14001644.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Médico foto criado por freepik &#8211; br.freepik.com</a></li><li>Imagem miolo: <a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/womans-maos-digitando-no-laptop-no-local-de-trabalho_3938730.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Negócio foto criado por yanalya &#8211; br.freepik.com</a></li><li>Tabela: Adaptada de NUPESV &#8211; EEUFMG e SES-MG</li><li>Imagem Fernanda: Arquivo Pessoal/Divulgação</li></ul><p>The post <a
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</item>
<item><title>Fábio Gastal avalia o enfrentamento da Covid-19 pelo sistema de saúde brasileiro</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/fabio-gastal-pandemia-estadao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fabio-gastal-pandemia-estadao</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 22:01:22 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=27714</guid><description><![CDATA[<p>Em artigo publicado pelo ESTADÃO, o presidente do Conselho da ONA e executivo da Faculdade e da Seguros Unimed analisa os ensinamentos trazidos pela pandemia no Brasil e no mundo. Por: Fábio Leite GastalPublicado em: ESTADÃO, 23 de agosto de 2021 Para Fábio Gastal, presidente do Conselho da ONA (Organização Nacional de Acreditação), coordenador científico [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p></p><h4 class="wp-block-heading">Em artigo publicado pelo ESTADÃO, o presidente do Conselho da ONA e executivo da Faculdade e da Seguros Unimed analisa os ensinamentos trazidos pela pandemia no Brasil e no mundo.</h4><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p><em>Por: Fábio Leite Gastal<br>Publicado em: ESTADÃO, 23 de agosto de 2021</em></p><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p></p><p>Para <strong>Fábio Gastal</strong>, presidente do Conselho da ONA (Organização Nacional de Acreditação), coordenador científico da 2.ª Digital Journey by Hospitalar, diretor Acadêmico da Faculdade Unimed e superintendente de Novos Negócios da Seguros Unimed, o Brasil tinha tudo para servir de exemplo mundial na pandemia de Covid-19.</p><p>Exemplo positivo, de como lidar com uma crise de saúde sem precedentes, por meio de uma estrutura capilar, eficiente e organizada com grande capacidade de atendimento e vacinação – o que garantiria um baixo índice de mortalidade.</p><p>Porém, de acordo com Gastal, faltaram apoio político e liderança. E o Brasil entrou para a história com uma triste marca de mais de 550 mil mortos pela Covid-19.</p><p>O médico aponta que, se existem vencedores na guerra contra o novo Coronavírus, eles são:</p><ul><li>o Sistema Único de Saúde (SUS),</li><li>o Sistema de Saúde Suplementar,</li><li>a rede de hospitais públicos e privados,</li><li>e as autoridades locais, como governadores e prefeitos.</li></ul><p>Juntas, essas entidades enfrentaram corajosamente os abalos, a postura anticientífica das mais altas autoridades do País e a ausência de uma política clara de combate à crise sanitária.</p><h2 class="wp-block-heading">Após o início da vacinação, quais são as lições aprendidas?</h2><p>A pandemia esteja longe do fim, mas o presidente do Conselho da ONA consegue visualizar alguns ensinamentos dos momentos mais críticos, quando ainda não havia vacina para proteger a população.</p><p>Pesquisadores em todo o mundo já conseguem detectar evidências de que os <a
href="https://www.ona.org.br/acreditacao/o-que-e-acreditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hospitais acreditados</a> – ou seja, que passaram por um processo de avaliação e certificação que busca, por meio de padrões e requisitos, promover a qualidade e a segurança da assistência – conseguiram lidar melhor com a situação.</p><p>É claro para estes pesquisadores que os hospitais com <strong>processos estruturados de gestão, qualidade, acreditação e certificação voltados para o aumento da segurança do paciente</strong> apresentaram melhores resultados assistenciais. Ou seja, estes hospitais estão mais habilitados para entregar valor em saúde, sobretudo em período de pandemia.</p><p>O vírus causou surpresa e demandou a criação de processos. E os processos já existentes, que estavam bem-organizados devido aos requisitos de qualidade, atenderam às necessidades mais prementes.</p><p>Sendo assim, os hospitais acreditados apresentaram os seguintes <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-da-qualidade-em-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diferenciais</a>:</p><p>→ Registraram menores taxas de complicações, sequelas e mortalidade não só em relação aos pacientes Covid, mas a pessoas acometidas por outras doenças;</p><p>→ Mostraram-se mais bem preparados para fazer frente ao excesso de demanda, porque contavam com uma das exigências da acreditação: o comitê de crise, que deve estar preparado para acompanhar a evolução dos casos, prontuários e óbitos.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p>“Se existem vencedores na guerra contra a covid-19 são o Sistema Único de Saúde (SUS), o Sistema de Saúde Suplementar, a rede de hospitais públicos e privados e as autoridades locais, como governadores e prefeitos.”</p><cite>Fábio Leite Gastal, em artigo do ESTADÃO</cite></blockquote><p></p><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-full is-resized"><img
decoding="async" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/covid-19-frontline-healthcare-and-essential-workers.png" alt="trabalhadores-da-saúde" class="wp-image-27716" width="500" height="343" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/covid-19-frontline-healthcare-and-essential-workers.png 1000w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/covid-19-frontline-healthcare-and-essential-workers-300x206.png 300w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/covid-19-frontline-healthcare-and-essential-workers-768x526.png 768w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div><p></p><h2 class="wp-block-heading">Vivendo com as consequências: podemos acreditar em um futuro melhor?</h2><p>O diretor Acadêmico da Faculdade Unimed e superintendente de Novos Negócios da Seguros Unimed afirma que o Brasil vai figurar como um case de país que multiplicou em tempo recorde as unidades de terapia intensiva (UTIs) em tempo recorde, ampliando a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/sistema-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">capacidade de atendimento</a>.</p><p>Os momentos de quase colapso da rede ocorreram entre fevereiro e março de 2021, quando houve filas nas clínicas, hospitais e prontos-socorros, mas ainda assim a rede não implodiu. O sistema de saúde brasileiro foi capaz de dar assistência e não deixar as pessoas fora do hospital.</p><p>Lamentavelmente, a sobrecarga, agravada por posicionamentos anticientíficos, resultaram em um irrompimento do número de óbitos.</p><p>Fábio Gastal Agora chama a atenção para um novo desafio: a disseminação da variante delta. Esta cepa, apesar de mais transmissível, tem provocado casos mais leves e menos mortes nos países desenvolvidos, onde grande parcela da população está vacinada com duas doses dos imunizantes.</p><p>No Brasil, menos de 40% da população está totalmente imunizada. É preciso <strong>intensificar a vacinação e manter as medidas de proteção individual</strong>, como: uso de máscara facial, aplicação de álcool em gel, lavagem de mãos e distanciamento social. “Se tudo correr bem, esta nova variante vai provocar um novo pico da doença, mas sem tantos casos graves e tantas mortes”, avalia.</p><div
class="wp-block-buttons is-layout-flex"><div
class="wp-block-button is-style-outline"><a
class="wp-block-button__link" href="https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/existem-herois-na-guerra-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ler artigo de Fábio Gastal no ESTADÃO</a></div></div><hr
class="wp-block-separator is-style-default"/><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><ul><li><strong>Créditos:</strong></li><li>Foto: Fábio Leite Gastal/DIVULGAÇÃO</li><li>Conteúdo: ESTADÃO &#8211; Blog Fausto Macedo</li><li>Imagem: Pessoas foto criado por rawpixel.com &#8211; br.freepik.com</li></ul><p>The post <a
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<item><title>5 Mitos e Verdades sobre a vacina contra a COVID-19</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/5-mitos-e-verdades-sobre-a-vacina-contra-a-covid-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-mitos-e-verdades-sobre-a-vacina-contra-a-covid-19</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Tue, 04 May 2021 12:37:39 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=27038</guid><description><![CDATA[<p>Publicado por: Hospital Santa Rita de Minas Gerais Para quem prefere o conteúdo escrito: Olá, pessoal, meu nome é Tânia Grillo, sou médica, e trabalho no Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Rita. Hoje estou aqui para explicar alguns mitos e verdades sobre a vacina contra a COVID-19.&#160; Em tempos de divulgação de tantas [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h4 class="wp-block-heading">Publicado por: Hospital Santa Rita de Minas Gerais</h4><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><iframe
src="https://www.youtube.com/embed/DbJLFL5iSVo" title="YouTube video player" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe><h4 class="wp-block-heading">Para quem prefere o conteúdo escrito:</h4><p>Olá, pessoal, meu nome é Tânia Grillo, sou médica, e trabalho no Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Rita. Hoje estou aqui para explicar alguns mitos e verdades sobre a vacina contra a COVID-19.&nbsp;</p><p>Em tempos de divulgação de tantas notícias falsas e sem credibilidade, é muito importante procurar se informar sobre este assunto, ou qualquer outro, em fontes confiáveis. Vamos lá, então?</p><h2 class="wp-block-heading">1. A vacina imuniza completamente o organismo contra a COVID-19. Mito ou verdade?</h2><p><strong>Mito</strong>. Não existe vacina, nem contra COVID, nem contra qualquer outra doença, que garanta 100% de imunização. As vacinas reduzem muito as chances de adquirirmos as infecções para as quais elas foram produzidas.&nbsp;</p><p>Especificamente da COVID, essa proteção contra a aquisição da doença é grande e ampla. Mesmo não alcançando 100%, os estudos realizados até agora têm mostrado que a vacina reduz muito, mas muito, a chance de, mesmo adquirindo a COVID, o indivíduo vacinado com a vacinação completa evolui com episódios da doença muito mais leves e, normalmente, não precisam nem de hospitalização.</p><p>Então, por causa disso, mesmo que você já tenha recebido as suas duas doses da vacina, é importante que você continue a tomar os cuidados que são tão recomendados. Evitar aglomerações, usar sempre a máscara e higienizar suas mãos frequentemente.</p><h2 class="wp-block-heading">2. Posso ter sintomas após tomar a vacina contra a COVID-19. Mito ou verdade?</h2><p><strong>Verdade</strong>. Isso ocorre tanto com a vacina contra a COVID-19 como também com todas as demais vacinas. Só que, os estudos têm demonstrado uma segurança muito grande com vacinas contra a COVID-19. Os sintomas, quando ocorrem, são sintomas muito próprios de vacinas: dor local, mal-estar, baixa febre e extremamente raras manifestações que ainda estão sendo analisadas pelos laboratórios e pelos pesquisadores se são, de fato, determinadas ou não pela exposição à vacina. Então, hoje os estudos mostram que o uso da vacina tem se demonstrado muito seguro.&nbsp;</p><p>Inclusive, teremos em breve um estudo publicado aqui do estado de Minas Gerais sobre a variação dos mineiros vacinados e a ocorrência de sintomas pós-vacina. Esse estudo vai mostrar que a ocorrência dos sintomas foram muito leves na sua gigantesca maioria, e as manifestações mais graves ainda não foram comprovadas que foram determinadas pelo uso da vacina.&nbsp;</p><p>Ou seja, é verdade que podem haver sintomas leves que dão bastante segurança no uso da vacina.</p><h2 class="wp-block-heading">3. A utilização da máscara é um dos principais fatores para prevenir a contaminação da COVID-19. Mito ou verdade?</h2><p><strong>Verdade</strong>. Usar a máscara corretamente e máscara que tenha um bom grau de proteção. Essas máscaras devem estar tampando tanto boca quanto narinas, previnem a disseminação das gotículas das nossas vias aéreas enquanto falamos, ou quando tossimos ou espirramos. Isso protege o outro e protege você de adquirir o vírus caso o seu interlocutor, ou caso onde você esteja, haja a transmissão aérea do vírus.</p><p>Então o uso da máscara é imprescindível e deve ser uma atitude adotada por todos nós. Inclusive por quem já tiver sido vacinado.</p><h2 class="wp-block-heading">4. É melhor pegar a COVID-19 naturalmente do que tomar uma vacina. Mito ou verdade?</h2><p><strong>Mito</strong>. A COVID adquirida naturalmente tem uma chance, que não é pequena, para aqueles que sobrevivem à doença, de evoluir com sinais e sintomas crônicos.&nbsp;</p><p>Vários estudos têm sido publicados nesse sentido, mostrando sequelas da COVID. Obviamente que as sequelas não ocorrem em 100% dos indivíduos que pegam a COVID, mas, na maioria das pessoas que tiveram COVID-19, cada uma dessas pessoas virá a apresentar, de uma forma mantida por meses, algum sinal ou sintoma que compromete a sua qualidade de vida.</p><p>Um estudo com mais de 400 pacientes acompanhados por 4 meses após a doença, nos Estados Unidos, e publicado no mês de março no Jama (<em>Journal of the American Medical Association</em>), mostra que 51% desses indivíduos relataram algum sintoma mantido até 4 meses após a doença.</p><p>Entre eles, desde de manifestações de adinamia, um certo cansaço, mas de forma preocupante, além de falta de ar. Então, ter a COVID naturalmente expõe o cidadão ao paciente, e tem como grande chance de evoluir com algum sinal ou sintoma durante muito tempo com uma difícil recuperação.</p><h2 class="wp-block-heading">5. A segunda dose da vacina contra a COVID-19 precisa ser do mesmo fabricante. Mito ou verdade?</h2><p><strong>Verdade</strong>. Os estudos publicados com as experiências com o uso de vacina, atualmente, são todos um consenso: se você tomou a vacina de um determinado fabricante na primeira dose, a segunda dose deve ser desse mesmo fabricante.&nbsp;</p><p>Por quê? A técnica laboratorial de produção dessa vacina é diferente entre os diferentes fabricantes. Então, não se garante que: ao se imunizar pela primeira vez com um fabricante que tem uma determinada técnica de produção da vacina e a segunda dose foi de outro fabricante que usa outra tecnologia na produção da vacina, que a memória imunológica poderá reconhecer isso e produzir os anticorpos necessários. Isso não é comprovado e não é identificado.</p><p>Portanto, a orientação é que a primeira e a segunda dose sejam sempre do mesmo fabricante.</p><p>E, ao final dessas 5 colocações, tornamos a reforçar que, mesmo após a vacinação, continuem tomando os devidos cuidados: usem máscara, higienizem as mãos sempre que possível e mantenham o distanciamento social. Um abraço e até a próxima!</p><hr
class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-default"/><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p><strong>Créditos:</strong></p><ul><li>Podcast publicado no <a
href="https://www.youtube.com/watch?v=DbJLFL5iSVo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do YouTube</a> do Hospital Santa Rita MG</li><li>Post publicado no blog do Hospital Santa Rita MG</li><li>Imagens: Divulgação/Hospital Santa Rita e Arquivo Pessoal</li></ul><p>The post <a
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</item>
<item><title>Mais de 300 mil óbitos, quase R$ 30 bi no tratamento hospitalar. Qual é a prioridade da vacina?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/mais-de-300-mil-obitos-quase-r-30-bi-no-tratamento-hospitalar-qual-e-a-prioridade-da-vacina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-de-300-mil-obitos-quase-r-30-bi-no-tratamento-hospitalar-qual-e-a-prioridade-da-vacina</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 22:43:31 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=26911</guid><description><![CDATA[<p>Artigo publicado no Valor Econômico, com participação da Planisa, DRG Brasil, UFMG e Feluma, mostra porque a vacina possui excepcional relação custo-benefício. Veja o custo estimado da Covid-19 para o sistema de saúde brasileiro. O jornal Valor Econômico desta quinta-feira, dia 08 de abril, trouxe um artigo com o tema “Qual é a prioridade?”, escrito [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h4 class="wp-block-heading">Artigo publicado no Valor Econômico, com participação da Planisa, DRG Brasil, UFMG e Feluma, mostra porque a vacina possui excepcional relação custo-benefício. Veja o custo estimado da Covid-19 para o sistema de saúde brasileiro.</h4><div
style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p>O jornal <a
href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/qual-e-a-prioridade.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Valor Econômico</a> desta quinta-feira, dia 08 de abril, trouxe um artigo com o tema “Qual é a prioridade?”, escrito por <strong>Marcelo Carnielo</strong> (Planisa), <strong>Renato Couto</strong> (Grupo IAG Saúde e DRG Brasil), <strong>Tania Grillo</strong> (Grupo IAG Saúde e DRG Brasil) e <strong>Francisco Cardoso</strong> (Nescon/UFMG e Instituto Feluma).</p><p>Os autores expressam grande pesar pelo fato de o Brasil já ter ultrapassado a marca de 300 mil óbitos, ainda com perspectivas incertas quanto ao controle do contágio do novo Coronavírus – embora a vacinação avance lentamente.</p><p>Num cenário de insuficiência de vacina e de colapso dos recursos hospitalares, é fundamental que se definam prioridades para diminuir perdas de vidas humanas e garantir acesso da população a uma assistência à saúde digna.</p><h2 class="wp-block-heading">O que os números das internações por Covid-19 nos mostram, em termos de necessidade de recursos</h2><p>Foi realizado um estudo usando a base de dados da plataforma de valor em saúde DRG Brasil, que abrange 334 hospitais, totalizando 53.822 leitos que assistem a cerca de 15,6 milhões de brasileiros, cobertos pela saúde suplementar e pelo SUS, distribuídos em todas as regiões do país.</p><p>Usando a plataforma, os autores analisaram 60.384 internações de pacientes internados por Covid-19, no período de março de 2020 a março de 2021.</p><p>Ao fazer a avaliação dos óbitos, foi constatado o que já era esperado: <strong>82,9% dos óbitos hospitalares</strong> verificados nas internações analisadas ocorreram nos maiores de 60 anos, que é a população mais vulnerável ao vírus. Os achados sinalizam fortemente, e de maneira contundente, a prioridade que a vacinação no Brasil deve seguir para impactar definitivamente na mortalidade.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p>“<strong>33,28 milhões de doses de vacina anti-Covid-19 poderiam evitar 82,9% das mortes dos brasileiros</strong>”, concluem os autores.</p></blockquote><p>Os indivíduos com mais de 60 anos representam 51,1% de todas as pessoas internadas com Covid-19 – proporção que tem se mantido nos últimos 90 dias. Essa faixa-etária consumiu 61,8% de todos os leitos e 72,9% dos recursos de ventilação mecânica usados para o tratamento da doença nos hospitais estudados. Mais uma vez, esses números reforçam que a vacinação dos idosos 60+ poderia significar uma liberação em massa de recursos essenciais para atender os casos graves.</p><h2 class="wp-block-heading">Quanto a pandemia da Covid-19 custou para os hospitais e os sistemas de saúde brasileiros até o momento?</h2><div
class="wp-block-image"><figure
class="aligncenter size-large is-resized"><img
decoding="async" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/recipiente-de-gel-de-alcool-mascara-cirurgica-remedio-e-dinheiro-real-brasileiro_58702-836.jpg" alt="custo-pandemia-brasil" class="wp-image-26912" width="470" height="313" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/recipiente-de-gel-de-alcool-mascara-cirurgica-remedio-e-dinheiro-real-brasileiro_58702-836.jpg 626w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/recipiente-de-gel-de-alcool-mascara-cirurgica-remedio-e-dinheiro-real-brasileiro_58702-836-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></figure></div><p>A <a
href="https://planisa.com.br/site/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Planisa</a>, empresa especialista em custos hospitalares parceira da <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/plataforma-valor-em-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma Valor em Saúde</a> Brasil, fez um estudo abrangendo 38 hospitais com unidades para atendimento de pacientes com Covid-19, no período de abril de 2020 a fevereiro de 2021. No custo da diária foi padronizado que entrariam materiais hospitalares, medicamentos e honorários médicos.</p><p>Neste estudo, a Planisa apurou que:</p><ol
type="1"><li>O custo médio de diária em unidade de internação não crítica com paciente Covid-19 foi de <strong>R$ 1.289;</strong></li><li>Nas unidades de internação crítica adulto (UTI) o custo atingiu o patamar de <strong>R$ 2.306.</strong></li></ol><p>Se comparados com os pacientes clínicos não acometidos pela doença, os pacientes Covid consumiram em média <strong>2,5 vezes mais recursos</strong>. Esse achado é determinado pelo aumento proporcional da complexidade e criticidade clínica nessa população, mensurado pela metodologia DRG Brasil.</p><p>Dos pacientes avaliados que precisaram internar para tratamento da Covid-19, 33,4% foram para a UTI e 17,4% usaram ventilação mecânica, com uma <strong>permanência hospitalar média de 9,8 dias</strong>. Os pacientes que usaram terapia intensiva ficaram internados em média 16,8 dias, sendo 7,2 deles na UTI.</p><p>Se o espectro clínico da doença e os custos no Brasil forem semelhantes ao estudo dessa base, é possível estimar o agregado do custo direto hospitalar da Covid-19 até o momento:</p><ul><li>Considerando que os 300 mil óbitos registrados até o presente equivaleriam a 16,2% dos internados (mortalidade do estudo), isso permitiria estimar que um total de 1.851.185 pessoas foram internadas em hospitais por Covid-19 no país (do SUS e da saúde suplementar).</li><li>Se levarmos em consideração a permanência média de 9,8 dias, estas internações consumiram até agora 18.148.148 dias de hospital.</li><li>Se 33,4% desses pacientes internados precisaram de UTI, isso corresponde a &nbsp;618.519 de pessoas, que consumiram 4.453.333 dias de terapia intensiva (pensando na permanência média de 7,2 dias).</li><li>Aplicando os custos de diária levantados pela Planisa, poderíamos estimar que R$ 10,26 bilhões foram gastos em UTI e R$ 17,98 bilhões em unidade de internação, totalizando <strong>28,26 bilhões de reais.</strong></li></ul><p>Esse custo total calculado corresponde a aproximadamente<strong> 10% do orçamento da saúde do Brasil</strong>. E aqui não estão incluídos os custos de reabilitação, nem do cuidado com as sequelas da doença.</p><h2 class="wp-block-heading">Qual cenário deveríamos ver no futuro próximo, em relação à priorização das vacinas</h2><p>Passado um ano do anúncio de calamidade pública decorrente da pandemia no Brasil, é absolutamente correto afirmar, uma vez mais, que a melhor estratégia em saúde é a prevenção.</p><p>A vacina possui uma excepcional relação custo-benefício, porque é muito barata. Se forem corretamente priorizados na vacinação os maiores de 60 anos, 31,8 milhões de doses completas serão utilizadas e se evitará potencialmente um enorme contingente de mortes e uma carga de sofrimento humano incomensurável – além das imensas perdas econômicas e da memória nacional que se extingue com a partida dos cidadãos mais velhos e experientes.</p><p>O custo econômico é mensurável, e pode ser recuperado com o esforço de todos, mas o sofrimento das vidas perdidas não.</p><p>Para ler a matéria na íntegra no site do Valor Econômico, clique <a
href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/qual-e-a-prioridade.ghtml">aqui</a>.</p><div
style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><hr
class="wp-block-separator"/><div
style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><h4 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h4><p>Autores:</p><ul><li><strong>Marcelo Tadeu Carnielo</strong> é administrador, diretor técnico da Planisa e especialista em gestão de custos hospitalares</li><li><strong>Renato Couto</strong> é Doutor em infectologia, presidente do Grupo IAG Saúde e co-fundador do DRG Brasil. Prof. Faculdade de Medicina, Ciências Médicas de Minas Gerais, FELUMA</li><li><strong>Francisco Carlos Cardoso de Campos</strong> “Chico Poté” é sanitarista, Mestre em Administração pelo CEPEAD/FACE/UFMG, pesquisador do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva – NESCON, da Faculdade de Medicina da UFMG e pesquisador do Instituto Feluma de Inovação da Gestão em Saúde.</li><li><strong>Tania Grillo</strong> é Doutora em infectologia, presidente do Grupo IAG Saúde e co-fundadora do DRG Brasil. Profa. Faculdade de Medicina, Ciências Médicas de Minas Gerais, FELUMA</li></ul><p>Publicado em:</p><ul><li><strong>Jornal Valor Econômico</strong> – Grupo Globo. Edição de 08 de abril de 2021 – Opinião. Link da reportagem original no site do jornal: <a
href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/qual-e-a-prioridade.ghtml">https://valor.globo.com/opiniao/coluna/qual-e-a-prioridade.ghtml</a></li></ul><p>Créditos/Imagens:</p><ul><li><a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/enfermeira-ajustando-mascara-medica-de-velho_10892999.htm#page=4&amp;query=idoso+m%C3%A1scara&amp;position=9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mulher foto criado por freepik &#8211; br.freepik.com</a></li><li><a
href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/recipiente-de-gel-de-alcool-mascara-cirurgica-remedio-e-dinheiro-real-brasileiro_7546061.htm#query=dinheiro%20pandemia&amp;position=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mão foto criado por user3802032 &#8211; br.freepik.com</a></li></ul><p></p><p>The post <a
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<item><title>Como usar o app DRG Brasil Inteligência Artificial para liberar mais leitos aos pacientes Covid-19?</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/como-usar-o-app-drg-brasil-inteligencia-artificial-para-liberar-mais-leitos-aos-pacientes-covid-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-usar-o-app-drg-brasil-inteligencia-artificial-para-liberar-mais-leitos-aos-pacientes-covid-19</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 22:46:24 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=26867</guid><description><![CDATA[<p>Como podemos utilizar a informação associada à inteligência artificial para nos ajudar ainda mais na entrega de valor ao paciente e facilitar o acesso aos leitos hospitalares? Veja como o Hospital Santa Rita já está realizando com sucesso essa empreitada, ao tornar a decisão de alta mais segura de acordo com a complexidade assistencial dos [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h4 class="wp-block-heading">Como podemos utilizar a informação associada à inteligência artificial para nos ajudar ainda mais na entrega de valor ao paciente e facilitar o acesso aos leitos hospitalares? Veja como o Hospital Santa Rita já está realizando com sucesso essa empreitada, ao tornar a decisão de alta mais segura de acordo com a complexidade assistencial dos pacientes.</h4><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p>A série <strong>Por Dentro do Valor em Saúde </strong>tem como objetivo mostrar como usar ferramentas e tecnologias que ajudam as organizações de saúde a entregar valor na prática. Afinal, a transformação está em nossas mãos.</p><p>Todos nós temos acompanhado – e muitos vivenciando face a face – o pior momento da pandemia do novo coronavírus no Brasil. São inúmeros os desafios, como a escassez e exaustão dos profissionais, insuficiência de recursos materiais como medicamentos para intubação e ventiladores, sobrecarga dos hospitais e falta de leitos</p><p>O DRG Brasil, junto ao seu Ecossistema com as comunidades de clientes, parceiros, acadêmica, de ensino e de qualificação da informação tem um único propósito: construir sistemas de saúde sustentáveis baseados na entrega de valor ao paciente.</p><p>Por isso, a plataforma apresentou seu aplicativo de a Inteligência Artificial, em que a tecnologia centraliza o paciente, engaja a família e toda equipe assistencial no gerenciamento de riscos e simplifica a complexidade dos processos para o tratamento ao paciente. E, cumprindo o compromisso de responsabilidade e impacto social, o Grupo IAG Saúde disponibiliza gratuitamente, por um período de 12 meses, a utilização da tecnologia do <a
href="https://www.youtube.com/watch?v=WxjGgq0ko5g">aplicativo</a> DRG Brasil Inteligência Artificial para organizações de saúde.</p><p>O primeiro episódio da série <strong>Por Dentro do Valor em Saúde</strong> teve o prazer de contar com a experiência de transformação do Hospital Santa Rita, hospital geral de 157 leitos, sendo 26 de UTI, que fica na região metropolitana de Belo Horizonte, no distrito industrial da cidade de Contagem. Hospital fundado em 1967, portanto, com quase 54 anos de existência e, que assim como sua história tem uma longa jornada em sistemas de gestão certificáveis e boas práticas. O HSR recebeu em 2012 a primeira acreditação em nível 3 da ONA, mantida até hoje, e em 2019, o reconhecimento máximo do Selo de Excelência Assistencial da Unimed BH.</p><p>Para contar um pouco mais dessa trajetória, os convidados da live foram <strong>Cleverson Martins Kill</strong>, diretor técnico do Hospital Santa Rita e <strong>Déborah Matos</strong>, enfermeira supervisora do DRG no Hospital Santa Rita, para contar um pouco mais como utilizaram a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/ia-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inteligência Artificial</a> da <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/plataforma-valor-em-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma Valor em Saúde</a> – DRG Brasil para implementar novas medidas, auxiliares, na insuficiência de leitos da crise sanitária, econômica e social conjuntural.</p><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><h2 class="wp-block-heading">Veja os destaques da apresentação do Hospital Santa Rita sobre a alta segura com o app DRG Brasil IA</h2><p>O Hospital Santa Rita de Contagem/MG utiliza o aplicativo da plataforma de saúde baseada em valor DRG Brasil desde agosto de 2020, para pacientes intensivos e neurológicos. Em setembro de 2020 já expandiram para pacientes da clínica médica e em outubro de 2020 para as demais clínicas, englobando 100% dos pacientes.</p><p>Dentre as atividades realizadas pela equipe multidisciplinar do hospital com o uso do app, destaca-se o <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gerenciamento-de-leitos/">gerenciamento de leitos</a>. O trabalho é iniciado com o indicador de taxa de ocupação, que disponibiliza informação sobre a capacidade de atendimento do hospital. Os profissionais realizam análise crítica do indicador e acompanhamento regular. Com este indicador, é possível dimensionar o perfil de utilização, os intervalos de substituição e a média de permanência dos usuários no estabelecimento. O gerenciamento de leitos é definido por vários processos, dentre eles a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/plataforma-habilita-a-disponibilizacao-de-leitos-para-pacientes-com-covid-19/">desospitalização e a previsão de alta</a>.</p><p></p><div
class="wp-block-image is-style-default"><figure
class="aligncenter size-large is-resized"><img
decoding="async" src="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/medicos-empurrando-cama-maca-de-emergencia-no-corredor_107420-63716.jpg" alt="leitos-para-covid19" class="wp-image-26868" width="470" height="313" srcset="https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/medicos-empurrando-cama-maca-de-emergencia-no-corredor_107420-63716.jpg 626w, https://www.drgbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/medicos-empurrando-cama-maca-de-emergencia-no-corredor_107420-63716-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></figure></div><p>A Inteligência Artificial do DRG Brasil é um avanço tecnológico que permite que os sistemas simulem uma inteligência similar à humana, sendo que o objetivo está em facilitar tarefas do dia a dia. É a tecnologia a favor da saúde, auxiliando a assistência e a centralização de cuidados do paciente de forma individualizada, segura e no tempo adequado de internação.</p><p>Na implantação do app IA no Hospital Santa Rita, os profissionais elencaram como pontos facilitadores: fácil acesso pelo aplicativo em iOS e Android; possibilidade de acompanhamento à beira leito; acesso à instituição, familiares e operadora. Como pontos dificultadores: mudança de cultura e resistência inicial do corpo clínico.</p><p>Foram atribuídas atividades para a equipe multiprofissional e setores com o aplicativo, a saber:</p><ol><li>Médico – inserção de CIDs e condições clínicas;</li><li>Enfermagem – inserção de dispositivos invasivos;</li><li>Fisioterapia – inserção de ventilação mecânica;</li><li>Fonoaudiologia – inserção de CIDs relacionados a esta disciplina;</li><li>Nutrição clínica – inserção de CIDs relacionados à nutrição;</li><li>Equipe multidisciplinar – inserção de condição adquirida;</li><li>Bloco cirúrgico – inserção de procedimentos;</li><li>Hiperbárica – inserção de procedimentos e CIDs relacionados às lesões</li><li>Recepção de internação – cadastro do DRG admissional.</li></ol><p>Ao trabalhar com o DRG Admissional, a equipe já consegue monitorar e acompanhar a assistência em tempo real. Os benefícios para a instituição, paciente/familiar e equipe multidisciplinar são vários:</p><ul><li>acompanhamento a beira leito durante a corrida;</li><li>ajuste de diagnósticos e procedimentos realizados; gerenciamento de riscos do paciente;</li><li>atualização em tempo real da previsão de alta;</li><li>planejamento da alta segura;</li><li>e planejamento iniciado precocemente durante a internação, visando garantir a alta segura no tempo apropriado e serviços pós-alta adequados.</li></ul><p>É possível então traçar o plano terapêutico e o plano de alta segura para o paciente. Tendo em vista a previsão de alta e o gerenciamento de risco, é possível definir condutas e prazos para realização do plano terapêutico e orientações de alta e pós-alta. Monitorar regularmente os parâmetros dos pacientes hospitalizados facilita, ainda, o reconhecimento precoce da deterioração e de complicações.</p><p>Durante a pandemia da COVID-19, a demanda por internação hospitalar aumentou exponencialmente, e com o acompanhamento e planejamento que são viabilizados pelo aplicativo DRG Brasil IA, o Hospital Santa Rita tem conseguido atender a <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/equidade-na-saude/">todos os pacientes</a> e convênios de saúde.</p><p>Ao comparar os dados antes da utilização do aplicativo (fevereiro a julho de 2020) com os dados após a utilização do mesmo (agosto de 2020 a janeiro de 2021), <strong>a eficiência cirúrgica melhorou 41% e a clínica 20%</strong>. O que significou <strong>redução da permanência média em 25%, mesmo com o aumento da complexidade assistencial</strong> no 2º período (casemix mudou 1,2360 para 1,3004).</p><p></p><p>Um exemplo que o Dr. Cleverson Kill cita para ilustrar a eficácia dos resultados é a Linha de Cuidado do AVC: o hospital reduziu o tempo de permanência médio de 17-19 dias para <strong>4-5 dias</strong>, mantendo o elevado nível de qualidade assistencial (ouça o <a
href="https://open.spotify.com/episode/2XQvVtMieIPkuvf2E53wC3?go=1&amp;utm_source=embed_v3&amp;t=1191&amp;nd=1">podcast</a> do médico).</p><div
style="height:5px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><h2 class="wp-block-heading">Saiba mais sobre o trabalho do Hospital Santa Rita em parceria com o Grupo IAG Saúde e o uso do aplicativo DRG Brasil IA</h2><p>O Grupo IAG Saúde, em nome de todo o Ecossistema da plataforma de saúde baseada em valor DRG Brasil, gostaria de parabenizar o Hospital Santa Rita pela coragem da inovação. Coragem diante da incerteza, do medo do desconhecido, mas que prosseguiram, engajando as pessoas, simplificando o trabalho com o uso da informação e da tecnologia e aumentando a entrega de valor aos pacientes.</p><p>O Santa Rita é um hospital comunitário que nasceu para atender, com qualidade, a população da região – e é a demonstração de que a plataforma DRG Brasil é <strong>acessível a todos</strong>.</p><p>Diante da sobrecarga e da falta de leitos hospitalares, o app DRG Brasil IA está conseguindo apoiar&nbsp;o time multidisciplinar na gestão segura de leitos e abrindo acesso à população que tanto necessita deste acesso hoje, em razão da situação desesperadora acarretada pela pandemia da COVID-19.</p><p>Assista à gravação da live com Cleverson Martins Kill, diretor técnico, e Déborah Matos, enfermeira supervisora do DRG no Hospital Santa Rita, conduzida pelo diretor executivo do Grupo IAG Saúde, Breno Duarte:</p><iframe
src="https://www.youtube.com/embed/98AsxGib1BE" title="YouTube video player" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe><p></p><ul><li>Créditos/Imagens:</li><li>Destaque: Shutterstock</li><li><a
href="https://br.freepik.com/fotos/mulher" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><a
href="https://br.freepik.com/fotos/mulher">Mulher foto criado por wavebreakmedia_micro &#8211; br.freepik.com</a></a></li></ul><p></p><p>The post <a
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</item>
<item><title>Mercado da saúde: a retomada para sairmos fortalecidos da crise</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/live-2-novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=live-2-novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 20:24:38 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=25554</guid><description><![CDATA[<p>A segunda live em associação com a Deloitte recebeu Enrico De Vettori, Chief Operating Officer do UnitedHealth Group Brasil e José Carlos Abrahão, Diretor da OPTIONS Consultoria &#38; Gestão. O último programa do DRG Brasil Convida foi comandado pelo presidente do Grupo IAG Saúde, Renato Couto e pelo sócio de Life Sciences &#38; Health Care [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>A segunda </strong><em><strong>live</strong></em><strong> em associação com a Deloitte recebeu Enrico De Vettori, Chief Operating Officer do UnitedHealth Group Brasil e José Carlos Abrahão, Diretor da OPTIONS Consultoria &amp; Gestão.</strong></h3><p>O último programa do <strong>DRG Brasil Convida</strong> foi comandado pelo presidente do Grupo IAG Saúde, <strong>Renato Couto</strong> e pelo sócio de Life Sciences &amp; Health Care da Deloitte, <strong>Luis Fernando Joaquim</strong>, e abordou as premissas para o mundo dos negócios pós-pandemia de Covid 2019. Acompanhe na transcrição.</p><p><strong>Renato:</strong> Joaquim, quais as projeções você tem
trabalhado na Deloitte?</p><p><strong>Joaquim:</strong> Bom, estamos enfrentando uma pandemia
juntos, algo único. E é uma pandemia que traz impactos dos mais variados. Analisando
o setor, nessa primeira linha de raciocínio, observamos o PIB do país a partir
de 2013, e cruzamos com a quantidade de beneficiários na saúde suplementar. Hoje,
no Brasil temos um pouco mais de 211 milhões de população e em torno de 47
milhões dessas pessoas possuem o plano privado. Entendendo o cenário atual, nós
teríamos um impacto de mais de 6,5 milhões de pessoas desempregadas e isso
implicaria diretamente no acesso aos planos de saúde, por exemplo.</p><p><strong>Renato:</strong> Interessante, Joaquim! Enrico, como você vê essa
mudança? De menos recursos para a saúde?</p><p><strong>Enrico:</strong> Dr. Renato, acredito que a saúde irá se sobressair. É
verdade que vamos ter um impacto em todos os países, alguns mais, outros menos.
O Brasil, sofrerá um pouco mais. Nós estamos tomando
algumas medidas e direções que talvez nós deixemos por mais tempo na crise – o
que afetará ainda mais a nossa economia. Contudo, eu gostaria de
ressaltar que a saúde como um todo sairá muito fortalecida. Porque o mundo
inteiro jamais vai esquecer dos equívocos que cometeram por relegar, por não
priorizar algo tão básico quanto a questão sanitária, a saúde e a vida, e nós
estamos pagando um preço muito alto por isso.</p><p><strong>José Carlos:</strong> Nós temos uma crise tripla: sanitária, econômica e política.
Então por haver uma crise sanitária atenua, as pessoas vão querer contato com o
plano de saúde, elas vão querer segurança. E tem o agravante porque além da
perda de PIB, nós estamos tendo um impacto direto na renda. O primeiro
resultado prático disso é o encolhimento com a oferta de infraestrutura e de
empresas que estão se preparando para uma retenção &#8211; isso quando falamos
principalmente das operadoras. E do lado dos prestadores, sem dúvida nenhuma, há
uma grande oportunidade. Finalizo a minha colocação dizendo que alguns
comportamentos vieram para ficar, entre eles, o uso da telemedicina.</p><p><strong>Renato:</strong> Enrico, como você vê a questão dos ganhos de eficácia e
eficiência, ou seja, entrega de valor? Como vocês enxergam essa questão da
entrega de valor para os seus clientes como um caminho de sustentabilidade?</p><p><strong>Enrico:</strong> Renato eu entendo que nos não temos saída. A janela ficou muito estreita, a de se ter uma eficiência, uma eficácia para se manter ou para se tornar competitivo. Então não é mais uma escolha. Nós temos que ter uma maturidade, e eu acredito que o paciente sai ganhando pois ele estará no meio da solução. Veja: muitas pessoas falam mal do sinistro. O sinistro é um bom amigo, sem ele, há custo. Aliás aprendi isso com o Sr, Dr. Renato. O custo é, sem dúvida nenhuma, um esforço de produção para entrega. O sinistro de modo igual. A partir disso, entendo que a gente vai afunilar mais o modelo de negócio, o modelo de governança, o modelo de gestão e o modelo de operação. Isso tudo amarrado com a estratégia e existindo o senso de prontidão de mudança. Quando nós pensamos nas clínicas, nos prestadores, nas operadoras de menor porte ou de médio porte é possível que sofram um pouco mais. Já estávamos em um momento difícil. E entendo que virá também algo no sentido de uma grande divisão para quem quer entregar valor e para aqueles que desejam apenas fazer negócio e se manter no setor.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><em>Apesar de todas as dificuldades e dos impactos que teremos, eu acredito no Brasil, por ser um país que entra rapidamente em uma crise, mas que sai rapidamente. Acho que as empresas brasileiras de saúde têm um ganho porque tem muitas empresas que são de fora, ou são empresas de grande porte que têm caixa para enfrentar a crise. Algo que sempre falo quando possível: é um privilégio ter o SUS! Se nós não tivéssemos o SUS, nós estaríamos passando de forma diferente e um dos aprendizados é a relação público e privado nessa pandemia. A pandemia trouxe ensinamentos muito duros de época de guerra, mas em contrapartida, vemos elegância, respeito, compaixão e valores. </em></p></blockquote><p><strong>Renato:</strong> É bastante animador ver uma empresa desse porte ter como<em>
mote</em> central de sustentabilidade a entrega de valor ao cliente e a melhoria
do resultado assistencial. José Carlos, dentro da colocação do Enrico, como
você enxerga essa possibilidade no sistema?</p><p><strong>José Carlos:</strong> Bom, acho que essa crise está nos trazendo vários “despertar”, entre eles, o despertar de trabalhar, fundamentalmente, a prevenção e a promoção da saúde. Não tem mais espaço para se discutir isso. Sei de várias companhias que já trabalham assim. Mas esse trabalho terá que ser mais acelerado, mais intensificado, até porque a garantia da entrega vai ser dada por onde irá durar mais. Para você ficar mais tempo ele irá acelerar todo o projeto, de prevenção e promoção. Daí vem novos negócios, como a <a
href="https://eclinica.digital/telemedicina-o-que-a-consulta-digital-pode-trazer-para-o-marketing-do-seu-consultorio-ou-clinica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telemedicina</a>, que durante anos foi discutida a sua regulamentação e viabilização ou tele atendimento. Essa veio para ficar pós-pandemia.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><em>Hoje, alguns questionamentos pairam: se estamos saindo da crise, se vamos sair da crise e como vai ser o retorno do atendimento nos hospitais e consultórios. O médico, profissional preocupado com o novo padrão de higienização de controle das suas áreas, e o paciente, preocupado em retornar. Além disso, questionamentos sobre a telemedicina e telessaúde ganham espaço. Quantos atendimentos de acompanhamento poderão ser realizados com total segurança através da telessaúde? Fica a pergunta.</em></p></blockquote><p><strong>Renato:</strong>
Vejo como uma grande perspectiva de negócio os cuidados com a terceira idade,
afinal, ela será uma população cada vez maior e que precisa se manter saudável.
Enrico, o que você espera da sua própria rede e de seus fornecedores? Qual
entrega você quer?</p><p><strong>Enrico:</strong>
Nós precisamos fazer as coisas certas, sérias e céleres. Não dá mais para fazer
negócios da maneira como nós fazíamos, que poderia ser bom para cada lado. Ou
nós identificamos as oportunidades ou não existe modelo de gestão. Falo disso
quando vamos credenciar um hospital, o fornecedor de tecnologia, a equipe médica.</p><p><strong>Renato:</strong>
&nbsp;E você, José Carlos, qual entrega você
quer?</p><p><strong>José Carlos:</strong>
Se tratando de prevenção e promoção da saúde, teremos que ser proativos. Junto
do beneficiário, o mercado vai ter que ser proativo e modelar produtos dentro
desse novo perfil. Quando eu falo isso, o controle da informação dos dados para
que você possa realmente cuidar dessa população vai ser fundamental. Essa
gestão vai ter que sair do discurso e ir para a prática com foco em garantia de
uma entrega com qualidade.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><em>Nesse momento de lateralidade será permitido que as operadoras trabalhem novos produtos; que os hospitais, clínicas e laboratórios vejam essa oportunidade &#8211; seja para a saúde corporativa, seja para atenção primária, do desperdício, dos exames. Vamos trabalhar as oportunidades. Mas, dessa vez essa crise vai terminar quando? Quando vai chegar uma vacina? Essa vacina será realmente eficiente? Essa vacina terá durabilidade? Independente dos inúmeros trabalhos, que droga será essa? O que você falou, no início dos primeiros pacientes, da Covid no mundo, a briga era por respirador. Hoje, já se viu que você tem as manifestações hematológicas, e que muitas das vezes não é pegar paciente e jogar ele no respirador. Então, a dinâmica da doença vai influenciar na criação do produto. Esse produto vai ter que ser criado a seis, oito, dez mãos. As parcerias terão que ser realmente “parcerias” com outro olhar: de preservação, perenidade do sistema e a sustentabilidade entra nisso, com esse lado assistencial. Não saberemos como será o novo perfil epidemiológico. O sistema de saúde vai ter que realmente se reinventar, e aí vem de novo, não tem mais espaço para aquela discussão público e privado &#8211; nós temos um grande sistema de saúde. Nós temos que interagir, aproveitar a sinergia dos sistemas para que possamos proporcionar uma saúde de melhor qualidade para nossa sociedade, valorizando as pessoas &#8211; o maior capital da gestão são as pessoas, e isso vai ter que sair do discurso e vir para nosso dia a dia.</em></p></blockquote><p><strong>Renato:</strong>
Nessa última rodada, gostaria de escutar a palavra dos convidados sobre as inovações
que são necessárias para sustentabilidade do sistema.</p><p><strong>Joaquim:</strong>
Bom Renato, fomos atropelados por esse novo normal que é a palavra que mais tenho
ouvido com frequência, como já comentamos. Saímos de uma crise sanitária
impactada e aí traz o impacto econômico, e isso faz refletir em todos os
negócios. Todos os modelos de alguma forma serão repensados. Mas, acho que no
fundo, a pandemia vai trazer um novo olhar sobre o beneficiário. Eu acho que a
gente precisa realmente caminhar apesar da visão de epidemiologia e populacional.
O mercado precisa ir para um atendimento mais digital, um atendimento que
entenda a necessidade do cliente, que não está mais disposto a filas de espera,
recepção, aguardando ao lado de pessoas tossindo ou espirrando. É preciso
repensar isso, no novo comportamento, em tratamento mais personalizado e
humanizado. &nbsp;Precisamos de novas
ferramentas e caminhos digitais de maneira humanizada e personalizada para
tratar dados e informação de forma assertiva. E para fechar, “os incentivos incentivam”,
então na medida que o modelo de financiamento estimula, incentiva essa tríade. A
pandemia mostrou uma dicotomia entre o setor privado e público. A nossa
sociedade, os nossos sistemas brasileiros e não 47% do setor privado e restante
do setor público. A gente precisa trabalhar mais unido, não faz sentido para
mim hospitais privados vazios como temos visto em vários setores, hospitais
públicos cheios padecendo e alguns hospitais de campanha sendo construídos. Então
acho que precisamos repensar todo o modelo estrutural e a saúde como um todo,
porque o nosso maior bem são as pessoas, no final das contas a gente discuti
setor para atender as pessoas. E enquanto executivos, se nós não sairmos da
crise como entramos, fracassamos como seres humanos, fracassamos enquanto
executivos que precisam mudar esse setor.</p><p><strong>José
Carlos:</strong> &nbsp;Nós
precisamos e devemos ressaltar o papel das nossas lideranças, que precisam apoiar
e aprimorar a resiliência, a resignação e promover o diálogo. Não conseguimos
nada público, privado, prestador, operadora, modelo de remuneração &#8211; precisamos
realmente sair da discussão e ir para a prática. &nbsp;Qual é o nosso protagonismo futuro, diante
desse retorno da sociedade aos serviços de saúde? Como nós vamos preparar o
paciente que vai retornar à emergência e ao hospital? O profissional que vai
retornar a operar, que vai retornar a fazer o atendimento dos hospitais, dos
laboratórios, dos serviços de imagem? Como vão recepcionar e como nós vamos
trabalhar essa nova sociedade? Então a gestão, a valorização e a proatividade de
escuta do paciente, dos profissionais de saúde, que são para eles que eu deixo
minha última mensagem: eu disse que a saúde saiu muito mais fortalecida no
mundo como um todo por mais importância que as sociedades mundiais davam de
valor a saúde e eu tenho certeza que após essa pandemia que não sabemos quando
vai terminar, ela vai ser diferente &#8211; mas nós temos que valorizar os
profissionais de saúde que sacrificaram, muita das vezes, as suas famílias,
sacrificaram as suas vidas em prol do trabalho que eles ofereceram e aí vem a solidariedade,
a compaixão; o novo olhar, de vida que todos passaram a ter no seu isolamento
social, não importa o nível, todos tiveram um novo pensamento, um novo olhar de
vida. Mas não podemos jamais esquecer o trabalho dessa equipe multidisciplinar
que proporcionou o que você disse: o nosso atendimento não deixou a desejar em
nada! Aliás, eu sempre digo, o sistema de saúde brasileiro pode ter dificuldades,
uma demora no público ou no privado, mas todo cidadão que está no nosso país
jamais deixará de ser atendido e sabemos que nem sempre é assim.</p><p><strong>Enrico:</strong>
Não vou adaptar o meu objetivo final de homenagear, realmente, esses
profissionais médicos fazendo coro ao que acabamos de ouvir. Foram guerreiros,
lembrando que 70% desse grupo ou mais, é formado por mulheres. Profissionais
que estiveram tratando do desconhecido, mas que foram bravos e permaneceram, muita
das vezes, longe de casa, indo para hotéis, fazendo adaptações. A doença é tão
improvável. Ela causa tantas coisas diferentes em pacientes e todos aqueles profissionais,
além do médico, também foram muito importantes para que esses pacientes
soubessem ou reaprendessem a andar, comer, falar, respirar. No mundo inteiro a gente
ouviu as pessoas aplaudindo, tocando violino, cantando, e aqui a gente vê as pessoas
sendo expulsas do metrô.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><em>Aproveito ainda para lembrar que as mesmas mulheres que estão na linha de frente hoje vêm sofrendo com a violência doméstica, ainda maior na crise. Essa é a minha colocação final de que elas têm o nosso apoio, são formidáveis e que merecem todo o nosso respeito.</em></p></blockquote><iframe
width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/riF2CsTToos" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe><p><strong>Fique por dentro de mais conteúdos como esse! Acesse a transcrição das lives anteriores:</strong></p><ul><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Live 1: Novas oportunidades de negócio em saúde para um novo tempo (abre numa nova aba)">Live 1: Novas oportunidades de negócio em saúde para um novo tempo</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-diagnostico-laboratorial-para-a-seguranca-dos-profissionais-da-saude-e-da-populacao/">Covid-19: diagnóstico laboratorial para a segurança dos profissionais da saúde e da população</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-publica-e-privada-os-caminhos-para-a-sustentabilidade-das-redes-hospitalares-na-pandemia/">Saúde pública e privada: os caminhos para a sustentabilidade das redes hospitalares na pandemia</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/os-desafios-do-controle-de-infeccao-hospitalar-em-tempos-de-covid-19/">Os desafios do Controle de Infecção Hospitalar em tempos de Covid-19</a></li></ul><p>The post <a
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]]></content:encoded>
</item>
<item><title>Novas oportunidades de negócio em saúde para um novo tempo</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo</link>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 16:24:36 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=25496</guid><description><![CDATA[<p>Em parceria com a Deloitte, DRG Brasil Convida recebeu experientes executivos de saúde para análise do sistema de saúde durante e pós-pandemia. Neste programa, o médico infectologista e presidente do Grupo IAG Saúde, Renato Couto recebeu o gerente de projetos da Care Plus, Rafael Gonzales e o diretor financeiro do Hospital São Camilo, Romeu Freitas, [&#8230;]</p><p>The post <a
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<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Em parceria com a Deloitte, DRG Brasil Convida recebeu experientes executivos de saúde para análise do sistema de saúde durante e pós-pandemia. </strong></h3><p></p><p>Neste programa, o médico infectologista e presidente do <strong>Grupo IAG Saúde</strong>, <strong>Renato Couto</strong> recebeu o gerente de projetos da Care Plus,<strong> Rafael Gonzales</strong> e o diretor financeiro do Hospital São Camilo, <strong>Romeu Freitas</strong>, para discussão. Além de Couto, o sócio de Life Sciences &amp; Health Care da Deloitte, Luís Fernando Joaquim, também conduziu a conversa.</p><p>Qual o futuro dos negócios na saúde e o que podemos esperar do sistema de saúde brasileiro pós Covid-19? E quais as oportunidades teremos neste cenário de crise? Esses são os temas do debate com os convidados. Acompanhe.</p><p><strong>Joaquim: </strong>Como destacado, toda e qualquer crise apresenta oportunidades. A Covid-19 trouxe um repensar em vários aspectos da saúde do Brasil e de outros negócios. Percebemos uma movimentação em torno do teletrabalho e, na saúde, não seria diferente.</p><p><strong>Renato:</strong> Rafael, fale para a gente o que vocês têm visto como oportunidade e como estão se preparando para o futuro. E de que forma precisam da prestação de serviços hospitalares para que de fato tenham uma cadeia produtiva que entregue valor aos pacientes?</p><p><strong>Rafael: </strong>A Care Plus é parte da BUPA, grupo internacional britânico de provisionamento e assistência médica e, atualmente, a operadora mais globalizada do mundo. Isso permitiu que no pré Covid-19 pudéssemos nos preparar e isso tem nos dado aqui no Brasil a possibilidade de enxergar o que está acontecendo lá fora para que possamos acertar nossos movimentos, além de aproveitar as oportunidades para não cair nos riscos.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><br><em>O que vimos durante a Covid-19 e que ainda estamos passando: queda da sinistralidade que no primeiro momento é positivo para as operadoras e isso foi visto por todos, sendo um ponto negativo para os nossos parceiros hospitalares. Em relação as oportunidades, o que temos visto é a teleconsulta, que se bem aproveitada, pode ser utilizada como um premier care, onde você consegue fazer um direcionamento do seu paciente, contribuindo para a melhor <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/gestao-em-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gestão em saúde</a>. </em></p></blockquote><p><strong>Renato: </strong>Romeu, o que você tem visto de oportunidade na sua área?</p><p><strong>Romeu:</strong> A Covid-19 tem sido algo singular, algo que não se encontra nos livros, sem nenhuma referência em como lidar com este momento. Trouxe uma dinâmica diferente, tudo muito novo e rápido, e, naturalmente, aquelas instituições que são mais sensíveis conseguem responder mais rápido ao contexto. Os hospitais de forma direta foram os mais impactados. Tivemos uma mudança drástica no perfil do paciente, seu perfil de consumo, comportamento, e todos esses fatores vêm afetando os custos como bem colocado pelos meios de comunicação. Mas a grande pergunta que fica é: como será a relação entre sociedade, planos de saúde e hospitais?</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><br><em>Chegamos a níveis mínimos de atendimento nas emergências no período do Covid-19 – e algumas perguntas que precisam ser respondidas é se as pessoas terão receio em voltar a uma emergência de hospital para procurar assistência médica? Existe uma preocupação técnica muito grande por trás dessas questões – inclusive, já se fala em indicadores de aumento de mortalidade em domicílio.</em></p></blockquote><p><strong>Renato:</strong> Joaquim, a Delloitte é muito bem posicionada nesta visão global e, no Brasil, ela possui uma capilaridade nacional muito interessante. O que vocês estão percebendo de mudanças possíveis com a pandemia?</p><p><strong>Joaquim:</strong> Este é um tema que temos buscado cada vez mais discutir e rediscutir. A pandemia fez com que a Deloitte agisse e reagisse de maneira diferenciada, e não só na área da saúde, mas em todos os outros negócios. A empresa tem buscado mais formas de inovação, a começar pela força de trabalho: utilização de novas tecnologias e o trabalho remoto. Quando a gente olha a questão do <em>home office</em> que é uma das grandes mudanças impulsionadas por esse momento global, percebemos a sua importância e trabalhamos arduamente para adaptar sete mil colaboradores com seus <em>desktops </em>em casa e produzindo até mais do que produziam. O teletrabalho e a telemedicina na saúde são novos modelos de negócios – e não há o que negar. A telemedicina permite o monitoramento de pacientes com doenças crônicas &#8211; sendo a tecnologia de suma importância para apoio.</p><p><strong>Renato:</strong> &nbsp;Você tocou em um aspecto muito interessante. Parte dos processos vão ser feitos à distância e será preciso uma reorganização de processos para a governança empresarial e corporativa de forma assertiva. Sobre remuneração, como podemos simplificar a implantação do modelo orçamentário sem aumentar a complexidade, contribuindo para a aceitação da rede prestadora? Deixo a pergunta para o Romeu.</p><p><strong>Romeu:</strong>
Essa discussão sobre remuneração é recente na nossa área. Eu participei de
várias tentativas de transição de modelos remuneratórios e vejo que o grande
obstáculo, independentemente de ser o modelo de orçamento, é o custo da
desconfiança. Nós temos dificuldade de fazer um modelo onde a relação de
confiança e a relação de transparência seja mútua.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><br><em>Acho que tanto os hospitais quanto as operadoras gostariam e querem sair do modelo fee for service. Ele não é um modelo que auxilia no dia a dia, a ter uma boa transparência. Por outro lado, onde a balança vai pesar mais é muito difícil. Nós tivemos alguns avanços nisso, acredito que com a Covid-19, isso tende a ganhar uma força maior. Mas, eu ainda tenho um pé atrás de que esse é o custo final que precisava para mudar o modelo de remuneração. Nesse sentido o tema é muito complexo, a operadora tem o perfil muito diferente do hospital, por exemplo. Mas, acredito que nós vamos avançar. Vai ter sim um engajamento maior e de ambas as partes.</em></p></blockquote><p><strong>Renato:</strong> Quem
sabe um sistema de estímulo econômico um fee for service bonificado com o
compartilhamento de resultados. Você aceitaria Romeu?</p><p><strong>Romeu:</strong> A
pandemia trouxe uma visão de risco um pouco diferente.</p><p>E o risco nesse cenário acabou ficando aqui e estrangulou fortemente os hospitais – um bom exemplo: os custos de EPIs crescendo de forma absurda. Nesse momento, a gente vem sofrendo muito com os anestésicos que estão em falta no mercado. Naturalmente Dr. Renato, acho que tem que ter uma discussão do modelo híbrido. Acredito que não vamos chegar no modelo único e, sim, em um modelo híbrido. O caminho é longo, mas nós temos condição de visitar e sair do hospital como centro da saúde e voltar para medicina básica, a medicina da família e tradicional &#8211; com certeza é bem menos custosa para todo mundo, além de entregar muito mais valor para todas as pontas.</p><iframe
width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/uO9TcJnXSJU" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe><p><strong>Renato:</strong> O
que vocês colocariam para as pessoas que estão assistindo a <em>live</em>, para
que elas investissem e se dedicassem? Sejam eles gestores, executivos de
operadoras e hospitais. Se fossem sugerir uma diretriz de negócio, qual seria o
conselho de vocês?</p><p><strong>Joaquim:</strong> Essa é uma boa pergunta! O universo da saúde ainda é artesanal, portanto, é preciso trazer a tecnologia para melhorar os processos. Não faz sentido pensar, por exemplo, em um laboratório com uma longa sala de espera sendo que existe a possibilidade da coleta domiciliar, mesmo pós-pandemia. É o cenário atual. Não faz sentido também as operadoras conversarem com seus clientes por meio de formulários preenchidos de forma manual, considerando que vivemos a transformação digital no mundo inteiro. O Brasil é o segundo país que mais passa tempo na internet – dessa forma, faz muito mais sentido que as operadoras estejam dentro dos canais digitais como Facebook e Instagram. Que eles ofereçam esse conforto e comodidade para os clientes. Essa sim, é uma grande oportunidade de inserir a tecnologia no processo da experiência do usuário como um todo, do início ao fim do tratamento.</p><p><strong>Rafael:</strong> Mesmo presente, a tecnologia se consolidou ainda mais durante a pandemia. O ponto que o Joaquim trouxe sobre a coleta domiciliar vai crescer e veio para ficar. A questão do monitoramento do paciente para todas as operadoras vem para atualizar o modelo de governança: precisa ser digital e, ao mesmo tempo, o paciente precisa se sentir acolhido pela operadora, porque no momento de dor, no momento que você precisa, você não quer conversar com <em>chat box</em>, você quer conversar com uma pessoa. Então a inteligência da operadora deve estar por trás para entender que naquele momento ela precisa de um profissional da saúde para conversar com ela. Mas sim, a questão de monitoramento do paciente veio para ficar e cada vez mais vai se consolidará. Um último ponto que eu colocaria é a questão de modelos de remuneração. Durante muito tempo, a operadora viveu sob riscos de um paciente entrar em um hospital e a operadora não saber essa conta.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p><br><em>Hoje, o hospital vive esse dilema de não ter o paciente. Creio que a questão de investir em novos modelos de remuneração é algo que certamente vai estar na pauta de muitos hospitais. E sim, precisamos quebrar essa desconfiança que o Romeu colocou. O mercado como um todo sabe o que é preciso, mas um desconfia do outro e ninguém avança. Espero que a pandemia faça com que todos os players, enxergue o que ele pode gerar de valor para a cadeia de saúde. Nós temos uma cadeia de saúde extremamente custosa, não fazemos o bom uso das tecnologias como um todo e isso gera desperdícios. &nbsp;Não somente nos gastos hospitalares, mas com os gastos totais. Se a gente tiver um monitoramento tecnológico desses desperdícios, proporcionar informação de qualidade para o paciente, ele pode decidir e parar esse desperdício.</em></p></blockquote><p><strong>Romeu:</strong> Entendo que agora é o período de enfrentar um mar de oportunidades. Oportunidades para aqueles que pensam fora da caixa, que executam diferente, que vão ter a capacidade de se modificar e se adaptar a esse novo cenário. Acho que muitas empresas vão surgir, e vão trazer modelos diferenciados, que agregam muito mais valor a expectativa do cliente final que é o paciente. Acredito que a medicina verticalizada vai ganhar muita força nisso. A gente vê que no momento de crise as operadoras verticalizadas e hospitais verticalizados, são os que sofrem o menor impacto. Volto na minha fala no início da <em>live</em>: aqueles que são mais flexíveis, dispostos a mudanças e a incorporarem a tecnologia no dia a dia da sua instituição, estarão um passo à frente das oportunidades.</p><p></p><p><strong>Fique por dentro de mais conteúdos como esse! Acesse a transcrição das lives anteriores:</strong></p><ul><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-diagnostico-laboratorial-para-a-seguranca-dos-profissionais-da-saude-e-da-populacao/">Covid-19: diagnóstico laboratorial para a segurança dos profissionais da saúde e da população</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-publica-e-privada-os-caminhos-para-a-sustentabilidade-das-redes-hospitalares-na-pandemia/">Saúde pública e privada: os caminhos para a sustentabilidade das redes hospitalares na pandemia</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/os-desafios-do-controle-de-infeccao-hospitalar-em-tempos-de-covid-19/">Os desafios do Controle de Infecção Hospitalar em tempos de Covid-19</a></li></ul><p>The post <a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/novas-oportunidades-de-negocio-em-saude-para-um-novo-tempo/">Novas oportunidades de negócio em saúde para um novo tempo</a> appeared first on <a
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]]></content:encoded>
</item>
<item><title>Covid-19 na gravidez, parto e puerpério: o que é importante saber</title><link>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-na-gravidez-parto-e-puerperio-o-que-e-importante-saber/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=covid-19-na-gravidez-parto-e-puerperio-o-que-e-importante-saber</link>
<comments>https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/covid-19-na-gravidez-parto-e-puerperio-o-que-e-importante-saber/#respond</comments>
<dc:creator><![CDATA[DRG Brasil]]></dc:creator>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 18:21:40 +0000</pubDate>
<category><![CDATA[Covid19]]></category>
<guid
isPermaLink="false">https://www.drgbrasil.com.br/?p=25431</guid><description><![CDATA[<p>Especialistas em obstetrícia e neonatologia falam sobre os riscos da infecção para mães e bebês, os aspectos epidemiológicos conhecidos até hoje e como organizar um fluxo seguro de atendimento à gestante Em abril deste ano, o Ministério da Saúde anunciou que mulheres grávidas e puérperas (mães de recém-nascidos com até 45 dias de vida) estão [&#8230;]</p><p>The post <a
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href="https://www.drgbrasil.com.br">DRG</a>.</p>
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div
style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p></p><h4 class="wp-block-heading">Especialistas em obstetrícia e neonatologia falam sobre os riscos da infecção para mães e bebês, os aspectos epidemiológicos conhecidos até hoje e como organizar um fluxo seguro de atendimento à gestante</h4><div
style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div><p>Em
abril deste ano, o Ministério da Saúde anunciou que mulheres grávidas e
puérperas (mães de recém-nascidos com até 45 dias de vida) estão oficialmente
inclusas no grupo de risco da Covid-19.</p><p>Uma
vez que a infecção da gestante por Covid-19 é suspeita ou confirmada, o parto
se torna crítico e desafiador, por isso cuidados especiais devem ser tomados
para um tratamento obstétrico eficiente.</p><p>Neste programa, <strong>Tania Grillo</strong> conversou com <strong>Jamil Calda</strong>s (Neonatologista e Professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da <a
href="https://www.unicamp.br/unicamp/">Unicamp</a>) e <strong>Frederico Peret</strong> (Obstetra e Superintendente da Maternidade Unimed BH) para esclarecer quais são os aspectos epidemiológicos conhecidos até o momento da Covid-19 em gestantes:</p><ul><li>Quais os critérios para o diagnóstico?</li><li>O que fazer se a mãe for Covid-19 confirmada?</li><li>Quais são as situações de risco de transmissão do SARS-CoV-2 durante o trabalho de parto e o parto, em gestantes Covid-19 positivas?</li><li>Os riscos para o bebê: há transmissão vertical?</li><li>Pode haver contato pele a pele? E amamentação?</li><li>Quais as medidas preventivas mais efetivas?</li><li>Como organizar o fluxo de atendimento da gestante na maternidade?&nbsp;</li></ul><p><strong>Abaixo estão detalhadas as falas mais relevantes da entrevista. Boa leitura!</strong></p><p></p><figure><iframe
src="https://www.youtube.com/embed/6OuwaaqgOwA" allowfullscreen="" width="560" height="315"></iframe></figure><p><strong>Tania Grillo:</strong> Hoje iremos debater um tema de extrema importância: o que precisamos
saber para atender melhor e gerar mais segurança para a mãe e para o seu bebê.</p><p>Para o debate de hoje tenho dois colegas que são muito atuantes em suas
áreas de especialização e que estão diretamente trabalhando, tanto do ponto de
vista atendimento, assistência de pacientes materno-infantil nesse contexto da COVID,
como também são pesquisadores e representam entidades que estão produzindo
conhecimento no Brasil.</p><p>Para iniciar nossa conversa vou solicitar ao Jamil para falar um pouco
sobre a rede de pesquisa da Unicamp sobre a COVID-19.</p><p><strong>Jamil Caldas:</strong> A <a
href="https://redeneonatal.com.br/">Rede Neonatal</a> surgiu próximo ao começo da pandemia, por volta do mês de março, foi desencadeada porque existe um desconhecimento total a respeito da transmissão e de como a COVID-19 manifesta nas gestantes e nos recém nascidos. Então o departamento de Ginecologia elaborou um projeto de pesquisa, que é bastante amplo, com representantes de todo o país, bastante expressivo na realidade brasileira, envolvendo hospitais mais e menos complexos, e hospitais com mais e menos recursos, para que dessa forma seja avaliada uma fatia da população brasileira de forma coerente, consciente para que apresente o melhor coorte de gestantes, recém nascidos e puérperas. É um projeto ambicioso, mas que tem uma rede de colaboradores bastante amplo dispostos a darem resposta aos nossos questionamentos: como a doença se manifesta? É de maior risco? É de menor risco? É igual? Como os recém nascidos se comportam? Como as puérperas se comportam? Qual é a situação das assintomáticas?</p><p>Envolve tanto a parte da coorte de gestantes assintomáticas que vão dar
entrada nos hospitais, as manifestações clínicas das gestantes, puérperas e
recém nascidos (até o primeiro mês de vida) durante o período de internação.
Esse projeto também envolve a questão psicossocial das gestantes, puérperas e
de suas famílias em relação ao acometimento dessa que é uma doença grave, que
traz toda uma repercussão clínica, social bastante importante.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> É impressionante e ficamos orgulhosos de ter uma iniciativa com essa
envergadura aqui no Brasil. Ficamos ansiosos em ter notícias quando o projeto
apresentar os primeiros resultados.</p><p>Frederico, o que você pode dizer hoje, considerando o que já se conhece
sobre os principais aspectos epidemiológicos da COVID-19 na gestante.</p><p><strong>Frederico Peret: </strong>Primeiro eu gostaria de parabenizar a Unicamp e dizer que nós também na Unimed
BH estamos fazendo parte da rede, e ficamos muito honrados com o convite. Bom,
as verdades no COVID são temporárias, conforme a pandemia foi se espalhando
pelo mundo foi se adquirindo um pouco mais de conhecimento de como isso se
comporta em relação a gestação e ao puerpério.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p>O que sabemos até agora é que as manifestações da COVID em gestantes tem particularidades importantes, há uma tendência que demostra que as manifestações clínicas são um pouco diferentes da população geral: as gestantes tem menos aspectos febris, elas tem uma sintomatologia importante do trato respiratório, a manifestação mais frequente é a dispneia e a tosse, a febre vem depois.</p></blockquote><p>Um aspecto importante é que não são todas as grávidas que são de risco
para o COVID, é o que as publicações mostram. Isso começa a ser visto na nossa
população, que existem grupos específicos de gestantes que estão sob maior
risco de terem complicações relacionadas a COVID-19. É importante dizer que a
maioria dos casos complicados vão aparecer no 3° trimestre, e dentro desse
grupo específico vemos três situações que merecem destaque: umas delas é dar
atenção especial à gestante com mais de 35 anos (temos dados de que 40% das
gestantes que complicaram tinha mais de 35 anos). Outro grupo que devemos dar
atenção é o de mulheres com comorbidades, destacando a diabetes e a hipertensão
como comorbidades importantes relacionadas à maior taxa de complicação de
mulheres grávidas. E um 3° grupo é de mulheres com obesidade.</p><p>Na semana passada tivemos a publicação de um dado importante e que
preocupa: a população obstétrica norte americana tem de 1,5 a 1,8&amp; mais
chances de admissão na terapia intensiva e de utilização de ventilação
assistida. Já na população brasileira, em um dado do Ministério da Saúde, temos
22% da população obstétrica com COVID que utilizaram CTI e 25% que necessitaram
de ventilação assistida. Esses são dados preocupantes, porém a mortalidade foi
igual da população geral.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> Jamil, o que você pode compartilhar conosco sobre o risco de
transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, durante o parto e
imediatamente após o parto?</p><p><strong>Jamil Caldas:</strong> Esta é uma questão primordial, pois são dois pontos de transmissão, a
via transplacentária e a transmissão comunitária. Lembrando que essa criança
vai para casa e lá pode ser contaminada com o vírus. A transmissão
transplacentária é um risco, porém com o que se tem de dados até agora, podemos
dizer que este é um risco pequeno. Levantou-se o questionamento se a cesárea
protegeria o bebê dessa contaminação, mas trabalhos mostram que não haveria
esta proteção. Então em termos de transmissão perinatal a resposta é incerta,
ou seja, existe o risco, mas a proporção é desconhecida.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> Se o risco é baixo, qual deve ser o protocolo da equipe assistencial
multidisciplinar de recebimento desse bebê, em especial aqueles que necessitam
de terapia intensiva? Gostaria de passar a palavra para o Frederico para falar
um pouco sobre epidemiologia da doença nessa população.</p><p><strong>Frederico Peret: </strong>O Ministério Público publicou um boletim especial algumas semanas atrás
em que relata 457 casos de gestantes do Brasil notificadas, mas ainda algumas
com dados incompletos. O que se conseguiu obter desse boletim é que foram 288
casos de gestantes recuperadas (a maioria, felizmente) e 36 óbitos, sendo esta
a maior série de óbitos dessa população publicada por algum veículo de
informação.</p><p>É necessário ter muita atenção com essa população, e ficar muito atento
sobre como a assistência está sendo feita, como está sendo conduzido o
tratamento. Outra questão que já se sabe é que o atraso pela busca da assistência
contribuiu e muito para os desfechos negativos nessa população.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> Tanto na gestante quanto no neonato, quando se deve suspeitar e como se
deve investigar uma possível contribuição do vírus no conjunto de sinais e
sintomas, e como abordar para um diagnóstico confirmatório ou de exclusão?</p><p><strong>Jamil Caldas:</strong> Eu acho que são dois ambientes, um é o ambiente perinatal e o outro é a
comunidade. Tem que perguntar aos familiares se alguém tem algum sintoma
gripal, porque qualquer sintoma que o recém nascido em seguida possa apresentar
vai ser secundário ao COVID, então tem que testar, a resposta é que tem que
fazer o teste.</p><blockquote
class="wp-block-quote"><p>A gestante que der entrada com sintomas respiratórios tem que ser testada, para que a condução da assistência seja feita a partir do resultado desse teste. Então a abordagem inicial é com a mãe e família, e se necessário fazer o teste. Nós estamos testando todas as gestantes que dão entrada no hospital da Unicamp, usando o RT-PCR, e com isso começamos a identificar as primeiras gestantes assintomáticas.</p></blockquote><p><strong>Tania Grillo:</strong> E vocês tem um retorno rápido desse resultado?</p><p><strong>Jamil Caldas:</strong> Tem por que o hospital das clínicas foi credenciado a fazer os testes e
esse teste sai em torno de 24 a 36 horas. Antes essas amostras eram
encaminhadas para São Paulo e o resultado demorava 15 dias, e com isso se
gastava muito EPI em pacientes negativas para COVID.</p><p><strong>Tania Grillo: </strong>Para a mãe o diagnóstico da RT-PCR leva de 24 a 36 horas. Nisso a
assistência ao parto já ocorreu, mas é muito bom para os cuidados da criança. Nesse
sentido como tem sido as recomendações no contexto de suspensão diagnóstica,
triagem, como isso tem sido trabalhado Frederico?</p><p><strong>Frederico Peret: </strong>Com o aumento da prevalência, aumento do número de casos, a tendência é
que a gente teste cada vez mais. Na prática, qualquer gestante com sintomas
respiratórios significativos e que tenha quadro febril deve ser testada, temos
aumentado o número de testes mesmo em casos mais leves, por protocolo nosso
temos testado todas as pacientes internadas.</p><p>Testar todas as gestantes nos permite traçar estratégias para o neonato
e para o acompanhamento do puerpério, que é uma fase instável que pode ser
acometida por complicações. Para políticas de tratamento intra parto o tempo
não seria ágil com as metodologias de RT-PCR que temos disponível. Existem
técnicas que ainda não são aplicáveis à nossa realidade, de testes RT-PCR mais
rápidos (4 horas), mas que precisam ser feitos na população em geral para que
tenhamos uma maior precisão, lembrando a falta de insumos e as dificuldades que
o país já passou e ainda passa com a realidade de poucos testes.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> Os momentos de riscos de transmissão devem ser gerenciados de forma
extremamente cuidadosa, com fluxos estabelecidos, separação de áreas para
pacientes contaminados e não contaminados. Como devem ser os cuidados no
momento do parto ativo?</p><p><strong>Jamil Caldas:</strong> Desde março, quando a OMS lança o comunicado que o vírus é transmitido
por aerossol, já começamos a tomar as medidas. Em termos de recém-nascido, não
se considera esta uma forma de transmissão, mas é bom lembrar que estamos na
fase inicial do conhecimento. Há crianças descritas que eram filhos de mãe com COVID
sintomáticas, bastante graves no momento do nascimento e próximo ao nascimento,
que tiveram sintomatologia e na pesquisa nasofaringe foi positivo, negativou o
PCR e persistiu nas fezes.</p><p>Assim é preciso continuar a monitorar a persistência desse vírus nas
fezes, e aí existem problemas técnicos, porque não é a mesma técnica de coleta.
É um processo diferente e com isso o laboratório tem que se adaptar, porque
essa pode não ser por enquanto uma rotina de patologia clínica habitual, de
rotina, mas se de pesquisa. Pode ter surgido um alerta de que este seja um
vírus de transmissão fecal e ai ele reúne duas características de rinovírus
misturado com enterovírus, ele acaba acometendo essas duas vias.</p><p>Existem relatos de pacientes chineses que internaram nos hospitais com
quadro de abdômen agudo hemorrágico perfurativo e na evolução apresentaram
quadro febril e na pesquisa apresentou COVID, e até o isolamento esse paciente
acabou contaminando um série de servidores e prestadores de serviço dos
hospitais com casos inclusive fatais entre os contaminados, tivemos também um
quadro de um lactente com abdome agudo hemorrágico, que na pesquisa acabou testando
positivo para COVID, porque a mão apresentou sintomas gripais durante o seu
acompanhamento na enfermaria, então talvez exista uma transmissão fecal, mas
ainda não conseguimos determinar o quanto importante ela é, e se seria uma
forma preocupante de disseminação do vírus.</p><p><strong>Tania Grillo:</strong> Pegando a questão da parturiente que está na fase ativa do parto, do
ponto de vista de proteção, de cuidados, o que se recomenda como mais assertivo
hoje?</p><p><strong>Frederico Peret: </strong>No segundo período do trabalho de parto, temos muitas variáveis que
temos que levar em consideração, primeiro o fato de a gestante estar fazendo
ali durante seu período expulsivo uma respiração forçada, existe toda uma
discussão em relação à produção de aerossol durante esse procedimento. Segundo
ponto, estamos trabalhando com uma equipe dentro de uma sala que na maioria das
maternidades não são tão amplas, assim como não são de pressão negativa, e um
número grande de pessoas está envolvido na assistência, muito próximos a esta
parturiente, sem contar com a presença do acompanhante. Portanto esse ambiente
se torna mais propício à transmissão.</p><p>Ponto pacífico é que a gestante tem que usar máscara, isso é um ponto
fundamental. O nível de proteção da equipe tem que ser maior e quanto maior for
a prevalência. Proteção mínima, para gestantes assintomáticas que não são a
maioria, é máscara cirúrgica e face shield. Nas gestantes altamente suspeitas
ou confirmadas, o nível de proteção deve o maior possível, aí entra o uso dos
respiradores, da máscara N95 ou similares, o face shield continua como um ponto
fundamental de proteção, principalmente para a proteção das áreas de
contaminação de gotículas de aerossol. Atenção especial para aqueles
procedimentos de urgência, principalmente as cesarianas intra parto, que existe
uma possibilidade de ser um procedimento que necessite de anestesia geral em
que o risco aumenta demais, então entram todos os procedimentos de segurança da
anestesiologia.</p><p>Olhando pelo lado positivo da pandemia, estamos aprendendo muito sobre a
segurança de todos os envolvidos na assistência., e com isso iremos sair disso
muito melhores nesse sentido.</p><hr
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diagnóstico laboratorial para a segurança dos profissionais da saúde e da população</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/saude-publica-e-privada-os-caminhos-para-a-sustentabilidade-das-redes-hospitalares-na-pandemia/">Saúde pública e privada: os caminhos para a
sustentabilidade das redes hospitalares na pandemia</a></li><li><a
href="https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/os-desafios-do-controle-de-infeccao-hospitalar-em-tempos-de-covid-19/">Os desafios do Controle de Infecção Hospitalar em
tempos de Covid-19</a></li></ul><p>The post <a
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